The Good Place: a série de comédia da Netflix fala de vida após a morte de um jeito que você nunca viu

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Você está preparado (a) para rever sua opinião sobre frozen yogurt e ainda dar risada enquanto relembra aulas de filosofia? Então “The Good Place” merece sua atenção! A série de comédia da NBC americana é estrelada por Kristen Bell e Ted Danson e trata de um tema bastante improvável para uma comédia: a vida após a morte. O show criado por Michael Schur, que já esteve por trás de “Brooklyn 99” e “Parks and Recreation, já está na segunda temporada e começou a bombar por aqui logo que entrou no catálogo da Netflix. Ou seja? Tá tudo lá para maratonar deliciosamente!

O seriado tem texto ácido e inteligente e mostra o que acontece quando partimos desta para o lado de lá. Quem vai para o “lugar ruim” ou quem vai para o “lugar bom”, que dá nome à série? Como isso é definido e o que aconteceria se esse sistema bugasse? É esse o dilema pavoroso que a protagonista, Eleanor Shellstrop, enfrenta, além de ter que lidar com muito frozen yogurt e a incapacidade de xingar no paraíso.

No review de hoje conto porque vale a pena assistir a série e também algumas reflexões que tive enquanto assistia, tudo sem spoilers, até porque essa é daquelas séries cheeeeias de reviravoltas! Veja a crítica completa no vídeo e aproveite para se inscrever no canal  e receber os vídeos primeiro!

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Stranger Things: a evolução da série na nova temporada e teorias mirabolantes

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Depois de 9 horas de uma deliciosa e crocante maratona de “Stranger Things”, era impossível deixar passar em branco no canal e no blog essa série original da Netflix que ganhou de vez meu coração. Criada pelos irmãos Duffer, o seriado se apoiou um bocado nas referências anos 80 na primeira temporada, mas agora finalmente mostrou a que veio, com uma trama – e um monstro – muito mais grandiosos do que pensávamos. O suspense deu lugar ao desenvolvimento dos personagens numa leva de episódios mais ‘cabeçudos’, mas igualmente interessantes.

Veja a crítica completa no vídeo, assim como algumas teorias do que esperar para a terceira temporada que, embora ainda não tenha data definida, certamente vai acontecer! Aproveita para se inscrever no canal  e receber os vídeos primeiro!

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A Guerra dos Sexos: Emma Stone, militância feminista e crítica do filme

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Esta semana, a crítica de filme e também indicação vai para “A Guerra dos Sexos”, com Emma Stone e Steve Carell. Dos mesmos diretores de “Pequena Miss Sunshine”, o filme revisita a história real de uma memorável partida de tênis ocorrida em 1973 entre a atleta Billy Jean King e o então ex-atleta Bobby Riggs. O que era para ser uma ‘aposta’ banal acaba se tornando uma verdadeira guerra dos sexos e revelando de vez a falta de igualdade entre os gêneros no mundo do esporte. Além de excelente tecnicamente, o filme emula a fotografia de filmes dos anos 70 e pode render prêmios para Emma Stone, que está ainda melhor que em “La La Land”. 

Além disso, o tema do filme é bastante oportuno, especialmente neste momento de revelações do sexismo assombroso em Hollywood. Para se ter ideia, a militância da tenista Billy Jean acabou sendo determinante para mudar o cenário para as atletas que vieram em seguida.

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“mãe!”: Este filme não foi feito para você gostar. Mas você deve assistir.

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De cara é preciso dizer que “mãe!”, novo filme do diretor de “Cisne Negro” e “Requiem para um Sonho”, é polêmico, intenso e vale a sua ida ao cinema. Mesmo que você deteste do início ao fim. Mesmo que você saia perturbado e urgentemente precisando conversar com alguém – conversas, aliás, são o mínimo que este filme provoca. É cinema para pensar e não para relaxar, tenha você gostado ou não.

No vídeo de hoje, trago a crítica dividida em duas partes (SEM e COM spoilers) desse filme que já é um dos mais comentados do ano e que traz uma Jennifer Lawrence como jamais vimos – na minha opinião, é a primeira vez que não vejo ela numa personagem e sim somente a personagem. Javier Bardem, como sempre, vale o ingresso. “mãe!” é dirigido por Darren Aronofisky e completam o elenco Michelle Pfeifer e Ed Harris.

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Replika: testei o app que parece episódio de “Black Mirror”

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Se você acompanhou a última temporada de Black Mirror, lançada em 2016 na Netflix, certamente passou em algum momento pelo episódio “Be Right Back”, em que uma mulher pode ter a experiência de ‘reviver’ o marido morto através de um software ultratecnológico. Pois foi exatamente desta forma que o aplicativo “Replika” nasceu, tanto que seu primeiro teste chegou a ganhar a mídia do mundo todo tamanha a semelhança com o plot do seriado.

Uma programadora criou uma inteligência artificial que pudesse simular conversas com um amigo falecido e o experimento deu tão certo que a empresa Luka resolveu transformar isso num app que todo mundo pode baixar. Nesse app, você pode criar um clone seu de inteligência artificial para conversar… E a experiência é bem maluca. Conto mais sobre essa história no vídeo de hoje!

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O inimigo agora é outro: review da terceira temporada de Narcos

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A terceira temporada de “Narcos” estreou em setembro na Netflix e depois de me deliciar com uma boa e velha maratona, trago hoje a crítica e também alguns comentários sobre a série – como sempre, sem spolers! Desta vez, os grandes vilões são os integrantes do Cartel de Calí, que se tornam os mais bem-sucedidos do narcotráfico colombiano após a morte de Pablo Escobar, interpretado nas duas primeiras temporadas por Wagner Moura.

Sem o carisma de Escobar e com novos vilões, fica a dúvida: vale a pena continuar assistindo? O que aconteceu com o ritmo da série sem o personagem tão icônico? Estas e outras perguntas respondidas no vídeo de hoje!

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