Mallu em foto de divulgação de seu último disco, “Pitanga”
Mallu Magalhães não é Sandy nem Kelly Key, mas cresceu e agora virou mulher. O mais recente clipe da cantora “Velha e Louca” tomou todos os blogs no último final de semana e chega com certo atraso nesse blog aqui, só que não teve como não postar: .
.
Não foi nem por causa do corpo esguio, do figurino interessante, da maquiagem sessentinha ou dessa franjinha marota que fez todas correrem para a frente do espelho dar uma olhada pra ver se ficaria bom, foi mesmo por causa da música, já que é muito difícil eu gostar de música brasileira – e quando acontece geralmente é com banda feita pra exportar, cantando em inglês e tal e coisa. Shame on me, mas é verdade.
Dessa vez eu não só gostei, quanto fiz questão de dar o play no making of, onde o jeitinho desengonçado e sexy de Mallu fica mais evidente e Marcelo Camelo fala todo bobo sobre o trabalho da amada: .
.
.
Com sorte, Marcelo, ela continua com você depois dessa repaginada, viu? hehe Agora o jeito é pegar o resto do CD da moça para ouvir. A ver!
Lindas, loiras e multitalentosas: estas são algumas características das irmãs que formam a dupla Nervo e são donas da música “We’re All No One”, que você já deve ter ouvido. Mim e Liv nasceram na Austrália, ingressaram no mundo fashion ainda adolescentes e resolveram mudar de ramo quando chegou a hora da universidade.
As Nervo sisters conseguiram seu primeiro contrato com uma gravadora ainda antes dos 20 anos e focaram seu trabalho nos bastidores. Começaram cantando em demos de DJs e produtores locais até que começaram a escrever e descobriram sua verdadeira vocação, conseguindo contratos cada vez mais interessantes.
Conhecidas pela autoria do superultramega hit “When Love Takes Over” de David Guetta e Kelly Rowland, as meninas já escreveram para Kylie Minogue, Ke$ha, Pussycat Dolls e Britney Spears, além de terem aberto com DJ set a turnê “Femme Fatale” da princesinha do pop nos Estados Unidos.
Foi com a carreira de DJ, aliás, que a dupla conseguiu seus melhores contatos e tocou em festivais importantes, como o ID Festival e o Lollapalooza. Apadrinhadas por gente como David Guetta e Steve Aoki, o primeiro single composto e interpretado pelas duas tem tudo para bombar – e as loirinhas são definitivamente uma das minhas apostas para 2012 também! Dá uma olhada no primeiro clipe delas: .
.
“We’re all no one” foi produzida por Aoki e tem cara de verão, batida pesada, refrão grudento e vocal meloso, tudo que uma boa pop pede para bombar. O clipe saiu no final de outubro e o Nervo deve passar pelo Brasil este mês:dia 19 em São Paulo, dia 20 em Brasília e dia 21 em Florianópolis (se alguém souber mais sobre, fala nos comentários!).
Ainda não há previsão para novas músicas ou para um CD, mas vale a pena dar o play no EPK preparado pela Capitol Records, que traz cenas da dupla tocando em festivais, fazendo bagunça e falando de sua música, além de outros músicos e produtores do calibre de David Guetta, Afrojack e Kelly Rowland endossando seu trabalho: .
Assim, a música é obviamente importante, a música é também ótima, mas todo mundo sabe que o motivo pelo qual os clipes “Blue Jeans” e “Videogames” estouraram foi a bendita da carinha enigmática da Lana Del Rey enfiada ali no meio da edição.
Ignorando isso, o novo clipe de Lana Del Rey “Off To The Races” não mostra a cara da cantora em nenhum momento, mas aproveita o outro elemento de sucesso dos primeiros vídeos: colagens de um monte de imagens aleatórias.
Desta vez, as garotas bad-ass do wild wild west ganham a cena e a música brilha sozinha sem ter a boca da LDR chamando a atenção dos machos e atrapalhando. Esse realmente parece um clipe caseiro, parece até fan made, mas parece também feito às pressas, só pra ter algo pra postar no canal da moça no Youtube antes do fim do ano: .
.
Espero que ainda façam uma segunda versão. “Off To The Races” é o terceiro single do álbum “Born To Die” que chega às lojas no final de janeiro – e que merece sim um vídeo mais bacana. “Born To Die” foi tão bom…
Encomendou o clipe e foi viajar, Lana?
.
ps: se você ainda não sabe quem é a Lana Del Rey, ou não frequenta esse blog ou é de Marte. Então clica aqui pra entender.
Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.
.
videozinho maroto pra mostrar o clima do evento! Dá o play! :D
Se em 2010 o Festival Planeta Terra teve um clima de festa lá em casa e muita dúvida musical entre ver uma banda ou outra, a edição de 2011 foi a edição dos fãs.
Uma banda grande (Strokes!) e um ídolo grande (Liam Gallagher com sua Beady Eye) levaram muito público para o evento e acabaram tomando conta do line-up, que infelizmente sofreu desfalques importantes, como de Peter Bjorn & John, a banda que eu mais queria ver e que acabou cancelando sua participação.
Como era de se esperar, os Strokes mandaram muito bem e Julian Casablancas estava uma simpatia só, ao contrário de Fabrizio que nos poupou de seu português (por que, hein?). Já no indie stage, os shows foram gostosos de ver, como da banda Toro Y Moi, que teve uma audiência tranquila e preocupada apenas em dançar e ouvir o som. No caso de Goldfrapp, rolou uma super jogação, só foi uma pena que a cantora estava fazendo um playback bem mal disfarçado.
Deixando as bandas de lado, apesar de ser um festival de música, o Planeta Terra é sobretudo um evento de prestígio, que chega a vender todos os ingressos antes mesmo de divulgar o lineup. Exatamente por isso, mais uma vez a organização merece parabéns.
Embora a saída de um festival grande seja sempre meio confusa e do estacionamento oficial deste ano ter ficado longe demais, a organização agradou mais uma vez. As filas dos banheiro e bar estavam suportáveis, o acesso aos palcos estava organizado e o público curtiu muito a estrutura do parque mais uma vez (alô galera que ficou três horas se arrumando e foi direto no splash! kkk). E, bem, como desta vez fiquei bastante na área VIP, tenho que dizer: que comidinhas boassss! kkkk
Depois deste breve relato e do meu “clipe” com uma visão geral de lá (assiste, curte, me fala se gostou? rs não gravei muito porque estávamos na dúvida com o áudio, mas até que deu tudo certo!), deixo algumas fotos da noite e, como vocês pediram, o registro do meu lookcaso alguém queira se inspirar para o SWU que vem aí no fim de semana! ;) .
camisa sem manga com tachas: Mango (Madri), regata rocker: Bershka (Barcelona),
jegging: C&A, oxford: Jorge Alex, bolsa: lojinha aleatória de Barcelona, colar: Virgin Again .
A música não é das melhores. É lentinha mas não chega a ser balada, tem letra legal, mas não chega a ser genial. Porém, o clipe finalmente rendeu, algo que não acontecia à Britney Spears há bons tempos.
Finalmente uma história, finalmente Britney de verdade e, pqp, finalmente a princesinha fazendo algo mais amadurecido que não dependa da barriguinha sarada que ela não tem mais:
.
É claro que é ótimo se nossos ídolos forem sempre gostosões, mas você é mãe de duas crianças, dona Britney, e a gente sabe disso. Não precisa mais fazer de conta que tem 16 anos. Amadurecer é bom e aí a gente não se importa mais com tanto tanquinho e acha até legal você aproveitar o vídeo pra apresentar seu namorado.
Se você passou anos querendo ser mais mulher e menos menina, saiba que essas cenas calientes e perigosas finalmente fizeram isso por você. Espero vê-la bem “Criminal” aqui em novembro – é o fim da apresentação anestesiada, tomara!
Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil