Girlboss: série do Netflix sobre Sophia Amoruso e sua grife ganha o primeiro teaser

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Bem-sucedida, dona da própria empresa de moda e do próprio nariz, Sophia Amoruso inspirou mulheres mundo a fora com seu livro “#Girlboss”, que entrou para a galeria de best-sellers do New York Times. Mais que um “guiazinho” (ou menos que um guiazinho, dependendo do ponto de vista) para se tornar CEO, o livro traz histórias, conselhos e até mesmo dicas de moda da mulher que levantou a grife Nasty Gal a partir de um mero brechó do Ebay. Sonho impossível? Talvez! O fato é que desde o livro, Sophia mostrou que é uma criativa de mão cheia e transformou seu título-hashtag em marca e acabou animando jovens mulheres a encontrarem o empreendedorismo dentro de si.

Criadora e criação: Sophia Amoruso e o livro “#Girlboss”

Em paralelo, negociou com a Netflix uma série homônima com produção da atriz Charlize Theron e de Kay Cannon (do filme-hit “A Escolha Perfeita”) para mostrar de forma ficcional como todo esse sucesso (e dinheiro!) entrou em sua vida antes mesmo dos 30 anos.

No papel de Sophia, a atriz Brit Robertson dá as caras e o teaser-trailer acaba de sair do forno. Dia 21 de abril os 13 episódios da primeira temporada estreiam no mundo todo e estaremos com pipoca em mãos para assistir.

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A atriz Brit Robertson na primeira foto oficial da série

Só eu já estou ansiosa para essa aula de como comprar num brechó e como administrar uma empresa mesmo sendo uma pessoa de humanas? Já prevejo vários figurinos bafônicos que vão ganhar nosso coração.

Para quem perdeu, já falei sobre esta nova série e muitas outras séries lá no meu canal no Youtube! Quem perdeu, aproveito para deixar as dicas abaixo! Tem muita coisa boa ainda para estrear! ;)

VEJA TAMBÉM: 

5 Séries novas de 2017 para deixar no seu radar:

Clássico dos anos 90, filme As Patricinhas de Beverly Hills vai virar quadrinho

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Mais de 20 anos após a estreia de “As Patricinhas de Beverly Hills”, o filme cult-clássico-pop que lançou Alicia Silverstone e Paul Rudd para o mundo não cansa de receber homenagens: desde sessões especiais comemorativas até promessa de adaptação para musical da Broadway. E agora outra novidade: a história do filme também vai virar quadrinho!

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Vai sim! A adaptação ainda não tem data de lançamento, mas será publicada pela Boom! Studios, de Los Angeles, e tem autoria de Amber Benson (“Buffy, A Caça-Vampiros”) e Sarah Kuhn (Heroine Complex), ilustrações por Siobhan Keenan e arte de capa por Natacha Bustos.

O quadrinho vai seguir exatamente a trama do filme, inspirada no livro “Emma” de Jane Austen, mas o texto deve ganhar uma camada extra: as roteiristas estão estudando a fundo a cultura e gírias dos anos 90 para que tudo pareça bem orgânico no papel – segundo elas, este é o maior desafio do trabalho: não parecer uma mera mímica de palavras antigas.

Alicia Silvertstone, Brittany Murphy e Stacey Dash em 1995, no filme de Amy Heckerling, e a versão prévia da arte da Boom! Studios: 

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Além de ter equipe feminina nos bastidores, é curioso notar que a roteirista Amber Benson inclusive chegou a fazer o teste para o papel de Tai (Brittany Murphy) no filme (!). Como a história mostra, ela obviamente não passou no teste, mas desde que leu o roteiro sabia que o filme poderia ser um sucesso e agora finalmente vai ter sua chance de contribuir para esse ~legado de cultura pop jovem anos depois. Curioso, né?

O anúncio do quadrinho pega carona nos quase 22 anos de Cher e suas amigas, mas é impressionante como diversos momentos do filme continuam atuais – inclusive o discurso político da protagonista que, no fim, de simplório não tinha nada. Os gifs e imagens da cena viralizaram depois da eleição norte-americana e até outros atores foram convidados pela revista W para reproduzir o monólogo.

O trecho sobre RSVP na Estátua da Liberdade é o destaque:

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Impossível um fã não ficar feliz com essa novidade que, claro!, tem acesso bem mais fácil que um musical. Já vamos ficar de olho! ;)

Imagens da prévia do quadrinho seguem em boa qualidade depois do pulo! 

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A música pop engajadona da Katy Perry e outros hits com política

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Vamos furar a bolha e pular a cerca? Ou melhor: vamos olhar para fora do nosso mundinho e não deixar que políticas externas absurdas aprofundem preconceitos e diferenças? É mais ou menos isso – e um pouco mais – que diz Katy Perry em sua nova música, “Chained to the Rhythm”, composta em parceria com a Sia.

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Katy apresentou a música no Grammy e conseguiu quebrar o recorde do Spotify de música mais ouvida nas primeiras 24 horas por uma artista mulher. Eita pop engajadão!

No vídeo de hoje, comento sobre os significados por trás dessa música e também relembro outros artistas que fizeram o mesmo recentemente ou em outras épocas. Inclusive, deixo um salvo de saudades para o grande axé político do grupo “As Meninas” e seu “bom, chibon, bom, bom” que explicava sobre desigualdade social de um jeito bem pop também.

Aproveita e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!

Para ver outros vídeos já publicados, clique aqui.

 

13 fotos incríveis da Women’s March nos Estados Unidos

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Logo após a confirmação da eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, muitas mulheres dos Estados Unidos começaram a se organizar para uma grande marcha após a posse. A princípio, o evento aconteceria em Washington, mas foi ganhando uma enorme proporção e o que se viu no último final de semana foi uma verdadeira maratona de mulheres por todo país reivindicando seus direitos e também zelando pelos negros e imigrantes. Além de ter contado com uma multidão de americanas ‘comuns’, muitas celebridades também saíram de casa para discursar, cantar e levantar cartazes. A continuidade de projetos de planejamento familiar e o respeito às diferenças deram o tom das reivindicações.

Um pouco de como foi a manifestação em diversas cidades você confere nas imagens a seguir, que dispensam apresentações. É realmente impressionante ver a força do movimento e a importância de pessoas públicas levando a mensagem mais longe.

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cruzamento em Nova York

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Miley Cyrus no protesto de Los Angeles

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Uzo Aduba faz referência a discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro 2017

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Kristen Stewart na marcha em cidade próxima à Sundance

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Melissa Benoist, a “Supergirl”, com um dos melhores cartazes na marcha de Washington

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Charlize Theron na manifestação em Sundance

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Cher na marcha de Washington

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E os discursos de Scarlett Johansson e Madonna:

 

Fotos via Refinery 29, Glamour.com e redes sociais.

Beleza e tecnologia: este é o melhor app de maquiagem que já baixei

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Você certamente já testou muitos aplicativos de edição de foto – que atire a primeira pedra quem nunca deu aquela suavizada nos poros com o famoso Facetune “só para ver como ficava”. Também aposto que você certamente já baixou algum aplicativo que muda a cor do cabelo ou te mostra maquiagens. São muitos e são super inventivos, mas a verdade é que a maioria deles é só isso mesmo: diversão e utilidade zero. Quase um filtro engraçadão do Snapchat. Mas eis que a tecnologia, minhas caras, deu um passo a favor da maquiagem…

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Disponível para iOS e Android, o Makeup Plus é o primeiro aplicativo que testei que conseguiu algo tão sutil e básico quanto “maquiar” uma pessoa sem deixá-la parecendo um mangá perdido entre o mundo real e o 2D.

O app é grátis, reconhece seu rosto e tem uma série de opções para você editar sua foto e ir acrescentando produtos aos poucos: base, batom, blush, contorno (!), realce das sobrancelhas (!!)… Tudo com direito à ajustes para o efeito não ficar pesadão demais. E a gente sabe que é isso que a grande maioria de nós procurava nos apps por aí.

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durante a edição: blush leve, sobrancelhas na medida e até máscara de cílios

Fiz o teste com esta minha foto sem maquiagem e achei o resultado chocante de okay. Claro que eu tinha aí uma luz bem boa, mas é inegável que o app tem uma solução e tanto. O que é a função de sobrancelhas, minha gente?

Além de ser um “maquiador de bolso”, o app tem também uma galeria de sugestões de maquiagens prontas, inclusive de celebridades, para você aplicar no seu rosto e ver como ficaria. Nesse caso, não gostei tanto do efeito final, mas a função é útil para investigar se um certo tipo de olhão esfumado ficaria bom em você, se uma cor de batom vale a pena e por aí vai.

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Esse app pode sim ser mais um passo em direção à edição excessiva de imagens, mas olha… O refinamento do sistema vale no mínimo o seu teste! hahaha 

Uma listona de coisas para lembrar de 2016: a internet, a música, a cultura pop e além

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 2016 foi um aninho daqueles, mas será que alguma coisa salva? Vamos fazer aquela retrospectivona para descobrir: qual foi a hashtag mais usada? As músicas que tocaram até enjoar? E, principalmente, qual o maior meme do ano que você respeita? A seguir!

O MELHOR DO MELHOR (OU NÃO) DE 2016

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1. Memes tipo exportação

Chegamos ao nosso ápice cultural: exportamos os memes de Nazaré Tedesco para o exterior com louvor! Também caprichamos inventando gifs legendados para melhor contar nossos dilemas astrológicos. Tempo livre demais? Talvez. E nem vem com o “pir qui vici ni imidirici”: culpa da crise, tá?

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2. Um #love para Selena Gomez no Instagram

Selena Gomez se tornou a rainha absoluta do Instagram, a rede social queridinha (ainda que problemática) que saiu engolindo tudo – inclusive o Snapchat. Selena é a usuária mais seguida, com 105 milhões de fãs, dona do vídeo mais visto e certamente ajudou a bombar a #love, a hashtag mais usada em 2016.

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Um vídeo publicado por Selena Gomez (@selenagomez) em

 

3. Snapchat, Youtube e influenciadores digitais profissionais

Mesmo tomando uma rasteira do concorrente Instagram, o Snapchat ainda foi o aplicativo grátis mais baixado em 2016. Do outro lado do mundo do vídeo, o Youtube mais uma vez deitou e rolou em seus números, mesmo tendo deixado muitos criadores irritadíssimos, especialmente na segunda metade do ano. Foram meses de Youtubers reclamando que seus fãs não eram notificados e visualizações declinando. Ainda assim, foi o ano que muita gente conheceu o termo “digital influencer” e muitos saíram se auto-denominando assim. #polêmicas! Quem te influenciou digitalmente esse ano? Você concorda com as modinhas do ano do vídeo “flashback” do Youtube?

 

4. Um ano de feminismo

E de infindáveis discussões, textões, problemões e situações públicas em que a gente só vê que precisa, sim, de feminismo. Fora isso, foi o ano em que muitas mulheres públicas infelizmente preferiram dizer que “buscam e lutam pela igualdade entre gêneros, mas não são feministas”. Vou deixar só um recado, infelizmente dado por um homem, mas que é ótimo e pode, sim, nos ajudar. Com vocês, o sempre ótimo Aziz Ansari:

5. As músicas que bombaram todas reunidas

Esse casal fez um videozão com um cover das músicas mais tocadas do ano. Em 2016 também muita gente viu valor no menino Justin Bieber, Beyoncé botou o bastão na mesa (e rendeu esse vídeo ótimo das pessoas ‘descobrindo’ que ela é negra) e também foi quando a sofrência deliciosa de Lady Gaga saiu do armário. Ah é: tem também quem tenha se apaixonado pelo ‘feminejo’.

6. Temos que pegar: “Pokémon Go”, o campeão de buscas

Quantos assaltos e quantas amizades não aconteceram graças a Pokémon Go, não é mesmo? Até sua tia-avó entendeu do que se tratava, provando que o mundo dos jogadores não tem (nem precisa ter) fronteiras. A febre durou pouco – você ainda joga? Ainda tem instalado? -, mas foi tempo suficiente para o termo ‘Pokémon go’ ser o mais buscado do ano por brasileiros.

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7. O fim do conto de fadas

Se no noticiário político a coisa estava preta, nem as páginas de entretenimento e celebridades salvaram. Teve separação de todo tipo de casal, de Angelina Jolie e Brad Pitt até Fátima Bernardes e William Bonner. Na gringa, o processo de divórcio de Amber Heard e Johnny Depp também foi pesado e ela revelou ter sido agredida pelo ator em diversas ocasiões. Dá para separar o artista de quem ele é na vida pessoal? Essa pergunta passou pela cabeça de muita gente. Enquanto isso, a opinião pública sobre Amber continuou mostrando porque precisamos de mais empatia, igualdade e, enfim!, feminismo.

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8. Cinemão e cineminha

Leonardo Di Caprio ganhou, finalmente, seu primeiro Oscar e levou a internet à loucura. Ao mesmo tempo, a premiação foi extremamente criticada por não ter indicado atores negros. Também outro ano em que os super heróis dominaram as telonas, mas outros gêneros cresceram um bocado. Fazia tempo não havia uma oferta tão grande de filmes de terror, o mais puro escapismo. Ao mesmo tempo, ficção científica está de volta e bem forte – o excelente “A Chegada” é prova disso. Se a tendência vai ter fôlego para um 2017 cheio de roteiros do gênero, é outra história. No Brasil, a polêmica girou em torno do excelente filme “Aquarius” e sinceramente acredito que o filme sofreu um bocado com o entorno político. Independente da sua posição, vale ser visto – mesmo que seja para odiar a protagonista, magistralmente interpretada por Sonia Braga.

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9. A TV vai bem, obrigado…

Se as emissoras brasileiras estão amargando e tentando se reinventar (Jô vai ou Jô fica?), o aparelho da sua sala nunca teve tanta coisa boa para reproduzir e continua firme e forte. Netflix se consagrou com “Stranger Things”, a série que levou em conta todo conhecimento do sistema sobre o usuário para criar um roteiro irresistível, e mostrou o quanto estamos interessados em saber no que estamos nos tornando com as distopias não tão distantes de “Black Mirror”. Em outro canal, “Westworld” mostrou mais uma vez que a HBO não brinca em serviço. O canal também foi o responsável por uma das cenas de ação mais incríveis já produzidas para a TV em “Game of Thrones”. O making of é imperdível:

10. A festa no andar de cima

Como não falar das perdas? Este aninho de número 9 levou muitos dos bons, inclusive David Bowie, Prince, George Michael e a inesquecível Princesa Leia, Carrie Fisher. Sentiremos saudades e obrigada por tudo. :'(

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