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John Lennon por Bob Gruhen
A exposição “Let’s Rock” na Oca no Parque Ibirapuera em São Paulo termina no próximo final de semana e queria deixar a dica para quem ainda não tem programa para o próximo final de semana em São Paulo.
O grande lance da “Let’s Rock” é que realmente ela é e a maior exposição já realizada sobre rock na América Latina, são muitos objetos originais e réplicas de figurinos de rock stars estrangeiros e gringos, assim como fotografias, “túneis do tempo” musicais e um infográfico gigante que conta a história do rock desde os primeiros acordes de Chuck Berry.
Todos os andares da Oca foram ocupados com o acervo, mas tenho que dizer que a parte mais legal é o espaço livre para você sentar, pegar uma guitarra na mão e tocar. Não importa se você não sabe dedilhar nadica de nada: só você vai ouvir seu próprio som através do fone de ouvido. É um lounge bem legal para papais rockers levarem crianças com interesse em música, porque tem guitarras infantis também. Muito, muito fofo! .
Debbie Harry jovem curtindo o verão
As Runaways no auge
Apesar do acervo ser sensacional, em especial as fotos antigonas de Bob Gruhen – esse vovô que registrou absolutamente todos os rock stars dos quais se tem notícia-, é preciso dizer que ficou faltando organização para todo esse conteúdo na exposição.
Infelizmente as fotos estão um pouco “jogadas”, sem hierarquização, e os objetos dos roqueiros estão agrupadas por estilo ou por banda, mas sem destacar por exemplo o que é original do que é réplica. Outro probleminha foi a linha do tempo do rock, que esquece de citar algumas bandas ou só cita alguns nomes para dar uma nota de falecimento. Achei que faltou cuidado, mas em todo caso, isso não estraga o passeio, especialmente se você for fã de rock também. .
Para fechar, acabei indo para a Oca de um jeito meio grunge (risos!), mas era apenas um domingo chuvoso e eu queria estar confortável e mais quentinha para circular pela exposição: .
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com óculos 3D para ver os efeitos do telão do Kraftwerk!
O Festival Sónar passou por São Paulo na sexta e no sábado e foi a primeira vez que tive a oportunidade de conferir o mesmo evento em duas cidades bem diferentes. Para quem não sabe, fui ao Sónar em sua cidade natal, Barcelona, no ano passado e foi bem legal ver o que rola em cada cidade, o comportamento do público e até mesmo dos artistas. Todo ano o Sónar passa por algumas cidades além de Barcelona e este ano a capital paulista sediou a festa pela segunda vez.
A convite da Samsung, fui nos dois dias de shows e, entre um palco e outro, assisti Kraftwerk, Criolo e Chromeo no primeiro dia e no segundo dia, vi The Twelves, Justice, Modeselektor e um pouquinho de Jeff Mills, que mandou um techno pesado com um preciosismo cirúrgico. Consegui ver um pouco do Cee Lo Green no sábado também, mas não curti a pegada da apresentação. Na sexta, peguei também uns trechinhos de Marky e Patife, mas realmente drum ‘n bass não é minha praia! rs .
as mil e uma faces do palco lindão do Justice
De tudo o que vi, sem dúvida o melhor foi Justice, até pela espera do público, que queria ver os caras novamente faz tempo (a última passagem da dupla pelo Brasil foi em 2008), mas quem surpreendeu bastante foi o Criolo. Gosto muito do álbum dele, acho o som complexo e interessante, e imaginei que fosse ser bom, mas foi melhor ainda! rs O cara capricha na interpretação das músicas nos shows e sua voz ao vivo é ainda mais encorpada e forte, fora a banda que o acompanha, que é realmente excelente. Quem estava lá no auditório do Sónar não se arrependeu e cantou junto o tempo inteiro, foi incrível! .
Criolo e o Sónar Hall com gente de pé, sentada e dançando
Quem empolgou bastante na sexta foi o Chromeo, que fez uma apresentação bem descontraída, mas que tinha playback até na guitarra. rs Também foi muito bacana ver Kraftwerk e os efeitos do palco, mas foi muito mais um show de contemplação do que de diversão, se é que me entendem. .
o show empolga-hipster do Chromeo!
No sábado, depois do The Twelves e do Justice, conheci o som do Modeselektor e gostei bastante, adicionei para a lista de músicas “para estudar”. Também foi bacana ficar de olho no telão enquanto Jeff Mills tocava. Ele é praticamente um “vovô” do techno e toca numa concentração absurda, tem uma disqueteira imensa e não mexe no fone um só segundo. Como disse no começo do post, vê-lo tocar é quase como acompanhar uma cirurgia ao vivo. Não à toa, muita gente estava focada no telão, quem sabe tentando aprender alguma coisa assim como eu e meus amigos estávamos.
. E UM LOOK:
Como na sexta fui direto do trabalho para o Sónar, a coisa não foi tão “inovadora” e acabei não fotografando. Pus uma legging quentinha tradicional, repeti aquela botinha da Schutz, coloquei uma regatinha rocker (na primeira foto dá pra ver) e uma malha na cintura, porque o frio prometia.
No sábado, o look foi mais “planejado”, porque eu queria de todo jeito usar nosso amado sneaker com salto para colocar seu conforto à prova. Vesti uma legging encerada, uma camiseta de cruz de oncinha e carreguei também uma camisona xadrez de flanela, que esquenta bem e é leve para carregar. Nos pés, tcharam!, o famoso sneaker com salto, que passou pelo teste e foi confortável a noite toda! Bingo! o/
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camiseta de cruz: Truly Madly Deeply na Urban Outfitters; legging encerada: C&A; camisa de flanela: Canal; bolsa lojinha xis de barcelona (usei aqui); tênis: Isabel Marant inspired (detalhes aqui)
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Esta foto foi tirada no “esquenta” da Samsung na D-Edge e mais para o fim dos shows, o frio apertou e a camisa de flanela saiu da cintura e salvou legal. Mas, enfim, realmente a coitadinha ficou amarrada na cintura uma boa parte da noite. Mas, ó, tô nem aí: o que eu menos quero num festival é ficar carregando coisa! rs .
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Agora é juntar energias para o próximo festival! E, bom, posso contar também mais detalhes das diferenças do festival aqui e em Barcelona. Cês querem? Alguém tem vontade de ir pra lá? Vai ser no começo de junho! ;)
Os ingressos para assistir o musical foram gentilmente cedidos pela Renault, uma das empresas que apóia o espetáculo. Obrigada!
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Marisa Orth e Daniel Boaventura: o casal Mortícia e Gomez em ação
Depois de estrear na Broadway em 2010 e sofrer algumas alterações no enredo (cerca de meia hora de peça foi cortada), o musical “A Família Addams” ganhou sua primeira versão estrangeira aqui, no Brasil.
A trama traz todos os personagens macabros e divertidos que a gente já conhece da TV e do cinema e conta uma história diferente: Vandinha está apaixonada e quer se casar. E é claro que o pretendente da herdeira das trevas é um rapazinho normal com uma família conservadora normal.
A história é super divertida e é uma das primeiras vezes em que sinto um musical realmente próximo do público brasileiro. Como o espetáculo é de comédia e traz referências locais no texto original, a produção teve de adaptar e inserir piadas locais para tudo fazer sentido. A intervenção foi realmente muito bem vinda e o resultado é visível nos textos do patriarca Gomez (Daniel Boaventura), da Vovó (Iná de Carvalho) e de Fester (Claudio Galvan).
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o jantar em que as duas famílias se conhecem
Os três atores, aliás, estão excelentes em cena, com destaque especialmente para Daniel Boaventura, um dos poucos globais que manda bem em todos os terrenos. Daniel conseguiu provar de uma vez por todas que é um ator completo: canta, dança e ainda tem um timing sensacional para a comédia. Por outro lado, quem deixa um pouco a desejar é Marisa Orth.
Apesar de ter o físico e o timbre de voz perfeito para interpretar Mortícia, a atriz parece pouco à vontade em cena; insegura, eu diria. Seus momentos de brilho acontecem quando a música e a dança são dispensados e ela pode soltar a resposta certa na hora certa para o amado Gomez. Por sorte, o musical prioriza o personagem de Gomez e, obviamente, a personagem de Vandinha (Laura Lobo), o que não torna a situação um problema.
Por fim, duas menções honrosas:Laura Lobo está excelente no papel da futura noiva e não há como não ficar na torcida pelo sucesso do jovem ator que vive Feioso. Gustavo Daneluz preenche muito bem o palco em sua canção solo e logo mais estreia o remake da novela “Carrossel” no SBT. Promessa, hein? ;) .
Para sentir o clima da peça, dá o play na música de abertura “Para Quem é Addams”:
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SERVIÇO:
“A Família Addams” – O Musical
Sessõs de quinta e sexta às 21h, sábados às 17h e 21h e domingos às 16h e 20h
Teatro Abril – Av. Brigadeiro Luís Antônio, 411
Ingressos de R$70 a R$230 à venda na Tickets For Fun
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chegando na animação! hehe
Segundo dia de Lolla foi dia de chegar mais cedo, foi dia das bandas mais amadas por mim e foi o dia do “indie do pé sujo”, como brinquei carinhosamente no twitter, já que o público era totalmente diferente do dia anterior (contei sobre o primeiro dia aqui). rs O esquema era chegar logo para aproveitar Friendly Fires, num bom lugar e sem correria.
Adentramos o Jóquei com o fim do som e da animação do Gogol Bordello para depois darmos uma olhadinha na tenda eletrônica, onde Killer On The Dancefloor mandava fodamente bem e botava o povo pra suar e sorrir. Foi épico, foi maximal e ganhou de 10 a zero da farofada de Calvin Harris no dia anterior. E foi também difícil sair um pouco antes do final para pegar um lugarzinho para ver Friendly. A dupla brazuca está de parabéns: quem puder ir ver os caras na noite, vá! .
doidona no meio do povo e antes da chuva
O show do Friendly Fires foi energético, foi animado, foi cheio de hits e foi marcado pelas dancinhas malucas de Ed Macfarlane. A cada rebolada do vocalista o povo ia à loucura e foram gritinhos misturados com as letras durante o show inteiro. Ele, aliás, estava louco de vontade de interagir, mas infelizmente o palco Butantã não tinha uma frisa que o deixasse lá em cima, só um corredor na grama mesmo – e ele aproveitou ainda assim.
Foi delicioso ver uma das minhas bandas favoritas ao vivo e curti sentir a percussão pesada e dançante ao vivo; taí outra banda que veio na hora certa. Podia ter vindo um pouquinho antes, é verdade, mas mesmo assim não perdeu o ponto. Mandaram bem; o final da apresentação foi especialmente “energético”. .
a chuva: o bom momento para ficar parado
Daí veio a chuva – e não foi qualquer chuva, só demos a sorte de estarmos dentro da tenda da CK descansando bem na hora que o barraco desabou. rs Vimos raios e trovões rolando do lado de fora e, mesmo com super capas de chuva na mochila (compradas na Centauro; fica a dica! hehe), resolvemos abandonar o MGMT.
Estávamos ouvindo a apresentação dos caras e, pela animação do público, acho que não perdemos nada. Apesar do primeiro álbum ser muito bom e cheio de hits, o segundo mergulha num conceitual bom de se ouvir em fones poderosos em casa, não no meio da lama. Nessa hora, quem acompanhava de casa no Multishow se deu muito melhor! hehe
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Foster The People: <3! (crédito: Photo Rio News)
Aí superamos a chuva e o resto do pinga-pinga para ver um dos nomes que mais aguardamos desde que o festival foi anunciado, Foster The People. Seriam eles bons músicos? Corresponderiam ao vivo ao ótimo trabalho em “Torches”? Teriam calor humano ou seriam só uma bandinha indie olhando para seu próprio umbigo enquanto entoam suas composições “super importantes” para a humanidade? Será que teriam bom humor? rs
Com capas e gotas de leve em nossas cabeças, tomamos lugar no palco principal para ver a banda. O show começou com“Houdini”e de cara deu pra ver que ia ser todo mundo cantando tudo o tempo inteiro e a banda sorrindo o tempo inteiro. O grupo fez um show maduro e mostrou todas as nuances eletrônicas propostas por Mark Foster no palco.
A voz do cara, aliás, estava ótima e todo o corre-corre de troca de instrumentos do trio, que poderia arrastar o ritmo da apresentação, só surpreendeu a galera. Cubbie Fink ia para os sintetizadores e voltava para o baixo, Mark pegava o piano, ia para os sintetizadores, saia correndo pela frisa (para alegria do povo) e chegou até a ajudar na percussão em“Call It What You Want”.
Mas, é claro que 0 povo delirou mesmo com o super hit “Pumped Up Kicks”, canção sabiamente deixada para o final da apresentação e para deixar todo mundo com gosto de quero mais, tanto é que a banda foi embora e nem precisou dar tchau! rs .
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Já tinha contado de forma breve o quanto amei o show, mas tenho que acrescentar que agora me arrependo amargamente de não ter ido na apresentação dos caras no Cine Jóia e no DJ set do Clube Yacht (embora o povo tenha saído de lá com as pernas cortadas de tanto copo de vidro que caiu na pista – insano, não?). O jeito agora é continuar ouvindo o CD e torcer para que os meninos da Califórnia façam um segundo CD tão bacana quanto esse.
Depois do show, fomos lanchar e fazer o tempo passar até os Arctic Monkeys chegarem. Confesso que não “estudei” para o show e acabei ficando perdida na vibe das músicas mais recentes, que são mais pesadas e melancólicas, daí junto com o grupo que não é lá uma super simpatia, é tocar e pronto. Isso não é ruim, de forma alguma, mas a chuva voltou a apertar, perdemos o lugar bacana em que estávamos e o ritmo desacelerou. Resultado: acabamos abandonando o show aos 45 minutos. Conversando com as pessoas depois, achei que quem mais curtiu o show estava vendo pela TV (e o inverso aconteceu com Foster: quem viu pela TV achou um lixo! Vai entender! hehe).
Sobre o evento: O festival foi super divertido e teve um clima delicioso, mas como todo grande evento numa grande cidade, a organização ainda tem muito o que aprender. A dependência do metrô e do trem foi um transtorno para muita gente e quem ficou até o último suspiro das apresentações dos dois headliners, sofreu. Sofreu inclusive com o shutter que levava para pontos estratégicos, como o Shopping Eldorado. Eu não tive problema pois usei carro + shutter e não fiquei até o último segundo, mas ouvi relatos bem chatos. Fica a questão para que todo mundo possa aproveitar até o último segundo ano que vem!
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E O LOOK:
Domingo foi o dia do hype feat. coolness (risos!!) e do corpo já cansado do primeiro dia, por isso apostei no super sneaker roxo confortável e na minha camiseta de triângulo misterioso. O restante do lookfoi consequência: .
Camiseta: Complot (Buenos Aires); short militar com tachas nos bolsos: Shoulder; sneaker: Puma; bolsinha cinza com franjas: loja qualquer de Barcelona; pulseira de couro, de franja, shambala e anel: Íris Bijoux (contei aqui); o Ray Ban vocês já conhecem! ;)
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concentração até da plateia do fundão para o Foo Fighters
O primeiro dia de Lollapalooza foi o dia do Foo Fighters. Sei que você já deve ter lido isso 30 vezes por aí antes desse post, mas é preciso ressaltar: foi o raio do dia do Foo Fighters. Isso se refletiu no público do festival, nos milhões de fãs atolando o palco horas antes, nas filas intermináveis e até no estilo *coxinha* de ser da galera. Deu pra ver que Dave Grohl e sua turma agradam mesmo a gregos e troianos.
Como não poderia deixar de ser, assistimos ao show dos caras, que começou bombando cheio de hits, mas foi ficando mais lento, especialmente depois que a banda toda foi apresentada. As duas horas e meia foram super legais para quem é fã de carteirinha e espera isso há anos, mas quem só curte ouvir (meu caso), deu uma cansada e ainda rolou pegar o finalzinho do Calvin Harris.
Saindo do palco principal para a tenda eletrônica, sentimos o cheirinho de farofa de longe: o DJ de hits deliciosos como “Acceptable in the 80′s”, “The Girls”, “Colours”, “Bounce” e “Feel So Close” estava tocando música de todo mundo, menos dele. rs Para aliviar a barra, ele tocou a farofa legítima “We Found Love” que levatou o povo, mas emendou com “Titanium” do David Guetta e “Good Feeling” do Flo Rida, aquela música que não para de tocar em todas as rádios pop. Não vou negar que foi super divertido, mas todo mundo ali esperava o Calvin tocando o Calvin e quando ele soltou “Feel So Close” a resposta foi imediata: todo mundo pulando até o céu.
Encontrei esse vídeo que mostra bem como foi! hehe
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Voltando algumas horas atrás, começamos o dia com as maluquices da Peaches também na tenda. Com uma roupa cheia de mamilos e dançarinas doidonas se pegando no palco, fazendo strip e cuspindo sangue, a gringa agitou o povo com música e bizarrice.
Quem não conhecia as músicas, acabou curtindo muito a performance! hahaha Mas o mais legal mesmo foi que ensinaram a mulher a gritar “as mina pira” e ela ficou soltando a pérola várias vezes no meio do show. Uma pena que eu não tenha filmado e também não encontrei no Youtube. Outra pena foi que não teve espaço para tocar a versão dela com o Moullinex de “Maniac”, a música era leve demais para a apresentação.
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fotos logo na primeira fila
Saindo da Peaches, pegamos um lugar interessante para ver a roqueira-mór, Joan Jett. Rafael disse que se sentiu um pouco no show da Xuxa com a quantidade de meninas estridentes na cara do palco e, realmente, o público chamou a atenção. Tinha mesmo muita menina nova e depois de cantar “I Love Rock ‘n Roll”, as gatinhas começaram a gritar “gostosa! gostosa!” para a Joan.
Aliás, tenho que falar: se o som estava ruim para o pessoal no meio da plateia, a visão da cantora estava ótima. Sabe-se lá se fez plástica e quantas foram, mas Joan Jett está linda, com um corpinho digno, cabelo bacanudo e pele boa. Em resumo: tá mandando um chupa pra Madonna (ambas tem 53 anos).
O show foi recheado de hits e ela mostrou porque continua aí desde os 14 anos (e cantando muita coisa dos tempos antigos). Ela apresentou músicas novas e foi autêntica ao colocar a letra na frente. Mas, enfim, minha perdição mesmo foi quando ela entoou “Crimson and Clover”, hino lésbico que fez muita menininha do lado chorar.Aqui dá para ver o show completo. .
o estilo de Joana Jato com sombra lilás e delineador, rs (foto: Junior Lago/UOL)
Mesmo sem ter visto tudo, aposto de verdade que Joan fez o melhor show da noite – e deu dó mesmo de alguns fãs de Foo Fighters que não sabiam quem era a roqueirinha que subiu no palco para fazer uma participação e “cantar aquela música famosa”… tsc tsc
Camiseta cropped: The Candy Shop Flavour; short com barra xadrez: Me Move; coturno (véio de guerra!): Renner; bolsa: Siberian; colares e pulseira de couro: Iris Bijoux na 25 de Março;
óculos (que vocês já cansaram de ver): Wayfarer da Ray Ban
Sempre dou dicas de muitos lugares legais para visitar por aqui, mas uma coisa ou outra acabam passando! Por isso, resolvi fazer essas duas listas com alguns dos meus lugares favoritospara comer e beber em São Paulo, de um jeitão bem rápido e sem delongas, assim quem está de passagem pela cidade por causa do feriado tem mais ideias de onde ir e quem já mora por aqui, quem sabe!, conhece lugares diferentes através do post! .
o sensacional secreto burger do Chez Burger e um pedacinho do milk shake de pistache ali atrás
Uma caipirinha: Pé de Manga * as do Velloso são muito famosas, mas lá é tão lotado que simplesmente é impossível ir à noite. Tentei ir duas vezes e não consegui!
Para tomar drinks feitos à risca: Bar Numéro(post aqui) (esse é lindão, bem de “boyzinho”: rola um clima de “ver e ser visto” meio chato, mas tem quem curta)
Para se sentir no Rio de Janeiro (e comer coisinhas de lá também): Pirajá (a feijoada aos sábados é um must eat! rs)
Para conhecer gente, se é que me entendem: Puma Social Club(posts aqui) (entre um joguinho e outro, muita coisa acontece, viu? o bar reabriu depois de um hiato e continua ótimo!)
Para um belo de um esquenta: Sancho Bar Y Tapas (fui nesse final de semana e AMEI, vou postar aqui ainda. É na R. Augusta, perto de várias baladas, super descontraído e com tapas deliciosas e com preço camarada. Vale dar uma priorizada, os bares espanhóis estão virando moda na cidade!)
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nerdiando no equipo da Funhouse
Mas… E as baladas? Entonces, São Paulo tem casas noturnas para todos os gostos e é sempre tanta novidade que mesmo saindo bastante a gente não dá conta de conhecer tudo – mesmo tocando, não dá pra conhecer tudo! rs
Eu, que não vou dançar toda semana, fico desatualizada do último grito da **night**. Masss, de bate-pronto, recomendo três lugares: D-Edge, sempre uma opção para quem curte eletrônico (preste atenção no dia: de sexta é noite gay e de sábado o público é meio misturadão – vou de sexta, mas sábado é só quando é a salvação!), Vegas Club (sempre tem alguma coisa bacaninha), Estúdio Emme (lá o lance são as festas itinerantes; cheque qual será a festa que estará por lá, tem várias divertidas, como a Squat Party). .
ps: Espero ter ajudado os leitores que vieram me pedir dicas esta semana! Quem quiser mais, deixa aqui nos comentários e eu tento ajudar. ;)
Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil