Review: o livro da Duny, de Girls In The House, é um hino – e é hilário!

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Se você curte cultura pop, memes e “The Sims” (e como não curtir?), com certeza já se deparou com “Girls In The House”, websérie cheia de personagens hilárias gravada dentro do jogo. O programa já ganhou várias temporadas, shows derivados e agora a grande protagonista da série dá mais um passo em direção ao estrelato: Duny acaba de lançar um livro! 

Escrito pelo roteirista e criador da série Raony Phillips, “Meu Livro. Eu Que Escrevi” (Ed. Intrínseca) traz Duny como narradora de sua própria vida e propõe um mergulho na cabeça dessa personagem que fala o que pensa, é barraqueira, ácida e muuuuito bonita de rosto mexxxxmo. 

Quem já é fã da série, certamente sabe que Raony não está para brincadeira no seu timing de humor e na precisão com que escreve os diálogos – com o perdão do trocadilho! Mas em “Meu livro…”, o autor surpreende com o ritmo em que alterna fatos e pensamentos da personagem, além de rechear com referências absurdamente específicas da cultura pop que vão fazer você chorar de rir durante a leitura.

Logo depois de ler, também acabei conhecendo o criador disso tudo durante a gravação do podcast Asterisco, do site Judão (recomendo que você ouça!) e hoje trago não só a review em vídeo, mas também algumas curiosidades que descobri sobre a série nessa entrevista. Enfim: este foi o primeiro “livro de youtuber” que eu li. Acho que comecei certo! rs

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Shonda Rimes no Netflix e review do livro “O Ano Em Que Disse Sim”

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Shonda Rhimes, a mulher superpoderosa por trás de séries premiadas como “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How To Get Away With Murder” acaba de trocar a emissora norte-americana ABC, onde trabalhou por 15 anos, pela Netflix.

Enquanto todas essas notícias pipocavam na mídia, eu estava terminando de ler o livro da Shonda, “O Ano Em Que Disse Sim”, e tirei alguns aprendizados interessantes da vivência dela que, durante um ano, resolveu dizer SIM e aceitar oportunidades e situações que ela costumava evitar, seja por timidez seja por puro medo.

No vídeo de hoje, faço minha review do livro – spoiler: eu gostei, mas não taaanto assim – e comento o que essa mudança de “job” da Shondinha pode ter a ver com a própria fase de descobertas que ela relata em “O Ano..”.

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#Girlboss: crítica da série e o que realmente aconteceu na vida real

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Quem acompanha este blog há algum tempo, deve saber que acompanho o trabalho da Sophia Amoruso há muitos anos. Mesmo se envolvendo em polêmicas, ainda acho incrível a história de empreendedorismo dela, que saiu basicamente do nada. Tendo isso em mente, era impossível não ficar ansiosa e criar expectativas quando a Netflix anunciou uma série que contaria a vida dessa mulher.


Sophia pôde contar sua história no livro #Girlboss, que é direto e divertido, e agora pôde mais uma se ver retratada na ficção. Mas não é que eles conseguiram pasteurizar os fatos e ainda tirar umas coisas da cartola que, não só não tem nada a ver com a realidade, quanto são inclusive menos interessantes (e menos polêmicas)? Pois bem.

No vídeo de hoje, explico um pouco da história da Sophia da vida real e faço uma crítica do seriado que, sim, tem um monte de coisas bacanas e diverte, mas que passou longe de ser tão bom quanto poderia. E, pior: não empodera ninguém. Dá o play!
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Motivos para amar e odiar Christian Grey e 50 Tons de Cinza

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O segundo filme da franquia “50 Tons de Cinza” está chegando e convidei minha amiga Camilla Pires para discutir em vídeo sobre a relação de amor e ódio que muitas de nós sentimos pela série de livros e filmes, mas especialmente pelo galã Christian Grey!

O relacionamento dos dois é abusivo? Seria ele o homem independente que muitas procuram mas que, infelizmente, não tem o menor senso de humor? Como lidar com tanto machismo nesse romance que amamos e temos raiva ao mesmo tempo? Respostas no vídeo! rs

“50 Tons mais Escuros” chega aos cinemas no Brasil na próxima semana e as fotos da pré-estreia com o elenco já me deixou no mínimo (mais) curiosa para ver se, finalmente, o casal está com a química em dia neste segundo filme, afinal, vamos combinar, no primeiro a coisa foi meio ~complicada.

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Enquanto isso, Jamie Dornan segue fazendo a ronda da imprensa e impressionando em absolutamente todas as entrevistas por aí. O que foi isso, Brasil? :O

E aí, tá ansisosa para “50 Tons Mais Escuros”? Conte nos comentários suas expectativas para o filme! E aproveite para se inscrever no meu canal do Youtube para receber este e outros vídeos sobre cultura pop e comportamento primeiro!

 

Tá com as séries em dia? Como administrar tanto entretenimento na nossa vida?

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Se você é como eu, vive se perguntando como arranjar tempo para jogar mais videogame, como conseguir ler mais livros ou como conseguir se organizar para não ficar atrasado com os seriados. É claro que falta tempo para todo mundo e é angustiante essa nossa necessidade de assistir tudo o tempo todo, mas… Tenho algumas dicas para melhorar tudo isso!

Para os viciados em série, recomendo se organizar com o aplicativo TV Showtime, que recomendo no vídeo (e não, não é #publi, só é bem bom mesmo! kkk). Dá o play para ver outras “técnicas” e dificuldades que sempre rolam! Aproveita e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!

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50 Tons de Cinza: 125 minutos para tentar consertar um livro que nasceu errado

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Espera, teasers, trailers, cenas vazadas, mas o que prevíamos aconteceu: “50 Tons de Cinza” não é um filme bom. Para as fãs do livro, também não chega a ser ruim, digamos. É tão sutil que não chega perto do estrondoso sucesso causado pelo livro. Livro este que, vamos lá, é bastante “esquecível”, não fossem as cenas de sexo que prendem o leitor na sacanagem e o motivam numa espécie de leitura dinâmica até o próximo encontro.

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– Voltei, mores

Mas vamos ao filme. A trilha sonora é excelente, a direção de arte impecável, há o dinheiro que a inspiração “Crepúsculo” não teve em seu primeiro lançamento e dois atores que souberam segurar a bronca de um roteiro raso e cheio de textos sacais. “Eu não faço amor, eu fodo”: no livro, uma delícia, no cinema, recebido por risadas num cinema lotado de mulheres na meia idade.

o casting

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Falaram que a gente não tem química. Cê acha?

Jamie Dornan faz um esforço hercúleo para dar vida a este homem doentio e perturbado. Ele tem bons cacoetes, olhares muito interessantes, um andar leve com mãos pesadas, mas nada que faça o texto soar mais verossímil, meus caros. E ele é lindo. Mesmo. Tão lindo que infelizmente uma boa parte do público compraria seu trabalho só pela beleza e pelo tanquinho exibido constantemente na tela. Ah, e também pela bundinha, que dá o ar de sua graça por uns 3 segundos e causou gritinhos (altos).

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