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os três jeans fundamentais da Levi’s

Apesar de ter meu drama pessoal para comprar lingerie, posso dizer que sofro muito mais comprando jeans. É toda uma batalha épica para encontrar uma calça em que o tecido não sobre onde não deve, em que a cintura não seja alta ou baixa demais e ainda observar se o bolso não tá valorizando demais ou desvalorizando a buzanfa.

Após travar esta luta com calças que se dizem clássicas mas não são, ainda corre-se o risco de ver a coitada dilatar depois de lavar ou de usar. Já perdi diversas calças com duas semanas de uso, de forma que ou usava a desgraçada com um cinto ou corria o risco dela escorregar até o pé. Isso quando o jeans não laceia ali no meinho das pernas, exigindo um sério reajuste para não parecer que você carrega algo extra pendurado.

Com a melhor intenção do mundo de resolver este drama, a Levi’s conversou com mais de 60 mil mulheres do mundo todo, inclusive do Brasil, e criou a linha Curve ID, que promete revolucionar o conceito de jeans, à medida que se baseia no formato do corpo de quem vai usar, não só em seu manequim.

Após a pesquisa, a marca conseguiu resumir o corpo das mulheres em três tipos e desenvolveu um modelo de jeans específico para cada um:

Se os jeans geralmente servem nos seus quadris e coxas mas não fecham na cintura,  você deve usar uma Slight Curve, cujo corte valoriza e acentua as curvas. Se o seu jeans serve na cintura mas não realça o visual, a calça deve ser a Demi Curve, que alonga as formas e valoriza o quadril.

Agora, se você tem um corpo curvilíneo e já teve calças que servem nos quadris e coxas mas sobram nas costas, o Bold Curve é o seu modelo. E nada de “achômetro”: nas lojas os funcionários estão treinados para medir as consumidoras e assim definir o jeans ideal.

Para entender mais do processo de fabricação, dê o play no vídeo, que explica direitinho que peça é para quem e ainda mostra como a Levi’s estudou os tecidos para que, justamente, eles não percam a elasticidade perfeita com o tempo:

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Os novos modelos já estão à venda nas lojas dos Estados Unidos por preços entre $60 e $98 e devem chegar ao Brasil em breve. Serão estes os jeans-pra-vida-toda? Vou querer testar!

Postado por Fê Loverox

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lançamento - Pantene

mais fotos no flickr

No tal evento da Pantene, tivemos a oportunidade de ver e ouvir Gisele Bündchen por alguns sete minutos, o que obviamente não nos possibilitou perguntar coisa alguma e nos deu a certeza total que ela passa spray de baforada de Afrodite no cabelo, ou qualquer coisa divina do gênero.

Com portuguesinho gringo e uma gíria ou outra “tipo assim”, a loira explicou rapidinho o que eram os lançamentos e falou das novas embalagens da marca feitas com plástico cuja matéria prima é a cana de açúcar – ou ao menos foi isso que entendi, já que estava bastante ocupada fotografando.

Olhando bem pra mulher, vimos que é toda uma energia absurda que não se trata de cabelo, de produção ou de passarela. Talvez Gisele seja atriz por natureza e saiba concentrar sua energia toda no sorriso aberto ou no carão durante os poucos minutos que se mistura conosco, pobres mortais.

Quem sabe ela nem seja assim no dia a dia, quem sabe seja toda uma questão de concentração para dar o melhor de si nos milionários segundos em que aparece e dá o ar de sua graça. Ou, sei lá, ou a mulher é mesmo iluminada, e aí saberemos que não há Pantene – ou qualquer outra coisa – que traga tanta energia para o nosso cabelo e ilumine nosso rostinho.

Quer dizer, quem sabe Gisele, e seu movimento ondulado, sejam a tal beleza real, a tal inner beauty que só quem se ama – e se ama demais – pode ter.

Posso falar? Admirei-a como ser humano. (mas ainda não consigo imaginá-la fazendo o número 2.)

Postado por Fê Loverox

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Tirando o pretinho básico, poucas coisas são realmente unânimes no mundo da moda. Uma delas, de fato, é o cabelo de Gisele Bündchen. Diz para mim se existe uma mortal que jamais tenha sonhado com um cabelo daqueles – ou pelo menos com uma cor daquelas, com ondas daquele jeito ou com o brilho estupidamente ofuscante? Pois sim, não há quem passe imune ao picumã da mulher.


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Por esse e outros motivos (tipo, Gisele é modelo de lifestyle e citação recorrente por aqui), me senti absolutamente lisongeada ao ser convidada para descobrir todos os secrets de la Bündchen num evento especial da Pantene amanhã.

A garota propaganda da marca será estrela do evento de lançamento da nova linha de tratamento Pantene Pro-V, que promete proteger muito mais nossos cabelos, seja de agressões químicas, como tintura e alisamento, seja de agressões térmicas, como a chapinha e o secador do dia-a-dia.

No super café da manhã com a top, ela promete contar como cuida e protege suas madeixas loiras e deve responder perguntas de quem estiver no evento. Portanto, eu também terei oportunidade de mandar minha pergunta! O que vocês gostariam de saber da cabeleira da übermodel? Contem aqui nos comentários!

E, para beauty geek nenhuma botar defeito, toda a world wide web vai poder participar da conferência com a Gisele: basta curtir a página Cabelo de Gisele no Facebook e entrar na aba ao vivo para assistir e enviar sua pergunta durante a conferência que acontece amanhã, quinta-feira (12), às 11 horas. Eu vou tomar café com a Gisele – e você também pode! 8)

ps: tô louca para ver se ela realmente fala português com sotaquezinho gringo! hahaha
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Este post é um publieditorial.

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Postado por Fê Loverox

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Mais uma da série “pesquisas inúteis que amamos”: o Ok Cupid, que se intitula o maior e melhor site de relacionamentos do planeta,  publicou em seu blog uma nota que deve mudar bastante a forma como o mundo vê quem não tira os olhos da tela do smartphone.

O estudo analisou a atividade sexual de usuários com idade média de 30 anos de acordo com seu aparelho de celular. O resultado? No mínimo, curioso: as mulheres donas de iphone transam mais.

Analisando o gráfico rapidamente, vemos que as usuárias de iPhone são as mais pegadoras, chegando a ter até dois parceiros a mais que a média de donos de iPhone homens. Em terceiro lugar, temos as moças que usam Blackberry, seguidas pelos usuários homens, e em quinto lugar ficam, quase empatados, os homens e mulheres donos de Android.

O que isso significa? Bom, significa que as mocinhas estão usando a internet pra entrar em contato com todos os pretendentes, significa que iPhone pode te fazer mais sensual (aloca) e significa que a maioria das mulheres solteiras, norte-americanas e com 30 anos colocam senha difícil no telefone.

Agora você aí, solteira feliz e dona de iPhone, pode mandar este link para aquela tia mala que acha que você só fica na internet porque está encalhada. Só cuidado para ela não te achar saidinha até demais.

Via Tecnoblog

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Postado por Fê Loverox

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Numa vibe sad but true, a estudande de animação Stéphanie Mercier criou o curta “Girls Suck at Videogame”, ou em sua língua nativa, “Les Filles Sont Nulles Aux Jeux”, que é algo como “garotas são nota zero nos games”.

Cursando a Escola Gobelins de Paris, a moça de 23 anos expôs, nestes dois minutos de vídeo inspirados em Mario Bros e cia., como é difícil ser mulher e conseguiu simplificar e exemplificar muito bem a correria de uma executiva tentando se equiparar profissionalmente aos homens:
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Pessimista, mas com uma pontinha de verdade.

Postado por Fê Loverox

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foto via tumblr

Uma vez me deram um livro sobre sodomia e libertação sexual. Era um best seller autobiográfico e todo poético, mas que poderia ser resumido mal e porcamente com algum verso de funk, no estilo “essa merda é minha, dou pra quem quiser”. É claro que era algo que teoricamente mudaria o meu jeito de ver o sexo e todas as questões que lhe envolvem antes, durante, depois e ao lado de quem, mas não mudou nada.

Não sei se sou super feliz assim, não sei se não tenho curiosidade alguma nas santinhas ou nas putonas, mas o livro me passou batido. Foi como se eu tivesse lido centenas de páginas de relatos pra dizer “que bom pra você, escritora”. É claro que a bela obra chegou a mim através de um homem, este que provavelmente tinha algo a dizer com isso, e bem, não conseguiu.

O fato foi que li o tal do livro unicamente porque tinha ganhado, e porque faz parte comentar o que achou do livro com quem te deu, especialmente quando o outro ser humano em questão também já o havia lido. Em meio a meia dúzia de momentos excitantes relatados, só  guardei bem um ensinamento, e não posso nem dizer que foi uma frase, foi uma lição mesmo, já que perdi a citação correta e perdi também o livro – perdi, joguei fora ou esqueci de guardar bem guardado só de raiva, sabe como é?

Em meio a milhares de linhas autobiográficas sobre como ela passou de certinha ao extremo oposto, altamente sexual, a única coisa que me prendeu foi quando ela disse: “a vagina é a parte do corpo mais triste de uma mulher”, ou algo do gênero. A autora fez tal afirmação para explicar porque se depilava sempre de última hora. A razão era não correr o risco de ficar esperando um amante à toa e o “embelezamento” não ser utilizado.

Isso para mim valeu o livro. Não pela depilação de última hora, até porque de libertário isso não tem nada, mas por resumir o quanto de expectativa criamos, nós mulheres, em cima da hora H. Inclusive você aí, libertária.

Ficamos esperando, nos preparamos, programamos aàs vezes,  compramos a lingerie certa para a data certa, passamos perfumes, arranjamos velas modernas que prometem ter cheiro disso e cor daquilo e morremos um pouco (muito) por dentro quando largamos tudo isso em casa. E aí você olha para você mesma e diz: relaxa (!!).

Revistas, programas de tv e meia dúzia de livros nos doutrinam sobre quantas vezes temos de gozar e como fazer o strip tease perfeito, mas inteligentes que somos, não damos ouvidos e não nos deixamos mais levar. Na tentativa de equilibrar a balança, colocamos um pouco de ousadia em pequenas coisas. A revista é só um guia – e se 10% forem alcançados, well done, girl.

O interessante é que nenhum destes meios, nem sua amiga comedora, se ocupa de dar uma dica resumida do que fazer quando tudo der errado. Levar com bom humor? Nem sempre é possível. Quando for, pode crer que o faremos, especialmente quando a culpa é do outro, quando o probleminha é do outro. Acontece, e se nunca aconteceu, vai acontecer.

Agora como lidar feliz com aquela lingerie caríssima que saiu do armário uma única vez? Ou como reagir bem com aquela peça que nem chegou a sair do quarto, pois na hora de provar você simplesmente achou que não estava tão bem assim e deixou para lá? E o que dizer, então, dos brinquedinhos de sex shop para serem usados a dois que você tomou coragem de comprar, mas jamais saíram da gaveta? Será que toda a tensão de receber o pacote marrom da loja online foi em vão?

Bom. E aquele presente que você se deu? O vibrador com passagem garantida ao sétimo céu, recomendado em “Sex And The City” e confirmado por aquela mesma sua amiga? O danado está tão bem guardado, mas tão bem guardado, que ninguém consegue achar, muito menos você, que dirá quando quer.

Expectativas geralmente estão aí para te foder. Elas servem para isso e te fodem bem do jeito que você não quer. Explico: se o fato superar o que você tinha em mente, será como se tivesse sido o mínimo. Se coincidir, você não terá surpresa alguma. E se ficar abaixo? Se ficar abaixo grande coisa, foi sempre assim.

Bem lá no fundo, quase no colo do útero, a vagina é só uma metáfora quente para as picuinhas broxantes de nossas cabeças. Sexo é bom, é ótimo!, e com ele, elas vão e vem, somem e nascem, mais rápido ou mais devagar, relaxa que passa!, mas só nós sabemos o quanto essa pequena se fecha um pouco mais quando um ponto de interrogação faz pouso em nossas cabeças.

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ps: não citei nem o  lado do homem na questão, acho que não precisa. Em todo caso, se algum representante da ala masculina quiser opinar, será interessante.

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Postado por Fê Loverox

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Sobre

Fernanda Pineda Vicente
@loverox, 21 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Cinema, música, teatro e gatos. Colaboradora do Luv luv luv e internetando por aí. Mais?

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