[VÍDEO] Super mulher, só que não: ninguém precisa dar conta de tudo

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Acordar cedo para fazer exercício, só andar com os cabelos escovados, pele linda e maquiagem razoável. Ganhar dinheiro num emprego bacana, estar sempre bem informada e ter um posicionamento político sobre o qual você se orgulhe. Arranjar tempo para os amigos no happy hour e ter uma vida sexual digna de nota – porque não basta ser ok, tem que ser coisa de capa de revista, tá?

Quem nunca se sentiu pressionada a cumprir um ou vários desses requisitos? E quem até tenta fugir disso tudo, mas acaba sempre se culpando ou se sentindo insegura quando um (ou vários) itens da lista falham? RELAXA.

Você não está sozinha: embora dê para tentar, ser super mulher é impossível. Ou vai te custar muitas noites de sono, mas aí pode dar adeus ao item vida saudável… Dá o play no vídeo para entender melhor essa parada!

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[VÍDEO] Existe pivô de separação? Ou: a lenda da destruidora de lares

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Uma coisa sempre me incomodou muito quando um casal de famosos se separa: a forma como a mídia trata as coisas, especialmente se houver uma traição no meio. Para piorar, não é só ‘o monstro da mídia’ que costuma colocar culpados no banco dos réus de um jeito torto: as pessoas também.

Diante do caso de Jennifer Garner e Ben Affleck e até da suposta separação de Gisele Bündchen e Tom Brady, uma coisa está bem clara: a ‘culpa’, se é que se pode falar nestes termos, nunca vai ser de alguém de fora, e sim de quem abandonou o combinado do casamento. O que você pensa disso tudo? Dá o play no vídeo!

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Depois dos apps de corrida, vem aí os apps de vagina (!)

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No ano passado, um projeto no Kickstarter bombou e me chamou a atenção: o Skea, um dispositivo e app com jeitão de game pra treinar o assoalho pélvico e, sim!, sua vagina por consequência. Quando publiquei no blog, não dava para saber se ia vingar ou não, mas vingou: não só já foi feito, como 80% dos produtos já foram enviados para felizes donas exercitarem a intimidade com o conforto da tecnologia.

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foto via Shutterstock

Na época, achei que o Skea era um projeto isolado, mas aparentemente há toda uma tendência em torno de treinar a vagina que a até agora gente não vinha notando. Depois dos apps que monitoram sua alimentação, sua corrida, seu sono e até sua felicidade, a vagina parecia um território resguardado da invasão mobile, com exceção daqueles vibradores que dizem dançar conforme a música, se é que me entende.

Mas, com a boa desculpa da saúde, nada mais está resguardado. Apps como o Kegel Camp sugerem exercícios em níveis variados para você treinar o assoalho pélvico sem precisar de parafernalhas extras, sejam elas bolinhas tailandesas, sejam elas bugigangas bluetooth. Nesse aplicativo aí, a voz da expert Emily vai comandando a brincadeira e explicando o que você deve fazer. Mas e se você não estiver fazendo certo? Quem poderá te defender?

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[Vídeo] Críticas no namoro: pode falar da aparência do parceiro (a)?

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Ter um relacionamento transparente e cheio de cumplicidade é maravilhoso, mas só quando esses dois ingredientes vem acompanhado de um terceiro: respeito. Tem muita gente que se aproveita da suposta intimidade para falar o que quer e até o que não devia para o outro e, sinceramente, não é legal.

Para falar desse tema, convidei a Pamela Rebelo, que também tem canal no Youtube, para um papo divertido. Tentamos responder a pergunta: pode criticar a aparência do respectivo (a) num relacionamento? Como fazer isso? Tem limite? Resposta: tem limite sim! Assiste e aproveita para se inscrever no canal também! 

e mais!

Além do vídeo de hoje, na semana passada fui eu quem dei uma passadinha pelo canal da Pam. Respondemos uma tag divertidíssima juntas, chamada “Would you rather?”, que nada mais é que “o que você prefere?”. Respondemos altas perguntas malucas, tipo: tomar um copo de suor ou comer um sanduíche de pelos? >.<

Bom para descontrair depois do ~drama~ do primeiro vídeo! haha

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“Unbreakable Kimmy” e os conselhos da série que você pode seguir

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Vide “às quartas-feiras nós usamos rosa”, sabemos que Tina Fey não decepciona com seus textos ácidos, sinceros e recheados de referências. O público de “Meninas Malvadas” cresceu (ok, nem todas) e a nova série da comediante para o Netflix parece ter sido talhada para as órfãs do texto de 11 anos atrás que ainda é meme na internet.

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Inesquecível Cady fazendo check-in no lixo <3

A primeira temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt” já está disponível e é perfeita para assistir onde quer que seja. Os episódios são rápidos e diretos, não chegam a 30 minutos de duração, e são ótimos companheiros para relaxar antes de dormir ou se divertir durante uma sessão de aeróbico sem graça na academia.  

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Titus e Kimmy, dupla inseparável de “Unbreakable”

Kimmy (Ellie Kemper) é uma caipira prestes a completar 30 anos que tem de superar o atraso de vida que foi ter passado os últimos 15 anos sequestrada num “bunker” por um pastor maníaco que dizia que o mundo lá fora tinha acabado. Surpresa: tudo continuou funcionando normalmente e ela decide ir morar justamente em Nova York depois do resgate.

Apesar de não entender muito (quase nada) das pequenas coisas ao seu redor, Kimmy não falha em ver o todo e tem um otimismo inabalável. Ela sempre tem bons conselhos e com certeza era quem segurava as pontas da galerinha no confinamento.

Você não foi sequestrada e com certeza sabe o que é um smartphone, mas acredite: tem muita coisa que dá para aproveitar.

Os bons conselhos de Kimmy Schmidt:

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GOOD VIBES ONLY

dá para aguentar 10 segundos de qualquer coisa

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“10 segundos por vez e tudo vai ficar bem”

Sabe aquele conselho de contar até 10 antes de explodir? Pois ele funciona não só para os momentos de raiva. Você pode aguentar 10 segundos daquela reunião chata, da aula sem fim,  da vontade de comer um doce exagerado e até mesmo do exercício físico que parece que não acaba nunca. Quando os 10 segundos se passarem, comece a contar de novo e segure as pontas. No mínimo, você mantém a cabeça ocupada e não desiste por qualquer bobagem passageira. 

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Não meça nossas roupas, parça.

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Mais um ingrediente foi colocado na roda de discussão sobre os direitos das mulheres e a busca por igualdade entre os sexos: as roupas que elas usam. Ou melhor, o preconceito que muitas roupas geram.

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A ONG suíça Terres des Femmes lançou uma campanha que critica a forma como julgamos as mulheres por suas vestimentas. E quando eu digo “julgamos” é porque homens e mulheres são responsáveis por espalhar este tipo de problema adiante.

Nas imagens, nunca a avaliação é positiva, é sempre uma qualificação que não leva em conta o estilo, a personalidade e muito menos a liberdade de cada um ao se vestir. Os termos são, de baixo para cima: puritana, antiquada, entediante, provocante, atrevida, pedindo por isso, piranha e prostituta. 

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“Não meça uma mulher pelas suas roupas” é uma campanha bem legal produzida na Miami Ad School da Alemanha, mas a ideia, no entanto, não é original. A estudante Pomona Lake lançou algo bem parecido em 2013 e teve um alcance menor com seu trabalho, então agora corre-se o risco da discussão mudar para quem copiou quem. Enquanto isso, ficaremos aqui com a pipoca na mão esperando para falar do que interessa, já que a raíz das duas ideias é o que realmente importa.