#CasaNova Parte II: Apartamento pronto! Projeto de marcenaria, móveis e eletrodomésticos

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No primeiro post desta série, contei um pouco sobre como foi o projeto do nosso pequeno grande apartamento: foi um verdadeiro jogo de Tetris zerado com maestria e que agora está enchendo a gente de orgulho. Apesar da nossa planta ser pequena, o projeto atende 100% nossas necessidades e os armários estão comportando as vidas de duas pessoas, o que já parece ótimo para quem morria de medo de ter que abandonar várias coisas na casa da mamãe. rs Aproveito para agradecer as fotos dos ambientes feitas pelas nossas arquitetas da MMaverick!

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A #CasaNova em funcionamento: não é que deu tudo certo?

A MARCENARIA

Para aproveitar 100% o espaço da nossa planta(zinha), de cara foi fundamental partirmos para móveis planejados. Custa (muito) caro, demora, mas realmente dá uma alegria tremenda ver que tudo ali tem qualidade e, acima de tudo, a nossa cara. Vimos diversas lojas de planejados, desde aquelas redes famosas até outras super “família tradicional brasileira”, mas acabamos fechando com o Thiago Ruiz, da Ruiz Marcenaria, que tem um trabalho moderno e cumpriu os prazos de forma exemplar.

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Desde o começo de tudo, eu já tinha muito bem definido na cabeça as cores que permeariam o apê, dos revestimentos até os armários, como o verde menta da cozinha e o azulão no banheiro. Pois acreditem: achar essas cores (ou qualquer cor muito específica)nessas grandes redes de planejados é simplesmente impossível. Eles trabalham com uma cartela de cores limitada por conta da linha de produção e, infelizmente, se você sai muito do padrão, fica sem opções e eles realmente não tem muito a te oferecer. Por isso, me encantei imediatamente quando vi a infinidade de opções que a Ruiz tinha para a gente – foram exatamente as cores que eu sonhava!

Depois de meses de processo, ver a divisão do ambiente da sala/cozinha feita pelos armários pessoalmente foi mágico e ficou ainda mais bonito que o 3D que nos ajudou a visualizar tudo no início! ;)

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quarto com armário quatro portas de correr todo em espelho, sapateira rosa “bebê”, cabeceira em marcenaria e nossa cama box com baú!

 

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banheiro: armário azul no gabinete inferior, branco no superior e detalhes dos metais “red gold” da Deca 

OS OUTROS MÓVEIS

Mesmo com todo esse trabalho planejado incrível no quarto, sala/cozinha e banheiro, claro que alguns móveis ainda ficaram faltando! Reviramos lojas físicas e online e acabamos optando por um mix de acabamentos e materiais, de forma que a sala mesmo sendo “clean”, não seja refém de um só elemento ou cor. Liberdade define!

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Os móveis (extras!) que escolhemos:
1. Sofá retrátil cinza Tok Stok – tem um bem parecido na Oppa, para quem tem mais espaço!
2. Escrivaninha preta retangular Tok Stok (usada como sofa table)
3. Rack da Woodinn comprado na Mobly
4. Cadeiras de jantar da Oppa
5. Não é móvel, mas sei que vocês vão perguntar: luminária pendente da Trybo, comprada na Mobly!

 

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#CasaNova: a reforma, inspirações e projeto do nosso apartamento!

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Sempre compartilhei momentos muito importantes da minha história neste blog: oportunidades especiais de trabalho, mudanças excepcionais de rotina, um encontro amoroso capaz de mudar tudo… Pois desta vez venho com muita alegria contar que vou abandonar o ninho e finalmente vou me mudar. E não apenas me mudar: vou descobrir a vida a dois 24 horas por dia juntando as escovas de dentes com meu namorado, parceiro de aventuras e cúmplice de todas as horas. E, uau!, escrevendo aqui parece que acaba de se tornar mais verdade! rs

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Hoje começo a série de posts #CasaNova para contar um pouco do antes, durante e dos vários depois desse processo tão especial! E vamos começar pelo começo, é claro: o projeto, a quebradeira e as referências que enfiamos debaixo do braço para nos guiar.

NOVATOS EM OBRAS

Começamos a reforma no apartamento em dezembro de 2016 e quem me segue nas redes sociais vem acompanhando de tudo um pouco: da reclamação sobre o preço das coisas até quebradeira de parede e escolha de cores dos armários. E agora esta semana vem a parte boa: finalmente acompanhar a montagem de tudo que ficamos durante meses escolhendo (e pagando! AI QUE DOR NO BOLSO!).

Como era de se imaginar, nem Rafael nem eu tínhamos a menor experiência com obras, mas tínhamos ambos uma memória terrível das obras feitas pelos pais que só tinham dado atraso, problema e dor de cabeça. Para “piorar” as coisas, o espaço do nosso apartamento pedia para ser milimetricamente aproveitado: como dar conta deste casal em menos de 40m²?

AJUDA ESSENCIAL: A DUPLA DE ARQUITETAS

Como não estava nos nossos planos sair furando canos por acaso ou sentar e chorar na primeira guerra territorial por espaço no armário, resolvemos contratar um serviço especial para essa missão! A Michelle e a Adriana da MMaverick Arquitetura planejaram nosso apartamento e foram verdadeiras anjas da guarda nesse processo.

Elas tiveram não só o profissionalismo mas também a santa paciência para nos explicar um milhão de vezes a diferença entre todos os tipos de piso, acabamentos de marcenaria, efeitos de iluminação e  ainda acompanhar momentos cruciais da obra para que tudo andasse mais rápido. Pode parecer simples, mas esta última parte é quase tão importante quanto o projeto em si. É bem difícil trabalhar e conseguir estar à disposição no horário comercial o tempo todo para, sei lá, acompanhar a instalação de uma pedra. Por isso, para todo mundo que me pergunta se vale a pena ter arquiteto, eu respondo que sem dúvida VALE. Foi uma ajuda e tanto para nós! 

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A sala/cozinha antes e depois: tiramos balcão, nicho, abrimos a varanda, trocamos os revestimentos, mudamos os pontos de água e luz… Ufa! 

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Vlog da ressaca: Carnaval, maratona de Oscar, preguiça e faxinão!

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Depois de cinco dias de festão (ou não! rs), o vídeo da semana é mais ou menos um resumo do que foi meu Carnaval. Fui gravando um vlog bem descontraído ao longo do feriado e mostrei desde minha maratona de filmes do Oscar até alguns treinos na academia e a festa da Heineken que fui no sábado – quem me segue no Instagram @feepineda certamente já viu algumas fotos!

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A ideia de fazer o vlog partiu de algumas sugestões que já recebi, de mostrar o dia-a-dia, mesmo que editado, mas de uma forma mais crua e ~gente como a gente~. Vamos ver se vocês curtem! ;)

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Minha coleção de Funkos: as histórias, onde comprar, vale a pena importar?

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Se você já assistiu algum vídeo meu, certamente já viu minha prateleira recheada de toys logo atrás de mim! Pois é: o vídeo de hoje é justamente para contar a história dos brinquedos e também dar dicas de onde comprar, se vale a pena importar direto aqui do Brasil pelo Ebay e outros detalhes assim! Ficou ainda alguma dúvida? Deixa nos comentários que eu ajudo!

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Uma retrospectiva pessoal: 16 coisas que aprendi em 2016!

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Revendo meus próprios posts, percebi que 2015 não foi um ano bom, mas certamente 2016 conseguiu superar qualquer expectativa de “vai dar merda” que eu poderia ter tido. Enfim, o ano está acabando e pelo menos pode-se dizer que aprendemos alguma coisa em meio a todo o caos proporcionado pelo fluxo energético do universo. Sim, foi em meio à crise que eu fiz mapa astral pela primeira vez. Sim, foi ótimo para mim – e talvez uma das coisas mais interessantes do ano, pois a partir disso pude entender todos os memes astrológicos que a internet nos deu. rs

Sem mais delongas, vamos ao vídeo #sincerão:

 

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Uma vida normal não tem (muita) graça

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Há uns dias atrás eu estava com vontade de chorar de tanto cansaço. O sentimento virou vídeo e resolvi tirar uma semana para fazer somente o mínimo necessário para minha convivência em sociedade – o que incluía respirar, me alimentar, trabalhar e fazer meus exercícios físicos. Esses aí que poderiam ser além do mínimo para a maioria das pessoas, mas que garantem minha sanidade, física e mental. E assim foi: cinco dias sem me preocupar com produzir roteiro, editar vídeo ou vir aqui postar alguma coisa. Aliás, só de escrever essa última frase já tenho vontade de vomitar uns 394893 posts que tenho na cabeça mas simplesmente não tenho tempo de desovar. O vídeo e o Youtube, meus amigos, são sugantes demais. Especialmente se você também trabalha, estuda… Enfim, especialmente se você tem uma vida normal em paralelo acontecendo e boletos chegando.

Dei essa pausa por pura necessidade de organização, mas me peguei no meio da semana tendo um bilhão de ideias e anotando – o que foi ótimo! -, mas ao mesmo tempo percebendo o quanto viver assim, sem produzir nada além do esperado de mim enquanto adulta & cidadã de uma cidade grande, é chato. Não me leve a mal agora: muitos bilhões de pessoas vivem assim e são felizes, completas, plenas, com sua rotina, sua família, suas coisas todas… Eu, não. Eu preciso de 500 milhões de coisas acontecendo ao mesmo tempo para não morrer de tédio. Mesmo que eu reclame disso na sequência.

Foi uma semana necessária, mas a verdade é que independente de blog, youtube, curso de teatro ou aula de espanhol, eu tenho essa necessidade absurda de fazer umas milhões de coisas ao mesmo tempo e de sentir que faço aquilo por mim, porque eu gosto, e não simplesmente porque preciso fazer. Foi assim desde a infância: eu era aquela criança que fazia 5 cursos aleatórios ao mesmo tempo (vôlei, handball, inglês, piano e canto?) e ainda tirava boas notas. Pode parecer um pesadelo daqueles para a psicologia infantil, mas funcionava. Eu tinha até agenda com horários para fazer lição e ver TV – elaborada por mim mesma, tá? Não perdia tempo de estudo nem o horário do meu desenho favorito. Enfim, um dia perdi esse bom hábito, mas que era uma baita ideia e funcionava, era… rs

Hoje, bem grandinha, a ideia de entregar todo o meu tempo a somente uma coisa sobre a qual tenho pouco controle (leia-se: emprego) e não fazer nada além-expediente me dá calafrios. Acho que até por isso desde que adquiri o hábito e a disciplina de treino, jamais abandonei: é o meu tempo comigo mesma e nada mais, fora que faz um bilhão de bens que talvez eu nem tenha total ciência agora, mas que provavelmente meu corpo daqui 30 anos vai agradecer. E aí entra o meu “sharear” de conteúdo, o dar opinião, falar, comentar, indagar… É claro que faço porque gosto, já estamos nessa internet há no mínimo 13 anos, mas faço também na expectativa de crescer e de ter o meu negócio, por que não? E, ainda mais, viver sem fazer nada disso simplesmente não está nos meus planos. Pelo menos por enquanto, e pelos últimos 10 anos de existência deste blog, essa vida normal não tem (muita) graça.

Perdão pelos vacilos, mas eu adoro isso tudo aqui. E vou continuar.

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