Lollapalooza 2018: apostas para o lineup e 3 dias de festival

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Depois de chegar ao Brasil em 2012, o Lollapalooza cresceu e apareceu: gente do Brasil inteiro e até da América Latina viaja para São Paulo para curtir os shows. Tanto sucesso culminou com recorde de público na edição de 2017, com quase 200 mil pessoas comparecendo aos dois dias de evento. Segundo o site Popload, ano que vem a festa ganha um dia a mais, assim como aconteceu na edição de 2013. Fora isso, também há especulações de que bandas como The Killers e Gorillaz já estão negociando suas participações.

Aproveitando esse momento, já começo aqui a fazer minhas apostas e desejos para esse festival tão querido! No vídeo de hoje, comento estas notícias e já declaro 10 artistas que tem tudo a ver com o evento e que poderiam estar por aqui em 2018! Será que vou acertar algum? kkk Dá o play: 

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Os melhores e piores filmes de 2016

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Chegou a hora de fazer aquele balanço final e definitivo dos melhores e piores filmes do último ano! Vamos falar de “A Chegada”, “Zootopia”, “Animais Noturnos” e também de “A Lenda de Tarzan”, “Independence Day” e “O Maior Amor do Mundo”. Pronto pra saber qual foi o melhor e qual foi o pior filme de 2016? Então vamos nessa!

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Uma listona de coisas para lembrar de 2016: a internet, a música, a cultura pop e além

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 2016 foi um aninho daqueles, mas será que alguma coisa salva? Vamos fazer aquela retrospectivona para descobrir: qual foi a hashtag mais usada? As músicas que tocaram até enjoar? E, principalmente, qual o maior meme do ano que você respeita? A seguir!

O MELHOR DO MELHOR (OU NÃO) DE 2016

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1. Memes tipo exportação

Chegamos ao nosso ápice cultural: exportamos os memes de Nazaré Tedesco para o exterior com louvor! Também caprichamos inventando gifs legendados para melhor contar nossos dilemas astrológicos. Tempo livre demais? Talvez. E nem vem com o “pir qui vici ni imidirici”: culpa da crise, tá?

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2. Um #love para Selena Gomez no Instagram

Selena Gomez se tornou a rainha absoluta do Instagram, a rede social queridinha (ainda que problemática) que saiu engolindo tudo – inclusive o Snapchat. Selena é a usuária mais seguida, com 105 milhões de fãs, dona do vídeo mais visto e certamente ajudou a bombar a #love, a hashtag mais usada em 2016.

hostess vibes. Happy 4th everyone!

Um vídeo publicado por Selena Gomez (@selenagomez) em

 

3. Snapchat, Youtube e influenciadores digitais profissionais

Mesmo tomando uma rasteira do concorrente Instagram, o Snapchat ainda foi o aplicativo grátis mais baixado em 2016. Do outro lado do mundo do vídeo, o Youtube mais uma vez deitou e rolou em seus números, mesmo tendo deixado muitos criadores irritadíssimos, especialmente na segunda metade do ano. Foram meses de Youtubers reclamando que seus fãs não eram notificados e visualizações declinando. Ainda assim, foi o ano que muita gente conheceu o termo “digital influencer” e muitos saíram se auto-denominando assim. #polêmicas! Quem te influenciou digitalmente esse ano? Você concorda com as modinhas do ano do vídeo “flashback” do Youtube?

 

4. Um ano de feminismo

E de infindáveis discussões, textões, problemões e situações públicas em que a gente só vê que precisa, sim, de feminismo. Fora isso, foi o ano em que muitas mulheres públicas infelizmente preferiram dizer que “buscam e lutam pela igualdade entre gêneros, mas não são feministas”. Vou deixar só um recado, infelizmente dado por um homem, mas que é ótimo e pode, sim, nos ajudar. Com vocês, o sempre ótimo Aziz Ansari:

5. As músicas que bombaram todas reunidas

Esse casal fez um videozão com um cover das músicas mais tocadas do ano. Em 2016 também muita gente viu valor no menino Justin Bieber, Beyoncé botou o bastão na mesa (e rendeu esse vídeo ótimo das pessoas ‘descobrindo’ que ela é negra) e também foi quando a sofrência deliciosa de Lady Gaga saiu do armário. Ah é: tem também quem tenha se apaixonado pelo ‘feminejo’.

6. Temos que pegar: “Pokémon Go”, o campeão de buscas

Quantos assaltos e quantas amizades não aconteceram graças a Pokémon Go, não é mesmo? Até sua tia-avó entendeu do que se tratava, provando que o mundo dos jogadores não tem (nem precisa ter) fronteiras. A febre durou pouco – você ainda joga? Ainda tem instalado? -, mas foi tempo suficiente para o termo ‘Pokémon go’ ser o mais buscado do ano por brasileiros.

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7. O fim do conto de fadas

Se no noticiário político a coisa estava preta, nem as páginas de entretenimento e celebridades salvaram. Teve separação de todo tipo de casal, de Angelina Jolie e Brad Pitt até Fátima Bernardes e William Bonner. Na gringa, o processo de divórcio de Amber Heard e Johnny Depp também foi pesado e ela revelou ter sido agredida pelo ator em diversas ocasiões. Dá para separar o artista de quem ele é na vida pessoal? Essa pergunta passou pela cabeça de muita gente. Enquanto isso, a opinião pública sobre Amber continuou mostrando porque precisamos de mais empatia, igualdade e, enfim!, feminismo.

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8. Cinemão e cineminha

Leonardo Di Caprio ganhou, finalmente, seu primeiro Oscar e levou a internet à loucura. Ao mesmo tempo, a premiação foi extremamente criticada por não ter indicado atores negros. Também outro ano em que os super heróis dominaram as telonas, mas outros gêneros cresceram um bocado. Fazia tempo não havia uma oferta tão grande de filmes de terror, o mais puro escapismo. Ao mesmo tempo, ficção científica está de volta e bem forte – o excelente “A Chegada” é prova disso. Se a tendência vai ter fôlego para um 2017 cheio de roteiros do gênero, é outra história. No Brasil, a polêmica girou em torno do excelente filme “Aquarius” e sinceramente acredito que o filme sofreu um bocado com o entorno político. Independente da sua posição, vale ser visto – mesmo que seja para odiar a protagonista, magistralmente interpretada por Sonia Braga.

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9. A TV vai bem, obrigado…

Se as emissoras brasileiras estão amargando e tentando se reinventar (Jô vai ou Jô fica?), o aparelho da sua sala nunca teve tanta coisa boa para reproduzir e continua firme e forte. Netflix se consagrou com “Stranger Things”, a série que levou em conta todo conhecimento do sistema sobre o usuário para criar um roteiro irresistível, e mostrou o quanto estamos interessados em saber no que estamos nos tornando com as distopias não tão distantes de “Black Mirror”. Em outro canal, “Westworld” mostrou mais uma vez que a HBO não brinca em serviço. O canal também foi o responsável por uma das cenas de ação mais incríveis já produzidas para a TV em “Game of Thrones”. O making of é imperdível:

10. A festa no andar de cima

Como não falar das perdas? Este aninho de número 9 levou muitos dos bons, inclusive David Bowie, Prince, George Michael e a inesquecível Princesa Leia, Carrie Fisher. Sentiremos saudades e obrigada por tudo. :'(

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Uma retrospectiva pessoal: 16 coisas que aprendi em 2016!

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Revendo meus próprios posts, percebi que 2015 não foi um ano bom, mas certamente 2016 conseguiu superar qualquer expectativa de “vai dar merda” que eu poderia ter tido. Enfim, o ano está acabando e pelo menos pode-se dizer que aprendemos alguma coisa em meio a todo o caos proporcionado pelo fluxo energético do universo. Sim, foi em meio à crise que eu fiz mapa astral pela primeira vez. Sim, foi ótimo para mim – e talvez uma das coisas mais interessantes do ano, pois a partir disso pude entender todos os memes astrológicos que a internet nos deu. rs

Sem mais delongas, vamos ao vídeo #sincerão:

 

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Guilty Pleasure? 6 filmes ruins que eu adoro e não nego

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Sabe aqueles filmes que são tão ruins que dá até vergonha de admitir que, lá no fundo, você adora? Pois é disso mesmo que estou falando no vídeo de hoje: dessas nossas intimidades de entretenimento. Todo mundo adora ostentar um filme cabeça, uns diretores fodões, mas ninguém fala dos caça-níqueis que não só te pegaram quanto você curte em segredo, né? rs

Indico hoje no canal 6 filmes ruins, mas que eu adoro, e explico o porquê. Quem sabe pode te entreter num Netflix mais próximo? ;) Dá o play e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro! ;)

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10 Coisas que aprendi jogando “The Sims”!

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Eu adoro fazer o exercício de olhar para trás e observar o que eu aprendi com a cultura pop ao longo da vida. Já fiz isso em vídeo, por exemplo, com “As Patricinhas de Beverly Hills” e com as Spice Girls, mas agora chegou a hora de refletir provavelmente sobre o jogo que mais joguei nesta vida: “The Sims”! 

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The Sims jogando Sin City! kkk

Quando comprei o jogo, no ano 2000 (eita, faz tempo!), eu era criança e não fazia ideia de onde enfiar um código serial. Eis que foi o meu primeiro e hilário aprendizado, mas a coisa não parou por aí, afinal crescemos jogando The Sims e vários ~dilemas morais~ iam surgindo junto com o jogo! Prepare-se para a nostalgia! kkk

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