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Sobre #InternetJusta e porque amamos dados ilimitados

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Antes mesmo de ter dez anos de idade eu já estava sentada na Internet me divertindo com os joguinhos do site da Turma da Mônica ou até entrando nas salas de Bate-papo do UOL para crianças. Naquela época, a Internet era um lugar quase pequeno, especialmente se você não falava inglês ou era uma pimpolha como eu. Talvez naquele tempo desse para imprimir a Internet. rs

O tempo foi passando e a web foi se tornando um lugar cada vez maior, inclusive para comportar meus sonhos, meus amigos e meus hobbies. Lá cabia tudo: meu primeiro grupo de Yahoo das Spice Girls, diversos sites que programei em html na mão, os primeiros blogs que, não, não tinham nenhum tipo de publicador – também eram na mão – e, por fim, os amigos de tudo quanto é canto. Não tinha limitação para encontrar gente legal e nosso número no ICQ era tão importante quanto passar o Whatsapp hoje. Lembro do meu ainda! E você?

Ingressei na faculdade de Comunicação Social (Rádio e TV) e imaginei que fosse trabalhar na televisão, no rádio ou em qualquer veículo ‘tradicional’, mas veja a surpresa: desde o meu primeiríssimo estágio eu faço vídeos. Só que pra internet. Trabalhei em diversos lugares, mas por pouquíssimo tempo fiquei fora do mercado de vídeos online – aliás, na época a gente nem sabia que esse mercado já era um mercado.

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Tanta coisa mudou em quase 10 anos… Em 2006, a recomendação geral era fazer tudo bem, bem curtinho, porque ninguém tinha banda pra conseguir acompanhar tanta coisa. E tinha que ter serviço: quase todos os sites começaram apostando em receitas para bombar o setor de audiovisual. Fazia sentido. Por outro lado, hoje em dia não há limites para o assunto (ou a falta dele). O público clama por vídeos mais longos de seus youtubers favoritos. 40 minutos de uma moça abrindo caixas? E por que não? A gente pode.

Se antes vídeo era um “luxinho” dispensável nos portais e nos veículos de comunicação online, hoje é uma necessidade e talvez a fonte de renovação que o jornalismo brasileiro ainda precisa descobrir com vontade. As plataformas e os suportes para vídeo não param de mudar (do computador para o celular e de volta à TV, quem diria!), Netflix vem revolucionando negócios e ainda temos muito que explorar no Snapchat antes de darmos a ferramenta entendida por completo. Youtube não para de crescer. Qualquer um pode ficar online, de qualquer lugar, e falar com uma plateia. É o futuro e ele é lindo, mas tudo isso pede somente uma coisa: dados. Dados, dados e dados. Velocidade. Qualidade de conexão.

Considerando as horas gastas na tela do celular nos últimos anos, tenho certeza que já passei mais tempo da vida conectada do que desconectada. Acreditei que as coisas estavam avançando para o bem e o acesso se tornando cada vez mais democrático, mas a notícia do fim da internet ‘ilimitada’ me deixou revoltada e, por que não?, preocupada. É um retrocesso gritante, especialmente num país que ainda carece de melhora estrutural para oferecer uma conexão de qualidade. Para quem não sabe, o Brasil tem a 9ª pior Internet do mundo e várias empresas agora querem cobrar ainda mais por um serviço que, além de tudo, não é bom.

Por aqui, mesmo os maiores planos de Internet que estão sendo estudados podem ser facilmente consumidos por qualquer heavy user, gamer ou trabalhador freelancer. Não passam perto das franquias parrudas do exterior – 500 GB gringos contra a hipótese de um plano de 130GB brasileiro, por exemplo. Como medir o quanto é ver internet demais? Aparentemente num mundo sem distinção entre online e offline, essa resposta não existe e a pergunta já me parece equivocada de saída.

No youtube e em outros meios está rolando a campanha #InternetJusta, que pede a revisão desse novo formato de planos, e também fiz um vídeo para o meu canal comentando o assunto. Para quem quiser, o vídeo segue abaixo!

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