6 Séries do Netflix para ver na academia e animar seu aeróbico

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Já se foram muitos e muitos posts com dicas de músicas para treinar… Agora e que tal seriados para treinar? Sim, esse post é exatamente sobre isso: sobre assistir coisas bacaninhas do Netflix enquanto você faz um treino aeróbico. Não, eu não estou louca e SIM, super funciona, sou adepta e ainda espanta aquele tédio sepulcral que é ficar num aparelho olhando para o nada!

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foto vida real durante o treino no elíptico assistindo “Unbreakable Kimmy Schmidt”

Eu não sei há quanto tempo passei a carregar o iPad para me acompanhar em algumas sessões de treino aeróbico, mas sei que é certamente uma das melhores companhias que posso ter quando não estou com aqueeeela animação ou quando simplesmente não quero ficar atrasada com meu entretenimento. #prioridades #otimizaçãodetempo

Eu costumo ver seriados quando estou fazendo aeróbico contínuo no elíptico ou na escada ergométrica (eita aparelho maravilhoso. É subir & suar!), mas certamente também deve funcionar para quem só caminha na esteira ou faz bike ergométrica. É especialmente legal nesses casos porque são exercícios que não tem impacto e você consegue apoiar um tablet tranquilamente no equipamento. Por outro lado, não recomendo assistir nada se você estiver fazendo qualquer tipo de treino intervalado (vai acabar perdendo o timing) ou fazendo uma corrida intensa: o impacto não é amigo de assistir coisas com legenda e você pode acabar ficando enjoado.

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“fitness woman” via Shutterstock

MAS O QUE ASSISTIR?

É óbvio que você não vai querer se acabar de chorar nem passar medo enquanto faz um treino, então o que mais funciona é, basicamente, comédia, sendo que o tempo do episódio tem que casar com o tempo do treino! Se tiver um minutinho ou dois a mais, é mais um motivo pra você esperar o episódio acabar e treinar mais um pouquinho! ;)

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só não vale roubar! 

Fora isso, você ainda pode escolher algumas séries para assistir só na hora do treino e aí fica curioso para assistir e não deixa de treinar… Né?

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Jessica Jones, obrigado por falar o que faltava

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Depois do sucesso de “Demolidor”, “Jessica Jones” tinha muitos desafios pela frente em sua estreia. Embora não haja a pressão óbvia por audiência da TV tradicional, não é preciso ser um gênio para deduzir que empresas do porte de uma Marvel e de uma Netflix esperam, sim, o sucesso. E conquistar isso com uma personagem não tão conhecida e feminina parecia algo assim, meio, ‘só acredito vendo’. Todo mundo queria que desse certo, mas ninguém sentia aquela firmeza . Pois não é que deu?

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A história não tão famosa de Jessica Jones permitiu que roteiro e direção corressem livres das expectativas dos fãs por ver um quadrinho filmado. Encontraram saídas interessantes e um roteiro tenso e cheio de reviravoltas (eu gritei vendo um episódio, mas não vou dar spoilers!) para uma história que fala não só das grandes responsabilidades que vêm com os superpoderes, mas também de heroísmos e vilanismos que todos nós presenciamos no dia-a-dia.

Quanto à protagonista, a heroína de Krysten Ritter aqui passa bem longe da simpatia dos Vingadores e, por isso mesmo, tem carta branca para surpreender o público com um ótimo trabalho. Na outra ponta está o poderoso manipulador Kilgrave, também conhecido como Homem-Púrpura pelos fãs dos quadrinhos. Interpretado por David Tennant, o personagem é um presente para qualquer bom ator e ele não deixa por menos. Com o surreal poder de controlar mentes e dar qualquer comando para um ser humano, Kilgrave espalha caos e não tem escrúpulos: vale tudo, desde tomada de propriedade, até assassinato e sexo não consentido.

Após um determinado período que os dois passaram juntos (impossível chamar isso de relacionamento), Jessica tenta retomar sua vida e é atormentada constantemente pelas façanhas do vilão, fazendo-a sair da zona de conforto para enfrentar seu trauma e evitar que ainda mais pessoas inocentes sejam prejudicadas.

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Jessica é uma protagonista incrível. Interessante, mal humorada, sexualmente ativa e totalmente desencanada sobre o que os outros pensam dela. Eu diria até que ela não liga se você, espectador, não gostar dela. É assim, doa a quem doer. Ela não só bebe, quanto transa e trepa. E aparentemente isso ajuda a curar sua eterna ressaca. Ressaca moral, ressaca de fazer o que não quis, com quem não queria, por motivos que não concordava. Ressaca de ter que sorrir quando queria chorar, ressaca de vestir o que não gostava, de comer o que não queria. Jessica deu certo e ainda tocou no assunto que faltava.

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Girl power no Netflix: novas séries com mulheres incríveis

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Apesar de nós brasileiros termos acordado com a má notícia de que serviços como o Netflix vão ter nova carga de impostos, aparentemente a empresa não vai deixar ninguém decepcionado em manter a assinatura nos próximos meses.

Depois de sucessos recentes como “Sense8” e a nova febre que é “Narcos” (sim, ótima série!), duas novas atrações estão chegando com um time de mulheres para reforçar o #girlpower da programação: “Project MC²” e “Jessica Jones”!

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Netflix apostando no público teen? Com um grupo de meninas nerds atacando de espiãs? Sim, é disso que se trata! A primeira temporada de “Project MC²” já está disponível no mundo todo com três episódios. A série conta a história de quatro estudantes super inteligentes que são convocadas para participar de missões especiais numa agência de investigação formada apenas por mulheres. O quão maravilhoso é isso, minha gente? E se eu disser que a “Charlie” delas é a antiga musa de “Anos Incríveis”? Sim, a Danica McKellar! haha

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as quatro agentes secretas de  “Project MC²”

Cada uma das meninas tem uma habilidade especial, mas o grande lance é que elas precisam trabalhar em equipe para fazer a coisa funcionar. Entre as skills das garotas estão química, matemática e robótica – ou seja, uma bela maneira de incentivar o público mais novinho a procurar outras carreiras em áreas ainda pouco dominadas pelas mulheres. A cereja do bolo? Ainda tem bonecas lindinhas para acompanhar a brincadeira. Um brinde agora à uma segunda temporada – e com mais episódios, faz favor!

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Sem esquecer das ~crescidinhas~, a série que promete transcender os quadrinhos e conquistar novos (e novas!) fãs para a Marvel é “Jessica Jones”. O seriado estreia mundialmente no dia 20 de novembro e faz parte do pacote que já nos trouxe “Demolidor” e que ainda vai trazer “Punho de Ferro” e “Luke Cage”.

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Krysten Ritter durante as gravações de “Jessica Jones”

Após sofrer um acidente e perder a família, Jessica descobre que ganhou super poderes, mas até dominar de vez suas habilidades, a moça resolve atuar como detetive bem pertinho da vizinhança do Demolidor e seus amigos: Hell’s Kitchen. Quem faz a personagem é Krysten Ritter, atriz de séries como “Apartment 23” e “Breaking Bad”.

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Depois das recentes polêmicas envolvendo a falta de produtos com a Viúva Negra (“Os Vingadores”) e Gamorra (“Guardiões da Galáxia”) e de executivos do entretenimento afirmarem constantemente que filmes com mulheres heroínas não dão certo, está aí uma ótima oportunidade de virar o jogo, especialmente se ‘Jessica’ seguir a receita de “Demolidor”, série que soube como levar a história para além dos aficcionados pelos quadrinhos.

Enquanto “Jessica Jones” não chega, vale lembrar que o serviço já tem boa expertise no assunto ‘mulheres fodonas’, com as veteranas “Orange is The New Black” e “Unbreakable Kimmy”.

“Unbreakable Kimmy” e os conselhos da série que você pode seguir

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Vide “às quartas-feiras nós usamos rosa”, sabemos que Tina Fey não decepciona com seus textos ácidos, sinceros e recheados de referências. O público de “Meninas Malvadas” cresceu (ok, nem todas) e a nova série da comediante para o Netflix parece ter sido talhada para as órfãs do texto de 11 anos atrás que ainda é meme na internet.

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Inesquecível Cady fazendo check-in no lixo <3

A primeira temporada de “Unbreakable Kimmy Schmidt” já está disponível e é perfeita para assistir onde quer que seja. Os episódios são rápidos e diretos, não chegam a 30 minutos de duração, e são ótimos companheiros para relaxar antes de dormir ou se divertir durante uma sessão de aeróbico sem graça na academia.  

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Titus e Kimmy, dupla inseparável de “Unbreakable”

Kimmy (Ellie Kemper) é uma caipira prestes a completar 30 anos que tem de superar o atraso de vida que foi ter passado os últimos 15 anos sequestrada num “bunker” por um pastor maníaco que dizia que o mundo lá fora tinha acabado. Surpresa: tudo continuou funcionando normalmente e ela decide ir morar justamente em Nova York depois do resgate.

Apesar de não entender muito (quase nada) das pequenas coisas ao seu redor, Kimmy não falha em ver o todo e tem um otimismo inabalável. Ela sempre tem bons conselhos e com certeza era quem segurava as pontas da galerinha no confinamento.

Você não foi sequestrada e com certeza sabe o que é um smartphone, mas acredite: tem muita coisa que dá para aproveitar.

Os bons conselhos de Kimmy Schmidt:

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GOOD VIBES ONLY

dá para aguentar 10 segundos de qualquer coisa

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“10 segundos por vez e tudo vai ficar bem”

Sabe aquele conselho de contar até 10 antes de explodir? Pois ele funciona não só para os momentos de raiva. Você pode aguentar 10 segundos daquela reunião chata, da aula sem fim,  da vontade de comer um doce exagerado e até mesmo do exercício físico que parece que não acaba nunca. Quando os 10 segundos se passarem, comece a contar de novo e segure as pontas. No mínimo, você mantém a cabeça ocupada e não desiste por qualquer bobagem passageira. 

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Um Tinder para quem quer dividir a pipoca

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Uma grande mentira espalhada pela humanidade é de que os opostos se atraem. Não, eles nunca se atraem. Qualquer pessoa com uma experiência amorosa mais madura que a de uma ostra consegue perceber que são os gostos em comum que movem um relacionamento para frente.

Dito isso, a segunda grande mentira sobre amor é de que a tampa da sua panela estará te esperando com uma cerveja gelada no bar da esquina mais próximo. Vocês vão se olhar, nenhum dos dois estará bêbado e a magia vai acontecer como se o mundo todo girasse ao redor de vocês. É. Só que não.

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Por isso, hoje os amigos solteiros, caseiros e viciados em séries podem vibrar com a proposta do Binger, o aplicativo que quer copiar o Tinder, mas basear o cruzamento de casais através de seus hábitos de visualização do Netflix.

É o fim do duelo “tem o aniversário de fulano” x “e aquela maratona que você me prometeu?”. É o Oásis de um relacionamento em que barzinho é sinônimo de morte e em que o sofá não só pode como vai ser mais usado que a cama.  Parece moderno. O vídeo mostra a proposta direitinho:

Eu fiquei de cara com a proposta (conheço tanta gente que usaria! hehe), mas há um problema: o Binger não existe (ainda). O projeto foi feito todo bonitinho para chamar a atenção do Netflix, que tem API fechada e não permite que as informações sejam usadas por outros aplicativos.

Este post é para ajudar na campanha dos criadores do app e dar aquele empurrãozinho para os amigos que querem um cobertor de orelha para o outono/inverno 2015 e não merecem encarar sozinhos a terceira temporada de “House of Cards”. Libera aí, Netflix!

bobpopcorn

Pelo fim de criaturas esponjosas solitárias <3

ps: Live e PSN, a bola está quicando, quem chutar primeiro faz gol! ;)