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10
Mar
2010
Promoção: ganhe convites para a peça “Gorda”, com Fabiana Karla!

Conhecida por seus papéis cômicos em “Zorra Total”, Fabiana Karla sobe aos palcos em São Paulo para dar voz a uma questão que vai muito além do humor puro e simples.
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Na comédia dramática “Gorda”, de Neil LaBute, a atriz vive Helena, uma mulher com 30kg além do seu peso ideal e que vive muito bem assim, apesar dos padrões estéticos impostos pela sociedade. Casada com Tony (Michel Bercovitch), ela está sempre de bem com a vida, enquanto ele, um executivo de sucesso, se esforça para superar as piadinhas sobre sua esposa no escritório e seu próprio preconceito velado.

Com direção de Daniel Veronese, “Gorda” estreia no Teatro Procópio Ferreira em São Paulo nesta sexta-feira (12) após uma bem-sucedida temporada no Rio de Janeiro, que inclusive rendeu a Michel Bercovictch uma indicação ao Prêmio Shell de Melhor Ator.

Eu já estou curiosíssima e estarei lá no sábado, dia seguinte à estreia, para conferir esse sucesso de perto! - e você pode estar também!

Comente neste post dizendo: “Gorda? Eu quero!” e concorra a um par de ingressos
para o espetáculo neste sábado (13)! O resultado do sorteio sai na sexta-feira pela manhã
e serão contemplados dois vencedores que deverão responder o contato até às 15h.

Para quem ficou afim de ir, fique ligado, pois sortearei mais um par de ingressos no Twitter durante a semana e todo mundo poderá concorrer por lá também, até sexta-feira de manhã! Siga-me (@loverox) e twitte a seguinte frase: “Eu quero o par de ingressos que a @loverox está sorteando – http://bit.ly/9fgm57 (Siga @loverox e RT pra concorrer)!”


*atenção: deixe um e-mail válido para que eu entre em contato rapidamente e só participe da promoção se você realmente puder comparecer ao teatro! Dê oportunidade a quem realmente está afim!
;)

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08
Mar
2010
Feliz dia internacional da mulher!


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E um feliz day after especial para Kathryn Bigelow, que fez história ontem à noite sendo a primeira mulher a ganhar um Oscar de melhor direção por “Guerra Ao Terror” em 82 anos de academia.

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05
Mar
2010
O tal “dedo podre”

Alguns dizem que isso é azar, outros que é coisa de mulher não muito favorecida geneticamente (ou muito bonita), os sexistas comentam que é o resultado de mulheres tão bem-sucedidas que oprimem os rapazes, já outros podem ser freudianos e falar que a moça tem complexo de édipo mal resolvido (antes que corrijam, a nomenclatura “complexo de Electra” caiu faz tempo, tá?) e assim a pobrezinha está condenada a repetir erros pelo resto da vida.

Do que estou falando? Do famoso “Dedo Podre”. Numa definição simples, trata-se da nomenclatura popular para o fenômeno de “moças bacaninhas” se darem mal em relacionamentos com “cafajestes”. Da primeira vez, pode até ser azar mesmo, poxa. Mas depois de ser corneada, chifrada, traída e moralmente abusada por quinhentas vezes e, portanto,  com mais de um companheiro, pode-se dizer que a tal moça em questão tem, de fato, o dedo podre.

Existem os famosos casos das cegas que não querem ver (leia-se: ingênuas) e também existe a versão “homem supimpa” com “mulher vadia”, sobre a qual não vou discorrer aqui, já que o caso das moças é realmente muito famoso e já que o padrão de repeteco de coisa ruim parece se explicar (ou não se explicar) pelos mesmos motivos, independentemente do sexo.

Li uma vez que nós seres humanos não gostamos do que não conhecemos, exatamente e simplesmente porque não conhecemos. Concordo. Quando iniciamos nossa vida amorosa, somos cordeirinhos felizes correndo pelo campo em busca de acasalamento e não, não sabemos nada deste mundo, vasto mundo. Aí um belo dia CRÉU! E quebram nosso coração.

Estava tudo tão bom, estava tudo tão bem! Por que? Snif, snif, snif. O remédio chamado tempo vem e passa, e lá adiante estamos nós de novo, correndo pelo campo com um sorrisinho um pouco menor, mas ok, correndo – e fugindo de levar mais outro CRÉU por trás.

Como não sabemos o que vem pela frente, damos chances à vida, mas não é incrível que nosso próprio coraçãozinho inteligentemente (burro!) escolha só aquilo que ele já conhece, por pior que seja, já  que realmente é  isso o que parece mais lhe apetecer? Pois sim.

No começo, tudo muito lindo, mãos dadas, toalhas quadriculadas e vermelhas em baixo de uma árvore e inciais de nomes talhadas num tronco. Dali um tempo… CRÉU! Burro, burro, burro! Por que de novo, hein? Por que comigo? ….

É, as patinhas podres são a mais pura expressão do medo. Surgem do medo de não ser feliz, continuam pelo medo de perder a felicidade que alcançamos e persistem a cada tombo que tomamos no caminho. Para mim, dedinhos podres não dependem de sexo, cor, idade ou grau de sucesso na vida profissional, seja no escritório, seja em Hollywood.

Talvez, patinhas podres sejam o mais puro sinal de evolução emocional um pouquinho torta, um pouco desviada do caminho da luz. Ao invés de aprender com os tropeços, o jovem cordeirinho corre do buraco que os provocou – e continua correndo, mesmo velhinho. O problema é que, aparentemente, depois do primeiro tropeço, nosso maior objetivo passa ser não sofrer de novo ao invés de ser feliz.

O tempo nem sempre é só um remédio. Às vezes o tempo nos obriga a olhar para trás e passar a confiar que sim, podemos ser felizes desta vez e, não, nem sempre tudo tem de começar do mesmo jeito para funcionar.

E, olha, tudo bem se você descobrir que é bom se arriscar aos 15, 20, 30, 40 ou 50 anos – e tudo bem  também se no meio do caminho você esquecer um pouquinho disso e fugir morrendo de medo. Tudo a seu tempo. Eu só torço para que todos nós entendamos isso – e hoje torço especialmente por Jeniffer Aniston.

Se uma quarentona incrível como ela consegue tomar mais outro belo tombo devidamente midiatizado (Brad Pitt, John Mayer e Gerard Butler) exatamente por um repeteco de azar (ou não!), todas nós podemos. Só esperamos que agora ela finalmente pare pra pensar de uma vez por todas no que anda fazendo – e escolhendo.

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(Nem que isso inclua uma sessão semanal de divã para descobrir que, é, realmente você tem um complexo xis de infância mal resolvido na sua fase oral e, portanto, seus relacionamentos…)

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18
Feb
2010
E o que os homens querem, hein?

Mais rápido do que nunca, chegou a resposta para o questionamento que lancei neste post

Todo homem adora falar que revista feminina é babaquice e, ok, em partes temos mais é que concordar com eles,  já que matérias sobre “inovar o relacionamento”, “conquistar um homem” e “apimentar o casamento” costumam ser um maremoto de clichês e sem gracisse.  Agora como uma revista feminina seria se os redatores fossem homens?

Essas chamadas de capa deixam tudo beeem claro e respondem com bom humor (ou com verdade ácida) o que os homens procuram:

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“A posição sexual que vai colocar uma aliança no seu dedo”
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“O suficiente nunca é o suficiente quando se trata de sexo”
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09
Feb
2010
O que as mulheres querem, no que elas pensam, do que elas gostam.

Imagine uma compilação de opiniões femininas sobre relacionamentos? Um estudo sem nenhum propósito científico, feito para que simplesmente os homens finalmente entendessem o que as mulheres pensam – e usassem isso a seu favor? Pois taí:

mulherada responde como gostaria de ser chamada para sair pela primeira vez no Lady Data

Ok, não se trata de um suuuper estudo e talvez o propósito “pegação” da história toda tenha deixado a pesquisa um pouquinho informal e um tanto quanto restrita, mas o “Lady Data” é um seção de pesquisa do portal do rum porto-riquenho Don Q que até pode ser útil.

No site você encontra uma compilação de respostas femininas a questões que os homens sempre quiseram saber, nunca tiveram vergonha de perguntar, mas também nunca chegaram à conclusão alguma. E, ao meu ver, a iniciativa é excelente, principalmente em tempos de emancipação feminina e de homens que parecem ter esquecido como trilhar o caminho em busca do ouro e da diversão.

Lá são conduzidas diversas pesquisas de opinião sobre a perspectiva feminina para assuntos como  mercado de trabalho, estilo, vida noturna e amor e sexo.  150 mulheres de diferentes perfis  são convidadas a responder ao seu agrado e e eventualmente deixar comentários, que aparecem com sua fotinho ao lado.

Depois, os homens curiosos que quiserem saber, por exemplo, “como convidá-la para um encontro?”, podem dar uma busca avançada nesta pesquisa especificamente e filtrar as respostas das meninas por idade, estado civil, localização e até grau de formação. Tipo, “quero saber o que uma loira universitária da Califórnia com idade entre 18 e 24 anos vai achar se eu chamá-la para sair pelo Facebook”.

Depois dessa, pelo menos os americanos não podem mais dizer que “não entendem” as mulheres! Enquanto nenhuma marca de cerveja brasileira copia a ideia, os brasileiros podem bem se basear pelas pesquisas do DonQ e por essa compilação feita pela revista Valet. Como o próprio Don Q diz, “use it wisely”. ;)

E para as meninas que querem agradar sem o menor risco de erro:  gloss da Heineken!


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Parece brincadeira, mas não é! A Heineken fez sim um gloss de cerveja e está à venda no site deles.

Mas, olha, bem que poderia existir uma pesquisa com homens também, não? Garanto que alguns parecem sofrer de TPM tanto quanto as mulheres…

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29
Jan
2010
Será que as mulheres são tão taradas quanto os homens?

A discussão é velha: homens e mulheres são iguais? E se forem, até que ponto?

Eu não acho que sejamos realmente iguais, pelo contrário! Somos diferentes, ainda bem! O que importa mesmo é sermos tratados como iguais. Mas, ok, deixando o papo sexista pra lá, imaginem que um homem e uma mulher comecem uma discussão sobre qual dos sexos é mais safado.

Certo. Daí imaginem que a mulher diga: “Nós somos absolutamente tão taradas quanto vocês!” e o homem desse um jeito de provar por a+b e em vídeo que não, não somos? Pois tá aí. O vídeo é cheio de sacadinhas *intrigantes* com situações clichê que você já viveu, já viu ou pelo menos ouviu falar.

O vídeo não é 18+, mas eu não assistiria no trabalho nem com uma criança do lado…

Genial, né? Eu morri de rir! Meu namorado nem tanto. Por que será, hein? Homens… 8)

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