Tag: Viagem


Quase 8 meses se passaram desde o último meme postado aqui e como eu acho bem divertido responder essas coisas, fiquei feliz de finalmente ser indicada de novo!  A Tayra (que, através de suas respostas me mostrou que eu sempre falei o nome dela errado) me pôs na listinha dela, então vamos lá:

9 Coisas Sobre Mim:
(aleatórias, ilustradas e, até onde sei, realmente nunca antes reveladas por aqui)

1 - Sou viciada em café. Quando me controlo, tomo duas xícaras, quando estou com sono, perco realmente a conta. Tanto sou maluca por esta iguaria quentinha que já passei bem mal por isso. No segundo ano de faculdade (2007), no meio da correria de prova/trabalho/estágio, dormi umas 4 horas e emendei tomei três cafés pela manhã. Claro que deu merda: tive uma crise feia de labirintite (???!) e senti a extraordinária sensação de parecer que estou pisando em areia movediça a todo segundo e quis vomitar a cada paradinha do elevador do prédio, da faculdade, de qualquer coisa. Até hoje não sei como peguei o metrô pra casa sem por pra fora o beloved café.

2 - Terminei o curso de inglês aos 15 anos. Parece cedo, mas comecei o curso com 8 aninhos e tive aquela formação bem completa. Hoje minha fluência não é mais a mesma da adolescência, o que me rende pegar no tranco vez ou outra. Sempre que preciso desenferrujar o inglês começo meio esquisitinha e depois de alguns dias é como se eu sempre tivesse falado a língua diariamente. Vai entender! Em todo caso, já deveria também ter começado outro idioma faz tempo e não consegui. Fiz um ano de alemão e abandonei, mas ainda tomo coragem pra começar francês – já o espanhol, passando. Por hora, fico com meu portuñol fueda mesmo.

3 - Conhece uma pessoa que morre de tédio? Conhece, eu. Eu fico entediada com comida repetida, trabalho repetido, rotina sem novidade, programação de televisão, todas as minhas mp3s e também com todo mundo do Twitter. Não me levem a mal, eu simplesmente enjoo. Dali um tempo isso passa, mas pode crer que durante todo um período eu vou ficar surtando atrás de um novo restaurante, um novo emprego, um artista novo pra ouvir, meia dúzia de twiteiros novos para seguir…

4 - Algumas pessoas já sabem que eu tenho todo um passado de estudos musicais, além de ter me formado atriz.  Fiz 7 anos de piano e canto e, sim, foi muito legal e, sim, sinto muita falta – e me culpo horrores de não ter sido mais disciplinada.  Em todo caso, essa dedicação marcou toda uma época minha, de forma que meus olhos se cegaram para determinadas breguices durante minha adolescência. Meus amigos e família achavam o máximo ter a “conhecida cantora” e eu dei umas palhinhas para homenagear as pessoas em diversas ocasiões. Ter cantado em tanta festa se tornou um eterno fantasma pra mim.  Quer dizer, imagina se eu vou pro BBB, ganho na loteria,  viro BFF do Silvio Santos, caso com um jogador de futebol ou fico ryca e famo$a e esses vídeos pipocam por aí? ahuaheue Maldita hora que popularizaram a transformação de VHS para DVD!

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5 - Já usei franjinha N vezes e me prometi jamais cortá-la de novo, mas a vontade é ridiculamente grande. Sempre que topo com a Anne Hathaway na televisão ou revejo de relance “O Diabo Veste Prada” fico com uma vontade descomunal de ter o cabelo de Andy Sachs. Fora que, enfim, me sinto Andy Sachs diversas vezes na vida, especialmente quando tenho uma lista de nomes e caras pra decorar – não, isso não é coisa de filme.

6 - Penei, sofri, chorei para tirar minha carta de motorista. Fiz o maldito teste três vezes e ainda sofri preconceito durante a aulinha teórica, porque um monte de marmanjos fodões achava que eu, mulher, não podia saber de mecânica (século XX mandou beijos!). É claro que esqueci boa parte do que eu estudei da **mecânica**, mas enfim  uma hora a carta saiu e considero o carro essencial para se ter liberdade numa cidade grande como São Paulo. Sei que posso soar ecologicamente nada correta, mas poder ir para qualquer lugar a qualquer hora sem se preocupar com pegar ônibus, com o horário que o metrô fecha ou com o dinheirinho do táxi é a melhor coisa que já me aconteceu. Morar sozinha está nos planos, mas confesso que amo móito meu automóvelzinho e nunca tomei nenhuma multa, tá?

7 - Vez ou outra algum evento, festa ou acontecimento cósmico me motiva a gravar um vídeo e subo-o em meu Youtube. Não tenho um videolog ou muito menos um videocast, mas está na hora de contar: uma das minhas maiores vontades nesta internet de meu Deus é postar vídeos com regularidade. Afinal, além de ser produtora e de já ter trampado n vezes com edição, sou atriz formada há dois anos, com registro na carteira e tudo, logo, não tem nem desculpa, ? É, eu sei. /chora

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Paris

(agora, eu)

8 – Me considero um pouco “viajante profissional. Nunca fiz uma viagem absurda de longa nem intercâmbio (adoraria fazer!), mas já viajei bastante e comecei ainda criancinha. Deu para aprender muito bem todos os truques que mamãe ensinou, desde fazer rolinhos com a camiseta, até colocar coisas dentro dos tênis, tirar todas as etiquetas de todas as compras e andar com aquela bolsinha invisível de dinheiro e passaporte em baixo da blusa. Ainda não inventaram nada melhor, até porque  se aventurar confiando plenamente no cartão de crédito é furada.

9 – Preciso de ócio criativo de vez em quando, e isso quer dizer “tempo pra viajar na maionese olhando pra parede” e ter aquelas ideias que precisam ser passadas para o papel no exato segundo, antes que voem embora.  E, bem, só estou contando isso para fazer uma prece: voltem para a mamãe, ideias. Não estou suportanto mais olhar para telas em branco sem vocês comigo. Vamos andar de mãozinhas dadas e nunca mais nos separar?

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E, por fim, a parte de encaminhar para queridas 9 pessoas responderem e passarem o meme adiante (e que eu estou muito curiosa para ver o que irão contar!): Alê Ferreira, Bruna Vieira, Juliana Dacoregio, Juliana Ferreira, Lya Zumblick, Mari FrioliMarina Santa Helena, Mirian Bottan, e  Rê Biscoito! Divirtam-se, meninas! E me avisem quando postarem! ;)

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Postado por Fê Loverox

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Tô indo tanto em hamburgueria que eu deveria fazer um post só sobre isso. hehe

CAMPOS DO JORDÃO


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Sábado eu e o Rafa saímos cedinho de São Paulo rumo a Campos do Jordão, só para passar o final de semana curtindo um friozinho. Ficamos hospedados na casa de um amigo dele, fizemos um “churrasquinho” no sábado à tarde, saímos pra tomar chocolate quente à noite, ganhei uma beeela jaqueta de couro de dia dos namorados e no domingo passeamos mais um pouco e comemos um fonduezinho enquanto assistíamos México x Argentina.
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Como foi uma viagem super rápida, não tenho muitas dicas para dar, maaas se forem para Campos do Jordão eu definitivamente recomendo o chocolate quente cremoso da Montanhês Chocolaterie, uma cerveja + qualquer comida (porque tudo lá é bom!) no Baden Baden e uma passadinha na loja da Inverness, grife de meias do sul. As meias deles são tão lindas e estilosonas que nem o Rafael resistiu comprar! 8)

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LANCHONETE DA CIDADE

Terça-feira tive uma noite do tipo que posso dizer “perfeita”, porque saí do trabalho, encontrei o Rafa e fomos assistir “Eclipse”. O filme é muito melhor que os outros dois primeiros da saga “Crepúsculo”, o que ainda não significa ser excelente no mundo cinematográfico (e nas minhas humildes listas de favoritos), mas já é um longa que garantiria uma bela diversão na sessão da tarde. Fora que tem Robert Pattinson, claro – e vou comentar sobre o filme com calma também depois.

Antes do cinema, jantamos na Lanchonete da Cidade e eu finalmente experimentei o Bombom, o lanche ‘carro chefe’ da casa que, sei lá porque, eu nunca tinha experimentado. Tenho mania de pedir sempre as mesmas coisas em restaurantes e finalmente consegui quebrar este padrão para comer um belo bombom com queijo e maionese à parte. Delicioso sanduíche e, bem, acho que ir na Lanchonete da Cidade é sempre bom.
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ZARA

Ainda na terça, para reforçar o aspecto legal da noite, fomos na Zara antes da Lanchonete da Cidade e do cinema. Encontei algumas coisas legais e também esta camiseta total “Balmain inspired” na cor e modelagem. A diferença é que enquanto a camiseta da marca custa absurdos $1700, eu paguei cem vezes menos por essa aí: um preço de dois dígitos tão rídiculo que é  impublicável. hehe Para quem quiser ir atrás, foi na Zara do Cidade Jardim.
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TPM

Acho que nunca falei de chocolate duas vezes no mesmo post – e acho que mal falo de chocolate aqui -; mas para tudo há uma primeira vez. Fui comprar um secador de cabelos no submarino e me deparei com a seguinte promoção: secador + caixinha de Lindt por apenas 10 dinheiros a mais que só o secador. Claro que peguei com chocolate, né? Estou de TPM e me fiz um favor devorando estes bombons hoje.

Enfim, se você nunca comeu do Lindor, COMA. É a dica do dia de uma mulher que está numa tpm praticamente inflamável. :evil:

Postado por Fê Loverox

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Oi, alguém ainda lembra que viajei para Machu Picchu e adjacências? Pois eu lembro que prometi falar mais sobre a viagem aqui, mesmo que isso signifique discursar 4 meses depois de voltar. Bem, ok, vocês sabem que velocidade para contar as coisas não é o meu maior forte…

Esta é a segunda parte sobre meu rápido mochilão de uma semana pelo Peru e pela Bolívia, passando por Machu Picchu. Perdeu a primeira parte? Veja aqui.


Puno

Palácio da Justiça de Puno
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Dando continuidade aos solavancos onde eu havia parado no primeiro post, seguimos por mais algum tempo até chegarmos a Puno. Não me lembro mais exatamente quanto tempo, mas qualquer coisa pareceria muito para mim, que não estava num lugar nada legal na vanzinha.

Depois que passamos a fronteira com a Bolívia e adentramos o Peru, o asfalto melhorou consideravelmente, tenho de ser justa, e quando chegamos ao hotel que providenciou nossos passeios, finalmente pudemos relaxar por uns cinco minutos. Ir ao banheiro foi um procedimento complexo, já que o rapaz do hotel não estava muito afim de deixar não-hóspedes irem até lá, mas com um pouco de, digamos, eloquência, você consegue se impor com esse pessoal que muitas vezes desrespeita o turista, afinal, oi? Estávamos pagando os passeios (!).

Dramas à parte, almoçamos, tomamos a tal Inca Kola (que é gostosinha por sinal, mas tem de ser gelada!) e seguimos numa outra van (agora confortável) até as lanchas que nos levariam aos passeios pelas Islas de Uros.

Puno

Inca Kola

As Islas de Uros são ilhas artificiais criadas com raízes de plantas pelos habitantes locais para que estes morem no lago Titicaca. É um costume ancestral e é incrível como as ilhas flutuam mesmo (!), com um chão fofinho de caules que lembram bambu e sem ficar molhado. Apesar da aparente “secura”, as tendas e cabanas ficam expostas ao tempo e acabam sofrendo infiltração, de forma que todos os habitantes destas ilhas sofrem de artrite prematura: por volta dos 35, 40 anos eles já tem de iniciar um tratamento reforçado para cuidar de suas articulações que sofrem com a umidade.

A pergunta que não quis calar é porque estas pessoas continuam morando desta forma, sendo que a cidade é estruturada, mas a resposta é simplesmente uma questão de hábito e costume antigo. É uma das grandes marcas culturais desta cidade e o governo se preocupa em manter o estilo de vida destes habitantes, ajudando-os inclusive com transporte fluvial para as crianças irem à escola todos os dias, assim como no Brasil existem programas de proteção à cultura indígena. Nas ilhas, eles plantam quase tudo o que consomem, pescam e fazem artesanato, sendo que muitos artefatos são vendidos aos visitantes.

Islas de Uros

Guia turístico e moradores explicam como são “fabricadas” as ilhas artificiais

Depois de dar uma volta pela ilha e de receber desejos de “boa sorte” dos moradores, voltamos para Puno e logo seguimos viagem para Cuzco, uma das maiores cidades do Peru e o cantinho mais charmoso pelo qual passamos. Inclusive, se hoje eu fosse “refazer” a viagem, pularia a Bolívia, pularia Puno e me concentraria em Cuzco, Machu Picchu e incluiria a capital do país, Lima.

CUZCO

Cuzco

A Plaza Mayor de Cuzco

Em Cuzco tínhamos reservado um albergue no melhor estilo hostel tradicional, o Pirwa, com jovens, gringos and all that shit. Explico isso porque tanto na Bolívia quanto no Peru encontramos diversos hotéis e pousadinhas que se intitulavam “hostel” mas que, enfim, na verdade não eram. Trata-se de uma forma de atrair os viajantes de um jeito rápido, assim como nos atraiu quando precisamos dormir em algum lugar sem termos pré-reservas.

Chegamos no Pirwa de madrugada, num frio brutal. Fomos recebidos por gringos animados enquanto outros gringos mais animados e bêbados chegaram ao mesmo tempo. Americanos, alemães, dinamarqueses e branquelos não identificados entraram em ritmo de festa enquanto nós fazíamos nosso cadastro, loucos por cama e chuveiro quente. A primeira impressão foi bem legal, mas com a lotação do lugar, tivemos de esperar atééé o horário do check out para que outros turistas saíssem e assim pudéssemos entrar em nossos quartos.

último dia - Cuzco, Peru

O Hostel, Pirwa

Para passar a noite, tivemos a sorte de haver um quarto grande vazio, e nos amontoamos em quatro pessoas lá dentro (e o hostel é tão acostumado com essas situações que há até redes de dormir em lugares cobertos para acomodar temporariamente quem chega nestas condições. Legal, né?) Dormimos dois na cama, dois no sofá-cama e apagamos de sono e cansaço. Lá pelas 9h da manhã, um belo café nos aguardava, assim como nossos quartos. O problema? Só um dos quartos tinha banheiro dentro, o do Felipe e da Renata. O outro, meu e do Rafa, não.

No começo, não pensamos que seria um grande problema, afinal, tanta gente viaja pelo mundo todo ficando em quarto E banheiro compartilhados, não é mesmo? Então porque raios seria ruim usarmos vez ou outra o banheiro “da galera”? Era limpinho (era mesmo!) e, enfim, também poderíamos usar o chuveiro dos nossos amigos. E, pô, estávamos backpacking para Machu! Glamour zero, e tudo as gringas estilo cheerleader abandonaram a maquiagem – e vou te falar que não eram poucas. Só descobri que elas eram gringas true na noite de Revéillon, quando aproveitamos a balada do próprio hostel e elas surgiram na montação brilhosa.

Mas, como eu disse… No começo. Só no começo. Até eu ter o desprazer de ser surpreendida no meio de um banho. E isso fica para o próximo capítulo.

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ps: e o próximo capítulo não vai demorar para sair, juroprometo, porque já estou escrevendo na sequência. 8)

Postado por Fê Loverox

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Este mês a produção da TV UOL está enlouquecida e mais três matérias minhas foram ao ar. E, olha, acho que vocês vão gostar das três! 8)
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ALUGUE UM AMIGO LOCAL

Depois de viajar pelo mundo e perceber o quanto é importante ter um guia turístico que entenda suas necessidades, Alice Moura criou o “Rent a Local Friend” (“Alugue um Amigo Local”), serviço que prepara um roteiro personalizado para viajantes que tem a intenção de mergulhar na cultura das cidades que visitam, além de conhecer os tradicionais pontos turísticos.

No dia da gravação, passeamos pela Benedito Calixto, vimos a feirinha, conversamos e entre muitas risadas, descobrimos também algumas coincidências: a Natália, “local friend” de São Paulo, lia o blog! Não é legal? Beijo pra você, Nat!

ESPECIALISTA INDICA 7 CERVEJAS CURIOSAS

Sim, é a matéria sobre a qual falei no “Imagens…”. A sommelier de cerveja Ana Gorete analisa sete variedades curiosas da bebida durante as comemorações do St. Patrick’s Day. Na lista, chopps, cervejas frutadas e até uma stout com chocholate – e vou te falar que essa é uma coisa sem igual.

Apesar de eu ter adorado o chopp Walls, a cerveja com chocolate dá uma sensação absurda de chocolate derretido na língua. Tem que experimentar!


MARCOS COSTA ENSINA CABELO E MAQUIAGEM DA LADY GAGA

O top beauty artist Marcos Costa ensina a copiar um dos looks usados pela cantora Lady Gaga no clipe de “Telephone”. Puro luxo, não? Quem quiser compartilhar esse passo a passo, dá pra pegar o embed aqui.

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ps: curtiram meu lado repórter?! ;)

Postado por Fê Loverox

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eu faria um post de dicas, mas acreditei que esse é o tipo de experiência que se conta assim. Nada de tópicos, por enquanto. Quem tiver dúvidas, deixe nos comentários, quem sabe faço um FAQ sobre a viagem depois? Acho que poderia funcionar bem se vocês ainda quiserem saber mais.

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Machu Picchu

Machu Picchu: o principal destino

Este não é realmente o tipo de rolê que eu faria como primeira opção. No entanto, surgiu a oportunidade e resolvi conhecer Machu Picchu, afinal a curiosidade de conhecer os vales sagrados dos Incas existia. A viagem era barata, meus documentos estavam em dia e pela primeira vez saí do país pagando com dindin do meu próprio bolso. Mamãe mesmo só deu  foi um beijo e um abraço no aeroporto e aquela caroninha amiga.

Viajamos em quatro pessoas, um casal de amigos do Rafa, Felipe e Renata, o Rafa e eu. O número era ideal: rachamos taxis, jantares, passeios e guias turísticos com facilidade e sem pesar pra ninguém. Um exemplo? Contratar um guia na entrada de Machu Picchu custa em média 100 peruanos – estando em quatro pessoas, apenas 25 para cada. Até porque adentrar estas ruínas sem um guia é como olhar um livro só de fotos, sem informação alguma.

Embarcamos dia 26 de dezembro para La Paz, na Bolívia, cidade em que só dormimos uma noite e, sinceramente, digo que foi o suficiente. Não o suficiente para conhecer, mas o suficiente para saber que talvez seja um lugar para o qual eu não queira mais voltar. A cultura lá é visível a cada esquina: as mulheres em trajes típicos, o artesanato, a comida feita na calçada, Evo Morales estampado em todos os muros, a pobreza e as chuvas fortes que sempre rendem enchentes todos os dias. E enchente por lá é coisa normal.

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La Paz

Felipe, no táxi do Johnny

Só passamos uma noite, portanto, em La Paz e seguimos para mais uma cidade boliviana, Copacabana.  Tomamos um taxi com um rapaz chamado Johnny, muito do simpático, engraçado e com talento para guia turístico desperdiçado.

O caminho era lindo, a estrada beirava as margens do Titicaca, o maior lago em alta altitude do mundo. E realmente o lago é grande viu? Rolou um momento de “parece mar!” semelhante ao que tive em frente ao Rio Tejo em Lisboa, Portugal.

Chegando na cidadezinha de Copacabana encontramos um hotel baratinho com facilidade, comemos truta,  andamos um pouco e sofremos absurdos com a altitude. Passei mal – e subir três lances de escada do hotel era um horror. Me senti com uns 70 anos, no mínimo.

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Copacabana

o primeiro lugar que eu passei mal para subir – e não era tão alto e eu não subi tudo. Maldição!

Falando nisso, preconceito é uma merda. Confesso que fiquei bem reticente para aceitar o primeiro chá e as primeiras folhas de coca. Não que eu achasse que ia me drogar, mas fiquei meio assim… Será que isso funciona mesmo? Tá com cara de ser ruim… Tá com cara de que  essas folhas secas aí tão sujas… – e etc e tal. Pois é. Quando finalmente topei tomar o chá, me senti melhor. Ainda evitei as folhinhas, que só masquei quando estava quase desmaiando, num passeio dali a duas cidades…

Em Copacabana, passamos uma noite, saímos cedo no dia seguinte e gastamos a ínfima quantia de $8 doláres por um quarto de casal com banheiro dentro. E não era ruim não, tá? Aliás, era bem melhor que o que fiquei em Paris, pagando pelo menos quatro vezes mais e suportando chão torto e carpete mofado. Glamour boliviano > glamour parisiense.

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Postado por Fê Loverox

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Roubado da Ju, do Megacombo, e postado pela Lia e por várias meninas! Já que 2010 só começou, achei que ainda dava tempo de um meme gigaaaante! 8)

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1. Onde você estava quando 2009 começou?
No interior de São Paulo, em Tatuí, com a família. Não, não foi muito animado. rs

2. O que você fez em 2009 que você nunca tinha feito antes?

Mochilei pela Europa, apareci discretamente na capa do “Estadão”, participei de um Speed Dating e apareci numa coluna social por isso (don’t ask),  gravei dois comerciais, fiz um TCC, visitei Machu Picchu (sim, foi no dia 31!), comprei meu primeiro grande óculos e também o perdi (comprei meu ray ban do coração em Paris em janeiro e perdi em Machu Picchu), troquei de carro, tive um momento meio “Barrados no Baile/90210/The Hills” horrível, mas inesquecível, fiz acupuntura, comecei pilates e parei em outubro, mas volto já esse mês!

3. Você manteve suas resoluções de fim de ano e fará novas para 2010?

mantive algumas, outras não e não tenho resoluções para esse ano.

4. Você foi a algum show em 2009?

Sim, do Prodigy e do Ney Matogrosso.

5. Você procurará um novo emprego em 2010?

Provavelmente não, a não ser que eu possa ficar em frente às câmeras. 8)

6. Você bebeu muito em 2009?
Dei o maior PT da minha vida.

7. Você viajou nas férias? Para onde?
Europa em Janeiro, Bolívia e Peru no finalzinho do ano.

8. Qual foi sua maior conquista em 2009?

minha faculdade, meu emprego, meu namorado.

9. Se você pudesse voltar no tempo, para qualquer momento de 2009, e mudar alguma coisa, o que seria?
Vou pular essa, mas o Rafael sabe o que é.

10. Você ficou doente ou ferido?

Não!
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Postado por Fê Loverox

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Sobre

Fernanda Pineda Vicente
@loverox, 21 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Cinema, música, teatro e gatos. Colaboradora do Luv luv luv e internetando por aí. Mais?

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