A força é fashion: a coleção inspirada em Star Wars da Rag & Bone

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Se quando você pensa em moda inspirada no universo nerd tudo que lhe vem à cabeça são meia dúzia de camisetas e pijamas com estampas legais, a Rag & Bone vai dar um bom motivo para você rever seus conceitos. A marca nova-iorquina famosa pelos jeans perfeitos e pelas jaquetas com inspiração militar fez um baita mergulho no universo de Star Wars para criar uma coleção bem a tempo de “Os Últimos Jedi” e o resultado passa longe de ser mais meia dúzia de camisetas licenciadas legais. Nada contra ~camisetas licenciadas legais~, tenho até amigos que são rs, mas isso aqui é moda de verdade:

  

Esta não é a primeira vez que a marca trabalha com o universo de Star Wars: em 2015, próximo ao lançamento de “O Despertar da Força”, algumas poucas peças foram confeccionadas para caridade no projeto Force 4 Fashion, que contou também com marcas como Opening Ceremony e Diane von Furstenberg. Agora uma coleção maior e mais parruda chega às lojas no dia 2 de Dezembro com preços variando entre $95 e $1295.

O processo de criação envolveu utilizar cores e simbologias chave do universo de SW e aplicar o “twist” moderninho característico da marca. No vídeo de lançamento, Marcus Wainwright, CEO da grife e diretor criativo, apresenta a coleção e fala sobre o quanto ele, fã da franquia, precisou resistir à tentação de ser óbvio quando se tem na mão um design tão icônico e marcante quanto o dos Stormtroopers. Vale o play: 

 

Mais informações no site oficial.

 

Afinal, dá para separar o artista da obra em meio a tantos problemas em Hollywood?

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Depois das denúncias envolvendo o produtor Harvey Weinstein, muitas outras estão vindo à tona e numa velocidade que fica até difícil de acompanhar. Nomes como o dos atores Kevin Spacey (“House of Cards”) e Ed Westwick (“Gossip Girl”), do humorista Louis C.K. e até mesmo o do físico e apresentador Neil deGrasse Tyson (“Cosmos”) vieram à tona em uma série de acusações de assédio, abuso e até mesmo estupro. Tudo isso reacende aquela velha pergunta: afinal, dá para separar o artista da obra?

Para ter essa conversa que não tem respostas fáceis nem definitivas, sentei com a querida Alice Aquino do Ali e Aqui para discutirmos que armas temos, enquanto público pagante, para ir contra certos comportamentos. O boicote é realmente a única arma que temos enquanto público? Existem casos ‘mais complicados’ que outros? E como ficam as pessoas inocentes da indústria que se prejudicam e perdem seus empregos quando um cancelamento de seriado, por exemplo, acontece sem mais nem menos?

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Para mim, fica cada vez mais clara a importância de termos mais mulheres nessa indústria: um ambiente pelo menos um pouco mais seguro para outras que chegam. Por isso, indico fazer a dobradinha e assistir o vídeo que gravei com a Alice para o canal dela sobre mulheres diretoras de cinema. Quais são as de maior destaque? Por que tão poucas? Recomendo!

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A Guerra dos Sexos: Emma Stone, militância feminista e crítica do filme

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Esta semana, a crítica de filme e também indicação vai para “A Guerra dos Sexos”, com Emma Stone e Steve Carell. Dos mesmos diretores de “Pequena Miss Sunshine”, o filme revisita a história real de uma memorável partida de tênis ocorrida em 1973 entre a atleta Billy Jean King e o então ex-atleta Bobby Riggs. O que era para ser uma ‘aposta’ banal acaba se tornando uma verdadeira guerra dos sexos e revelando de vez a falta de igualdade entre os gêneros no mundo do esporte. Além de excelente tecnicamente, o filme emula a fotografia de filmes dos anos 70 e pode render prêmios para Emma Stone, que está ainda melhor que em “La La Land”. 

Além disso, o tema do filme é bastante oportuno, especialmente neste momento de revelações do sexismo assombroso em Hollywood. Para se ter ideia, a militância da tenista Billy Jean acabou sendo determinante para mudar o cenário para as atletas que vieram em seguida.

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Tomb Raider: o que esperar do novo filme com Alicia Vikander como Lara Croft

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A nova adaptação para o cinema da franquia de jogos “Tomb Raider” estreia em 2018 e depois do sucesso espetacular de Angelina Jolie como Lara Croft, a atriz que vai viver a personagem é Alicia Vikander (“A Garota Dinamarquesa”, “Ex-Machina”). Já premiada com um Oscar, o casting de Alicia segue a mesma receita de sucesso da série de filmes iniciados em 2001: atriz relativamente conhecida, premiada e com trabalho impecável.

Mesmo assim, ainda restam algumas dúvidas sobre a escolha do nome dela para viver a versão mais jovem da personagem. Eu sou uma dessas fãs que não está botando muita fé… rs Acredito que Lauren Cohan (“The Walking Dead”) seria uma escolha melhor, por exemplo.


Alicia Vikander em imagens de divulgação do filme “Tomb Raider”, que estreia em 2018

Para falar sobre essa e outras questões, sentei com a minha amiga Letícia Pacheco do Dropando Ideias para revermos o trailer novo do filme juntas e também comentarmos nossas expectativas. Pelo que vimos até o momento, o filme parece que vai seguir à risca o roteiro do jogo lançado em 2013 e isso não necessariamente é uma coisa boa. Por exemplo: será que quem jogou já sabe de absolutamente tudo o que vai acontecer? Será que roteiristas e produtores não vão acrescentar nada a essa franquia tão querida e a essa personagem tão importante?

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É impossível escolher um só: 15 filmes crocantes para assistir na Netflix!

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Se você adora fazer uma maratona de Netflix mas fica de bode só de pensar em perder uma hora só para escolher o que assistir, o vídeo de hoje vai resolver o problema para você! Com o feriado chegando, decidi responder a TAG Filmes da Netflix para indicar algumas coisas que ficam escondidas lá no meio do catálogo e a gente até esquece.

Tem drama, comédia, filme de ação e um monte de filme cult para quem quer ~fazer bonito~ na rodinha. rs São oito perguntas separadas por temas, mas me empolguei e acabei indicando 15 filmes diferentes que você pode assistir JÁ!

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“mãe!”: Este filme não foi feito para você gostar. Mas você deve assistir.

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De cara é preciso dizer que “mãe!”, novo filme do diretor de “Cisne Negro” e “Requiem para um Sonho”, é polêmico, intenso e vale a sua ida ao cinema. Mesmo que você deteste do início ao fim. Mesmo que você saia perturbado e urgentemente precisando conversar com alguém – conversas, aliás, são o mínimo que este filme provoca. É cinema para pensar e não para relaxar, tenha você gostado ou não.

No vídeo de hoje, trago a crítica dividida em duas partes (SEM e COM spoilers) desse filme que já é um dos mais comentados do ano e que traz uma Jennifer Lawrence como jamais vimos – na minha opinião, é a primeira vez que não vejo ela numa personagem e sim somente a personagem. Javier Bardem, como sempre, vale o ingresso. “mãe!” é dirigido por Darren Aronofisky e completam o elenco Michelle Pfeifer e Ed Harris.

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