Fernanda Pineda Vicente Loverox, 21 anos, São Paulo. Atriz, produtora e formanda da turma de 2009 de Rádio e TV na Cásper Líbero. Cinema, música, teatro e gatos. Colaboradora do Luv luv luv e internetando por aí. Mais?
Li uma vez que nada é mais importante que seu sono. Contas, filhos, problemas, viagem, ansiedade, nada. O sono revigora nossa mente, nosso corpo e logicamente conseguimos pensar muito melhor pela manhã, depois de descansados, do que de madrugada, no calor do momento – e do problema. Concordo.
É, sei que é fácil falar, difícil é fechar o olho com o problema te espetando feito agulha no colchão, com o travesseiro parecendo petrificado e com suas pálpebras pregadas na sobrancelha. Aí nós damos um jeitinho, né? Bancamos o “deixa disso” com nós mesmos e empurramos a questão pra debaixo do tapete mental. A duras penas, dormimos.
Então você sonha. Sonha com o que não queria, seu inconsciente faz questão de distorcer todo o problema, isso quando não enfia situações novas pra algo que você ainda nem resolveu. É o que eu chamo de “perseguição noturna”. Quando a ansiedade de resolver algo é tão grande que ela invade seu sonho e ainda piora tudo e tudo e tudo.
Acordando, você provavelmente estará mais puto. Pensará porque não resolveu aquilo antes de dormir. Tentará rever todos os fatos, pra lembrar onde começa o sonho e termina a realidade, já que, é lógico, esse tipo de sonho costuma ser ridiculamente real.
Você respira fundo, toma seu café, começa sua vida. Passa o dia, avança um pouco na resolução da questão, e ok, quer saber? Dali a 12 horas, quando você for para a cama novamente, parecerá que simplesmente não há tanto problema assim, ou que a coisa se dilui nos milhões de pensamentos que atravessaram sua mente ao longo do dia. Cansado, você dorme.
E sonha. Sonha com aquilo ali de novo. O problema vira uma agulhinha na sua cabeça, daí. Acordado, aquilo simplesmente não te importa tanto – ou já nem te importa mais – mas o sonho persiste. O pesadelo.
Depois de alguns dias, você provavelmente se toca finalmente de que não era uma questão pra deixar pra lá, mas até lá, perdeu algumas noites, algumas várias, mesmo dormindo com os olhos bem fechados.
Não, não tenho nenhuma resolução ou conclusão sobre isso, só queria falar mesmo é que algumas coisas, ainda assim, valem a pena ser discutidas de cabeça quente. Afinal, nada, nada mesmo, vale mais que seu sono.
Sempre gostei de ver fotos de esportes, principalmente porque além dos belos momentos capturados, como nas Olímpiadas de Inverno, sempre rolam uns lances engraçados, especialmente nos jogos de futebol.
Quando contei que tinha começado a natação no Twitter, o @pesanervos me enviou o site do fotógrafo Ryan McGinley, que adora capturar momentos de competições olímpicas, mas também faz fotos para o New York Times e tem ensaios exclusivos com Kate Moss. Posso compartilhar? .
O Club Social, bolachinha delícia que todo mundo conhece, lança sua terceira versão recheada, agora com Provolone. Para comemorar, a marca lançou um jogo da memória especial pra você brincar de ser recheio das pessoas e, quem sabe, conhecer alguém interessante!
Depois de criar o seu login, você joga o tradicional jogo da memória e envia pacotes de Club personalizados para os amigos e, claro, para a pessoa que virou a sua cara metade, que tem uma foto bacana, um perfil legal… Enfim, que tem tudo para ser o seu recheio!
O jogo estreia dia 26/03 no “Quero Ser Recheio”, mas por enquanto já dá pra ver a carinha do site e se cadastrar para para ser avisado e não perder o dia do lançamento – e, portanto, primeiro dia de paquera! .
Este post é um publieditorial.
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ps: agora, propaganda à parte, realmente curto o Club e tô bem curiosa com esse sabor! Já sou fã do de cebola com queijo, imagino que esse seja ainda melhor!
Sexta-feira fui com o Rafa conferir a estreia em São Paulo do musical “Despertar da Primavera” , campeão de indicações ao prêmio Shell do ano passado por sua temporada no Rio de Janeiro. Baseada na obra de Frank Widekind, a peça é mais uma produção Broadway-Brasil com adaptação de Charles Möeller e Cláudio Botelho, dupla que se especializou em produzir e adaptar musicais por aqui, e é responsável por boooa parte dos espetáculos do gênero que entram em cartaz no país, como “Sweet Charity”, “O Fantasma da Ópera”, “Noviça Rebelde”, “Avenida Q”, “My Fair Lady”, “O Rei e Eu”, “Les Miserables” e etc.
Como era de se esperar, portanto, é mais uma adaptação de qualidade, com elenco bem escolhido (Pierre Baitelli, Letícia Collin e Malu Rodrigues) e excelente direção musical. Na história, um jovem casal tenta lutar para ficar juntos enquanto descobrem o sexo e enfrentam todos os desafios da adolescência na Alemanha do início do século.
Recomendo, especialmente para adolescentes que gostem de musicais! Apesar de ser polêmico e ter cenas memoráveis (imagine ver uma masturbação no meio de um musical!), eu pessoalmente prefiro dramas como “Fantasma da Ópera” (e espero ver “Cats” no Teatro Abril em breve).
Para maiores detalhes da peça, acessem o site, onde dá até para baixar as músicas do espetáculo!
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LANCHONETE DA CIDADE
Jantei na Lanchonete da Cidade com o Rafa no sábado à noite e reconfirmei meu amor pela dupla batata rústica + sanduíche Tropicália, como vocês podem ver nesse vídeo que o namorado fez de mim.
Para quem não sabe o que vai neste lanche, dá uma olhada no cardápio e dê uma mordida antes de dizer que meu gosto é exótico, tá? Até hoje não experimentei o Bombom por lá porque não consigo abandonar meu Tropi, que para mim é uma das melhores coisas que já provei numa hamburgueria.
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NEU CLUB
Voltando pra casa, de headband e make acabada.
Nunca tinha ido na Neu e adorei o clima inferninho + bar aberto, bem despretencioso. Lá você pode tanto sentar numa mesa ou num bancão e ficar tomando cerveja e papeando, quanto ir pra pista se jogar. A casa é simples e fica na região da Barra Funda. Vá para se divertir e gastar pouco vendo gente elegante. E um lembrete: eles não aceitam cartões!
Michael Bertovitch e Fabiana Karla em cena da peça “Gorda”, em cartaz em São Paulo
Como eu mesma disse quando apresentei a peça por aqui para a promoção, “Gorda” dá a leve impressão de ser uma comédia, do tipo “vou para o teatro rolar de rir e devo pensar um pouquinho”, assim como as boas comédias fazem.
Algo na sinopse me deixou com a pulga atrás da orelha, e mais ainda o fato do ator Michael Bertovitch ter sido indicado ao prêmio Shell. Não que comédias não concorram, não estou dizendo isso, mas apenas me atentei ao fato de que uma boa carga dramática devia acontecer ali, na parte masculina do casal, e não na moça gordinha do título da peça, interpretada por Fabiana Karla, atriz de “Zorra Total”, que empresta sua fama voltada para a comédia para contribuir com a bela surpresa que é este espetáculo.
No palco, eles são Tony e Helena, casal que se conhece por acaso num self-service. Ele comendo tofu, ela pudim. A bibliotecária carrega uma sacola de DVDs que se torna o assunto do par, e o executivo descobre que existe vida inteligente acima do manequim 44 (ou algo assim, texto da própria personagem).
Vidrado no alto-astral da moça, ele resolve deixar seu próprio preconceito de lado e mergulhar no relacionamento. Apaixonados, os dois passam a viver uma história linda, mas na escuridão. Enquanto Helena procura entender o porquê do namorado nunca levá-la para conhecer os amigos, ele passa o tempo se revezando entre os comentários de um colega de trabalho obcecado por mulheres de corpo perfeito (Mouhamed Harfouch) e uma ex-ficante (Flávia Rubim), também do trabalho. Uma garota narcisista que não consegue entender como foi trocada por uma… “gorda”.
Flávia Rubim em cena
Em pouco tempo, a plateia percebe o quanto os três personagens daquele escritório tem lá seus problemas. A mocinha que não consegue suportar o fora, o colega de trabalho que é traumatizado com mulheres gordas por situações de infância, e o protagonista, incapaz de dar um passo a frente por si próprio. Por fim, a única pessoa realmente feliz e bem resolvida é a nossa Helena, que ainda é obrigada a provar diariamente para o mundo que não está de dieta, e nem um pouco preocupada com isso.
Com direção primorosa de Daniel Veronese e um recorte de luz que praticamente fotografa os atores nos principais momentos da trama, “Gorda” tem um texto moderno e realista escrito por Neil Labute, que dá um belo soco no estômago de quem se importa com a opinião alheia – e outro em quem acha que isso simplesmente não importa.
Em tempo: é merecida a indicação de Bertovitch e Fabiana Karla ganhou aqui uma fã, pois bem sabem os atores o quão difícil é interpretar um personagem que se aproveite de alguma característica tão sua, por mais que seja física.
Sobre o papel, a atriz declarou à Folha de S. Paulo:“É muito forte o que eles dizem de Helena pelas costas. Mas o preconceito é uma coisa real. Sempre me param depois do espetáculo para contar experiências. Virei uma espécie de Leila Diniz das gordinhas. Sou a voz que representa muita gente”.
Ao final, fica a pergunta: quanto vale o espelho? E o amor? . … CONTINUE LENDO
Adivinha se você pudesse simplesmente entrar do nada no Big Brother, conhecer a casa de pertinho e ainda ganhar R$500 mil reais sem precisar ficar três meses na claustrofobia fazendo intriga? Pois finalmente este ano tiveram a ideia de fazer essa promoção incrível!
A promoção“Esse Produto é Brother” vai levar dez sortudos para passar dois dias dentro do confinamento global logo após o término do reality show. Essas pessoas, além de terem seus 15 minutos de fama, ainda vão correr o risco de ganhar toda essa grana!
Para participar é bem fácil: acesse o site da promoção, cadastre três códigos de barra de produtos “brother” (Always, Pantene, Koleston, Duracell, Hipoglós Amêndoas, pastilhas Vick, Oral B, Pringles, Mach3, Prestobarba3, desodorantes e produtos pré e pós-barba Gillette) e pronto! Já tá concorrendo!
Imagina se eu conheço alguém que vai pra lá? Pô, além de ganhar uma grana, ainda vira celeb instantânea!