Afinal, dá para separar o artista da obra em meio a tantos problemas em Hollywood?

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Depois das denúncias envolvendo o produtor Harvey Weinstein, muitas outras estão vindo à tona e numa velocidade que fica até difícil de acompanhar. Nomes como o dos atores Kevin Spacey (“House of Cards”) e Ed Westwick (“Gossip Girl”), do humorista Louis C.K. e até mesmo o do físico e apresentador Neil deGrasse Tyson (“Cosmos”) vieram à tona em uma série de acusações de assédio, abuso e até mesmo estupro. Tudo isso reacende aquela velha pergunta: afinal, dá para separar o artista da obra?

Para ter essa conversa que não tem respostas fáceis nem definitivas, sentei com a querida Alice Aquino do Ali e Aqui para discutirmos que armas temos, enquanto público pagante, para ir contra certos comportamentos. O boicote é realmente a única arma que temos enquanto público? Existem casos ‘mais complicados’ que outros? E como ficam as pessoas inocentes da indústria que se prejudicam e perdem seus empregos quando um cancelamento de seriado, por exemplo, acontece sem mais nem menos?

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Para mim, fica cada vez mais clara a importância de termos mais mulheres nessa indústria: um ambiente pelo menos um pouco mais seguro para outras que chegam. Por isso, indico fazer a dobradinha e assistir o vídeo que gravei com a Alice para o canal dela sobre mulheres diretoras de cinema. Quais são as de maior destaque? Por que tão poucas? Recomendo!

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The Good Place: a série de comédia da Netflix fala de vida após a morte de um jeito que você nunca viu

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Você está preparado (a) para rever sua opinião sobre frozen yogurt e ainda dar risada enquanto relembra aulas de filosofia? Então “The Good Place” merece sua atenção! A série de comédia da NBC americana é estrelada por Kristen Bell e Ted Danson e trata de um tema bastante improvável para uma comédia: a vida após a morte. O show criado por Michael Schur, que já esteve por trás de “Brooklyn 99” e “Parks and Recreation, já está na segunda temporada e começou a bombar por aqui logo que entrou no catálogo da Netflix. Ou seja? Tá tudo lá para maratonar deliciosamente!

O seriado tem texto ácido e inteligente e mostra o que acontece quando partimos desta para o lado de lá. Quem vai para o “lugar ruim” ou quem vai para o “lugar bom”, que dá nome à série? Como isso é definido e o que aconteceria se esse sistema bugasse? É esse o dilema pavoroso que a protagonista, Eleanor Shellstrop, enfrenta, além de ter que lidar com muito frozen yogurt e a incapacidade de xingar no paraíso.

No review de hoje conto porque vale a pena assistir a série e também algumas reflexões que tive enquanto assistia, tudo sem spoilers, até porque essa é daquelas séries cheeeeias de reviravoltas! Veja a crítica completa no vídeo e aproveite para se inscrever no canal  e receber os vídeos primeiro!

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Stranger Things: a evolução da série na nova temporada e teorias mirabolantes

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Depois de 9 horas de uma deliciosa e crocante maratona de “Stranger Things”, era impossível deixar passar em branco no canal e no blog essa série original da Netflix que ganhou de vez meu coração. Criada pelos irmãos Duffer, o seriado se apoiou um bocado nas referências anos 80 na primeira temporada, mas agora finalmente mostrou a que veio, com uma trama – e um monstro – muito mais grandiosos do que pensávamos. O suspense deu lugar ao desenvolvimento dos personagens numa leva de episódios mais ‘cabeçudos’, mas igualmente interessantes.

Veja a crítica completa no vídeo, assim como algumas teorias do que esperar para a terceira temporada que, embora ainda não tenha data definida, certamente vai acontecer! Aproveita para se inscrever no canal  e receber os vídeos primeiro!

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A Guerra dos Sexos: Emma Stone, militância feminista e crítica do filme

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Esta semana, a crítica de filme e também indicação vai para “A Guerra dos Sexos”, com Emma Stone e Steve Carell. Dos mesmos diretores de “Pequena Miss Sunshine”, o filme revisita a história real de uma memorável partida de tênis ocorrida em 1973 entre a atleta Billy Jean King e o então ex-atleta Bobby Riggs. O que era para ser uma ‘aposta’ banal acaba se tornando uma verdadeira guerra dos sexos e revelando de vez a falta de igualdade entre os gêneros no mundo do esporte. Além de excelente tecnicamente, o filme emula a fotografia de filmes dos anos 70 e pode render prêmios para Emma Stone, que está ainda melhor que em “La La Land”. 

Além disso, o tema do filme é bastante oportuno, especialmente neste momento de revelações do sexismo assombroso em Hollywood. Para se ter ideia, a militância da tenista Billy Jean acabou sendo determinante para mudar o cenário para as atletas que vieram em seguida.

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Rock in Rio ou Lollapalooza: qual a diferença entre os dois festivais no Brasil?

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Depois de um ano bem recheado de shows, 2018 já se aproxima com mais promessas musicais pela frente! Terminada a ressaca de Rock In Rio, o lineup oficial do Lollapalooza foi revelado e o mês de março do ano que vem já promete ser um dos períodos mais recheados de música do ano. Além de ser a season tradicional da versão BR do festival, outros shows também vão acontecer, como Depeche Mode e Gorillaz. 

Aproveitando essa febre (que eu gosto muito e vocês sabem!), convidei a Fernandinha Soares, do canal OK!OK! para conversar sobre as diferenças entre o Rock In Rio e o Lollapalooza. Qual festival tem a melhor infra-estrutura, lineup e, afinal, por que ambos são tão diferentes? Respostas no vídeo de hoje que, de fato, está IMPERDÍVEL! <3

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“mãe!”: Este filme não foi feito para você gostar. Mas você deve assistir.

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De cara é preciso dizer que “mãe!”, novo filme do diretor de “Cisne Negro” e “Requiem para um Sonho”, é polêmico, intenso e vale a sua ida ao cinema. Mesmo que você deteste do início ao fim. Mesmo que você saia perturbado e urgentemente precisando conversar com alguém – conversas, aliás, são o mínimo que este filme provoca. É cinema para pensar e não para relaxar, tenha você gostado ou não.

No vídeo de hoje, trago a crítica dividida em duas partes (SEM e COM spoilers) desse filme que já é um dos mais comentados do ano e que traz uma Jennifer Lawrence como jamais vimos – na minha opinião, é a primeira vez que não vejo ela numa personagem e sim somente a personagem. Javier Bardem, como sempre, vale o ingresso. “mãe!” é dirigido por Darren Aronofisky e completam o elenco Michelle Pfeifer e Ed Harris.

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