Replika: testei o app que parece episódio de “Black Mirror”

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Se você acompanhou a última temporada de Black Mirror, lançada em 2016 na Netflix, certamente passou em algum momento pelo episódio “Be Right Back”, em que uma mulher pode ter a experiência de ‘reviver’ o marido morto através de um software ultratecnológico. Pois foi exatamente desta forma que o aplicativo “Replika” nasceu, tanto que seu primeiro teste chegou a ganhar a mídia do mundo todo tamanha a semelhança com o plot do seriado.

Uma programadora criou uma inteligência artificial que pudesse simular conversas com um amigo falecido e o experimento deu tão certo que a empresa Luka resolveu transformar isso num app que todo mundo pode baixar. Nesse app, você pode criar um clone seu de inteligência artificial para conversar… E a experiência é bem maluca. Conto mais sobre essa história no vídeo de hoje!

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O inimigo agora é outro: review da terceira temporada de Narcos

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A terceira temporada de “Narcos” estreou em setembro na Netflix e depois de me deliciar com uma boa e velha maratona, trago hoje a crítica e também alguns comentários sobre a série – como sempre, sem spolers! Desta vez, os grandes vilões são os integrantes do Cartel de Calí, que se tornam os mais bem-sucedidos do narcotráfico colombiano após a morte de Pablo Escobar, interpretado nas duas primeiras temporadas por Wagner Moura.

Sem o carisma de Escobar e com novos vilões, fica a dúvida: vale a pena continuar assistindo? O que aconteceu com o ritmo da série sem o personagem tão icônico? Estas e outras perguntas respondidas no vídeo de hoje!

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Review: o livro da Duny, de Girls In The House, é um hino – e é hilário!

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Se você curte cultura pop, memes e “The Sims” (e como não curtir?), com certeza já se deparou com “Girls In The House”, websérie cheia de personagens hilárias gravada dentro do jogo. O programa já ganhou várias temporadas, shows derivados e agora a grande protagonista da série dá mais um passo em direção ao estrelato: Duny acaba de lançar um livro! 

Escrito pelo roteirista e criador da série Raony Phillips, “Meu Livro. Eu Que Escrevi” (Ed. Intrínseca) traz Duny como narradora de sua própria vida e propõe um mergulho na cabeça dessa personagem que fala o que pensa, é barraqueira, ácida e muuuuito bonita de rosto mexxxxmo. 

Quem já é fã da série, certamente sabe que Raony não está para brincadeira no seu timing de humor e na precisão com que escreve os diálogos – com o perdão do trocadilho! Mas em “Meu livro…”, o autor surpreende com o ritmo em que alterna fatos e pensamentos da personagem, além de rechear com referências absurdamente específicas da cultura pop que vão fazer você chorar de rir durante a leitura.

Logo depois de ler, também acabei conhecendo o criador disso tudo durante a gravação do podcast Asterisco, do site Judão (recomendo que você ouça!) e hoje trago não só a review em vídeo, mas também algumas curiosidades que descobri sobre a série nessa entrevista. Enfim: este foi o primeiro “livro de youtuber” que eu li. Acho que comecei certo! rs

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Atômica: crítica do novo filme #girlpower de Charlize Theron

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“Atômica”, novo filme estrelado por Charlize Theron, acaba de chegar aos cinemas e merece ser assistido na tela grande. No filme, a atriz vive uma espiã inglesa trabalhando em Berlim no final da Guerra Fria, bem às vésperas da queda do Muro que separava a cidade. No vídeo de hoje, faço a crítica sem spoilers e conto algumas curiosidades sobre o filme! Além da impecável Charlize, também estão no elenco James Mcavoy (“Fragmentado”), Sofia Boutella (“Kingsman”) e Bill Skarsgård (“Hemlock Groove” e o novo Pennywise de “It”).

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Shonda Rimes no Netflix e review do livro “O Ano Em Que Disse Sim”

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Shonda Rhimes, a mulher superpoderosa por trás de séries premiadas como “Grey’s Anatomy”, “Scandal” e “How To Get Away With Murder” acaba de trocar a emissora norte-americana ABC, onde trabalhou por 15 anos, pela Netflix.

Enquanto todas essas notícias pipocavam na mídia, eu estava terminando de ler o livro da Shonda, “O Ano Em Que Disse Sim”, e tirei alguns aprendizados interessantes da vivência dela que, durante um ano, resolveu dizer SIM e aceitar oportunidades e situações que ela costumava evitar, seja por timidez seja por puro medo.

No vídeo de hoje, faço minha review do livro – spoiler: eu gostei, mas não taaanto assim – e comento o que essa mudança de “job” da Shondinha pode ter a ver com a própria fase de descobertas que ela relata em “O Ano..”.

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O Estranho que nós amamos: crítica sem spoilers do novo filme da Sofia Coppola!

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Após quatro anos desde o lançamento de “Bling Ring”, a diretora Sofia Coppola está de volta à tela grande. “O Estranho que Nós Amamos” é uma nova adaptação do livro de Thomas Cullinam, que já tinha ganhado uma versão para o cinema em 1971, com Clint Eastwood num dos papeis principais. O filme se passa durante a Guerra Civil americana e mostra o que acontece quando um grupo de mulheres que vive num internato isolado resolve oferecer abrigo para um soldado inimigo machucado.

A diretora Sofia Coppola e parte do elenco no tapete vermelho em Cannes

Nesta nova roupagem proposta por Sofia, somos conduzidos aos fatos pelo ponto de vista das mulheres e terminamos o filme com reflexões importantes sobre sexo e estupro. O filme também rendeu à Coppola o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, algo “quase” inédito no festival, que só pela segunda vez premiou uma diretora em 70 anos de existência. No elenco, a excelente Nicole Kidman e a parceira de longa data Kristen Dunst, além de Colin Farrell e Elle Fanning.

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