Aplicando 100 camadas de maquiagem e “olha no que deu”

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Ok, então a essa altura você já deve saber que de tempos em tempos uma modinha parece dominar o Youtube e aparentemente a trend da vez é aplicar 100 camadas de algum tipo de produto de beleza. Tudo começou em junho, no canal Simply Neological, com um vídeo mostrando a aplicação de 100 camadas de esmalte, todas diferentes e coloridas.

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Achou bizarro? Calma que vai piorar.

Como aparentemente não está nada fácil se sobressair no Youtube (nem aqui, nem lá fora, hein?), é claro que uma ideia boa (boa?) dessas ia se espalhar e pra gente ver “só no que deu”. Então vieram as 100 camadas de batom líquido e as (bizarras) 100 camadas de base. A base, juro é realmente impressioante. As pessoas parecem um bonecão de cera! Sério, não assista se tiver claustrofobia… hehe

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Agora, um ciclo é um ciclo e ninguém mais, ninguém menos que a rainha Jenna Marbles, com seus 16 milhões de inscritos, resolveu fazer o vídeo ‘definitivo’ para a tendência. Ela aplicou, numa tacada só, 100 camadas de base, de batom líquido, de esmalte e, PASMEM, de cílios postiços: 50 em cada pálpebra.

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O resultado é simplesmente assustador. Ela também mostrou no final como foi retirar tudo e, olha, espero que pelas visualizações tudo isso valha a pena: a pele ficou em frangalhos!

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Se você é como eu, já tá arrependidíssima de não tirar seeempre direitinhooo a maquiagem antes de dormir… hehe

Sobre #InternetJusta e porque amamos dados ilimitados

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Antes mesmo de ter dez anos de idade eu já estava sentada na Internet me divertindo com os joguinhos do site da Turma da Mônica ou até entrando nas salas de Bate-papo do UOL para crianças. Naquela época, a Internet era um lugar quase pequeno, especialmente se você não falava inglês ou era uma pimpolha como eu. Talvez naquele tempo desse para imprimir a Internet. rs

O tempo foi passando e a web foi se tornando um lugar cada vez maior, inclusive para comportar meus sonhos, meus amigos e meus hobbies. Lá cabia tudo: meu primeiro grupo de Yahoo das Spice Girls, diversos sites que programei em html na mão, os primeiros blogs que, não, não tinham nenhum tipo de publicador – também eram na mão – e, por fim, os amigos de tudo quanto é canto. Não tinha limitação para encontrar gente legal e nosso número no ICQ era tão importante quanto passar o Whatsapp hoje. Lembro do meu ainda! E você?

Ingressei na faculdade de Comunicação Social (Rádio e TV) e imaginei que fosse trabalhar na televisão, no rádio ou em qualquer veículo ‘tradicional’, mas veja a surpresa: desde o meu primeiríssimo estágio eu faço vídeos. Só que pra internet. Trabalhei em diversos lugares, mas por pouquíssimo tempo fiquei fora do mercado de vídeos online – aliás, na época a gente nem sabia que esse mercado já era um mercado.

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Tanta coisa mudou em quase 10 anos… Em 2006, a recomendação geral era fazer tudo bem, bem curtinho, porque ninguém tinha banda pra conseguir acompanhar tanta coisa. E tinha que ter serviço: quase todos os sites começaram apostando em receitas para bombar o setor de audiovisual. Fazia sentido. Por outro lado, hoje em dia não há limites para o assunto (ou a falta dele). O público clama por vídeos mais longos de seus youtubers favoritos. 40 minutos de uma moça abrindo caixas? E por que não? A gente pode.

Se antes vídeo era um “luxinho” dispensável nos portais e nos veículos de comunicação online, hoje é uma necessidade e talvez a fonte de renovação que o jornalismo brasileiro ainda precisa descobrir com vontade. As plataformas e os suportes para vídeo não param de mudar (do computador para o celular e de volta à TV, quem diria!), Netflix vem revolucionando negócios e ainda temos muito que explorar no Snapchat antes de darmos a ferramenta entendida por completo. Youtube não para de crescer. Qualquer um pode ficar online, de qualquer lugar, e falar com uma plateia. É o futuro e ele é lindo, mas tudo isso pede somente uma coisa: dados. Dados, dados e dados. Velocidade. Qualidade de conexão.

Considerando as horas gastas na tela do celular nos últimos anos, tenho certeza que já passei mais tempo da vida conectada do que desconectada. Acreditei que as coisas estavam avançando para o bem e o acesso se tornando cada vez mais democrático, mas a notícia do fim da internet ‘ilimitada’ me deixou revoltada e, por que não?, preocupada. É um retrocesso gritante, especialmente num país que ainda carece de melhora estrutural para oferecer uma conexão de qualidade. Para quem não sabe, o Brasil tem a 9ª pior Internet do mundo e várias empresas agora querem cobrar ainda mais por um serviço que, além de tudo, não é bom.

Por aqui, mesmo os maiores planos de Internet que estão sendo estudados podem ser facilmente consumidos por qualquer heavy user, gamer ou trabalhador freelancer. Não passam perto das franquias parrudas do exterior – 500 GB gringos contra a hipótese de um plano de 130GB brasileiro, por exemplo. Como medir o quanto é ver internet demais? Aparentemente num mundo sem distinção entre online e offline, essa resposta não existe e a pergunta já me parece equivocada de saída.

No youtube e em outros meios está rolando a campanha #InternetJusta, que pede a revisão desse novo formato de planos, e também fiz um vídeo para o meu canal comentando o assunto. Para quem quiser, o vídeo segue abaixo!

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10 anos de blog no ar, sobre o canal no Youtube e outras curiosidades

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Parece que foi ontem, mas não: já se passaram 10 anos desde que este blog nasceu. Surreal, né? Falei sobre isso, sobre a iniciativa do canal no Youtube – e o quanto é trabalhoso! – e também respondi mais algumas coisinhas que a galera me mandou nas redes sociais!

Agora uma dúvida sincera: alguém aí acompanha o blog desde esse começo? hahaha Antes de dar o play, inscreva-se no canal e receba os vídeos primeiro! ;)


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Youtube lança projetos para valorizar mulheres criadoras

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Poucos dias antes do Dia Internacional da Mulher, celebrado dia 8 de março, o Youtube anuncia uma grande iniciativa para valorizar o conteúdo criado por mulheres na plataforma. São projetos que buscam empoderar vozes femininas e estão unindo youtubers do mundo todo, inclusive do Brasil, em prol da causa.

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unir mulheres em frente e atrás das câmeras é uma das estratégias do projeto

O primeiro (e que causou maior repercussão) é uma parceria de um ano com a ONU, que deve levar youtubers para serem Embaixadoras da Mudança para a campanha de Ações de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Entre as escolhidas, estão Yuya, criadora mexicana com o segundo maior número de inscritos num canal feminino do mundo, a americana Ingrid Nielsen, que revelou ser homossexual e gerou comoção na rede, e também a brasileira Taty Ferreira, que fala de comportamento há tempos no Youtube, porém tem recebido críticas por já ter reproduzido uma série de preconceitos que não condizem com o objetivo da campanha. Críticas à parte, todas têm números bastante substanciais para um projeto desse porte.

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Fora a parceria com a ONU, uma série de conversas entre criadoras estão sendo agendadas nos Youtube Spaces pelo mundo. Para celebrar o programa, que uniu 51 canais de 6 cidades do mundo, alguns vídeos foram lançados: o excelente “100 Anos de Mulheres Incríveis”, que tem participação da brasileira Jout Jout, e um segundo sobre os bastidores de todo esse trabalho.

Vale a pena dar play em ambos – o segundo, aliás, ressalta algo que é bem comum em qualquer ambiente de filmagem: equipes quase sempre compostas por homens e pouco espaço para mulheres. Sei bem pois é meu ramo profissional e digo que fiquei até um pouco emocionada ao ver equipes 100% femininas trabalhando por trás das câmeras… :’)

Para saber mais sobre os projetos, leia o blog do Google.

[VÍDEO] As 5 pessoas que você encontra no Whatsapp

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Vlog novo no ar! Dessa vez, o tema é Whatsapp e algumas coisas irritantes que as pessoas fazem no app. Sabe aquela sua tia que sempre manda bom dia com um vídeo velho ou aquele amigo que só compartilha piada vencida? Então. Também tem, é claro, o caso clássico da amiga (ou do crush) que estão sempre ocupados demais para você… O que fazer? Eu falo no vídeo! haha

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O canal no Youtube tá de volta!

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Hoje é um dia de muita felicidade pois: o canal no Youtube tá de volta! Aquele espaço gostoso que a gente tem para falar umas verdades dando a cara à tapa está aí e tem novidades, inclusive!

Estou realmente satisfeita de poder contar essa novidade para vocês, pois foram praticamente quatro meses de muita ansiedade e complicações – mas algo me diz que agora vai. kkk

Se você ainda não tá inscrito no canal, que tal fazer isso agora? ;) 


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