No hype para Liga da Justiça: camisetas, moletons e até bodies dos heróis do filme

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Não dá para salvar o mundo sozinho! <3 Se você também está no hype para assistir “Liga da Justiça”, com certeza esses achados vão te deixar com ainda mais vontade de ver o filme e de sair por aí uniformizadão, declarando seu amor para o mundo! rs Na wishlist de hoje, camisetas, bodies, bonecos, chinelos e muito mais com os personagens do filme – Mulher-Maravilha, Batman, Super-Homem, Acquaman, Cyborg e Flash!

Para quem perdeu, já fizemos uma seleção só da Mulher-Maravilha também, vale ver clicando aqui!

 

1. Body vermelho da Mulher-Maravilha  – R$79,90 na Riachuelo
2. Camiseta “Heróis tem problemas também!” – R$39,90 na Renner
3. Moletom fofinho da Mulher-Maravilha – R$99,90 na Renner
4. Chinelo Rider do Flash – R$59,99 na Dafiti
5. Camiseta Wonder Woman de paetês – R$35,99 na C&A
6. Moletom clássico do Flash oficial DC Comics – R$149,90 na Dafiti
7. Boneco do Cyborg da Funko Pop – R$87,90 no Walmart
8. Boneco do Aquaman da Funko Pop – R$106,00 no Walmart
9. Body com onomatopéias e logos clássicos da DC Comics – R$39,90 na Riachuelo
10. Moletom cropped da Liga da Justiça – R$49,90 na Riachuelo

Links que valem o share: semana #166

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10. M.Officer é condenada por trabalho escravo e pode ficar fora de São Paulo por 10 anos

9. Gal Gadot mostra, mais uma vez, que é a Mulher-Maravilha

8. Louis C.K. fala sobre acusações de assédio: “As histórias são reais”

7. Nossas Kardashians? Gretchen vai ganhar reality show com a família

6. Google divulga as 10 fantasias de Halloween mais procuradas

5. Os looks das famosas no Halloween 2017

4. 2018 vem aí: calendários e afins para imprimir à vontade

3. Será Kim Kardashian realmente empoderada? Ou não?

2. Como vivem os paulistanos que trocam o luxo pela vida “roots” (de luxo)

1. Certos homens acham que eles e seus pirulitos são a 8ª maravilha do mundo, por Contardo Calligaris

 

A força é fashion: a coleção inspirada em Star Wars da Rag & Bone

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Se quando você pensa em moda inspirada no universo nerd tudo que lhe vem à cabeça são meia dúzia de camisetas e pijamas com estampas legais, a Rag & Bone vai dar um bom motivo para você rever seus conceitos. A marca nova-iorquina famosa pelos jeans perfeitos e pelas jaquetas com inspiração militar fez um baita mergulho no universo de Star Wars para criar uma coleção bem a tempo de “Os Últimos Jedi” e o resultado passa longe de ser mais meia dúzia de camisetas licenciadas legais. Nada contra ~camisetas licenciadas legais~, tenho até amigos que são rs, mas isso aqui é moda de verdade:

  

Esta não é a primeira vez que a marca trabalha com o universo de Star Wars: em 2015, próximo ao lançamento de “O Despertar da Força”, algumas poucas peças foram confeccionadas para caridade no projeto Force 4 Fashion, que contou também com marcas como Opening Ceremony e Diane von Furstenberg. Agora uma coleção maior e mais parruda chega às lojas no dia 2 de Dezembro com preços variando entre $95 e $1295.

O processo de criação envolveu utilizar cores e simbologias chave do universo de SW e aplicar o “twist” moderninho característico da marca. No vídeo de lançamento, Marcus Wainwright, CEO da grife e diretor criativo, apresenta a coleção e fala sobre o quanto ele, fã da franquia, precisou resistir à tentação de ser óbvio quando se tem na mão um design tão icônico e marcante quanto o dos Stormtroopers. Vale o play: 

 

Mais informações no site oficial.

 

Afinal, dá para separar o artista da obra em meio a tantos problemas em Hollywood?

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Depois das denúncias envolvendo o produtor Harvey Weinstein, muitas outras estão vindo à tona e numa velocidade que fica até difícil de acompanhar. Nomes como o dos atores Kevin Spacey (“House of Cards”) e Ed Westwick (“Gossip Girl”), do humorista Louis C.K. e até mesmo o do físico e apresentador Neil deGrasse Tyson (“Cosmos”) vieram à tona em uma série de acusações de assédio, abuso e até mesmo estupro. Tudo isso reacende aquela velha pergunta: afinal, dá para separar o artista da obra?

Para ter essa conversa que não tem respostas fáceis nem definitivas, sentei com a querida Alice Aquino do Ali e Aqui para discutirmos que armas temos, enquanto público pagante, para ir contra certos comportamentos. O boicote é realmente a única arma que temos enquanto público? Existem casos ‘mais complicados’ que outros? E como ficam as pessoas inocentes da indústria que se prejudicam e perdem seus empregos quando um cancelamento de seriado, por exemplo, acontece sem mais nem menos?

Dá o play no vídeo e aproveita para se inscrever no canal  e continuar acompanhando esta e outras discussões.

 

Para mim, fica cada vez mais clara a importância de termos mais mulheres nessa indústria: um ambiente pelo menos um pouco mais seguro para outras que chegam. Por isso, indico fazer a dobradinha e assistir o vídeo que gravei com a Alice para o canal dela sobre mulheres diretoras de cinema. Quais são as de maior destaque? Por que tão poucas? Recomendo!

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The Good Place: a série de comédia da Netflix fala de vida após a morte de um jeito que você nunca viu

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Você está preparado (a) para rever sua opinião sobre frozen yogurt e ainda dar risada enquanto relembra aulas de filosofia? Então “The Good Place” merece sua atenção! A série de comédia da NBC americana é estrelada por Kristen Bell e Ted Danson e trata de um tema bastante improvável para uma comédia: a vida após a morte. O show criado por Michael Schur, que já esteve por trás de “Brooklyn 99” e “Parks and Recreation, já está na segunda temporada e começou a bombar por aqui logo que entrou no catálogo da Netflix. Ou seja? Tá tudo lá para maratonar deliciosamente!

O seriado tem texto ácido e inteligente e mostra o que acontece quando partimos desta para o lado de lá. Quem vai para o “lugar ruim” ou quem vai para o “lugar bom”, que dá nome à série? Como isso é definido e o que aconteceria se esse sistema bugasse? É esse o dilema pavoroso que a protagonista, Eleanor Shellstrop, enfrenta, além de ter que lidar com muito frozen yogurt e a incapacidade de xingar no paraíso.

No review de hoje conto porque vale a pena assistir a série e também algumas reflexões que tive enquanto assistia, tudo sem spoilers, até porque essa é daquelas séries cheeeeias de reviravoltas! Veja a crítica completa no vídeo e aproveite para se inscrever no canal  e receber os vídeos primeiro!

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Stranger Things: a evolução da série na nova temporada e teorias mirabolantes

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Depois de 9 horas de uma deliciosa e crocante maratona de “Stranger Things”, era impossível deixar passar em branco no canal e no blog essa série original da Netflix que ganhou de vez meu coração. Criada pelos irmãos Duffer, o seriado se apoiou um bocado nas referências anos 80 na primeira temporada, mas agora finalmente mostrou a que veio, com uma trama – e um monstro – muito mais grandiosos do que pensávamos. O suspense deu lugar ao desenvolvimento dos personagens numa leva de episódios mais ‘cabeçudos’, mas igualmente interessantes.

Veja a crítica completa no vídeo, assim como algumas teorias do que esperar para a terceira temporada que, embora ainda não tenha data definida, certamente vai acontecer! Aproveita para se inscrever no canal  e receber os vídeos primeiro!

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