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Imagine um jogo em que a ação está no celular, o controle está inserido dentro do seu corpo e ao invés de usar as mãos e os dedos, você usa, bem… A vagina. É essa a ideia do Skea, dispositivo-jogo que une o útil ao (bem) agradável e já conseguiu arrecadar grana suficiente para sair do papel no Kickstarter.

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you go, girl!

A ideia é proporcionar uma experiência diferente e interessante para mulheres que precisam trabalhar o assoalho pélvico, inclusive recompensando a usuária com pequenas vibrações ao fazer o movimento corretamente. Ui! Como se sabe, a flacidez dos músculos desta região traz problemas bem chatos, como incontinência urinária. Por outro lado, o fortalecimento traz vantagens bem bacaninhas, como a possibilidade de poder ter orgasmos mais poderosos. Ou seja: inventaram um jogo para tornar a tarefa de ficar contraindo, relaxando e contando um pouco menos maçante.

Pela descrição do vídeo, basta “contrair” e a personagem pula na tela, enfrentando os obstáculos. Se contrair do jeito certo, vai receber um recadinho do aparelho no ato. bzzzzz

 

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As mulheres do time de desenvolvedores garantem que é sucesso garantido. Quem desembolsou pelo menos US$85 vai receber o brinquedinho em casa no fim do ano. Precinho salgado, mas por uma causa boa…

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Postado por Fernanda Pineda

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Você sofre quando não vai a uma festa incrível? Está sempre caçando o lugar mais legal da cidade para passear e faz questão de ser o primeiro a dar “check-in” no local? Bem-vindo à vida moderna! Temos pânico de estar por fora de alguma coisa e queremos sempre ter experiências incríveis para contar para os amigos ou publicar nas redes sociais.

Apesar de parecer um baita incentivo para viver cada dia como se fosse o último, estes costumes custam bem caro para nossos preciosos cofrinhos: o gasto imediatista é justamente o que está te privando de investir no que realmente importa.

Toda nossa geração já ouviu economistas explicando como poupar dinheiro, mas ainda assim cai em situações nada inteligentes para o bolso…

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dica: guardar dinheiro só no cofrinho não é uma boa

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5 HÁBITOS DA VIDA MODERNA QUE ESTÃO ESVAZIANDO SUA POUPANÇA

1. A SAIDINHA CASUAL

Seus amigos querem sair toda semana: jantar fora, aquela balada incrível, o aniversário de fulano num lugar super “exclusivo”. Mesmo sem dinheiro, você acompanha sem pensar duas vezes e diz que merece aquela bebidinha, ou que fulano não vai te perdoar se você não for… Dica: somos insubstituíveis em pouquíssimos lugares, então guarde esta desculpa para quando realmente for verdade.

Durante uma noitada, é bem fácil esquecer do sonho do apartamento próprio e torrar muito mais que o necessário num jantar regado a taças de drinks que custam no mínimo R$20. Só não se esqueça que a ressaca sempre vem, principalmente a moral. Estipule metas e cumpra! Quando você assumir que tem um problema financeiro, provavelmente mais alguém da turma vai “sair do armário” e vai topar dividir o Netflix no sabadão com você.

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2. A VIAGEM ECONÔMICA COM A TURMA

Você planeja uma viagem econômica com os amigos, mas, chegando lá, o mochilão ganha ares de tour de compras: alguém sempre arrasa nas sacolas ou prefere tomar um táxi para evitar o metrô naquele horário, já que perderam tanto tempo, adivinha aonde? Nas lojas.

Além de passar vontade de giletar o cartão (quem nunca?!), a preguiça é sedutora e os planos de gastar pouco podem ir IOF abaixo. Que tal planejar um dia de compras pra todo mundo e outro de turismo local em horários mais tranquilos? Também não custa nada relembrar qual era o plano original da viagem.


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3. O SHOW DA VIDA

Aquele festival incrível surgiu e você precisa comprar o ingresso correndo antes que vire o lote e fique ainda mais caro. Na pressa de fazer uma “economiazinha”, muita gente se esquece que já está com a fatura do cartão cheia de letrinhas e que a poupança já foi remexida umas três vezes só esse mês.

Que tal pensar no futuro? Sim, é chato, é péssimo, é quase melancólico saber que aquela banda incrível vai vir para sua cidade e que todos os seus amigos vão. Eu entendo, já tô chorando também. Mas pense pelo lado positivo: nada de lavar tênis com lama, tudo de ver o seu show favorito (muitas vezes transmitido) no conforto do lar, com pipoca em mãos. Às vezes pode até não ser tão ruim…

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4. AS COMPRAS QUE SÃO “INVESTIMENTOS”

Toda vez que você entra numa livraria boa, não se controla e sai com pelo menos um, ou dois, ou vários títulos na mão, feliz da vida por serem investimentos intelectuais. Sim, livros são investimentos, mesmo! Conhecer novas histórias te ajuda a conhecer a sua própria, auto-ajuda às vezes realmente ajuda e muitas biografias são pratos cheios de informação. Mas se você sempre sai carregada de chic lits e ao chegar em casa, todos se acumulam numa pilha de não lidos, hora de pensar duas vezes, não?

O mesmo vale para outros produtos: aquela jaqueta de couro básica em promoção, o pretinho essencial e eterno, o utensílio de cozinha super útil que o Jamie Oliver usa sempre… Se você sobreviveu até o dia de hoje se mantendo informado, vestido e alimentado, sabe que pode continuar sem esse produto. Obviamente, não quero dizer que nenhum luxo é válido; longe de mim! Mas quando a situação não tá para peixe e o cartão não tá pra crédito, é preciso ir devagar, concorda? Os seus limites são só seus e diferentes dos limites do outro, portanto tenha noção disso. Vale usar sempre aquela imagem mental do apartamento/casamento/viagem dos sonhos para se controlar.

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5. O EVENTO DO ANO

Surge aquela festa bombástica em que você vai ver e ser vista. Poderá fazer contatos. Poderá, quem sabe, até conhecer o amor de sua vida. Uau! Sem pestanejar, você topa pagar absurdos três ou quatro dígitos num vestido para um evento com gente que ainda nem conhece, à bem da verdade. Veja: pode ser que não tenha um solteiro interessante e pode ser que você caia numa mesa cheia de gente com quem não tem praticamente nada em comum. Logo, para que correr o risco?

Antes de parcelar mais um vestido, que tal considerar mandar um whatsapp para as amigas? Nunca se sabe: às vezes alguém tem algo bacana encostado para emprestar! Se o evento não envolver ninguém da sua turma, não pense duas vezes: o empréstimo pode valer bastante a pena.

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No fundo, no fundo, tudo é uma questão de planejamento. Agora se você se encontrou em uma – ou mais – situações citadas e fica desesperado e ansioso só de pensar em precisar se conter, talvez seja o caso de procurar ajuda profissional. Sim, isso também pode custar caro, mas vai te ajudar no futuro, algo que você realmente não está fazendo até agora…

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Postado por Fernanda Pineda

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O quinteto holandês ADAM dormiu como ilustre novidade e acordou como ilustre “vídeo do dia” na internet. Acontece que as cinco garotas da banda eletrônica publicaram um vídeo em que tentam cantar enquanto “agüentam” um orgasmo.

A ideia é igualzinha a do vídeo com a atriz pornô Stoya lendo um livro com um vibrador ligado entre as pernas, fora de cena. Aqui, as meninas aparecem num fundo preto fazendo caras e bocas – e cantando.

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O material foi muito bem feito, as meninas são lindas e tudo mais, mas… Tinha necessidade de fazer algo que, além de tudo, não é original? É óbvio que aí a música ficou em segundo, terceiro, quarto plano. E é só acessar o facebook delas para ver que elas tem outros clipes bem legais em clima de festa.

Tomara que com este vídeo elas fiquem, assim, bem famosas e não precisem mais deste tipo de iniciativa. Até porque, veja bem, você imagina uma boy band gravando clipe com um tubo estimulatório? Eu também não.

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ooops!

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Postado por Fernanda Pineda

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- Eu não conheço ninguém que já foi estuprada, você conhece? É uma coisa muito distante, eu acho. A gente só lê por aí e tal, mas nunca acontece com a gente.

Estupro, por exemplo. Teve aquela moça lá do sul que estava levando a filhinha no braço. Estava de legging, o jornal até postou uma foto. Dizem que um cara foi lá e estuprou ela com a criança do lado. Tava no meio do mato, de calça legging, sozinha. Sei lá né, podia ter evitado de ir por lá. Todo mundo sabe o que aconteceu com a Chapéuzinho Vermelho.

Tipo, teve essa história  da moça da CPTM que tava de calça jeans voltando do trabalho no trem lotado também. Eu acho que ele gozou nela, sei lá. (risos) Parece que o rapaz machucou o braço dela também, teve que fazer uns exames e tal. Mas não foi estuprada, estuprada né, gente? Devia estar muito apertado lá dentro.

Eu só leio essas notícias, não conheço ninguém que foi estuprada. Tá, vai. Teve uma amiga minha que foi filmada transando e ficaram distribuindo o vídeo dela. Ainda bem que não tinha internet direito ainda. Mas ela ficou super chateada na época. Agora também, burra, né? Como não viu a câmera? Não dá pra entender.

Teve uma outra menina que uma vez saiu com um cara depois de uma festa, estava meio bêbada, e até hoje não sabe se queria ter dado para o cara ou não. Ele encheu o saco, ficou insistindo, ele era saradão e tal… Daí ok, aconteceu. Eles acabaram saindo de novo umas vezes depois e ela deixou isso pra lá, ele era gente boa.

Ah, comigo mesmo. Uma vez eu bebi um pouco, tá, fiquei bêbada mesmo, numa festa, e encostei num sofá enquanto esperava meu namorado pegar água pra mim. Quando eu abri o olho, tinha dois caras sentados do meu lado, um tava até com a mão no meu joelho perguntando se eu estava com alguém já, se eu precisava de ajuda. Eu achei meio estranho, tirei a mão dele de mim e aí meu namorado chegou, eles foram embora. Como tem gente folgada, né?

Falando em folgado… Lembrei de uma história. Uma vez eu tinha uns 18 anos, eu acho, estava indo para uma balada com as minhas amigas – naquela época a gente ainda achava a Vila Olímpia legal – e um cara me pegou na rua. Ele queria me beijar de todo jeito, minhas amigas ficaram gritando para ele me soltar e o cara nem aí. Aí ele segurou meus braços para trás e me deu um beijo no meio da rua. Eu me senti uma idiota, né? Não queria ficar com ele. Fiquei meio chateada, estragou a noite.

Agora estupro, estupro mesmo, eu não conheço ninguém de verdade que foi estuprada. Tá, uma vez eu fiquei com medo. A moça que trabalhava na minha casa me levava para a escola de música quando eu era criança e todo dia a gente fazia o mesmo caminho. A aula era de terça e quinta às 3 da tarde. Aí uma vez, voltando, um cara prensou a moça na parede, ela tava tentando sair e eu fiquei meio assim.. Não sabia o que fazer. Eu estava com os livros na mão, não sabia se corria, se esperava acabar, sei lá. Não sabia se ela estava gostando. Daí ele largou ela e a gente foi embora. Ela mandou eu andar rápido, tava sol, cheguei super cansada em casa. Lembro que eu não contei pra minha mãe porque não queria que a moça tomasse bronca, mas eu fiquei meio assustada, sei lá. Vai que a gente estava indo para a escola e o cara aparece de novo?

Agora estupro, estupro mesmo… Eu não conheço ninguém. E você?

- Olha… Eu acho que conheço.

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Postado por Fernanda Pineda

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A geração Y faz menos. Os japoneses trendsetters fazem menos. A humanidade prefere ler, ouvir e assistir tudo a respeito ao invés de precisar derramar algumas gotas de suor na roupa da cama recém-lavada. Somos metódicos e sexo é cansativo, bagunçado e exagerado. Estamos ocupados demais para um pouquinho de caos.

Se antes a brincadeira entre as famílias com muitos herdeiros é de que não tinha TV em casa, hoje a brincadeira pode ser que um smartphone é um ótimo anticoncepcional. Chega até a parecer uma piada que tantos aplicativos para te ajudar a fazer sexo surjam justamente num momento em que o telefone já é um dos grandes vilões da relação sexual. O que isso quer dizer é muito simples: estamos sempre com medo de perder alguma coisa – o famoso mal moderno do “FOMO” (fear of missing out).

Explicando rapidamente, o FOMO se caracteriza por uma grande ansiedade diante da falta de informações sobre algo ou alguém. Acabou a bateria do celular e você fica na rua com aquela sensação de quem saiu de casa pelado? O wi-fi não funciona e você pre-ci-sa saber o que acontece na grande rede mundial de computadores? Parabéns, talvez você saiba bem do que o FOMO é capaz!

A relação dessa deprê moderna com o rala e rola é bem simples, quase patética. Quando não estamos transando, estamos desesperados imaginando que perdemos algo enquanto todos tem orgamos múltiplos em pleno sábado à noite. Grindr, Tinder, Chat do Facebook, se vira como pode. A gente escolhe transar, mesmo se a noite no motel tiver jeito de masturbação assistida. Ironicamente, se temos com quem nos relacionar, achamos que estamos perdendo alguma outra coisa e vamos, de fato, fazer outra coisa, porque sempre haverá algo a ser feito antes do sexo. A gente escolhe não transar, mesmo sabendo que aquela pessoa ali te conhece de cabo a rabo, com o perdão da expressão.

Diante de tanta pressão social (desculpe se este texto se enquadrar nisso), cada vez mais o sexo é tudo para se ter um relacionamento feliz. O quanto é normal? O quanto é pouco? É bom comparar com os amigos? “Ah, relacionamento longo é assim mesmo”. “Alguns meses já é longo, então?”, se questiona o cidadão cansado que cai no sono com o celular na mão antes de concluir uma simples punheta para relaxar.

Por outro lado, sexo é cada vez mais nada. Não é raro ver casais extremamente cúmplices que não se tocam embaixo das calças há um bom tempo e são felizes assim. Felizes, mas talvez preocupados. “Será que sou chifruda por isso?” ou “Ela deve estar dando para alguém, não é possível”. Dormir tranquilo é um desafio, porque talvez não seja “possível”, mesmo.

No filme incrível de Spike Jonze, “Her”, a inviabilidade de se viver sem sexo é o maior problema enfrentado no relacionamento do geek Theodore e do sistema operacional Samantha. Num tempo fictício em que é absolutamente normal o absurdo de namorar um computador e de viver com os olhos vidrados nas telas de nossos aparelhos (algo que deveria ser tão absurdo quanto), o sexo é um dos últimos alertas para acordar os personagens para o que realmente importa.

O tempo que cada um decide gastar nesta gangorra é uma escolha absolutamente pessoal, mas sempre há, sim, a possibilidade de o lado  “nada” estar precisando do sopro de vida de um bom “tudão”.

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Postado por Fernanda Pineda

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Apesar da era das grandes divas do cinema ter passado há tempos, a França continua nos presenteando eventualmente com boas representantes do tal “je ne sais quois”. A expressão é usada como um adjetivo dado à gente charmosa que não se sabe o porquê, gente interessante que não conseguimos dizer exatamente o porquê. E às vezes o porquê é justamente o conjunto da obra: um cabelo desencanado, uma pele natural, uma roupa que não parece ter sido escolhida por horas a fio. Nada óbvio, mas ao mesmo tempo, nada absolutamente especial.

O livro “A Parisiense”, aliás, é um verdadeiro tratado sobre esse jeitão admirado das francesas e traz também algumas dicas de estilo pessoal para tentar conquistar isso em casa, em pleno país tropical. É difícil, sim, requer prática, habilidade e desprendimento. Em todo caso, as fotos da moça do post de hoje poderiam servir para ilustrar muitas páginas do livro de Ines de La Fressange.

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Marine Vacht é francesa, tem 22 anos e já modelou para Yves Saint Laurent no lugar de Kate Moss em 2011. A também atriz ganhou a imprensa do mundo todo por seu papel em “Jovem e Bela” (no original, “Jeune & Jolie”), filme que conta a história de uma jovem parisiense que decide se prostituir em Paris depois de perder a virgindade. Tudo por pura curiosidade. O filme ficou em cartaz em poucos cinemas e durante pouco tempo em 2013, mas já é fácil de ser encontrado nos torrents da vida.

Não bastasse o teor do filme e o jeitinho de ninfeta, a moça é daquelas que se veste de forma excêntrica, usa pouca maquiagem e parece ler bons livros. E já substituiu Kate Moss numa campanha.

Apesar de magra, Marine não costuma exibir muito a forma e geralmente opta por tecidos mais leves e fluidos. Para quebrar a aparência “pijamão”, às vezes o máximo que faz é colocar um salto. A gente pode até não aprovar e achar com cara de desleixo, mas vai dizer se ela não está toda segura de si aí nas fotos? Esbanjando je ne sais quoi na cara da sociedade? É para se inspirar.

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Postado por Fernanda Pineda

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, vivendo em São Paulo. Produtora formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero e atriz profissional eventualmente praticante. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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