Os nutricosméticos da Claudia Raia e as dicas de beleza e saúde da atriz*

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Esta semana pude conhecer uma novidade e tanto para as mulheres que treinam e buscam uma vida mais saudável: a nova linha de nutricosméticos da Claudia Raia, a Fortygar by Claudia Raia. Já contei um pouquinho sobre os produtos nas minhas redes sociais (segue lá, @feepineda!), mas agora venho dar todos os detalhes e compartilhar as dicas da Claudia para comemorar 30 anos de carreira assim: com saúde, beleza e um equilíbrio invejável!

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pausa para foto com a Claudia Raia no lançamento!

Logo no início do nosso papo com a Claudia, ela fez questão de dizer que esta é a primeira vez que ela apóia produtos do gênero e logo deu para entender o porquê. Além de terem alguns ingredientes exclusivos, tudo da Fortygar foi elaborado especificamente para atender às necessidades das mulheres adultas, algo que pouquíssimos suplementos se propõem aqui no Brasil.

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os três produtos da Fortygar: embalagens práticas e whey em sachês

Produzida pela HTPro Nutrition, a linha Fortygar tem três produtos: Fortygar Hair & Nail, tablete polivitamínico que promete fortalecer pele e cabelos e estimular a produção de colágeno; Fortygar Htdrol Femmy, suplemento que promove um melhor funcionamento do metabolismo, auxilia na recuperação muscular e na estruturação óssea; e, por fim, o queridinho e favorito da Claudia Raia: um whey protein anti-TPM (!).

Fortygar Whey Femmy pode ser tomado no pós-treino (ou conforme orientação do nutricionista), é formulado com proteína concentrada e isolada e também tem aminoácidos inovadores que estimulam o equilíbrio dos hormônios, promovendo o bem-estar especialmente em períodos críticos como a TPM. Para completar, o suplemento também contem vitaminas que ajudam na formação do colágeno, proteína importante para a saúde da pele, músculos e cabelos.

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– conta tudo, Claudia! 

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Tina Fey e Amy Poehler fazem paródia de “Star Wars”

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Ok, você pode ou não ter ficado sabendo do novo filme das maravilhosas Tina Fey e Amy Poehler, mas agora não vai ter como escapar. A comédia “Sisters” estreia no final do ano coladinha com “Star Wars” e, para zoar com a concorrência, a equipe do filme acaba de lançar um vídeo hilário!

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Tina Fey e Amy Poehler em clima 80’s na comédia “Sisters”

Tina e Amy convocaram mais alguns atores do filme, bancaram um sotaque britânico e mostraram alguns bastidores da comédia para satirizar a pompa e circunstância do retorno de “Star Wars” aos cinemas. Ficou maravilhoso, pra dizer o mínimo!

Pra quem duvida, basta comparar com o original. Vai ficar mais engraçado ainda! hehe

Sisters” conta a história de duas irmãs que resolvem dar uma última festa de arromba na casa onde passaram a infância, antes que os pais concluam a venda do imóvel. O filme ainda não tem estreia marcada no Brasil, mas chega aos cinemas dos Estados Unidos no dia 18 de dezembro.

Jessica Jones, obrigado por falar o que faltava

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Depois do sucesso de “Demolidor”, “Jessica Jones” tinha muitos desafios pela frente em sua estreia. Embora não haja a pressão óbvia por audiência da TV tradicional, não é preciso ser um gênio para deduzir que empresas do porte de uma Marvel e de uma Netflix esperam, sim, o sucesso. E conquistar isso com uma personagem não tão conhecida e feminina parecia algo assim, meio, ‘só acredito vendo’. Todo mundo queria que desse certo, mas ninguém sentia aquela firmeza . Pois não é que deu?

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A história não tão famosa de Jessica Jones permitiu que roteiro e direção corressem livres das expectativas dos fãs por ver um quadrinho filmado. Encontraram saídas interessantes e um roteiro tenso e cheio de reviravoltas (eu gritei vendo um episódio, mas não vou dar spoilers!) para uma história que fala não só das grandes responsabilidades que vêm com os superpoderes, mas também de heroísmos e vilanismos que todos nós presenciamos no dia-a-dia.

Quanto à protagonista, a heroína de Krysten Ritter aqui passa bem longe da simpatia dos Vingadores e, por isso mesmo, tem carta branca para surpreender o público com um ótimo trabalho. Na outra ponta está o poderoso manipulador Kilgrave, também conhecido como Homem-Púrpura pelos fãs dos quadrinhos. Interpretado por David Tennant, o personagem é um presente para qualquer bom ator e ele não deixa por menos. Com o surreal poder de controlar mentes e dar qualquer comando para um ser humano, Kilgrave espalha caos e não tem escrúpulos: vale tudo, desde tomada de propriedade, até assassinato e sexo não consentido.

Após um determinado período que os dois passaram juntos (impossível chamar isso de relacionamento), Jessica tenta retomar sua vida e é atormentada constantemente pelas façanhas do vilão, fazendo-a sair da zona de conforto para enfrentar seu trauma e evitar que ainda mais pessoas inocentes sejam prejudicadas.

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Jessica é uma protagonista incrível. Interessante, mal humorada, sexualmente ativa e totalmente desencanada sobre o que os outros pensam dela. Eu diria até que ela não liga se você, espectador, não gostar dela. É assim, doa a quem doer. Ela não só bebe, quanto transa e trepa. E aparentemente isso ajuda a curar sua eterna ressaca. Ressaca moral, ressaca de fazer o que não quis, com quem não queria, por motivos que não concordava. Ressaca de ter que sorrir quando queria chorar, ressaca de vestir o que não gostava, de comer o que não queria. Jessica deu certo e ainda tocou no assunto que faltava.

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Amiga, por que você ainda não joga videogame? 13 motivos para começar agora!

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Jogo videogame desde criança e trabalho com esse mercado há uns bons anos. Mas, engraçado, muitos sabem disso não porque lêem o blog, mas porque me seguem em outras redes sociais. Por algum motivo, este assunto tão importante na minha vida não era tão presente por aqui, mas definitivamente está na hora de mudar as coisas!

Embora hoje eu conheça muitas (muitas mesmo!) meninas que jogam, digamos que demorei um tempo para sair desse armário, tudo única e simplesmente porque não tinha companhia. Das duas, uma: ou eu era a excluída na turma dos meninos ou a esquisitona entre as meninas. Legal, #sqn. 

Ao mesmo tempo em que fui percebendo que não precisava de companhia nenhuma para fazer algo que me divertia e me dava prazer, o cenário foi mudando. Hoje falo de boca cheia que me orgulho demais em ver uma timeline recheada de mulheres que, como eu, adoram jogar e não estão nem aí para quem torce o nariz para isso. Se você leitora não entende do que estou falando e morre de curiosidade de saber o que tanto prende as crianças no youtube, então tá na hora de passar a mão no joystick mais próximo e experimentar. ;)

Amiga, por que você ainda não joga videogame? 13 motivos para começar agora!

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‘two girls play videogames’ via shutterstock


1.
Jogar é divertido, desestressante e desafiador. E, sim, vamos começar com motivos bem bestas mesmo, mas ainda assim necessários. Chegar de um dia difícil do trabalho e distribuir headshots nos inimigos vai fazer você se sentir ótima e super útil para o seu time. Não se preocupe com o que vão pensar, simplesmente divirta-se.

 2. Não é ‘coisa de menino’: games são feitos para pessoas, assim como filmes, livros ou qualquer outra forma de entretenimento. Apesar de que, enfim, se existem jogos até para gatos… Talvez realmente não devamos colocar limites ou ter preconceitos aqui, certo?

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3. As mulheres não estão sozinhas nem são a minoria nesse mercado. Pesquisas recentes já comprovam que a porcentagem entre homens e mulheres que jogam está cada vez mais próxima. Outro estudo mostrou que, entre o público adulto nos Estados Unidos, são as mulheres que mais possuem seus próprios videogames. 

4. Videogame é coisa de gente grande: no conteúdo e na prática. Por anos a indústria e seus marketeiros deixaram bem claro seu foco no público masculino e jovem, mas as coisas mudaram um bocado, meus caros. Atualmente, por exemplo, já são mais mulheres adultas jogando do que moleques adolescentes. Fora isso, boa parte dos grandes lançamentos recebe classificação 18+. Sobre isso, vale lembrar: se o seu priminho anda jogando algo violento demais, é bom dar aquele toque para a família reparar na classificação indicativa de cada jogo. Todos precisam deixar isso bem claro na embalagem e há jogos adequados para todos os públicos.

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Por que você aceitou ser enganado pelo Instagram?

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Neste início de semana, uma história não saiu do meu feed por um segundo sequer: a “incrível” jornada da modelo que descobriu que estava levando uma vida artificial e vazia por concentrar todos seus esforços em ser bonita e compartilhar belas imagens no Instagram. Poderia ser um conto de ‘pobre menina rica’ do terceiro milênio, mas é verdade.

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Essena Ou’Neill, a youtuber e musa do Instagram que pôs na roda o que todo mundo já sabia

Essena Ou’Neill tem algumas centenas de milhares de seguidores, fotos perfeitamente editadas seguindo um padrão e certamente alguns dinheiros a mais na conta e roupas no armário graças ao sucesso na rede. Um belo dia surtou, fez a limpa no perfil e começou a editar as legendas das fotos sobreviventes para jogar umas verdades do quanto sofria na cara da sociedade. Que dó. Essa mesma ‘sociedade’ que só sabe comentar #sdv, #first, #squadgoals e bobagens do gênero.

Em sua inocência, Essena não tinha percebido ainda que as redes sociais são apenas um recorte do melhor que temos (ou do que achamos que temos) para o mundo. Com mais uma dose cavalar de inocência, ela também não percebeu que muita gente pelo mundo é incapaz de se amar do jeito que é e que adoraria ser como ela. Com uma dose de ganância, ela também fez de tudo para dar o que o público quis e esqueceu dela mesma. Talvez tenha faltado encarar isso como o trabalho que é (era). Talvez ela nem tenha maturidade pra isso. Talvez com menos plateia as coisas tivessem sido diferentes.

Nosso Instagram virou um livro de recordações. Eu, você e todos nós gostamos de guardar momentos e lembranças. Adoramos abrir álbuns com fotos lindas. Alguns, inclusive, viajam até tendo a fotografia como prioridade número 1. Ao invés de curtir o museu, o restaurante, o passeio e a neve, se não fotografou, não esteve lá. Registrar é preciso porque se lembrar é importante. Mas… Nem todo registro é importante de ser lembrado. Algumas coisas doem quando voltam à tona. Outras aliviam e fazem a gente se sentir bem. A diferença é que agora tudo é feito publicamente.

Por outro lado, na gloriosa vida real ninguém mostraria um álbum de fotos horríveis e tristes para os amigos, não é mesmo? Então por que faria isso num perfil público de imagens, com acesso liberado para o mundo inteiro? Cada um, a seu modo, escolhe, edita e compartilha ali somente o que faz bem. E, claro, também vamos seguir, curtir e compartilhar aquilo que, de algum modo, faz bem e enche os olhos. Mesmo que isso também possa nos fazer mal.

O que a ‘musa do instagram’ apagou deste causo todo não foi sua própria essência – que ela procure por isso, aliás. Mas alguém avisa por favor que pode demorar uma vida toda -, mas sim seu desejo de agradar um público que, ao mesmo tempo em que é ácido e mal educado, é pouco questionador. Ofensa é diferente de crítica que, por sua vez, é diferente de questionamento.

Qualquer perfil popular no Instagram é um fórum de salve-se quem puder, só que um pouco menos deep que a deep web. Tem propaganda de loja, jogo de hashtag e #sdv. Uns arranjam briga, fazem fofocas e xingam o dono da foto ao menor sinal de celulite ou unha sem fazer. Outros acreditam piamente que tudo aquilo é verdade, a ponto de engolir sacos de “farinha seca barriga” sem saber se aquilo é um veneno enlatado e se a foto é uma mentira que qualquer um fabricaria no Photoshop se fosse ser tão julgado assim. Vários outros, por fim, são incapazes de ler além da segunda linha – o que torna toda essa história da Essena uma grande perda de tempo. Aliás, se você chegou neste texto até aqui, parabéns. Você é a minoria.

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“o que eu comi hoje”: ver isso vai fazer você se sentir melhor com o que comeu?

Guardadas as devidas proporções, somos sim todos um pouco da musinha Essena. A primeira selfie nunca é a última selfie. A edição sempre vai estar lá. O melhor ângulo faz toda a diferença para postar uma imagem legal para a ‘galerinha do feice’. Um momento legal fica, sim, sem post porque o registro ficou horrível demais para o resto do mundo ver. E já achamos isso normal.

Por outro lado, somos também a galerinha que briga, faz propaganda e dá like nas fotos da moça – e de qualquer outra moça ou moço que possa aparecer. Somos essas pessoas porque escolhemos compactuar com uma mentira tão óbvia e ululante quanto um filtro preto e branco num mundo colorido, só porque é lindo e o lindo nos faz bem. Só porque é estiloso, moderno, orgânico, contemporâneo, ciclístico – insira seu adjetivo aqui.

Mas por que caímos nesse conto? Por que damos votos de popularidade para uma pessoa que revela ter ficado em jejum para poder ser digna do seu coraçãozinho? Eu digo: se idolatramos uma musa que não tem essência, sinal de que a nossa também não está em alta.

ps: faça-se um favor e distribua uma rodada de unfollows. Faz bem.

[VÍDEO] Quem tem ‘corpo de instagram’?

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Resposta: ninguém. No vídeo desta semana, comento algumas das principais modinhas loucas de corpo que já tomaram conta da rede de compartilhamento de fotos. Em cerca de dois anos, já rolou de um tudo por lá, desde desafio da cintura fina, até uma porrada de gente machucando a boca para tentar adotar o visual Kylie Jenner. 

Para provar que é simplesmente impossível estar na tendência corporal proposta pela hashtag sem noção da vez, coloco também na roda o último grito da seção popular: o “thigh brow”, que nada mais é que o risco formado pela dobra entre a coxa e o quadril. Tem gente até que chegou a comemorar esse padrão de beleza mais curvilíneo, mais acessível… Mas para quem?

Dá o play no vídeo e se inscreve no canal: 

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Khloe Kardashian e Kendall Jenner ostentando suas ‘thigh brows’ na sociedade: legal, SQN?