Rita Ora e sua comparsa oficial: juntas na balada e no trabalho
Rita Ora e Cara Delevigne são grudadas e aparecem juntinhas também no novo vídeo da cantora, “Facemelt”. Aliás, elas são tão grudadas que não só eu quanto muita gente da imprensa caiu na história de que as duas eram namoradas: tudo balela. Elas são coladinhas, se chamam de “marida”, mas o que rola ali na saúde e na doença é pura amizade.
E bem, não só na saúde e na doença, no trabalho também. A dupla se uniu para um vídeo especial da música “Facemelt” produzido em parceria com a Hunger TV, canal de vídeos da revista Hunger, da qual Rita também é capa este mês.
O resultado é um clipe cheio de referências fashion deliciosas, caretas da dona Delevigne, fotografia bem trabalhada e edição maluquinha que faz a gente confundir quem é Cara e quem é Rita. É assistir e ficar desejando um brinco bem gigantesco e um topete bem feito. Luvas também!
.
.
Bom, já entendemos que Rita Ora é menina para ficar de olho, se não por sua música, pelo menos pelos #projetos e contatos: é bem provável que a moça esteja namorando Calvin Harris. Será que esse rumor é verdadeiro? rs
The Wanted: ~novinhos~ homenageiam Backstreet Boys, ‘N Sync e Take That
Grupo britânico dos grudentos “oh oh oh” de “Chasing The Sun” ataca novamente: os The Wanted tentam agora mais uma vez embalar o verão gringo. A música se chama “Walks Like Rihanna”(!) e fala de uma garota que não sabe cantar, não sabe dançar, mas quem se importa? Ela anda como a Rihanna e isso a torna irresistível! rs
É o tipo de música que os adolescentes americanos vão ouvir num fim de tarde e os caras resolveram não levar nada a sério e caprichar num vídeo parodiando várias boy bands dos anos 90. Os meninos refizeram a cena das marionetes de “Bye Bye Bye” do ‘N Sync, se vestiram de branco como os Backstreet Boys em “I Want It That Way” e tomaram um banho de chuva para imitar o Take That em “Back For Good”. Olha o clipe:
.
.
A música é bem bobinha, mas o vídeo toca na nostalgia e eles já têm alguns pelos no rosto, o que os torna muito mais atraentes que os One Direction. rs Brincadeiras à parte, deixo aqui os vídeos originais – porque relembrar é viver e porque o cabelo do Justin Timberlake (<3) já foi muito ruim….
Uma adolescente australiana começa a fazer rap aos 14 anos, desiste de terminar o colegial e começa a trabalhar com limpeza em hotéis e mansões para juntar dinheiro e ir em busca de seu grande sonho. Aos 16 ela pega o avião para os Estados Unidos, pousa em Miami e avisa para os pais que não vai mais voltar. Para inventar o nome artístico, ela mistura o nome do cachorrinho de estimação com o nome da rua onde morava numa cidade de 3 mil habitantes. .
.
Esta é, brevemente, a história de Iggy Azalea, a rapper com pinta de modelo e montada no louboutin que acaba de assinar com a Def Jam, gravadora de nomes como Rihanna, Kanye West e Justin Bieber. Apesar de ostentar cabelos maravilhosos e saltos grifados, a situação foi bem difícil no começo e a moça de 1,78m e um digno popozão só chamou a atenção cinco anos depois, em 2011, quando lançou sua primeira mixtape “Ignorant Art” e viu os clipes “Pu$$y” e “My World” viralizarem na web. .
.
Do ano passado para cá, ela só vem crescendo: Iggy começou a abrir os shows de Rita Ora, fez parcerias interessantes (já ouviu “Beat Down” com o Steve Aoki?) e prometeu o primeiro CD de estúdio, “The New Classic”. Depois o caminho já estava aberto para lançar com sucesso seu primeiro single oficial - um hit que cola na cabeça e vai fazer você cantar o dia inteiro, “Work”:
.
.
O clipe tem inspiração clara em “Priscila, a Rainha do Deserto” e mostra a garota saindo de uma pequena cidade da Austrália e atravessando o deserto. Mais adiante, vemos os “esforços” da moça para pagar as contas, inspirada na famosa cena de dança do filme “Death Proof”, de Tarantino. Até o cenário é parecido e o quê de autobiografia da música faz a gente pensar no que a mocinha passou para chegar aqui e se dar bem na terra do Tio Sam.
.
Para aproveitar o hype do contrato, Iggy ainda lançou mais um single nesta semana, “Bounce”, que é também uma boa candidata ao sucesso no verão gringo. .
.
O rap da menina é poderoso, as rimas são contundentes e não piram em gírias que só nova-iorquinos conhecem (sorry, Azealia Banks!), o visual é digno de colecionar fãs e o corpão mais ainda. Vamos ficar de olho, porque essa mistura de Miss Australia com princesa de aba reta do gueto promete: “Walk a mile in these Louboutins, but they don’t wear these shits where I’m from”.
O CD ainda não tem previsão de lançamento, mas já deve estar fazendo uma galerinha refletir em casa… Cadê o seu, né Azealia? hehe .
pegadinha hipster do dia: essa banda que você ama não existe!
Lembro de uma camiseta que ficou famosa por ter a seguinte frase “I listen to bands that don’t even exist yet”. A peça era feita por um site de “moderninhos” e virou moda entre os moderninhos. Mas eis que o orgulho dos caras que acham que manjam tudo de música virou motivo de piada no programa do Jimmy Kimmel! hehe
No “Jimmy Kimmel Live” desta segunda-feira, o quadro “Lite Witness News” levou uma repórter danadinha para o festival Coachella e fez a moça perguntar para mil e um hipsters sobre bandas que não existem ou sobre álbuns com nomes absurdos que nunca foram lançados. A resposta de todo o público? “Claro que conheço ‘Obesity Academic, eu adoro o estilo deles”. Fora isso outros comentários genéricos foram feitos: “essa banda é louca, eles tem uma energia incrível, um visual incrível”. Enfim, um grande whatever incrível.
Veja você como foi a brinks no deserto: .
.
Depois dessa, a gente pode esquecer os posers do metal definitivamente: o lance agora é ser poser do indie! No fim, quero saber: alguém tá no Coachella pela música mesmo? Festival deles virou um belo carnaval e roupa é fantasia – com cocar na cabeça, então, você faz mais pontos!
Beyoncé anunciou na última quarta que algo “grande” estava vindo e eis que se tratava do novo comercial da Pepsi, da qual ela é protagonista. A campanha “Mirrors” fala sobre viver o presente sem esquecer o passado e tá aí uma coisa que Queen B sabe bem, especialmente em termos de moda. Ela sempre se arrisca e o resultado tá beeem claro aí no vídeo!
Será que você consegue identificar os 10 looks?. .
.
São 10 Beyoncés juntas e bem diferentes: temos a Bey atual sexy e desencanada, a do conjuntinho periguete de “Bootylicious”, a da regatinha e short curto de “Crazy In Love”, a do maiô pop de “Single Ladies”, a do vestido poderoso de “Run The World (Girls)”, a do vestidinho branco de “Naughty Girl”, a do pretinho básico e sexy de “Sweet Dreams”, a da saia & top de “Deja Vu”, a do cabelão de “Work It Out” (trilha de “Austin Powers”) e, finalmente!, a trendsetter de sneacker Isabel Marant e chapéu de capitão de “Love On Top”.
Qual seu look favorito? Não nego que sou apaixonada pelo combo de quepe e tênis! <3 No entanto, a única coisa em que penso quando o assunto é Beyoncé & Pepsi é nesse videozinho de 2004. Vídeo que estreou no Brasil num fatídico intervalo do Fantástico (por muita gente, mais aguardado que o lançamento de muito clipe bom na MTV! hehe)… .
Resenha dos shows do sábado e look para o festival da lama! Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.
. Ano passado a seleção de bandas do Lollapalooza fez meus olhos brilharem. Críticos podem criticar e haters gonna hate, mas me identifiquei um tanto com o lineup de 2012 e fiquei com a sensação boa de estar assistindo as bandas que eu queria numa boa época também. É aquela sensação de ouvir o hit enquanto ele ainda é um hit, sabem? Foi o caso, por exemplo, do Foster The People. Que sentido teria trazer os caras nesta edição, por exemplo?
chegando no Jockey Club no sábado (30)
Daí, bem, falando desta edição. Bandas muito legais de uma forma geral, mas muitas novidades interessantes deste ano eu não curto muito (vide Alabama Shakes), outras novidades vieram em nome do hype (vide Madeon), outros nomes só viraram headliners por conta do timing perfeito (Black Keys!) e teve também nome bacanudo fora do timing, caso do Franz Ferdinand, que mesmo já tendo visitado o país n vezes, não tinha visto ainda. Juntando tudo isso com o preço nada amigável, optei por não adquirir um ingresso, mas acabei sendo convidada pelo Multishow para conferir de perto pelo grupo do Outros 500. Fui lá curtir e acompanhei o segundo ano do festival que tem tudo para crescer cada vez mais em São Paulo.
.
OS SHOWS
Gostei de ouvir ao vivão os sucessos do Franz Ferdinand, que por muito tempo foi minha banda favorita, e puxa, que voz, hein Kapranos? E que péssima ordenação de set também, hein? rs A banda optou por mesclar os hits que os trouxeram ao Brasil tantas vezes com as músicas lado b. É claro que uma apresentação não é feita só de hits (a não ser que você seja um hitmaker à la Bon Jovi), mas alternar entre sucessão e desconhecida o tempo todo deu uma sensação de cansaço no meio do show, como se já soubéssemos o que iria acontecer. Pelo menos os hits invariavelmente levantavam o povo e o show terminou numa animação só! .
A alegria de Alex Kapranos (foto: divulgação/Lollapalooza)
Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, vivendo em São Paulo. Produtora formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero e atriz profissional eventualmente praticante. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil