5 Canais de celebridades no Youtube para você seguir

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Se você tem a impressão de que ‘tá todo mundo criando canal no Youtube’ (e ainda não sabe se gosta muito disso), respira fundo, toma uma água e volta aqui já já. Porque o post de hoje e o vídeo de hoje são justamente sobre isso: a chegada das celebridades das mídias tradicionais à plataforma de vídeos do Google.

Conheço diversos canais de celebridades, mas to fazendo uma listinha dos meus cinco favoritões que valem a pena se inscrever, incluindo os canais de Karlie Kloss (já falei dele aqui!), Adriane Galisteu, Marilia Gabriela, Celso Portiolli, Regina Navarro Lins e até de Maisie Williams, nossa querida Arya de GoT!

Dá o play e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro! ;)


Para ver outros vídeos já publicados, clique aqui.

 

 

 

Zootopia: um mundo animal incrível e easter eggs do filme

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Apesar dos trailers e da super divulgação dos dubladores aqui no Brasil (Monica Iozzi e Rodrigo Lombardi, para citar os principais), o que me levou ao cinema para ver “Zootopia” foram as variadas matérias que diziam se tratar de uma das melhores animações da Disney já feitas.

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Os personagens de “Zootopia”

Todas ressaltavam o mundo complexo e funcional inventado para o filme, além do cuidado surreal com a criação de cada pelagem dos animais presente. Para criar os cenários da cidade incrível onde todo animal pode ser o que quiser (american dream?), os animadores se inspiraram em Nova York, San Francisco, Las Vegas, Paris, Shangai, Hong Kong e até em Brasília (!). Ao todo, são 64 espécies de animais na cidade, todos mamíferos, para explorar o conflito central do filme: presas e predadores tendo que conviver de forma harmoniosa.

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Embora eu tenha sido levada ao cinema pelas características técnicas, devo dizer que é impossível não se apaixonar pela história da coelhinha Juddy Hopps – que pode se parecer com a de tanta gente humana que você conhece. Criada no interior, ela não se deixa abater pelas críticas ou pelos comentários familiares que insistem em dizer que seu sonho de ser policial é grande demais. Quando alcança seus objetivos, ainda se vê subjugada numa profissão que parece ser feita apenas para ‘machos fortes’ e que não oferece um bom plano de carreira para pequenas mulheres com grande talento. Quanta antropomorfia, minha gente! E obrigada pela representatividade alcançada.

Nesse cenário, surge o outro protagonista: a raposa Nick Wilde. O rapaz-raposa dá seus pulos para sobreviver na cidade grande e acaba se rendendo ao pré-conceito alheio para levar a vida. No universo do filme, há um preconceito geral com as raposas, tidas como traiçoeiras, mentirosas, pouco confiáveis. Cansado de ser mal interpretado, o jovem Wilde decide ser, enfim, a própria má interpretação. Quando todos insistem que você não é confiável e/ou merecedor, dá realmente para ser diferente e insistir? A resposta, óbvio, está no filme.

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“Zootopia” tem uma história simples e interessante para as crianças, mas novamente tem aquela dezena de sutilezas profundas e estereótipos muito bem ~sacados que vão fazer todos os adultos da sala gargalharem – especialmente em sessões legendadas, como a que eu fui. Uma das melhores cenas, inclusive com aperitivo trailer, é a das preguiças trabalhando numa espécie de Detran da cidade. Simplesmente impagável!

+ os easter eggs!

Em meio a tanto detalhamento numa cidade imensa, é claro que ainda deu tempo para os animadores distribuírem alguns easter eggs para os fãs, além de referências bem claras à cultura pop (algumas surpresas, aliás, deixo para quem for ao cinema para evitar spoilers!).

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as pintas do policial Garramansa tem formato de orelhinhas do Mickey!

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A banquinha de DVDs piratas faz referência a vários outros filmes da Disney, como “Frozen”, “Operação Big Hero”, “Detona Ralph”, “Enrolados”, “Moana” e “Gigantic”.

 

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Também tem easter egg só para olhos muito rápidos: num carrinho de bebê,
passa um boneco do Mickey! 

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Na cena de apresentação de Tundratown, duas elefantinhas passeiam
fantasiadas de Anna e Elsa, de “Frozen”

5 motivos para ver “Jurassic World” (e dois para não ver)

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Depois de 14 anos sem um filme da franquia, o parque dos dinossauros volta para a telona em grande estilo com “Jurassic World”. Apesar da crítica não ter dado muita bola para o filme, a surpresa veio logo no primeiro final de semana: o longa já bateu a marca de maior bilheteria de estreia, superando “Os Vingadores”.

O longa estrelado pelo também Marvel e ‘guardião da galáxia’ Chris Pratt arrecadou $262 milhões nos Estados Unidos e mais de R$20 milhões por aqui. E todo esse povo pagante não está errado, não: tem muita coisa legal no retorno da série às telonas. Vamos a elas!

5 motivos para assistir “Jurassic World”:

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Chris Pratt e seu ‘cachorrinho’ Blue em “Jurassic World”

1. O filme respeita os fãs das antigas

De cara, é preciso falar sobre isso, embora mostrar seja dar um pouquinho de spoiler. Como não queremos isso, vamos por partes: caso você ainda não tenha ido ao cinema assistir, saiba que serão várias as referências que o novo longa faz aos antigos, seja através de cenas e personagens, seja através de enquadramentos que marcaram a franquia. E, sim, é muito legal! Agora, se você já assistiu ao filme, vale dar o play neste vídeo, que é um prato cheio para ver se você sacou tudo:

2. O parque é tão de verdade que dói!

Dói porque cadê esses dinos para eu ir lá fazer uma selfie? hehe Americanos são “só” um pouquinho experientes nesse business de entretenimento e de construção de parques temáticos e talvez não fosse algo para se prestar tamanha atenção, porém é impossível não exaltar o trabalho de direção de arte do longa.

São cenários e detalhes da ambientação extremamente bem pensados, desde o grande resort que agora acompanha o parque até o happy hour num restaurante temático cafona. Em resumo: é tudo tão verossímil que o mais improvável mesmo é a protagonista correndo de salto pelo mato. Just saying!

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5 restaurantes românticos favoritos em São Paulo

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Onde o casal vai jantar hoje? 

Pode ser para o Dia dos Namorados que está chegando, ou para qualquer outra data especial: às vezes um casal simplesmente precisa de uma noite incrível para celebrar e um bom restaurante tem um papel essencial nesse tipo de ocasião. A cidade de São Paulo está cheia de boas opções, mas eis aqui os meus favoritos para quando uma luz de velas e um bom vinho certamente precisam estar na mesa. <3

Aviso aos navegantes: os preços pesquisados servem como guia e podem variar. De forma geral, indicam a média por pessoa por jantar, mas vale dar uma olhada nos sites e redes sociais de cada casa para informações atualizadas, afinal, tudo depende do seu pedido. Bom apetite!

5 restaurantes para levar seu amor em São Paulo:

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Donostia

Dividir pequenos pratos com alguém já é romântico e divertido por concepção, logo, nada melhor que um bom restaurante espanhol. Casais novatos, acredito eu, vão curtir 100% a experiência. Os não-novatos e fãs de cozinha espanhola também, é claro. rs O Donostia cresceu e mudou de endereço, mas as tapas que o tornaram famoso continuam lá. O clima é intimista, de luz baixa e quente. Refresque-se com a sangria da casa, que é fan-tás-ti-ca.

Preço: a partir de R$70

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Forquilha

Um favorito que, de tão especial, faz qualquer jantar se tornar algo só pelo ambiente. Gosto de locais que me transportam para outro espaço-tempo e o Forquilha certamente é um deles, especialmente no inverno. O restaurante tem uma série de pratos preparados no forno à lenha, mas meu favorito inseparável é o gnocchi com gorgonzola e presunto cru. Cito categoricamente o prato porque irei até lá indefinidamente só para comer isso.

De resto, não abra mão da tigelada de goiaba na sobremesa e divirta-se com o sistema de vinhos do local, que permite provar uma série de taças diferentes sem se comprometer com uma garrafa completa. Resenha completa aqui.

Preço: a partir de R$70.

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Girl Power: 5 livros de mulheres poderosas para ler em 2015

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Cameron Diaz, Lena Dunham, Alexa Chung, Amy Poeler e Sophia Amoruso: o que elas têm em comum, fora o fato de serem bem-sucedidas no que fazem? Todas publicaram livros contando suas histórias. Ou pelo menos o que é publicável – se bem que, no caso de Lena, isso não se aplica.

Enquanto Sophia se dedica ao empreendedorismo, Lena e Amy vão te fazer rir e chorar com histórias de suas vidas, Alexa vai te despejar um balde de referências de estilo e Cameron vai mostrar que todo aquele corpão aos 42 anos de idade não é só sorte e genética: é sim muito treino e boas escolhas ao longo da vida. Ainda bem, ela compartilhou tudo em detalhes num dos livros a seguir!

 

5. “#GirlBoss”, Sophia Amoruso
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Quando resolveu publicar “#Girlboss”, a primeira coisa que Sophia Amoruso ouviu de editores foi: “As consumidoras da Nasty Gal não gostam de ler”. Empreendedora que é, Amoruso não desistiu e foi bater em outra porta. Publicou a obra e vem vendendo desde então – e muito. A dona da grife que revolucionou o e-commerce de moda conta seu caminho das pedras, desde vendedora de “achadinhos” no eBay até a abertura da primeira loja física de sua grife, em Los Angeles. Mais sobre ela aqui.
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4. “It”, Alexa Chung

It girl mundialmente reconhecida, apresentadora de TV e nome de bolsa que também virou it. Alexa Chung mostra, em seu livro “It”, suas paixões e uma coleção de referências que a tornaram um ícone de estilo, por mais que ela não assuma o título formalmente. Falando em ícone de estilo, é nesse livro que ela revela seu maior influenciador: o avô chinês, que não aceitava de forma alguma sair de casa sem se preocupar com o “look”. Veja a resenha completa.
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3. “Yes Please”, de Amy Poehler

Atriz da série “Parks and Recreation” e de uma boa temporada do “Saturday Night Live”, Amy Poehler põe na roda em “Yes Please” uma série de conselhos e também histórias de sua carreira. A frequente companheira de Tina Fey tem muito para contar e revela, inclusive, que tem a “Angelina Jolie das vaginas”. Ainda não há tradução, mas as risadas certamente valem o esforço de treinar seu inglês.
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2. “Não sou uma dessas”, Lena Dunham

Durante a leitura, vai ser fácil esquecer que a autora produziu filmes independentes e escreve, dirige e protagoniza uma bem-sucedida série de televisão. “Causos” estranhos e problemas com auto-imagem dominam o início de “Não Sou uma Dessas”, em que Lena Dunham escracha sua vida amorosa em detalhes antes de juntar os pontos sobre como sobrevive e prospera na mídia mesmo se sentindo com alguns kilos a mais. Ainda prefiro o título original: “Not That Kind of Girl”.
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1. “O Livro do Corpo”, Cameron Diaz

Depois de empreendedorismo, humor e estilo, o livro de Cameron Diaz fecha a conta falando do essencial: o seu corpo. As primeiras páginas de “O Livro do Corpo” parecem ter sido escritas pela personagem de “Quem Vai Ficar Com Mary”, com texto simplório e animado demais. Porém, ainda bem!, aos poucos Cameron se aprofunda e mostra a que veio, criticando dietas da moda e passando longe de loucuras fitness. A atriz divide sua sabedoria sobre alimentação e exercícios com informações detalhadas e sugestões preciosas para o leitor mudar como cuida de si mesmo. Perfeito para quem colocou na lista de resoluções de Ano Novo as palavras “emagrecer” e “academia”.

 

5 Dicas de maquiagem do tempo da vovó

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Você já parou para pensar que a sua necessaire de maquiagem hoje é completamente diferente da que sua mãe levava para a faculdade? E absolutamente diferente do que sua avó mantinha na penteadeira na adolescência? Muita coisa que carregamos hoje é novidade bem recente. Só para citar dois produtos que a gente não vive sem, o bb cream chegou ao ocidente somente em 2012 e o primer apareceu pela primeira vez no final dos anos 1990. Foi só bem depois que o produto se popularizou e se tornou item obrigatório de qualquer marca de cosméticos.

Pensando nisso, fiquei absolutamente chocada quando descobri uns tutoriais de maquiagem bem antigos publicados no Youtube! Tudo porque, apesar do uso dos produtos e do pó ser bem diferente do que fazemos hoje em dia, algumas dicas ainda são bem valiosas!

1 e 2: como aplicar a base e melhorar a fixação do batom

Esse vídeo dos anos 60 mostra dois truques que não vão vencer nunca, mesmo depois de 50 anos! Aplicar a base do centro do rosto em direção às extremidades é a melhor forma de ter um resultado natural, cobrindo o que realmente interessa e sem melecar a base do cabelo. A segunda dica é sobre a fixação do batom: aplicar um pouco de pó alguns segundos após a aplicação ajuda a fixar a cor, evitando borrões desagradáveis em mocinhas elegantes.

3. qual sombra escolher para o seu tipo de olho

Jogar bem com luz e sombra é a garantia de fazer uma maquiagem de sucesso que funcione para o seu rosto. Neste vídeo, também dos anos 60, alguns efeitos são explicados com ilustrações bem simples de entender. Sombras claras fazem os olhos aparentarem menores; escuras, maiores. E dependendo do posicionamento da sombra, o resultado final é totalmente diferente.

4. como escolher o tom do pó e da base

A regra é clara há muito tempo: escolha uma cor que se misture com a da sua pele e fique “invisível”. Nem um tom acima, nem um tom abaixo.

5. pele boa é pele limpa

Nossas avós não tinham demaquilante bifásico nem lencinho 3 em 1 para limpar o rosto no fim do dia. No entanto, mesmo sem essa praticidade toda, sabiam que era importante dormir com a pele limpa. Neste vídeo de 1948, a modelo usa creme de limpeza Pond’s e depois remove o excesso usando lencinhos tradicionais. Agora sabe o que é mais engraçado? O produto existe até hoje! Fiquei até curiosa para saber se é bom! hahaha ;)