O aplicativo que pode mudar o jeito como você se veste

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Pastinha de referências, street style, desfiles: tudo isso inspira a gente a ousar e a sair do lugar comum na hora de se expressar com nosso guarda-roupa. O problema é que, ainda assim, às vezes não conseguimos nos relacionar com estas imagens que tanto amamos analisar. Aquele jeans boyfriend é maravilhoso no Pinterest, mas você não tem nada parecido? Ou você acha lindo, mas não em você mesma?

Precisamos ser mais práticas, é claro, mas ninguém falou em largar a criatividade para isso! Por isso mesmo, a minha a reação ao descobrir este app foi simplesmente ficar assim: de cara.no.chão.

saiaremix

O Polyvore, aquele site que dá ao usuário o poder de curadoria em lojas do mundo todo, criou um serviço inverso e gratuito para aproveitar melhor seu acervo. No celular, ao invés de ser a criadora de um set de peças de roupas e acessórios, você encontra as montagens já feitas para se inspirar.

O aplicativo gratuito Remix aproveita todo o extenso acervo de produtos e montagens dos usuários do site-mãe e coloca à disposição do usuário para busca. Você vai na caixinha de busca e joga lá, por exemplo, “leather skirt” (saia de couro), como eu fiz na montagem acima. O aplicativo vai te entregando N combinações de looks e é impossível que em algum momento você não encontre peças parecidas com as que tem no armário para se inspirar.

Depois disso, você pode salvar seus looks e peças favoritos, de forma a criar um acervo permanente de ideias ou até mesmo uma wishlist de itens que seriam bem-vindos para compor com o que você já possui em casa. É ou não é um guiazinho de montação de bolso? <3

A brincadeira é fodástica e dá para começar com uma calça de joelho rasgado e acabar com um look festa incrível.

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Dá para usar o aplicativo para ver novos jeitos de usar a mesma roupa, encontrar combinações para conseguir tirar do armário aquele lance bafônico que você comprou e ainda não estreou, ou até mesmo ver 300 combinações de sapatos para um vestido, de forma que você observa muitas combinações antes de decidir em qual investir.

Quem tem costume de fazer compras no exterior ou de adquirir produtos em sites estrangeiros, tipo Asos, vai fazer a festa ao encontrar no app peças iguaizinhas às que tem no closet. Eu até me emocionei, gente. kkk Daí é só favoritar e dar sempre um refresh nas novas combinações que pintam no app.

Em resumo: é simplesmente útil e incrível para sair da mesmice. Só não é 100% perfeito porque não tem versão em português. Ainda. Deixo aqui, portanto, meu apelo pela versão BR do aplicativo.

Para entender de vez como funciona:

 

“Unbreakable Kimmy” e os conselhos da série que você pode seguir

qua

Vide “às quartas-feiras nós usamos rosa”, sabemos que Tina Fey não decepciona com seus textos ácidos, sinceros e recheados de referências. O público de “Meninas Malvadas” cresceu (ok, nem todas) e a nova série da comediante para o Netflix parece ter sido talhada para as órfãs do texto de 11 anos atrás que ainda é meme na internet.

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Inesquecível Cady fazendo check-in no lixo <3

A primeira temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt” já está disponível e é perfeita para assistir onde quer que seja. Os episódios são rápidos e diretos, não chegam a 30 minutos de duração, e são ótimos companheiros para relaxar antes de dormir ou se divertir durante uma sessão de aeróbico sem graça na academia.  

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Titus e Kimmy, dupla inseparável de “Unbreakable”

Kimmy (Ellie Kemper) é uma caipira prestes a completar 30 anos que tem de superar o atraso de vida que foi ter passado os últimos 15 anos sequestrada num “bunker” por um pastor maníaco que dizia que o mundo lá fora tinha acabado. Surpresa: tudo continuou funcionando normalmente e ela decide ir morar justamente em Nova York depois do resgate.

Apesar de não entender muito (quase nada) das pequenas coisas ao seu redor, Kimmy não falha em ver o todo e tem um otimismo inabalável. Ela sempre tem bons conselhos e com certeza era quem segurava as pontas da galerinha no confinamento.

Você não foi sequestrada e com certeza sabe o que é um smartphone, mas acredite: tem muita coisa que dá para aproveitar.

Os bons conselhos de Kimmy Schmidt:

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GOOD VIBES ONLY

dá para aguentar 10 segundos de qualquer coisa

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“10 segundos por vez e tudo vai ficar bem”

Sabe aquele conselho de contar até 10 antes de explodir? Pois ele funciona não só para os momentos de raiva. Você pode aguentar 10 segundos daquela reunião chata, da aula sem fim,  da vontade de comer um doce exagerado e até mesmo do exercício físico que parece que não acaba nunca. Quando os 10 segundos se passarem, comece a contar de novo e segure as pontas. No mínimo, você mantém a cabeça ocupada e não desiste por qualquer bobagem passageira. 

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Gisele Bündchen: 13 razões para sentir falta dela na passarela

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Com os tradicionais cabelos ondulados e longos, uma foto própria estampada do peito, jeans e camiseta branca, Gisele Bündchen encerrou sua longa jornada de desfiles no show da Colcci para o verão 2016 em São Paulo. É claro que GisBün sempre pode fazer o Schumacher e voltar para a passarela se der na telha, mas pelo choro que se viu no último desfile, parece mesmo que não vamos vê-la neste tipo de trabalho de novo tão cedo.

Já tive algumas oportunidades de vê-la e ouví-la ao vivo e de pertinho, assim como de assistí-la desfilando pessoalmente, num dos meus primeiros SPFW. Gisele é, assim, carismática e leve, mas choca ao assumir uma nova persona para atravessear a passarela. Tarefa assim tão simples, andar daqui até ali, mas tão poderosa.

A video posted by Fernanda Pineda (@loverox) on

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Enquanto ela caminhava pela última vez aos olhos de todos, o snapchat (segue lá: feepineda!) e o Instagram bombavam com chororôs de saudades da mais importante modelo brasileira. Em ritmo de festa, o post de hoje é só para pagar um pau para essa gaúcha que recomenda que todos tomem muita água para ficar belos, mas que também é viciada naquelas ampolinhas de cabelo lá da farmácia que a gente também usa. Porque ela merece.

13 razões para ter saudades de Gisele na passarela:
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1. porque nem todo Pokémon evolui assim:

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O Coachella ainda te inspira?

qua

Um grupo de amigas californianas lindas e magras num carro antigo dirigem pelo deserto. Uma banda indie que ninguém sabe o nome toca ao fundo. Um chapéu, uma coroa de flores, top cropped, muito crochê e algumas botinhas de camurça. Há também aquela amiga de saia longa e rasteirinha. Franjas pairam no ar.

Se eu nem precisei de uma foto para ilustrar tudo isso que você acabou de ver aí na sua cabeça, é sinal de que a imagem já está tão bem construída que nem demanda explicação, certo?

certo, mas não custa nada mostrar

A fórmula Coachella foi, ainda é, importantíssima para a moda: em meio a tantas bandas de rock que não duram até se tornarem headliners, o festival de música trouxe ar fresco para as vitrines. Ar ainda por cima etiquetado com o rótulo de “indie” e “para poucos”. O evento se consolidou como o grande atrativo de si mesmo, como o-lançador-de-tendências: não importa o que você pretende ver lá. O que importa é estar lá, ver e ser visto e colecionar pulseiras das festas VIP das modas.

Também não importa como você definiu seu look, se você se inspirou em alguém (Kate Bosworth chora!), se você acredita naquilo ou se só deu uma passadinha na H&M mais próxima e comprou direto da coleção que eles fizeram pensadinha pra você. Ninguém pode te culpar se você fizer isso, afinal.

até porque tem várias coisas lindas.

As tendências já foram tão engolidas e regurgitadas que parece que nada vai conseguir superar a mistura entre cowgirl, cigana e camponesa de boutique que reina entre o público. Até tem uma ou outra que não segue a cartilha, mas qualquer escorregão parece uma fantasia inadequada para a ocasião.

Katy Perry, why????!

Durante o festival, não adianta: os visuais mais incríveis e complementares à paisagem desértica se rendem às rendas e franjas com jeitão de empoeiradas. A mistura funciona, convenhamos. Deu tão certo que é quase um uniforme, e aceitamos até complementá-lo com uma coroa de flores, mesmo sem ter o talento ou personalidade da Frida Kahlo. Ou o dinheiro da Lana Del Rey. E agora ninguém aguenta mais.

Enquanto em alguns festivais recentes a gente se incomodava durante o show com tanta câmera e celular para cima, neste Lollapalooza outra coisa atrapalhava a visão: a repetição massiva dos chapelões anos 70 nas cabeças da mulherada. Se esse tipo de tendência enjoa até aqui, como será possível continuar inspirando alguém por lá, terrinha mãe destas tendências muito loucas?

Longe de mim, aliás, dizer que as coleções específicas de festivais não estão cheias de peças lindas. Elas estão. E ainda vão vender muito. Mas depois de anos olhando para a mesma referência, o esgotamento é inevitável, até para as “musas” do evento. É como se o próprio estilo inovador se virasse contra si mesmo. Você até pode adorar um uniforme, mas quando perceber que ele é só um uniforme, puf!, a graça se foi.

Thaila Ayala: double edition

As fotos poderiam ter sido tiradas em qualquer dos últimos anos do festival. As roupas podem ter qualquer etiqueta. As peças podem ter vindo num conteiner lá da China. Tanto faz.

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Foto: Reprodução/Driely S./Terra

Se são os frequentadores do Coachella os grandes responsáveis por elevar o status quo visual do festival, pergunto-me: de onde vai vir o próximo sopro de vida para as araras que esperam pelo mês de abril do mesmo jeito que esperam pelo Natal??

Enquanto isso, o deserto segue seu desfile edição 2015: enche os olhos de tão lindo. Mas já não faz brilhar.

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Fotos via Vogue e Nylon Magazine

A magia do cinema tem nome: chroma key

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Pense no filme mais aguardado do mês: “Os Vingadores: A Era de Ultron”. Agora pense em quanto tempo os atores passaram dentro de um estúdio, cercado por telas verdes e cobertos por roupas esquisitas, cheias de sensores que serão lidos por computadores depois. Pois bem: deve ter sido muito tempo. O filme estreia no próximo dia 22 e é mais um integrante da safra que não é nada sem um bom chroma key.

É chocante ver como foram feitas algumas cenas emblemáticas do cinema contemporâneo e observar como é solitário o trabalho dos atores que ficam, muitas vezes, diante de uma tela colorida e nada mais. São artistas que provavelmente não fazem ideia de tudo que vai vir na pós-produção, e diretores ridiculamente bem treinados e cheios de imaginação, que conseguem saber exatamente aonde cada elemento vai pingar no quadro.  O engraçado é que, mesmo sendo estes os filmes que pagam as contas de Hollywood, as premiações continuam negando a eles suas estatuetas “sérias”.

 “os vingadores” (2012)

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“alice no país das maravilhas” (2010)

alice

 

“a vida de pi” (2012)

avidadepi

 

“batman: o cavaleiro das trevas” (2008)

batman

“o hobbit” (2012)

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“gravidade” (2013)

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“game of thrones” (2011)

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“o senhor dos anéis” (2001)

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Antes de pegar a pipoca para ver a obra de arte digital do mês, também vale rever o making of do primeiro “Vingadores”: 

[Vídeo] Meus favoritos na hora da corrida!

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Correr não é nada fácil. Inclusive pode desconfiar de quem diz que é. Até hoje, para mim é mais fácil passar uma hora na sala de musculação levantando peso do que ficar quarenta minutos na esteira. Que dirá uma hora! Por isso mesmo, fiquei muito orgulhosa de ter conseguido correr meus primeiros 10k e espero não parar mais.

Demoraram anos para isso (!), mas finalmente senti aquele ~rush~ de adrenalina gostoso e aquela abertura da mente enquanto corro. Parece incrível como sua cabeça consegue resolver problemas enquanto você está com o corpo ocupado! Por isso, o vídeo de hoje é dedicado à corrida e aos meus “essentials” na hora da corrida: estou mostrando algumas coisas que eu uso para deixar meus treinos em dia.

Toda segunda estamos no ar: bora assistir, bora correr e passa lá no canal para se inscrever! ;)

ps: tive problemas com o thumb do youtube, mas não queria atrasar o post por isso! Se tudo der certo, uma hora o thumb atualiza. rs