5 motivos para ver “Jurassic World” (e dois para não ver)

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Depois de 14 anos sem um filme da franquia, o parque dos dinossauros volta para a telona em grande estilo com “Jurassic World”. Apesar da crítica não ter dado muita bola para o filme, a surpresa veio logo no primeiro final de semana: o longa já bateu a marca de maior bilheteria de estreia, superando “Os Vingadores”.

O longa estrelado pelo também Marvel e ‘guardião da galáxia’ Chris Pratt arrecadou $262 milhões nos Estados Unidos e mais de R$20 milhões por aqui. E todo esse povo pagante não está errado, não: tem muita coisa legal no retorno da série às telonas. Vamos a elas!

5 motivos para assistir “Jurassic World”:

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Chris Pratt e seu ‘cachorrinho’ Blue em “Jurassic World”

1. O filme respeita os fãs das antigas

De cara, é preciso falar sobre isso, embora mostrar seja dar um pouquinho de spoiler. Como não queremos isso, vamos por partes: caso você ainda não tenha ido ao cinema assistir, saiba que serão várias as referências que o novo longa faz aos antigos, seja através de cenas e personagens, seja através de enquadramentos que marcaram a franquia. E, sim, é muito legal! Agora, se você já assistiu ao filme, vale dar o play neste vídeo, que é um prato cheio para ver se você sacou tudo:

2. O parque é tão de verdade que dói!

Dói porque cadê esses dinos para eu ir lá fazer uma selfie? hehe Americanos são “só” um pouquinho experientes nesse business de entretenimento e de construção de parques temáticos e talvez não fosse algo para se prestar tamanha atenção, porém é impossível não exaltar o trabalho de direção de arte do longa.

São cenários e detalhes da ambientação extremamente bem pensados, desde o grande resort que agora acompanha o parque até o happy hour num restaurante temático cafona. Em resumo: é tudo tão verossímil que o mais improvável mesmo é a protagonista correndo de salto pelo mato. Just saying!

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Herbal Essences: de volta ao Brasil!

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Quando comecei a procurar produtos específicos para o meu cabelo na pré-adolescência, uma das marcas que mais me acompanhou foi Herbal Essences. Lembro de ter usado pela primeira vez ainda criança no chuveiro da minha tia, que tinha trazido aquele shampoo cheiiiroooso dos Estados Unidos, e depois reencontrei a marca quando precisava de algo que desse jeito na juba indomável, que ninguém da família sabia lidar. Ahhh as delícias de ser cacheada numa família de lisas! :P Aprendi a me virar, né?

O valor do Herbal cabia na mesada, o cabelo ficava hidratadinho e cheiroso e, olha, já tava de bom tamanho! Eram poucas as opções sem ser o escovão na época e, que dó, eu ainda não fazia ideia do que era um bom leave-in (e provavelmente, 90% das mulheres brasileiras também não). O cabelo ficava hidratado, cheiroso, brilhante e era isso – a “forma”, bem, só fui me encontrar anos depois e acabei não abrindo mão da química, como vocês sabem.

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Naked: a linha “leve” de Herbal Essences, para uso diário sem pesar

Depois dessa minha paixonite, a marca deixou o Brasil, mas acaba de anunciar seu retorno! A P&G está trazendo os produtos importados direto para os nossos mercados e farmácias e com preço ainda acessível, mesmo com dólar elevado: sai 23,90 o shampoo ou condicionador.

As prateleiras vão estar recheadas com 7 linhas de produtos, com objetivos bem específicos: Naked Moisture e Naked Shine (produtos livre de resíduos pesados, corantes e parabenos, indicados para uso diário), Long Term Relationship (cuidados para fios longos), Tousle Me Softly (para fios ondulados), Moroccan My Shine (com o também queridinho das brazucas, óleo de argan) e Color Me Happy (cabelos coloridos).  Além disso, há também a linha Hello Hydration, a best-seller de toda América Latina.

tô testando!

No evento de boas vindas da marca ao Brasil, a especialista de Herbal Essences falou bem do queridinho das latinas! Segundo ela, a Hello Hydratation se adequa a todos os tipos de cabelo e garante hidratação perfeita, nem a mais, nem a menos, independentemente do clima. Ela mesma já testou o produto em climas úmidos, de inverno e verão, e também em cidades mais secas e notou o cabelo intacto em todas as situações. Promissor!

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Hello Hydration: o mais vendido na LatAm!

Recebi um par deste pra testar e, apesar da fragrância não ter sido tão fantástica quanto o que me lembro da fase teenager, senti os fios, digamos, ‘selados’. Quero testar mais, mas é essa a minha sensação: não vi uma explosão de maciez, mas senti que nada poderia abalar o cabelo.

Pelo efeito que senti, imagino que o produto possa ser bacana para quem tem pontas duplas, mesmo não sendo específico para isso. Fora isso, notei um volume bacana e nem sinal de cabelo “mortão” no fim do dia, como acontece quando hidrato em excesso. Até mesmo por isso, estou doidona pra testar o Naked para cabelos mistos/oleosos. Acho que vai ser o ideal para mim, que tenho química e lavo a cabeça quase sempre por conta da rotina de exercícios.

e tem mais novidade: Aussie no Brasil!

A novidade já está espalhada e causou comoção no meu Instagram, mas não custa repetir: a linha moist da Aussie também vai estar, finalmente, à nossa disposição em farmácias, mercados e perfumarias. Cada item vai custar R$39,90 e é o fim da mala lotada de creme (e do lucro absurdo dos muambeiros). Já uso o 3 Minute Miracle de tempos em tempos e falei dele neste vídeo aqui. 

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Jungle: a banda que você precisa ouvir – e ver só se quiser

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Imagem, superexposição, mais imagem. Vídeos. Virais. Imagem. Imagem é tudo para quase todas as áreas do entretenimento atual, até mesmo para a música que, coitada, vive uma repetição de clichês e personalidades sonoras simplesmente porque vende bem. É quase um dilema “tostines”: a imagem é importante para vender mais ou vende mais porque a imagem é super explorada? Dois amigos de infância resolveram quebrar este paradigma e esta semana deram um rasante pelo Brasil mostrando no palco o que descobriram.

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J. e T.: sucesso sem fama

Jungle é a banda formada pela dupla J. e T. (ou mais precisamente Josh Lloyd-Watson e Tom McFarland) e por mais 5 integrantes que fazem a magia soul-funk-eletrônica acontecer no palco. Vi de perto o show em São Paulo esta semana e me encantei com o trabalho dos vizinhos de porta de Londres que esconderam sua identidade por algum tempo.

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a Jungle completa

Acontece que J. e T. quiseram começar um experimento e tanto em 2013: mostrar que a música pode sim funcionar por si só e não ficar na dependência da personalidade de um frontman. Por isso mesmo, os rapazes conseguiram se manter misteriosos por algum tempo, mesmo com as visualizações de seus clipes passando da casa dos 6 dígitos.

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Pesquisa descobre quanto tempo a gente perde tirando selfies

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Fazer selfies é um esporte, um ganha-pão para muita gente e, como deve pensar a Kim Kardashian, até mesmo uma forma de arte. A coletânea de fotos de Kim, inclusive, endossa as três teses. Agora você já parou para pensar em quanto tempo passa tentando encontrar a foto perfeita, mesmo quando não ganha nada com isso?

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a resposta: 5 horas por semana (!)

Uma pesquisa da loja online Feel Unique investigou a história a fundo e chegou a conclusão de que a grande maioria das mulheres entre 16 e 25 anos passa cerca de 5 horas por semana se auto-fotografando. O clique perfeito surge, geralmente, depois de 7 fotos. Considerando que a própria Kim já disse que chega a tirar até 15 imagens antes de publicar, tá na hora de prestar mais atenção ao segredo do sucesso, não?

Bobagens à parte, o site diz que cada sessão fotográfica dura cerca de 16 minutos e que a maioria das garotas tira cerca de três auto-retratos por dia. O motivo para tanto registro varia bastante e vai desde guardar na memória um dia em que você estava bonita, receber uma injeção de ânimo com os comentários ou mandar aquele “baba baby” para um fulano que te dispensou – ou para um fulano que te interesse.

E aí, você passa tempo demais tirando fotos? Passa tempo demais vendo as fotos dos outros? Apesar de ser uma selfie lover, estou mais para o segundo grupo e senti calafrios só de pensar nessa quantidade de tempo da vida jogada fora, mesmo que só olhando a timeline alheia. Já pensou que até o final do mês você gastou quase um dia to-di-nho com sessão de selfie? Uó.

Os resultados completos da pesquisa estão no infográfico depois do pulo.

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A magia do cinema tem nome: chroma key

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Pense no filme mais aguardado do mês: “Os Vingadores: A Era de Ultron”. Agora pense em quanto tempo os atores passaram dentro de um estúdio, cercado por telas verdes e cobertos por roupas esquisitas, cheias de sensores que serão lidos por computadores depois. Pois bem: deve ter sido muito tempo. O filme estreia no próximo dia 22 e é mais um integrante da safra que não é nada sem um bom chroma key.

É chocante ver como foram feitas algumas cenas emblemáticas do cinema contemporâneo e observar como é solitário o trabalho dos atores que ficam, muitas vezes, diante de uma tela colorida e nada mais. São artistas que provavelmente não fazem ideia de tudo que vai vir na pós-produção, e diretores ridiculamente bem treinados e cheios de imaginação, que conseguem saber exatamente aonde cada elemento vai pingar no quadro.  O engraçado é que, mesmo sendo estes os filmes que pagam as contas de Hollywood, as premiações continuam negando a eles suas estatuetas “sérias”.

 “os vingadores” (2012)

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“alice no país das maravilhas” (2010)

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“a vida de pi” (2012)

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“batman: o cavaleiro das trevas” (2008)

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“o hobbit” (2012)

hobbit

 

“gravidade” (2013)

gravidade

“game of thrones” (2011)

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“o senhor dos anéis” (2001)

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Antes de pegar a pipoca para ver a obra de arte digital do mês, também vale rever o making of do primeiro “Vingadores”: 

Aplicativo transforma iPhone em câmera descartável

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Calma: não é que você vá jogar seu celular pela janela logo que acabar o filme. Na verdade, o aplicativo quer mesmo é incentivar todo mundo a imprimir suas fotos mantendo o mistério de não poder corrigí-las ou olhar como ficou. Resumindo? Eles são mais um querendo trazer a surpresa da câmera de filme de volta.

belos prints de cliques feitos com o Disposable Camera

A ideia do app Disposable Camera não é exatamente nova, uma vez que já passamos por vários flashbacks de câmeras analógicas e até de câmeras instantâneas, que viraram modinha. O grande lance aqui é que o investimento é menor para o usuário, o aplicativo vai no celular e não vira um trambolho extra para carregar, e, por fim, mas não menos importante, é uma mão na roda para os preguiçosos.

O app manda suas fotos para impressão automaticamente e você só precisa esperar o envelope chegar na porta da sua casa. Ah sim: as fotos vêm num papel boníssimo.

A brincadeira é dos caras da lojinha maravilhosa Photojojo e custa $12,99 a cada 27 cliques. Por enquanto, só está disponível para quem mora nos Estados Unidos. Please come to Brazil? :'(