A música pop engajadona da Katy Perry e outros hits com política

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Vamos furar a bolha e pular a cerca? Ou melhor: vamos olhar para fora do nosso mundinho e não deixar que políticas externas absurdas aprofundem preconceitos e diferenças? É mais ou menos isso – e um pouco mais – que diz Katy Perry em sua nova música, “Chained to the Rhythm”, composta em parceria com a Sia.

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Katy apresentou a música no Grammy e conseguiu quebrar o recorde do Spotify de música mais ouvida nas primeiras 24 horas por uma artista mulher. Eita pop engajadão!

No vídeo de hoje, comento sobre os significados por trás dessa música e também relembro outros artistas que fizeram o mesmo recentemente ou em outras épocas. Inclusive, deixo um salvo de saudades para o grande axé político do grupo “As Meninas” e seu “bom, chibon, bom, bom” que explicava sobre desigualdade social de um jeito bem pop também.

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13 fotos incríveis da Women’s March nos Estados Unidos

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Logo após a confirmação da eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, muitas mulheres dos Estados Unidos começaram a se organizar para uma grande marcha após a posse. A princípio, o evento aconteceria em Washington, mas foi ganhando uma enorme proporção e o que se viu no último final de semana foi uma verdadeira maratona de mulheres por todo país reivindicando seus direitos e também zelando pelos negros e imigrantes. Além de ter contado com uma multidão de americanas ‘comuns’, muitas celebridades também saíram de casa para discursar, cantar e levantar cartazes. A continuidade de projetos de planejamento familiar e o respeito às diferenças deram o tom das reivindicações.

Um pouco de como foi a manifestação em diversas cidades você confere nas imagens a seguir, que dispensam apresentações. É realmente impressionante ver a força do movimento e a importância de pessoas públicas levando a mensagem mais longe.

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cruzamento em Nova York

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Miley Cyrus no protesto de Los Angeles

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manifestantes em Washington

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Uzo Aduba faz referência a discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro 2017

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Kristen Stewart na marcha em cidade próxima à Sundance

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Melissa Benoist, a “Supergirl”, com um dos melhores cartazes na marcha de Washington

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Charlize Theron na manifestação em Sundance

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Cher na marcha de Washington

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E os discursos de Scarlett Johansson e Madonna:

 

Fotos via Refinery 29, Glamour.com e redes sociais.

Beleza e tecnologia: este é o melhor app de maquiagem que já baixei

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Você certamente já testou muitos aplicativos de edição de foto – que atire a primeira pedra quem nunca deu aquela suavizada nos poros com o famoso Facetune “só para ver como ficava”. Também aposto que você certamente já baixou algum aplicativo que muda a cor do cabelo ou te mostra maquiagens. São muitos e são super inventivos, mas a verdade é que a maioria deles é só isso mesmo: diversão e utilidade zero. Quase um filtro engraçadão do Snapchat. Mas eis que a tecnologia, minhas caras, deu um passo a favor da maquiagem…

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Disponível para iOS e Android, o Makeup Plus é o primeiro aplicativo que testei que conseguiu algo tão sutil e básico quanto “maquiar” uma pessoa sem deixá-la parecendo um mangá perdido entre o mundo real e o 2D.

O app é grátis, reconhece seu rosto e tem uma série de opções para você editar sua foto e ir acrescentando produtos aos poucos: base, batom, blush, contorno (!), realce das sobrancelhas (!!)… Tudo com direito à ajustes para o efeito não ficar pesadão demais. E a gente sabe que é isso que a grande maioria de nós procurava nos apps por aí.

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durante a edição: blush leve, sobrancelhas na medida e até máscara de cílios

Fiz o teste com esta minha foto sem maquiagem e achei o resultado chocante de okay. Claro que eu tinha aí uma luz bem boa, mas é inegável que o app tem uma solução e tanto. O que é a função de sobrancelhas, minha gente?

Além de ser um “maquiador de bolso”, o app tem também uma galeria de sugestões de maquiagens prontas, inclusive de celebridades, para você aplicar no seu rosto e ver como ficaria. Nesse caso, não gostei tanto do efeito final, mas a função é útil para investigar se um certo tipo de olhão esfumado ficaria bom em você, se uma cor de batom vale a pena e por aí vai.

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Esse app pode sim ser mais um passo em direção à edição excessiva de imagens, mas olha… O refinamento do sistema vale no mínimo o seu teste! hahaha 

Uma listona de coisas para lembrar de 2016: a internet, a música, a cultura pop e além

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 2016 foi um aninho daqueles, mas será que alguma coisa salva? Vamos fazer aquela retrospectivona para descobrir: qual foi a hashtag mais usada? As músicas que tocaram até enjoar? E, principalmente, qual o maior meme do ano que você respeita? A seguir!

O MELHOR DO MELHOR (OU NÃO) DE 2016

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1. Memes tipo exportação

Chegamos ao nosso ápice cultural: exportamos os memes de Nazaré Tedesco para o exterior com louvor! Também caprichamos inventando gifs legendados para melhor contar nossos dilemas astrológicos. Tempo livre demais? Talvez. E nem vem com o “pir qui vici ni imidirici”: culpa da crise, tá?

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2. Um #love para Selena Gomez no Instagram

Selena Gomez se tornou a rainha absoluta do Instagram, a rede social queridinha (ainda que problemática) que saiu engolindo tudo – inclusive o Snapchat. Selena é a usuária mais seguida, com 105 milhões de fãs, dona do vídeo mais visto e certamente ajudou a bombar a #love, a hashtag mais usada em 2016.

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Um vídeo publicado por Selena Gomez (@selenagomez) em

 

3. Snapchat, Youtube e influenciadores digitais profissionais

Mesmo tomando uma rasteira do concorrente Instagram, o Snapchat ainda foi o aplicativo grátis mais baixado em 2016. Do outro lado do mundo do vídeo, o Youtube mais uma vez deitou e rolou em seus números, mesmo tendo deixado muitos criadores irritadíssimos, especialmente na segunda metade do ano. Foram meses de Youtubers reclamando que seus fãs não eram notificados e visualizações declinando. Ainda assim, foi o ano que muita gente conheceu o termo “digital influencer” e muitos saíram se auto-denominando assim. #polêmicas! Quem te influenciou digitalmente esse ano? Você concorda com as modinhas do ano do vídeo “flashback” do Youtube?

 

4. Um ano de feminismo

E de infindáveis discussões, textões, problemões e situações públicas em que a gente só vê que precisa, sim, de feminismo. Fora isso, foi o ano em que muitas mulheres públicas infelizmente preferiram dizer que “buscam e lutam pela igualdade entre gêneros, mas não são feministas”. Vou deixar só um recado, infelizmente dado por um homem, mas que é ótimo e pode, sim, nos ajudar. Com vocês, o sempre ótimo Aziz Ansari:

5. As músicas que bombaram todas reunidas

Esse casal fez um videozão com um cover das músicas mais tocadas do ano. Em 2016 também muita gente viu valor no menino Justin Bieber, Beyoncé botou o bastão na mesa (e rendeu esse vídeo ótimo das pessoas ‘descobrindo’ que ela é negra) e também foi quando a sofrência deliciosa de Lady Gaga saiu do armário. Ah é: tem também quem tenha se apaixonado pelo ‘feminejo’.

6. Temos que pegar: “Pokémon Go”, o campeão de buscas

Quantos assaltos e quantas amizades não aconteceram graças a Pokémon Go, não é mesmo? Até sua tia-avó entendeu do que se tratava, provando que o mundo dos jogadores não tem (nem precisa ter) fronteiras. A febre durou pouco – você ainda joga? Ainda tem instalado? -, mas foi tempo suficiente para o termo ‘Pokémon go’ ser o mais buscado do ano por brasileiros.

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7. O fim do conto de fadas

Se no noticiário político a coisa estava preta, nem as páginas de entretenimento e celebridades salvaram. Teve separação de todo tipo de casal, de Angelina Jolie e Brad Pitt até Fátima Bernardes e William Bonner. Na gringa, o processo de divórcio de Amber Heard e Johnny Depp também foi pesado e ela revelou ter sido agredida pelo ator em diversas ocasiões. Dá para separar o artista de quem ele é na vida pessoal? Essa pergunta passou pela cabeça de muita gente. Enquanto isso, a opinião pública sobre Amber continuou mostrando porque precisamos de mais empatia, igualdade e, enfim!, feminismo.

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8. Cinemão e cineminha

Leonardo Di Caprio ganhou, finalmente, seu primeiro Oscar e levou a internet à loucura. Ao mesmo tempo, a premiação foi extremamente criticada por não ter indicado atores negros. Também outro ano em que os super heróis dominaram as telonas, mas outros gêneros cresceram um bocado. Fazia tempo não havia uma oferta tão grande de filmes de terror, o mais puro escapismo. Ao mesmo tempo, ficção científica está de volta e bem forte – o excelente “A Chegada” é prova disso. Se a tendência vai ter fôlego para um 2017 cheio de roteiros do gênero, é outra história. No Brasil, a polêmica girou em torno do excelente filme “Aquarius” e sinceramente acredito que o filme sofreu um bocado com o entorno político. Independente da sua posição, vale ser visto – mesmo que seja para odiar a protagonista, magistralmente interpretada por Sonia Braga.

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9. A TV vai bem, obrigado…

Se as emissoras brasileiras estão amargando e tentando se reinventar (Jô vai ou Jô fica?), o aparelho da sua sala nunca teve tanta coisa boa para reproduzir e continua firme e forte. Netflix se consagrou com “Stranger Things”, a série que levou em conta todo conhecimento do sistema sobre o usuário para criar um roteiro irresistível, e mostrou o quanto estamos interessados em saber no que estamos nos tornando com as distopias não tão distantes de “Black Mirror”. Em outro canal, “Westworld” mostrou mais uma vez que a HBO não brinca em serviço. O canal também foi o responsável por uma das cenas de ação mais incríveis já produzidas para a TV em “Game of Thrones”. O making of é imperdível:

10. A festa no andar de cima

Como não falar das perdas? Este aninho de número 9 levou muitos dos bons, inclusive David Bowie, Prince, George Michael e a inesquecível Princesa Leia, Carrie Fisher. Sentiremos saudades e obrigada por tudo. :'(

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A Barbie desenvolvedora de jogos chegou ao Brasil; vem ver o unboxing!

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Lembram quando eu comentei em junho sobre a Barbie Game Developer? Pois ela finalmente chegou ao Brasil, bem a tempo do dia das crianças! Os preços variam entre R$70 e R$80 reais e é fácil de encontrá-la online. No Walmart/RiHappy ela custa R$74,90, por exemplo.

 

Como eu já sabia que essa era uma boneca que eu ia querer ter, mesmo não sendo uma ~colecionadora~, acabei comprando a minha na gringa e gravei um unboxing bem especial para vocês, mostrando todos os detalhes da boneca. Esta Barbie faz parte da coleção de profissões da Mattel e certamente é um passo importante para mais meninas se interessarem por tecnologia. Quisera eu ter brincado com uma assim na infância! :’)

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Magic Mike vai virar show ao vivo em Vegas e dançarinos se apresentam na TV

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A novidade foi anunciada em maio: o rebolativo filme “Magic Mike”, protagonizado por Channing Tatum, vai virar um show ao vivo em Las Vegas a partir de março de 2017. O próprio ator está dirigindo o espetáculo e o mesmo coreógrafo do filme estará trabalhando com os dançarinos selecionados para este ~hard hard work.

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“Magic Mike”, caso você tenha esquecido

Até aí, super legal. Talvez você tenha passado a considerar uma viagenzinha pra Las Vegas. Poxa, Britney e Magic Mike numa mesma cidade, por que não? Pois é. Só que esta semana os ingressos começaram a ser vendidos e os pupilos de Channing fizeram uma (baita) apresentação no programa da Ellen Degeneres e assim… 

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O QUE QUE É ISSO. VAMOS PRA LAS VEGAS AGORA. No final da demonstração, a Ellen ainda comunicou que todas da plateia ganhariam ingressos para conferir o show ao vivo e a emoção delas é maior do que a da galera que ganhou um carro da Oprah. Compreendo.

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O show “Magic Mike Live” estreia no Hard Rock Hotel em Las Vegas em março de 2017, com sessões de quarta a domingo, às 19h30 e 22h30. Os ingressos mais baratos custam $49, podem ser comprados online e ainda é possível comprar um adicional de “meet and greet” (!) para tirar uma foto com as beldades depois do show. Eu ia dizer também que este hotel é excelente, que foi lá que fiquei e etc., mas… Enfim.

Já definiu o destino das próximas férias? ;)

mamaru