Os toys mais legais do momento

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Viajar e não trazer nem um “funkozinho” na mala é um crime contra o mundo das bugigangas colecionáveis! kkk Sou muito fã dos toyzinhos simpáticos e já tenho alguns na minha coleção, de “Game of Thrones” a “Bob Esponja”. O dólar pode ir e voltar (já pode ir voltando, aliás), mas continua sendo um bom negócio comprar por US$9-10 doletas um brinquedinho xuxu que chega aqui em São Paulo custando cinco vezes mais caro.

Por isso mesmo, já abra a wishilist para acrescentar os novíssimos ~funkos~ em versão mini! Eles se chamam Dorbz e tem mais ou menos 7,5 cm de altura. A primeira coleção é focada nos heróis de “Guardiões da Galáxia” e o preço é o mesmo, US$9 cada.

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Dá pra comprar essas gracinhas online no Entertainment Earth, mesmo site que vende muitas bugigangas fantásticas e também várias versões do Groot dançarino do final de “Guardiões”.

Alguns são para colecionadores profissionais e custam mais caro, mas ainda dá pra ficar na média aceitável e encontrar um dançarino na faixa dos US$20. Este Baby Groot aqui funciona assim:

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Minhas 5 favoritas do Oscar 2015

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Antes mesmo da noite do último domingo, a Academia já estava respondendo a avalanche de críticas: o Oscar 2015 prometia ser a celebração do homem branco na 7ª arte, mesmo com “Selma” para botar na mesa a questão dos negros com a luta de Marthin Luther King Jr. pelos direitos civis. Mas o que se viu, pelo contrário, foi um show de “yes we can”.

Os artistas resolveram falar do que importa e um pouco menos de suas vidas pessoais. O palco foi palanque para falar da falta de igualdade salarial para mulheres, para falar dos imigrantes e para dar luz à doenças e situações dolorosas, como o Alzheimer e a depressão ou suicídio.

TRAZ A PIZZA!

Por outro lado, se o show de causas nos surpreendeu, o mesmo não se pode dizer do marasmo do tapete vermelho. Não me senti muito emocionada por nenhum dos looks e entrei com gosto nos memes da noite. As escolhas esquisitíssimas de vários artistas  mereceu a zoeira, afinal é essa a forma da internet responder à altura para quem caprichou bem mais no Globo de Ouro. kkk

Ok, Meryl, vamos agora ao que se dispõe o texto: os 5 favoritos da premiação.

LIBERA ESSA MIXARIA!

melhor pretinho básico

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A absurda Margot Robbie, de “O Lobo de Wall Street”, usou o preto com drama, classe e de um jeito fatal como só as loiras de batom vermelho podem fazer. Não teve nenhum outro preto capaz de vencer esse conjunto surreal.

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melhor debutante

Embora essa tendência “debutante” esteja crescendo cada vez mais, ainda não fui convencida. Não sou fã de princesismo salvo raríssimas exceções (tipo, noivas ou princesas de fato). E Chloe Moretz. A atriz de apenas 18 anos tinha total permissão para usar um longo bufante com bolsos, algo fantástico quando se tem essa idade.

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Ela mesma adorou tanto o modelo da Miu Miu que não tirou a mão do bolso e ficou sem mostrar os dedos quase a noite toda. Tá perdoada, eu faria o mesmo porque não teria tido tempo de ir à manicure e/ou teria lascado a unha na correria do fucking Oscar.

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Em busca dos domingos chuvosos

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Scarlett Johansson, “Lost In Translation”

Domingos, sábados ou feriados, mas para ficar perfeito, eles tem de ser chuvosos. Eu não gosto de chuva, pra falar bem a verdade, odeio. Uma chuva é capaz de destruir meu dia, mesmo que eu não me ensope nela. Só que é fato que se eu ganhar um beijo embaixo dela até molhar as meias, vou ganhar o dia. Vai entender.

Dias chuvosos são aqueles dias de filme, em que você se imagina com um short de algodão, uma blusa de malha folgada, bonita e confortável. Trança no cabelo e um chá quentinho na caneca. Um bom livro, uma rede, uma poltrona, um sofá e pensar na vida. Ou então uma folha de canson A3, um ipod recheado e muitos lápis para desenhar, porque em domingos chuvosos todo mundo desenha bem.

Também é dia de comer bolinhos de chuva, de comer pipoca em baixo do edredom, de ficar acordada, acompanhada, sem sair da cama e estar muito feliz por isso. É dia de dar uma olhada em fotos antigas, naquela caixa do guarda-roupa e quem sabe aproveitar pra fazer uma faxina rápida nas gavetas.

Dá pra pegar uma reprise do programa favorito, ver uma pancada de DVDs, assar um bolo que demore horas para ficar pronto, fazer uma sopa deliciosa e nada light ou pedir sushi pelo telefone, porque está chovendo, é claro. É um bom dia pra cuidar da sua hortinha caseira, ou de começar uma. Ou de plantar um pézinho de feijão com o seu melhor amigo menor de dez anos.

Os dias sagrados e chuvosos são quase como feriados, mas que infelizmente terminam em segunda-feira, porque tudo que é bom dura pouco, e o que é muito bom, menos ainda.

Domingos chuvosos, na verdade, podem cair até em dias úteis. Só sei que preciso encontrar os domingos chuvosos nos dias ensolarados mais vezes. Quero essa calmaria de ficar quieta fazendo tudo ou nada, esse primetime. Essa paz.  Tô querendo.

(E se aqui fosse frio o suficiente e só chovesse congelado, eu também faria anjinhos na neve.)

Definitivamente, ele não está afim de você.

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Porque este era o melhor título para falar deste livro que virou filme, duplamente comentado aqui!

Primeiro, eu achei estranha essa coisa de transformar um livro de “auto-ajuda-divertido” em ficção. Eu fingi estar empolgada com o elenco e, ok, de fato eu estava, mas fiquei com medo. Afinal, o livro fala sobre diversos conselhos para você ver o quanto, na real, aquele cara está tirando com a sua cara.  Foi aí que eu li que eles enfiavam todos esses conselhos na boca de um personagem que, por sua vez, faz parte de uma historinha meio quadrilha: “João que amava Maria que…”.

Resultado? Pulga atrás da orelha. Eu imaginei que eles esqueceriam de algum conselho essencial, ou que esse personagem seria um profeta bonitão arrastando mulheres pelas ruas, fazendo pregações e gerando o milagre da libertação dos homens bundões. Na verdade, não foi bem isso que aconteceu…
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Justin Long vive o “profeta” Alex e Giniffer Goodwin é a solteirona Gigi

.O filme gira em torno de três amigas que compartilham dramas de relacionamentos (isso te lembra alguma coisa? cof-cof). Uma é solteirona, outra é recém-casada e está em crise e a última simplesmente não consegue oficializar os laços com o namorado, com quem já mora junto. Nas beiradas da história, estão o personagem-profeta, que conhece a solteirona e resolve virar seu Buda pessoal depois de vê-la ser enganada por seu melhor amigo.

O curioso é que, enquanto dá um fora na solteirona, esse “melhor amigo” está louco de amores por outra, que na verdade acaba tendo um caso com o marido da amiga da solteirona. Falando assim fica confuso, principalmente porque ainda temos a personagem de Drew Barrymore, que é pequenininha, mas faz a história fluir.

O melhor momento do filme, na verdade, é dela! A safadinha pegou a melhor fala do longa inteiro! Vou contar: depois de começar um relacionamento confuso virtual, em que eles conversam por myspace, facebook, sms, e-mail e etc., ela solta a seguinte pérola: “I had this guy leave me a voicemail at work, so I called him at home, and then he emailed me to my BlackBerry, and so I texted to his cell, and now you just have to go around checking all these different portals just to get rejected by seven different technologies.”

Traduzindo rapidamente: “Tem esse cara que me deixou um recado de voz no trabalho, então eu liguei pra casa dele, daí ele mandou um e-mail para o meu Blackberry e eu mandei um sms para ele. E agora você tem que sair checando mensagens em todos esses portais diferentes, só pra levar um fora em sete tecnologias diferentes!“.
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Drew Barrymore e seus amigos super interessados no rolo com o bofe da internet

Sensacional, não? Já passaram por isso? 8)
Achei que, nessa hora, o roteiro ganhou do livro. Afinal, quem disse que nós só esperamos ligações hoje em dia? Uma ligação, aliás, é o que a gente menos espera, se você for ver. Hoje um scrap fofo vale. Um sms. Um e-mailzinho. Adicionar no msn. Ou melhor, até uma direct no twitter é melhor que nada!

Enfim, eu acho a Drew uma excelente atriz e temos de ficar felizes que ela finalmente abandonou a fórmula de maluquinha usada em Como se fosse a primeira vez (2004) e repetida em Letra e Música (2007). Gosto muito dos dois filmes, mas a semelhança destas personagens dela é gritante – e, ainda bem, ela foi menos preguiçosa em Ele não está tão afim de você.

Voltado ao filme. Ao longo da história, é óbvio que algumas liçõezinhas do Greg se perdem, mas o essencial está de fato ali, como a máxima do livro “se ele não te liga, ele não está afim”, e outras, como: “se ele te quer, ele fará acontecer” ou “se ele não quer sexo…” – enfim, acho que vocês são capazes de completar essa frase, certo?

O filme tem um quêzinho de Sex And The City (2008) e de Como perder um homem em dez dias (2003), já que as três personagens centrais trabalham juntas, e também porque o filme adocica e suaviza toda a verdade cruel que o livro traz de bandeja para as mocinhas feitas de besta, aí pela vida.
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Gigi com as amigas: Jeniffer Aniston, a noiva eterna, e Jeniffer Conelly, a casada em crise

No livro, Greg diz que inventar desculpas para um cara não te ligar, tipo: “o cachorro dele teve diarréia no hall do prédio e ele passou a noite limpando tudo” é um grande erro. E é mais errado ainda se você pensar que “bem, o grande amor da vida da minha prima de segundo grau de fato passou uma noite limpando cocô do cachorro e hoje eles estão juntos e felizes”. Ou seja? A regra é a regra: não fique sentada na cadeira pensando que você é uma grande exceção. Todos nós sabemos que você é ótima, mas isso não faz de você uma exceção. Ou seja? Desculpas = “ele não está afim de você”.

Aí, no filme, no filme doce, suave, que até deu dicas boas e aproveitou dúvidas do próprio livro, adivinhem o que acontece? A principal história não passa de uma boa, bela, velha e estapafúrdia exceção!

Se o longa não tivesse roubado o título do livro, não teria problemas. Eu nem ia me importar. Seria mais uma comédia romântica fofa. Eu nem ia me tocar dessa história de exceção. Vejam bem: tem Ben Affleck, tem a Jeniffer Aniston e a Conelly sendo ótimas, tem cenas picantes com Scarlett Johansson (e ela realmente está *bem* nelas!), mas… poxa! Por que raios cagar a premissa do livro na história central?
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Isso eu não digo apenas como alguém que curtiu o livro, mas como alguém que sabe o trabalho que dá adaptar um texto para as telonas. Não tinha sentido mandar a base do livro para o espaço, sabem? Vou confessar que eu saí do cinema pensativa e sentimentalzinha (shame on me), mas eu, como discípula de Greg Berehndt, achei esse filme uma heresia à bíblia best-seller…

QUEIMA!

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ps: só reforçando: se você não leu o livro e curte uma boa comédia romântica, vá assistir! Inclusive os meninos, vão! Vão pelas cenas hot com a Scalett! Porém, quem leu o livro, vai entender essa minha revoltinha final. 8)

Ele simplesmente não está afim de você – O filme

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Lembram-se do livro que eu comentei aqui ano passado e que, basicamente, mudou absurdamente meu jeito de pensar? Pois é, ele virou filme! (Se você não sabe do que eu estou falando, veja o post aqui!)

“He’s just not that into you” ou “Ele simplesmente não está a fim de você” é o título do best-seller bem-humorado sobre relacionamentos escrito por dois ex-roteiristas de Sex And The City, Greg Behrendt e Liz Tuccillo. O livro de auto-ajuda traz diversos conselhos divertidos para mulheres sensacionais, tipo você e eu, que muitas vezes acabam se diminuindo ou inventando desculpas para aceitar comportamentos inaceitáveis daquele loser que não te merece rapaz que por algum motivo roubou nossa atenção. Apesar da obra não ser ficcional, sua versão no cinema acabou virando uma boa e velha comédia romântica!

O roteiro segue a linha “João amava Teresa que amava Raimundo, que amava Maria que amava Joaquim…” e traz a história de diversas mulheres super incríveis que, por algum motivo, sempre têm problemas para encontrar um cara legal. No filme, veremos na prática todas as teorias defendidas por Greg no livro, como por exemplo, a mais clássica de todas: se ele não te liga, ele simplesmente não está afim de você. Assim, se você duvidava de que algo daquilo fosse possível (ou achou tudo um exagero!), vai pelo menos poder dar uma espiadinha em situações mais reais. E dar muita risada, claro!

Nas telonas brasileiras, o filme chegará com o título um pouquinho diferente: Ele não está tão a fim de você. Eu não vi muito sentido na mudança e achei uma bobeira, até porque o livro ficou bastante conhecido por aqui, já que ele foi bem divulgado na mídia e citado em diversas revistas femininas. Mas… Isso não importa! O que importa mesmo é que o filme deve ser divertidíssimo, já que alcançou a liderança das bilheterias norte-americanas logo em seu final de semana de estréia, no começo de fevereiro!

No elenco estão Jennifer Aniston (como não?!), Scarlett Johansson, Jennifer Conelly, Ben Affleck e Drew Barrymore, que também assumiu a produção do filme. Eu, como sou uma fã irremediável de comédias românticas, obviamente já iria ao cinema de qualquer jeito, mas já que o filme se inspirou num livro que amei, estarei com a minha pipoca a postos em plena estréia, dia 20 de março!

Ainda não se convenceu? Veja o trailer!

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Barrymore e Conelly juntas serão um arraso! Tô louca pra ver essa cena da secretária eletrônica inteira. Peguete safado, esse aí! 8)

“Ménage en Barcelona”

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Vicky Cristina Barcelona
, de Woody Allen, com certeza foi o filme mais aguardado do ano para mim. Desde as primeiras exibições em festivais (leia-se, 2007) que eu estou vibrando ansiosa pela estréia aqui no Brasil. E, ok, confesso, eu já sabia que ia gostar. Só fui ao cinema para ter certeza.

O título é bastante auto-explicativo: em algum momento, um ménage em Barcelona. Não que os mais libertinos possam comemorar, afinal, um sexo a três não é mostrado em momento algum, porém o relacionamento tripartido acontece, sim. Durante um verão.

Em Vicky Cristina Barcelona (assim mesmo, sem vírgulas), duas amigas norte-americanas viajam para a Espanha em busca de sexo ardente e bodylanguage diversão e do bom e velho turismo. Vicky, interpretada por Rebecca Hall, está noiva e aproveita a viagem para analisar os costumes e a arquitetura local, já que está fazendo mestrado sobre a cultura catalã e, assim que voltar ao país, irá se casar.

Enquanto isso, Cristina, vivida pela musa do diretor, Scarlett Johansson, só quer relaxar e buscar inspiração para se expressar artisticamente, seja como for. Mais uma vez ela dá vida às artistas frustradas que brotam da mente de Allen, mas esta é mais doce e menos mesquinha do que Nola Rice, sua personagem em Matchpoint (2005).

Elas se hospedam em Barcelona na casa de uma conhecida e começam a freqüentar festas e vernissages da “alta” da cidade. Numa destas, ouvem uma fofoca sobre Juan Antônio, pintor que teria batido na esposa, seria conturbado e violento, etc. Nada disso. Juan é ninguém menos que Javier Bardém e ele não passa de um pintor extremamente criativo com uma bela ex-mulher de personalidade forte, Penélope Cruz. O problema é que ela não é apenas uma ex, mas sim um fantasma bem vivo.

O relacionamento entre as amigas e ele incia-se de uma forma um tanto latina e caliente e esfria para depois esquentar e não parar mais, dando apenas pausas para momentos de ternura-turística. Isso tudo até que a ex-mulher aparece, linda, imaculada e quase morta, de fato.

Quanto à Rebeca Hall, eu passo. Achei sem sal (ela e a personagem, Vicky). Ela traz um drama absolutamente pertinente: a da mulher correta e metódica, que encontrou o “homem certo” e está prestes a se casar, mas que, de repente, tchibum! Um balde de água fria em todos os seus planos. Sabe aquela típica história de noivas que a gente ouve na manicure e pensa “Gente, imagina?!” ? Pois é, é a história da pequena Vicky, só que não envolve despedida de solteiro.

O drama de Cristina já é bem outro: ela sabe o que não quer e acredita que isso é o suficiente. Seu maior problema é querer se expressar, mas artisticamente, de preferência. O problema é ela não tem a menor fé no próprio talento, o que faz sua admiração por Juan Antônio ser ainda maior, afinal, ele é um artista. E vive disso.

A química de Scarlett com Javier é absurda. Ele sujo, rústico, e ela uma princesinha loira e jovem-que-tem-muito-o-que-aprender. Uma mistura que, aliás, me lembrou muito Clive Owen e Natalie Portman em Closer (2004), mas essa é outra história. A questão final é que Johansson nem está absurdamente sexy no filme, ela está linda e isso basta. Woody Allen deixou Penélope Cruz à cargo da sensualidade.

Que delícia vê-la atuando! Brigando em espanhol, xingando de hijos de puta todas as gerações de seres vivos e, em seguida, acrescentando em inglês para a pequena Cristina, que não fala espanhol: “I’m sorry, I’m nervous today. I had a bad dream.” Assim, calmíssima. É. Devemos a Woody Allen uma Penélope ainda melhor que em Volver (2006), de Pedro Almodóvar.

Com verdadeiras pinturas na tela, Woody Allen conseguiu mostrar um choque de culturas possível ainda hoje, em tempos de globalização and all that shit. Um choque absolutamente poético (e caliente), visto pelos olhos americanos-english-speaking – o que é ótimo: ele não se atreveu a dar o ponto de vista espanhol.

Para completar essa misturinha goxtosa, cenas como as de Scarlett fotografando Penélope são puro deleite. Para as moças, Javier Bardém sujo de tinta até os cabelos e de óculos de aro grosso já é mais do que suficiente: vale o filme. Tá, não só o Javier Bardém sujo de tinta vale: Penélope vale. Ela merece uma justa indicação ao Oscar/Globo de ouro/whatever de atriz coadjuvante.

Todo o longa é conduzido por um narrador que insiste em completar perspectivas das personagens. No começo, achei bastante interessante, principalmente ao descrever a forma de amar de ambas as mocinhas – que pode ou não mudar depois desta viagem muito mais que turística. Porém, já no final, eu quis mandar o narrador calar a boca para prestar atenção na trilha sonora, que é belíssima, e para, enfim, tirar minhas conclusões, sem ninguém pra conduzí-las.

…. Antes que me perguntem: sim, Penélope e Scarlett se beijam. E não, não achei grande coisa. Woody Allen pesou no erotismo do mise-en-scène, do clima da cena, mas não nas atrizes. Portanto, posso dizer que já vi beijos “do gênero” melhores no cinema. Esperava mais.

ps: sim, eu fui ao cinema só para confirmar que iria gostar e, de fato, confirmei. É a típica história simples que me atrai, que pode acontecer com qualquer um. Num verão espanhol. 8)