Snapgram: você ama ou odeia a novidade do Instagram?

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Semana passada uma novidade um tanto quanto “familiar” tomou conta do nosso Instagram: o modo “Stories”, com a possibilidade de postar conteúdo em foto e vídeo que desaparece depois de 24 horas. Soa familiar? Pois é, não só soa familiar quanto é bem igualzinho ao Snapchat.

Com a novidade, muita gente (eu, inclusive) ficou confusa com qual aplicativo usar. Para quem trabalha com conteúdo, então, a situação aperta mais ainda: vamos produzir o mesmo tipo de coisa para os dois aplicativos? Aonde vale a pena investir mais tempo e atenção?

Estou discutindo isso e mais um pouco no vídeo de hoje, com todos os motivos para amar – ou não – esse update copy paste do Instagram. Por enquanto, ainda tenho a impressão que os dois aplicativos podiam coexisitir numa boa, mesmo o querido Zuckerberg não gostando disso, e sinto que o Instagram acaba de se tornar uma rede social “nem-nem”: não é nem isso, nem aquilo.

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[VÍDEO] Beleza real ou ditadura do Facetune?

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Primeiro vídeo da semana no ar e dessa vez com uma discussão diferente: será que quanto mais falamos sobre ‘beleza real’ e naturalidade, menos espaço damos para isso acontecer? E será que a obrigação pelo amor próprio não pode ser tão prejudicial quanto um padrão estético inatingível? Trouxe a Camys do Pensando Magro para conversar comigo sobre essas questões e o papo foi ótimo!

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O que mais bombou no Instagram, Spotify, Tumblr e Pinterest em 2015

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Como fazer uma boa retrospectiva do ano sem olhar para as redes sociais atualmente? Impossível! Instagram, Pinterest, Tumblr, Spotify e tantas outras redes funcionam num ritmo muito mais acelerado que o das mídias tradicionais e, às vezes, ficam totalmente à parte das notícias… Mas não das tendências! Afinal, é online que o próprio público bota para cima aquilo que mais curte!

Também estamos nessas redes: InstagramPinterestSpotifyTumblr! 

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Kendall Jenner: modelo rainha da internet em 2015

Instagram: as fotos mais curtidas de 2015

Este ano, Kim Kardashian perdeu o trono de celebridade mais seguida para Taylor Swift: foram “apenas” 54,8 milhões de followers contra 59,3 milhões. A cantora também conseguiu colocar cinco de suas fotos entre as dez mais curtidas da rede no ano. Por outro lado, o pódio ainda tem duas Kardashians na concorrência: Kendall Jenner, com a foto mais curtida do ano e seus mais de três milhões de likes (!), e Kylie Jenner formada na high school, em terceiro lugar, com 2,3 milhões de likes.

Apesar da concorrência, a família de Kim também deve continuar faturando alto nas redes: só por curiosidade, um post pago no usuário de Kendall Jenner vale hoje por volta de US$300 mil dólares. A lista das 10 fotos mais curtidas no Instagram em 2015 você encontra aqui.
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Por que você aceitou ser enganado pelo Instagram?

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Neste início de semana, uma história não saiu do meu feed por um segundo sequer: a “incrível” jornada da modelo que descobriu que estava levando uma vida artificial e vazia por concentrar todos seus esforços em ser bonita e compartilhar belas imagens no Instagram. Poderia ser um conto de ‘pobre menina rica’ do terceiro milênio, mas é verdade.

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Essena Ou’Neill, a youtuber e musa do Instagram que pôs na roda o que todo mundo já sabia

Essena Ou’Neill tem algumas centenas de milhares de seguidores, fotos perfeitamente editadas seguindo um padrão e certamente alguns dinheiros a mais na conta e roupas no armário graças ao sucesso na rede. Um belo dia surtou, fez a limpa no perfil e começou a editar as legendas das fotos sobreviventes para jogar umas verdades do quanto sofria na cara da sociedade. Que dó. Essa mesma ‘sociedade’ que só sabe comentar #sdv, #first, #squadgoals e bobagens do gênero.

Em sua inocência, Essena não tinha percebido ainda que as redes sociais são apenas um recorte do melhor que temos (ou do que achamos que temos) para o mundo. Com mais uma dose cavalar de inocência, ela também não percebeu que muita gente pelo mundo é incapaz de se amar do jeito que é e que adoraria ser como ela. Com uma dose de ganância, ela também fez de tudo para dar o que o público quis e esqueceu dela mesma. Talvez tenha faltado encarar isso como o trabalho que é (era). Talvez ela nem tenha maturidade pra isso. Talvez com menos plateia as coisas tivessem sido diferentes.

Nosso Instagram virou um livro de recordações. Eu, você e todos nós gostamos de guardar momentos e lembranças. Adoramos abrir álbuns com fotos lindas. Alguns, inclusive, viajam até tendo a fotografia como prioridade número 1. Ao invés de curtir o museu, o restaurante, o passeio e a neve, se não fotografou, não esteve lá. Registrar é preciso porque se lembrar é importante. Mas… Nem todo registro é importante de ser lembrado. Algumas coisas doem quando voltam à tona. Outras aliviam e fazem a gente se sentir bem. A diferença é que agora tudo é feito publicamente.

Por outro lado, na gloriosa vida real ninguém mostraria um álbum de fotos horríveis e tristes para os amigos, não é mesmo? Então por que faria isso num perfil público de imagens, com acesso liberado para o mundo inteiro? Cada um, a seu modo, escolhe, edita e compartilha ali somente o que faz bem. E, claro, também vamos seguir, curtir e compartilhar aquilo que, de algum modo, faz bem e enche os olhos. Mesmo que isso também possa nos fazer mal.

O que a ‘musa do instagram’ apagou deste causo todo não foi sua própria essência – que ela procure por isso, aliás. Mas alguém avisa por favor que pode demorar uma vida toda -, mas sim seu desejo de agradar um público que, ao mesmo tempo em que é ácido e mal educado, é pouco questionador. Ofensa é diferente de crítica que, por sua vez, é diferente de questionamento.

Qualquer perfil popular no Instagram é um fórum de salve-se quem puder, só que um pouco menos deep que a deep web. Tem propaganda de loja, jogo de hashtag e #sdv. Uns arranjam briga, fazem fofocas e xingam o dono da foto ao menor sinal de celulite ou unha sem fazer. Outros acreditam piamente que tudo aquilo é verdade, a ponto de engolir sacos de “farinha seca barriga” sem saber se aquilo é um veneno enlatado e se a foto é uma mentira que qualquer um fabricaria no Photoshop se fosse ser tão julgado assim. Vários outros, por fim, são incapazes de ler além da segunda linha – o que torna toda essa história da Essena uma grande perda de tempo. Aliás, se você chegou neste texto até aqui, parabéns. Você é a minoria.

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“o que eu comi hoje”: ver isso vai fazer você se sentir melhor com o que comeu?

Guardadas as devidas proporções, somos sim todos um pouco da musinha Essena. A primeira selfie nunca é a última selfie. A edição sempre vai estar lá. O melhor ângulo faz toda a diferença para postar uma imagem legal para a ‘galerinha do feice’. Um momento legal fica, sim, sem post porque o registro ficou horrível demais para o resto do mundo ver. E já achamos isso normal.

Por outro lado, somos também a galerinha que briga, faz propaganda e dá like nas fotos da moça – e de qualquer outra moça ou moço que possa aparecer. Somos essas pessoas porque escolhemos compactuar com uma mentira tão óbvia e ululante quanto um filtro preto e branco num mundo colorido, só porque é lindo e o lindo nos faz bem. Só porque é estiloso, moderno, orgânico, contemporâneo, ciclístico – insira seu adjetivo aqui.

Mas por que caímos nesse conto? Por que damos votos de popularidade para uma pessoa que revela ter ficado em jejum para poder ser digna do seu coraçãozinho? Eu digo: se idolatramos uma musa que não tem essência, sinal de que a nossa também não está em alta.

ps: faça-se um favor e distribua uma rodada de unfollows. Faz bem.

[VÍDEO] Quem tem ‘corpo de instagram’?

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Resposta: ninguém. No vídeo desta semana, comento algumas das principais modinhas loucas de corpo que já tomaram conta da rede de compartilhamento de fotos. Em cerca de dois anos, já rolou de um tudo por lá, desde desafio da cintura fina, até uma porrada de gente machucando a boca para tentar adotar o visual Kylie Jenner. 

Para provar que é simplesmente impossível estar na tendência corporal proposta pela hashtag sem noção da vez, coloco também na roda o último grito da seção popular: o “thigh brow”, que nada mais é que o risco formado pela dobra entre a coxa e o quadril. Tem gente até que chegou a comemorar esse padrão de beleza mais curvilíneo, mais acessível… Mas para quem?

Dá o play no vídeo e se inscreve no canal: 

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Khloe Kardashian e Kendall Jenner ostentando suas ‘thigh brows’ na sociedade: legal, SQN?

 

Emojis invadem Nova York

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Se a geração da internet paleozóica pode se orgulhar por ter sido a primeira a usar gifs, a geração já mobile tem um grande trunfo nas mãos: os emojis. Não conseguimos mais conversar com os amigos sem usar os símbolos, que não são só fofos e bem-humorados, mas muitas vezes nos poupam de muitas palavras (aquela cara de tédio é maravilhosa). E não, não vale só mandar um coração quando você não tem nada a dizer, porque é chato.

O diretor de arte do Brooklyn Brad Warsh resolveu fazer um projeto com o quanto esses desenhinhos já estão nas nossas vidas e transformou várias fotos do cotidiano de Nova York! O resultado é demais e ganhou até hashtag no insta: #emoji_irl. Dá pra fazer em São Paulo, hein? ;)

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dancinha no fim de tarde! Happy hour alguém?

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O teleférico de Rooseveld Island de outro jeito

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ovos no brunch de domingo

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camelando no metrô. quem nunca?

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