
as garotas do grupo Barden Bellas em “A Escolha Perfeita”
Em “A Escolha Perfeita” (“Pitch Perfect”), Anna Kendrick dá vida a Becca, uma caloura universitária que é obrigada a se empenhar no universo acadêmico para que seu pai a ajude com seu grande sonho: ser DJ. Enquanto faz mashups bem legais nos intervalos das aulas (Azealia Banks e La Roux, yey!), a bichete resolve integrar um grupo vocal feminino da faculdade.
Nesse coral, as garotas cantam, dançam e têm de fazer todos os sons das músicas com a boca e o corpo. Apesar delas terem timbres perfeitos (“pitch perfect”), o repertório das garotas precisa ser atualizado urgentemente e o carma do grupo não anda grandes coisas. Elas precisam enfrentar alguns “micos” do passado para poderem chegar às finais do campeonato nacional de grupos vocais e Becca, é claro, vai ter um papel fundamental nessa renovação, quando ela finalmente consegue “remixar” a parada.
Os adversários das gatinhas são grupos de canto muito bons e até bizarros: tem grupos só de garotos bem com cara de boy band, outro de meninos e meninas tão coreografados que parecem Cirque du Soleil e até outro bizarrão que usa fantoches de meias e se auto-nomeou “The Sockapellas” (!).
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Rebel Wilson e Anna Camp em cena de “A Escolha Perfeita”
Além de Kendrick, a comédia traz também a divertidíssima Rebel Wilson, de “Missão Madrinha de Casamento”. Dito isso, vamos lá: 5 motivos para você assistir “Pitch Perfect”!
1. “A Escolha Perfeita” é um filme para quem gosta de musicais, mas sem ser um musical. Os corais das universidades usam grandes sucessos para se apresentar e o filme entrega uma história leve, com clipes de música e dança que facilmente poderiam se tornar “virais” na vida real.
2. É uma comédia jovem, mas que finalmente sai do ambiente do “colegial” norte-americano. Aqui não tem líder de torcida nem jogador de futebol americano e surgem novos dramas, como o dos cantores acadêmicos que não podem pegar ninguém da outra equipe para não cair na maldição de perder a voz. hehe
3. A trilha sonora é bem boa e mistura desde clássicos dos anos 1980 e 1990 até coisinhas mais indie e eletrônicas, já que a protagonista é uma DJ empenhada que vive inventando tracks para tocar na rádio da Universidade. O primeiro mashup do filme é o meu favorito e tem adivinhe quem? Azealia Banks!
4. Falando nas misturinhas da personagem princial, o filme mostra a cultura do remix de todas as formas. Enquanto Becca tem de aprender o valor das músicas “popularescas” e tradicionais, o grupo todo precisa se aceitar. Nem todas tem voz de canarinho e corpinho de modelo, e uma negra com timbre rapper, uma japonesa que canta baixinho e uma gordinha soprano vão ser essenciais para elas se destacarem. A duras penas as garotas entendem o valor de cada integrante do coral e mostram que podem cantar todo e qualquer tipo de música.
5. Porque você vai ter vontade de montar uma banda. Sei que muitos filmes deixam você com vontade de sair cantando e dançando, mas “Pitch Perfect” tem a magia moderninha do mashup junto com corais bem afinados e bem “cafonas”, daquele jeitinho gracinha que a gente ama ver na internet e que também fez o sucesso do seriado “Glee”. Certeza que você vai sair do cinema querendo cantar por aí - nem que seja no chuveiro! E é ou não é uma sensação muito boa? ;)












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