Tag: homens


à noite, todos os likes são suspeitos

Enquanto Mark Zuckerberg assume o status de casado, sua maior criação aparece em um terço de todos os processos de divórcio dos Estados Unidos, segundo artigo do Wall Street Journal. Apesar de muitos destes processos considerarem também informações trocadas por e-mail ou em outras redes sociais, 60% falam única e simplesmente dele, do Facebook.

Com os números em mãos, alguns advogados chegaram ao ponto de achar que esta rede social causa mais tentação que as outras (!), o que é uma acusação um tanto quanto injusta, já que cada um escolhe o uso que vai fazer de uma ferramenta. Por isso mesmo, nada como refletir sobre algumas atitudes simples para evitar situações constrangedoras ou mal entendidos evolvendo o namorado (a).

Sabe aquela mensagem do amigo que te chama de gata pingando no meio da noite? Ou o chat daquela colega de trabalho dele que é suuuper simpática e costuma chamá-lo de xuxu? São casos típicos de mal entendido: talvez ninguém tenha culpa no cartório, mas dá um belo pano pra manga.
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5 maneiras de evitar ciumeira de Facebook:

- Dê uma maneirada no like: pode parecer normal e inocente curtir a foto do colega de trabalho de sungão nas férias, mas vai saber o que o namorado vai achar se stalkear e descobrir que você andou curtindo outras coisas antes? O mesmo para eles. Melhor não “cutir muito” aquela amiga que adora encher o perfil de fotos de instagram com um biquinho diferente para cada filtro. Esse tipo de coisa é tão banal que simplesmente não há motivo para não evitar. O amigo (a) das fotos poser não vai sentir falta do seu like (alguém sempre curte esse tipo de foto, senão elas não seriam postadas), mas o seu relacionamento agradece.

- Seja o dono do seu conteúdo: o comentário desagradou você ou à outra pessoa? Faça um favor e simplesmente apague, você é o dono do seu mural, dos seus comentários, do seu perfil ou seja lá o que for. Não existe a menor necessidade de ter aquela famosa conversa que começa com “não sei porque fulano escreveu tal coisa, nunca dei essa liberdade toda” e pode terminar com um “então corte relações com ele, já que não faz diferença”. Simplesmente apague o que quer que seja e caso o seu colega pergunte onde foi parar o comentário, sempre há a possibilidade de culpar a tecnologia: “puxa, sumiu! Será que eu apaguei sem querer? Será que deu pau?” e emende um “será que vai chover”. Jamais cite o nome do parceiro para justificar a queima de arquivo, é deselegante. Fim de caso.

- Na dúvida, apague: novamente, você pode até não ter culpa (aliás, estamos falando de casos quando não se tem culpa aqui), mas coloque-se no lugar do parceiro (a) e releia as mensagens “inbox” que você anda trocando. Se existe o risco de gerar mais de uma interpretação, evite a fadiga. Provavelmente a interpretação considerada será sempre a pior possível.

- Conte sobre os grupos fechados: existe ainda vida privativa no Facebook fora das mensagens, são os tais grupos fechados. Alguns participam de grupos de discussão profissional, outros do cursinho de inglês, outros papeiam com os amigos mais chegados e há também quem troque pornografia numa panelinha restrita – risos! A questão é que não falar sobre esses grupos pode parecer inofensivo, mas visto que todos estão no Facebook, simplesmente não citar que você troca informações no tal grupo pode se tornar uma omissão perigosa ao lidar com estas pessoas ao vivo ao mesmo tempo em que seu parceiro (a) estiver por perto.

- Livre-se dos planos Bs: muitos homens e mulheres gostam sempre de deixar alguns outros comes e bebes na reserva caso o titular falhe. Com tanta tecnologia à disposição, para que telefonar ou alimentar o desejo alheio pessoalmente, não é mesmo? Facebook serve pra isso. Ou melhor, servia. Corte esse tipo de papo que é inofensivo somente até a página dois. Se você precisa de uma corja de puxa-sacos de plantão para te amar caso algo dê errado, é porque realmente sua fé no relacionamento não está grande coisa. Melhor mudar o status para solteiro do que viver uma mentira.

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E agora, o mais importante: não enlouqueça! Todas essas questões são para reflexão e para evitar briguinhas bestas, mas o melhor é não deixar o Facebook, o Twitter ou meros SMSs se tornarem tão importantes assim no relacionamento. Quando isso vira objeto de discussão ou de insegurança constante, é que mais coisas estão erradas.

Postado por loverox

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E ela também não é (sempre) assim.

No final da tarde de sexta foram divulgadas fotos de Carolina Dieckmann em momentos íntimos e aí foi decretado o final de semana. O assunto roubou a atenção dos sites brasileiros e logo veio a overdose de comentários sobre como as imagens teriam vazado, sobre quem teria vazado, sobre como se proteger de crimes do gênero e por aí vai.

O assunto foi parar nos trending topics mundial e, entre um twit e outro, o “como ou não como” foi tomando outro rumo: o da crítica. Mulheres comentando peitinhos, escolha da lingerie, o fato da moça estar com pouca maquiagem e, enfim, seus pêlos. Tá certo que especialmente nós mulheres adoramos ver os defeitinhos no corpo das famosas – tipo “fulana está gorda, está magra, está obesa, está anoréxica” -, mas quando vejo mulheres e HOMENS reclamando sobre a depilação alheia, me pergunto se todo mundo olhou para dentro da própria roupa íntima antes de postar.

Se deixarmos de fora o constrangimento da famosa, o esperado para essas fotos eram comentários positivos de “que gostosa” ou “que gata!” (até porque, sim, tá gostosa, tá gata), mas a reação mostrou mesmo o quanto é perfeccionista o ideal de beleza almejado pelas mulheres e quanto estão faltando mulheres reais na vida dos homens. Sim, mulheres reais. Não mulheres da pornografia, das revistas ou profissionais no assunto.

É claro que todo mundo pode e deve querer o parceiro sempre “nos trinques”, mas já faz algum tempo que observamos comentários negativos do gênero vindo da boca deles quando alguma famosa mostra além da conta. Então me pergunto: onde fica o lado da mulher nessa história toda? O da verdadeira girl next door, que trabalha, pega ônibus, é insegura, tá solteira ou tá querendo acender a relação? Ela tem que atender todas as expectativas? Atender o que dá? Queimar os sutiãs e mandar todo mundo à merda…? Bem, sei que é simplesmente impossível viver em função de ideais, sejam eles os nossos ou os de alguém.

Nem todo mundo tem tempo ou dinheiro para lidar com um cabelo, 20 unhas, duas sobrancelhas e todas as depilações que existem para o corpo feminino, mas todo mundo tem uma calcinha velha na gaveta e todo mundo ainda tem a possibilidade de escolher com que tipo de idiota vai conviver. É uma questão de colocar prioridades.

Seria até engraçado, se não fosse trágico, o quanto as mulheres podem ser infelizes. Infelizes com as expectativas que criam para si mesmas e infelizes com a possibilidade de só encontrarem pessoas do sexo masculino que reclamem de pêlos e de mamilos com variações de cor além do rosa.

Digo pessoas do sexo masculino porque na minha terra isso realmente não é coisa de homem. Muito menos dos que dizem curtir mulher.

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Postado por loverox

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Lembram do longo papo que tive com um dos organizadores do Nakeit no final do ano passado? Pois então, venho dar novas notícias, já que  o site estreou hoje!

A primeira modelo a posar no projeto de “nudez colaborativa” será (a já conhecida) Pietra Príncipe. Achei que ia ser uma menina mais  ”gente como a gente”, conforme o que entendi da proposta do site, mas acho que vai ser legal, vai gerar publicidade espontânea e aí o projeto fica mais conhecido para que pessoas comuns se candidatem.


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O que achei mais legal foi a solução dada pelos organizadores para sanar aquele problema de “paguei para ver as fotos e depois todo mundo viu de graça quando alguém botou no 4shared”. Quem paga cotas mais altas, recebe benefícios exclusivos. O mais engraçado é: quem pagar uma cota “majoritária” de R$8 mil pelo ensaio recebe a visita da própria modelo em casa para entregar as fotos, pôster, revista, calcinha…

Dá uma olhada nos “benefícios” do investimento:


Agora é ver se vai pegar, já que o Nake It vai arrecadar a grana nos próximos 60 dias e vamos ver as fotos da Pietra quando (e se) for atingido o valor de R$300 mil. Por enquanto, a plataforma só tem um espaço de contato pra quem quiser ser modelo se candidatar, e para quem quiser ser fotógrafo também. Se você sempre quis trabalhar com gente bonita e pelada, aproveita a chance!

Quero ver os próximos capítulos! Quero ver as amigas posando nuas! Quero ver os amigos indicando as amigas! :B

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Postado por loverox

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Não falo sobre BBB e vou continuar não falando, mas os acontecimentos dos últimos dois dias no programa ganharam proporção maior que o reality show e vale uma conversa além do caso. 

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Com poucas explicações oficiais, mas com muito alarde da imprensa especializada, Daniel foi expulso do “Big Brother Brasil” na tarde desta segunda-feira. Segundo declaração de Pedro Bial no programa ao vivo, a produção “analisou as imagens do ocorrido durante a festa” e “considerou seu comportamento inadequado, infringindo as normas do programa”. Fim de papo e o reality continua. Quem não tem pay per view ou não lê notícias online, não entendeu nada.

Após muita pressão dos internautas e de uma denúncia enviada ao Ministério Público, a polícia foi investigar pessoalmente o suposto caso de abuso dentro do confinamento. Após beber demais em uma festa, a participante Monique parece receber “carinhos” sem seu consentimento, apagada de tanto álcool.

Apesar da situação ter sido exibida ao vivo no PPV na madrugada de domingo, o assunto foi atenuado e novamente reduzido no comunicado oficial. Os motivos da falta de explicação para o caso podem ter sido vários, desde não perder anunciantes até não admitir que cometeram o erro grave de suprimir um suposto abuso ou mesmo estupro (caso seja comprovado). Pode ter sido também uma medida anti-linchamento antes da polícia dar seu veredicto, ou mesmo uma forma de preservar a garota de um rótulo. E, se os motivos forem estes dois últimos, acho louvável.

O caso é que em quase todas as vezes que a violência contra a mulher vem à tona, os comentários machistas (sempre eles!) surgem. Em sua lamentável escolha por ignorar o assunto primeiramente, o “Big Brother” deixou de tocar num tema importante, da real life inclusive.

Enquanto muitas mulheres fazem questão de dizer “se ela bebeu, ela estava pedindo” e outros rapazes de dizer “ela que provocou”, só as garotas que já beberam um pouco além da conta sabem o que é ser assediada numa festinha qualquer.

Aposto que toda mulher na casa dos 20 já passou por uma situação do gênero, ou conhece alguém que já. É a velha história da garota que passou do ponto na birita, se encostou no cantinho da festa e acordou com marmanjos tentando se aproveitar de alguma forma da situação. Eu já passei por isso. Minhas amigas já passaram por isso. Alguns casos vão muito além disso, mas infelizmente a maioria de nós não tem sua vida televisionada e fã clubes prontos para nos defender. Fica a sensação de impotência para a garota e muitas vezes nenhuma sombra de peso na consciência para o cara.

Vão levar alguns anos para as mulheres pararem de se auto-criticar e de ensinarem seus filhos e filhas de forma machista, mas é preciso repetir à exaustão que se a mulher está de vestidinho, ela não está provocando. Se ela dança sensualmente, ela não está querendo. E que se ela bebeu, não estava “pedindo”. Ela não estava esperando por nada, principalmente se ela não estava em condições de decidir.

Mulher anda com a roupa que quiser,bebe o quanto quiser – e se quiser – e cai onde quiser. Isso não dá direito de sua intimidade ser violada e muito menos de sua integridade ser questionada por ninguém. ”Estar com tesão”, aliás, também não obriga mulher nenhuma a transar com ninguém, mesmo que a pessoa em questão seja alguém já conhecido, um ficante, um amigo ou mesmo o marido. O corpo de cada um é o templo de cada um.

Aproveitar-se da situação vulnerável de alguém para fazer o que quer que seja é no mínimo um abuso. Mesmo que não se tenha chegado às vias de fato, fazer qualquer coisa usando o corpo de alguém sem seu consentimento é contra as regras do jogo – de qualquer jogo.

(Para quem gosta de discutir o tema, recomendo a leitura deste post do “Escreva Lola Escreva”, que diz, entre outras coisas, que muitas vezes ser mulher significa ter de “ser legal com todo babaca, porque esse babaca qualquer pode ser aquele que vai te machucar”)

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Postado por loverox

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E para tirar a camisetinha, quanto morre?

Todo mundo já ouviu falar em crowdfunding, certo? É uma espécie de vaquinha moderna que ajuda a fazer as coisas acontecerem contando com a grana dos interessados no assunto, sem precisar de grandes investidores pagando a conta. Agora há um projeto brasileiro prestes a ser lançado no dia 9 de janeiro para arrecadar dinheiro e tirar a roupa de anônimos e quase famosos, o “Nake It”, que já vai começar com fotos de uma webceleb ao estilo “Playboy”.

Para quem não sabe/não entendeu como funciona, um parênteses: o crowdfunding se popularizou com fãs se unindo e resolvendo pagar um pouquinho cada um para poder realizar shows das bandas que amavam, mas que nunca marcavam shows na cidade, por exemplo. Aqui no Brasil, a coisa ficou famosa recentemente quando fãs de Foo Fighters tentaram trazer a banda fazendo uma movimentação no facebook. Cada um paga um pouquinho, se der certo, mais ingressos são colocados à venda para fechar a conta. Se não der certo, todo mundo recebe seu dinheiro de volta.

Dito isto, o “Nake It” promete unir pessoas com um desejo em comum de ver a vizinha do prédio ou o colega do curso de inglês sem roupa, basta apenas que um certo número de pessoas pague por isso. A ideia pode soar um pouco ousada, mas obviamente há público para isso e modelos dispostos também.

Para provar que todo mundo tem seu preço, os três mentores do projeto foram às ruas de Porto Alegre e perguntaram para a mulherada quanto elas precisariam ganhar para tirar a roupa. Enquanto algumas pediram quase um milhão de reais, tem gatinha que já toparia por pouco mais de 50 mil. Olha isso:


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Como fiquei super curiosa depois de ver o vídeo, entrei em contato com Daniel Mattos, um dos fundadores do “Nake It”, que me contou mais detalhes bem quentes (ui!) desse projeto que ainda vai dar muito o que falar:

FD: De onde surgiu a ideia de fazer o “Nake It”? Foi a internet que inspirou vocês com cases como o “Lingerie Day” ou foi a repetição de modelos iguais em todas as revistas?

DM: A ideia nasceu de uma conversa despretensiosa na mesa de bar entre eu e meus dois sócios. Estávamos nos questionando “quem é a pessoa que você mais gostaria de ver pelada no mundo?” e chegamos em uma conclusão muito legal. Ninguém tinha citado uma ex-BBB, atriz global ou Panicat… todas as respostas eram pessoas mais próximas da nossa realidade: vizinha, professora, colega de trabalho, colega de faculdade, etc.

O problema é que as revistas/sites que tratam sobre nudez nunca realizarão o ensaio pelado da minha vizinha! Então começamos a pensar em formas de viabilizar esse tipo de ensaio e chegamos no modelo do crowdfunding.

FD: Como vai funcionar o “Nake it”? As pessoas vão poder indicar os “modelos”? Haverá a possibilidade dos modelos se indicarem?

DM: Os dois. Qualquer pessoa que quiser fazer o seu ensaio poderá postar sua oferta no “Nake It”, assim como os usuários poderão indicar as pessoas que gostaríam de ver peladas. Faremos apenas uma moderação prévia para descartar os fakes.

FD: Qual será o tom dos ensaios? Algo mais “Trip”, “VIP”, “Playboy” ou “Sexy”? 

DM: Achamos que os ensaios da revista “Sexy” seguem um padrão muito vulgar e a “Trip” e “VIP” exageram no gostinho “quero ver mais”… vamos seguir um tom parecido com a “Playboy”.

FD: O serviço vai servir para despir homens e mulheres, certo? No entanto, pelo vídeo de divulgação, a pegada me parece mais forte para tirar a roupa da mulherada. Vocês já pensaram que o projeto poderia ser forte entre o público gay também? Qual público de pagantes vocês desejam atingir?

DM: O nosso vídeo de divulgação tem mais exemplos femininos porque os homens ficavam mais envergonhados na hora de responder! Acredito que a sociedade está mais acostumada com a nudez feminina e isso acabou se refletindo no vídeo.

A vida inteira as revistas impuseram quem eu iria ver pelada e quando criamos o “Nake It” a nossa ideia foi dar liberdade para as pessoas escolherem o que realmente querem ver. O nosso site será aberto para despir mulheres e homens, o público mandará, pois é ele que escolherá/pagará pelos modelos.

Não temos nenhuma preocupação se a maioria dos pagantes do site será hétero, gay, bi… Acreditamos que independente da nossa opção sexual, todos gostamos de ver pessoas peladas.

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Postado por loverox

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há males que vem para o bem

Em pleno feriado do dia 15 de novembro, não se falava em outra coisa no Twitter: os beijões de Ellen Jabour e Pê Lanza no camarote do SWU. Uns criticaram a garota, outros aproveitaram pra levantar a bola do frontman do Restart. Tirando o peso de serem dois famosos, nada demais.

Neste domingão, Ellen contou que nunca se sentiu tão desejada como agora e comentou “parece que estou com mel no corpo” durante uma entrevista para o jornal “O Dia”. Quer dizer, todo mundo já teve uma ficada bem desastrada, só que há males que vem para o bem.

Com uma linha de entrevista lida, deu pra notar que a ex-namorada de Rodrigo Santoro entendeu as regras do “jogo do amor”: às vezes você precisa simplesmente mostrar que está na pista pra negócio para não perder por W.O. Explico.

Enquanto Ellen não era vista com ninguém, estava quietinha na casa dela ou passeando com o cachorro, ela estava numa estante. Linda e loira, mas lá no alto e inalcançável – ou você acha que é fácil para um cara qualquer chegar chegando na mina que pegava o Santoro? Homem que é homem não tem medo de mulher, mas se for para algo casual, com certeza a maioria vai preferir evitar a fadiga de tomar um não.

Um caso besta de uma noite só pode ser mesmo só um caso besta, mas uma garota esperta vai saber escolher o que fazer e com quem fazer a partir do momento em que o “mel” começar a rolar. Já ouviu dizer que para conhecer as pessoas você tem que querer conhecê-las? Então.

Voltando ao caso, a partir do momento em que Pê Lanza entrou na história, não só a Ellen se mostrou disponível, quanto facilitou para os outros rapazes que sempre quiseram chegar mas não tinham tanta coragem. Algo na linha: “agora eu também posso”.

Preciso dizer que, obviamente, esse não é o mesmo mecanismo das pessoas comprometidas que ficam mais assediadas a partir do momento que colocam aliança no dedo (isso rende outro post, aliás), mas sim uma questão de oferta e procura.

Enquanto a moça não mostra que está afim de oferecer algo e parece fechada para balanço, ninguém a procura – ou procura menos, afinal a moça em questão é a Ellen Jabour, né? Só que, digamos assim, um “erro” como esse pode ter um papel importante na vida amorosa de uma garota. Serve para mostrar que você tem desejos e que, uh lá lá, não é uma princesinha perfeita, inatingível. Dá uma apimentada.

Para não dizer que não falei do rapaz na questão, obviamente o passe do sr. Pedro Lanza valorizou. Duvido e muito que ele vá pegar outra Ellen da vida, mas certamente as mulheres da idade dele, que geralmente preferem os mais velhos, vão dar uma olhadinha diferente pra ele.

O que aprendemos com Ellen Jabour? Aprendemos que, bem, às vezes pegar um carinha aleatório depois do terceiro drink pode mesmo fazer muito bem. Agora é pegar os limões e fazer uma limonada – só não vale sair repetindo a dose.

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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