Como não adorar Khloé Kardashian fazendo teste drive de whey?

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Muita gente ainda não entende a magia em torno das irmãs Kardashian-Jenner. Pois eu digo que é quase como escolher uma Spice Girl pra chamar de sua, só que na vida adulta: você pode escolher com qual mais se identifica, que estilo de vida tem mais a ver com o seu e ir em frente. Dá pra ser desde mulher de malandro até supermodelo, empresária de sucesso ou adolescente prodígio, veja só.

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Khloé Kardashian para a “Complex”

Independente de qual seja a sua favorita, as Kardashian (e não tanto as novinhas Jenner) não se incomodam muito em mostrar do que a magia delas é feita. Enquanto boa parte das celebridades adora ostentar o resultado e mentir sobre o processo, elas não. Tá tudo lá, instagramado e televisionado. E, vem cá, que outra personalidade da mídia e apresentadora você viu ir atrás de um corpo bacana, mostrou o processo no insta e ainda fez teste drive de proteína com alho às vésperas de estrear um programa novo?

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Capa da próxima “Complex”, Khloé vai ganhar um programa de TV em breve, em que toma drinks e janta com celebridades para bater um papo. Como ela é bem divertida, imagino um “Estrelas” etílico e politicamente incorreto. rs Talvez o fato do programa envolver drinks tenha inspirado o pessoal da revista a propor um desafio bem inusitado pra irmã de Kimberly, que transformou seu corpo a olhos vistos: um teste drive de whey protein, o suplemento mais simples e mainstream entre a galera que treina.

whey de alho?

Quem toma suplemento simplesmente se acostuma com o sabor que essas coisas têm. Por mais que todos adorem zoar, não, não é gostoso. O  que vai dentro da “mamadeira” de suplemento é insosso, geralmente ralo e com um cheiro meio enjoado. Não é um toddyinho que te deixa trincada, longe disso. E, nesse vídeo, o marKeting funciona mais uma vez: Khloé testa variedades absurdas de shakes de proteína (alho, pepino, que?!!) e mostra o outro lado de um processo que não é necessariamente agradável, mas que pode trazer benefícios para a saúde e para a estética.

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A moça está no #projeto força, foco e fé há alguns anos (devidamente arquivados no instagram) e escolheu abraçar essa rotina fitness devagarinho e sem loucuras, para conseguir manter para o resto da vida. Os resultados visíveis a gente vê facilmente nas fotos da “Complex” espalhadas por este post. E se você treina e se identifica, mas ainda não vê nada digno de nota na frente do espelho, que tal se cobrar um pouco menos? Permita-se ter o prazer de se amar doa a quem doer, exatamente como uma Kardashian faria. 

Dito isso, pergunto: como não se identificar com essa moça gente boa cuspindo whey marrom de gosto estranho? Nada mal para quem faz parte de uma família frequentemente acusada de plástica, não? Só vejo verdades.

Lembrete importante: antes de ingerir qualquer tipo de suplemento, por mais popular que seja, procure um nutricionista. 

Depois dos apps de corrida, vem aí os apps de vagina (!)

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No ano passado, um projeto no Kickstarter bombou e me chamou a atenção: o Skea, um dispositivo e app com jeitão de game pra treinar o assoalho pélvico e, sim!, sua vagina por consequência. Quando publiquei no blog, não dava para saber se ia vingar ou não, mas vingou: não só já foi feito, como 80% dos produtos já foram enviados para felizes donas exercitarem a intimidade com o conforto da tecnologia.

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foto via Shutterstock

Na época, achei que o Skea era um projeto isolado, mas aparentemente há toda uma tendência em torno de treinar a vagina que a até agora gente não vinha notando. Depois dos apps que monitoram sua alimentação, sua corrida, seu sono e até sua felicidade, a vagina parecia um território resguardado da invasão mobile, com exceção daqueles vibradores que dizem dançar conforme a música, se é que me entende.

Mas, com a boa desculpa da saúde, nada mais está resguardado. Apps como o Kegel Camp sugerem exercícios em níveis variados para você treinar o assoalho pélvico sem precisar de parafernalhas extras, sejam elas bolinhas tailandesas, sejam elas bugigangas bluetooth. Nesse aplicativo aí, a voz da expert Emily vai comandando a brincadeira e explicando o que você deve fazer. Mas e se você não estiver fazendo certo? Quem poderá te defender?

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Testei: creme com efeito de Photoshop da La Roche-Posay

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Eu nunca achei que fosse escrever estas três palavras juntas na mesma frase: testei, creme e Photoshop. Mas aconteceu: os produtos com efeito blur são o último grito da indústria da beleza e estão já nas prateleiras das farmácias para todos os gostos, embora não para todos os bolsos, devo dizer.

Topei desembolsar quase R$100 numa farmácia para conhecer o Effaclar BB Blur da La Roche-Posay. Já sou consumidora assídua da marca há anos e foi a única que me fez botar fé que entregaria o efeito prometido na caixinha.

Apesar do nome conter “BB”, este não é um bb cream do jeito que você conhece. O produto é um uniformizador antioleosidade com FPS 24 e disfarça poros, linhas de expressão e também esconde vermelhidões na pele. A multifuncionalidade é parecida, mas a maior diferença está na textura.

O produto é bem seco e pastoso e é preciso ter cuidado para não deixar ele simplesmente cair no chão. E certamente você não quer que isso aconteça com um produto que custa quase o preço de uma base da MAC, certo? Certo.

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Já tenho usado o BB Blur há um bom tempo e minha forma favorita de aplicar é com os dedos, polindo depois com um pincel chato ou duo fibra. Para o exemplo da foto, espalhei aquela pequeeena quantidade de produto e consegui cobrir quase toda a mão.

O rendimento é ótimo e certamente não é um problema, mas a durabilidade sim. Ok que o BB Blur não é um bb cream, mas quando vemos a pele transformada por ele sem grandes malabarismos, queremos realmente que o efeito dure o maior tempo possível e não é exatamente isso que acontece.

Mesmo segurando bem a oleosidade e ganhando com louvor o título de único ‘bb’ que não me deixou oleosa, o produto começa a desaparecer do rosto umas quatro horas após a aplicação. Apesar de não craquelar, ele sai e vai levando junto os demais produtos que você aplicou por cima. Esquisitíssimo, mas até mesmo o delineador vai dando fade out junto com o efeito blur.

Acredito que isso aconteça porque o produto parece não “aderir” à pele, mas sim repousar sobre ela, formando uma pequena camada, responsável pelo efeito lisinho. Por isso mesmo, pessoas com olheiras muito profundas podem acabar não gostando tanto assim: aplicar corretivo de forma caprichada por cima dessa camadinha pode pesar demais e detonar o efeito natural. Se isso te incomoda, melhor ir de base ou bb cream líquido mesmo.

Tenho gostado de usar o produto para dias tranquilos de trabalho ou situações casuais em que não vou ficar horas na rua, como ir ao cinema por exemplo. Pode ser também uma boa para quem não gosta de fazer exercício físico de cara limpa.

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 com o BB Blur e depois com a maquiagem completa

Testei: como funciona o Spotify Running

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No final de maio, o Spotify anunciou uma de suas grandes novidades: uma interface de corrida no aplicativo mobile que mandaria uma playlist de acordo com o treino do usuário. Eu, que já sou usuária assídua do Spotify e tenho lá umas tantas listas temáticas de músicas para correr, fiquei animada com a novidade e comecei a usar semana passada.

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Spotify Running: detecta seu ritmo e manda uma playlist de acordo

Ao abrir o Spotify, basta ir na lateral esquerda e procurar por Running. Lá você encontra uma série de playlists especializadas, desde as “feitas” para o aplicativo, como a “Blissed Out” e a “Burn” (do Tïesto) até várias outras seleções interessantes de músicas famosas que levam em conta seu ritmo.

Depois de escolher qual será o tipo de música que vai te embalar, é hora de ler o quanto você corre. Uma tela assim vai aparecer e medir o seu ritmo:

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Apesar de ser extremamente intuitivo para quem corre na rua, os corredores de esteira não ficam para trás: o aplicativo só precisa ler seu pace uma única vez, de forma que você pode apenas segurar o celular para descobrir o ritmo e depois deixá-lo de volta no suporte tranquilamente.

Também é possível ajustar mudanças de ritmo na mão, para mais ou para menos. A música? Sim, ela acompanha sempre cada mudança e é fantástico!

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Já usei estas duas playlists e embora tenha uma ou outra faixa que não tenha sido do meu agrado, elas são no geral bem energéticas e para cima. Como a música vai acompanhar perfeitamente o ritmo em que você está, acaba sendo muito gostoso pisar junto com a batida.

Esse movimento sincronizado ajuda até mesmo a relaxar a mente: é como se eu colocasse o corpo no automático. Pode ser só um grande placebo, mas juro que me sinto até menos cansada e mais energizada. A playlist do Tïesto é especialmente legal, só tem um problema: acaba muito rápido! Qualquer corrida de mais de 35 minutos já esgota e começa do zero. Podem mandar mais! rs

Ainda não testei na rua, mas mesmo no wi-fi da academia notei alguns engasgos com a sincronização da música, especificamente nessa modalidade Running. Não sei se tem a ver com a conexão em si ou com a leitura do pace, já que o aplicativo aumenta/diminui os BPMs das músicas para atender o usuário, mas achei um pouco esquisito, até mesmo porque as playlists normais costumam tocar normalmente, mesmo no 3G.

Entre uma música e outra, você também vai ouvir uns segundinhos de silêncio, mas neste caso é bastante compreensível: a pausa acontece para que a próxima música já entre no ritmo em que você está correndo.

Para entender mais como funciona, este foi o vídeo de divulgação do serviço: 

5 motivos para ver “Jurassic World” (e dois para não ver)

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Depois de 14 anos sem um filme da franquia, o parque dos dinossauros volta para a telona em grande estilo com “Jurassic World”. Apesar da crítica não ter dado muita bola para o filme, a surpresa veio logo no primeiro final de semana: o longa já bateu a marca de maior bilheteria de estreia, superando “Os Vingadores”.

O longa estrelado pelo também Marvel e ‘guardião da galáxia’ Chris Pratt arrecadou $262 milhões nos Estados Unidos e mais de R$20 milhões por aqui. E todo esse povo pagante não está errado, não: tem muita coisa legal no retorno da série às telonas. Vamos a elas!

5 motivos para assistir “Jurassic World”:

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Chris Pratt e seu ‘cachorrinho’ Blue em “Jurassic World”

1. O filme respeita os fãs das antigas

De cara, é preciso falar sobre isso, embora mostrar seja dar um pouquinho de spoiler. Como não queremos isso, vamos por partes: caso você ainda não tenha ido ao cinema assistir, saiba que serão várias as referências que o novo longa faz aos antigos, seja através de cenas e personagens, seja através de enquadramentos que marcaram a franquia. E, sim, é muito legal! Agora, se você já assistiu ao filme, vale dar o play neste vídeo, que é um prato cheio para ver se você sacou tudo:

2. O parque é tão de verdade que dói!

Dói porque cadê esses dinos para eu ir lá fazer uma selfie? hehe Americanos são “só” um pouquinho experientes nesse business de entretenimento e de construção de parques temáticos e talvez não fosse algo para se prestar tamanha atenção, porém é impossível não exaltar o trabalho de direção de arte do longa.

São cenários e detalhes da ambientação extremamente bem pensados, desde o grande resort que agora acompanha o parque até o happy hour num restaurante temático cafona. Em resumo: é tudo tão verossímil que o mais improvável mesmo é a protagonista correndo de salto pelo mato. Just saying!

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[Vídeo] Críticas no namoro: pode falar da aparência do parceiro (a)?

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Ter um relacionamento transparente e cheio de cumplicidade é maravilhoso, mas só quando esses dois ingredientes vem acompanhado de um terceiro: respeito. Tem muita gente que se aproveita da suposta intimidade para falar o que quer e até o que não devia para o outro e, sinceramente, não é legal.

Para falar desse tema, convidei a Pamela Rebelo, que também tem canal no Youtube, para um papo divertido. Tentamos responder a pergunta: pode criticar a aparência do respectivo (a) num relacionamento? Como fazer isso? Tem limite? Resposta: tem limite sim! Assiste e aproveita para se inscrever no canal também! 

e mais!

Além do vídeo de hoje, na semana passada fui eu quem dei uma passadinha pelo canal da Pam. Respondemos uma tag divertidíssima juntas, chamada “Would you rather?”, que nada mais é que “o que você prefere?”. Respondemos altas perguntas malucas, tipo: tomar um copo de suor ou comer um sanduíche de pelos? >.<

Bom para descontrair depois do ~drama~ do primeiro vídeo! haha

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