Um guia de 5 mandamentos para fazer bonito na festa da firma e não pagar mico

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Se tem um assunto que eu adoro no final de ano, este assunto NÃO é amigo secreto. É festa de fim de ano de empresa. Confraternização entre funcionários. Comemoração de resultados. A mais que sensacional Festa da Firma, assim, com pompa e circunstância mesmo, porque é uma verdadeira instituição social. Quer dizer, as pessoas se preparam, compram roupas, planejam com quem vão conversar (ou algo mais, vai saber!) e ainda todo ano relembram quem é que causou nas edições anteriores.

Compilei todo meu conhecimento acumulado nessa vida corporativa e publiquei um vídeo com dicas essenciais para se dar bem no evento do seu trabalho e fica a dica: você pode até pular o amigo secreto, mas não se faça de louca para a confraternização. Tem que ir na festa SIM.

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Rádio e TV, jornalismo e comunicação: tag da faculdade e o que eu só descobri trabalhando

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Como muitos sabem, estudei Rádio e TV na Cásper Líbero e trabalho com comunicação há uns bons anos – já passei por redação, agência de publicidade, produtora, emissora de TV e por aí vai. Por isso mesmo, resolvi gravar uma TAG bem famosa do Youtube que fala sobre faculdade: a autoexplicativa TAG da Faculdade. rs

Embora seja fácil entender a realidade de cursos mais tradicionais, não é raro todo mundo ficar cheio de dúvidas quando o assunto é comunicação, que dirá RTV. Pois vos digo: é bem misterioso mesmo. Nenhum guia que eu li me ajudou a entender o mercado de fato como ele era e ainda hoje me surpreendo – para o bem e para o mal. De qualquer forma, é uma aposta alta deixar para descobrir tudo depois que já entrou na faculdade, não é? Enfim, o objetivo é não só revelar algumas curiosidades como também ajudar quem está pensando em prestar o curso.

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Uma vida normal não tem (muita) graça

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Há uns dias atrás eu estava com vontade de chorar de tanto cansaço. O sentimento virou vídeo e resolvi tirar uma semana para fazer somente o mínimo necessário para minha convivência em sociedade – o que incluía respirar, me alimentar, trabalhar e fazer meus exercícios físicos. Esses aí que poderiam ser além do mínimo para a maioria das pessoas, mas que garantem minha sanidade, física e mental. E assim foi: cinco dias sem me preocupar com produzir roteiro, editar vídeo ou vir aqui postar alguma coisa. Aliás, só de escrever essa última frase já tenho vontade de vomitar uns 394893 posts que tenho na cabeça mas simplesmente não tenho tempo de desovar. O vídeo e o Youtube, meus amigos, são sugantes demais. Especialmente se você também trabalha, estuda… Enfim, especialmente se você tem uma vida normal em paralelo acontecendo e boletos chegando.

Dei essa pausa por pura necessidade de organização, mas me peguei no meio da semana tendo um bilhão de ideias e anotando – o que foi ótimo! -, mas ao mesmo tempo percebendo o quanto viver assim, sem produzir nada além do esperado de mim enquanto adulta & cidadã de uma cidade grande, é chato. Não me leve a mal agora: muitos bilhões de pessoas vivem assim e são felizes, completas, plenas, com sua rotina, sua família, suas coisas todas… Eu, não. Eu preciso de 500 milhões de coisas acontecendo ao mesmo tempo para não morrer de tédio. Mesmo que eu reclame disso na sequência.

Foi uma semana necessária, mas a verdade é que independente de blog, youtube, curso de teatro ou aula de espanhol, eu tenho essa necessidade absurda de fazer umas milhões de coisas ao mesmo tempo e de sentir que faço aquilo por mim, porque eu gosto, e não simplesmente porque preciso fazer. Foi assim desde a infância: eu era aquela criança que fazia 5 cursos aleatórios ao mesmo tempo (vôlei, handball, inglês, piano e canto?) e ainda tirava boas notas. Pode parecer um pesadelo daqueles para a psicologia infantil, mas funcionava. Eu tinha até agenda com horários para fazer lição e ver TV – elaborada por mim mesma, tá? Não perdia tempo de estudo nem o horário do meu desenho favorito. Enfim, um dia perdi esse bom hábito, mas que era uma baita ideia e funcionava, era… rs

Hoje, bem grandinha, a ideia de entregar todo o meu tempo a somente uma coisa sobre a qual tenho pouco controle (leia-se: emprego) e não fazer nada além-expediente me dá calafrios. Acho que até por isso desde que adquiri o hábito e a disciplina de treino, jamais abandonei: é o meu tempo comigo mesma e nada mais, fora que faz um bilhão de bens que talvez eu nem tenha total ciência agora, mas que provavelmente meu corpo daqui 30 anos vai agradecer. E aí entra o meu “sharear” de conteúdo, o dar opinião, falar, comentar, indagar… É claro que faço porque gosto, já estamos nessa internet há no mínimo 13 anos, mas faço também na expectativa de crescer e de ter o meu negócio, por que não? E, ainda mais, viver sem fazer nada disso simplesmente não está nos meus planos. Pelo menos por enquanto, e pelos últimos 10 anos de existência deste blog, essa vida normal não tem (muita) graça.

Perdão pelos vacilos, mas eu adoro isso tudo aqui. E vou continuar.

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O retorno de Saturno e o sucesso depois dos 30

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Na sua cabeça, até os 30 você teria sua própria casa, seus investimentos, tomaria um vinho e discutiria assuntos adultíssimos com suas amigas super bem-sucedidas. Mas o jogo das expectativas virou, não é mesmo? O que temos é que os 30 estão quaaaase aí, não dá pra bancar um aluguel sozinha e você até toma vários vinhos com as amigas, mas não é raro o tema das conversas ser pura e simplesmente a insatisfação profissional. Afinal, quem (todas) achamos que a partir dos 25 esse avião ia decolar e não parar mais? É…

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Já falo disso há tanto tempo por aqui que me sinto um disco riscado, mas pelo menos o desabafo não é só meu: livros, filmes e séries inteiras importadas também falam e não é só a crise brasileira que está fazendo com que você, aos cinco anos de formado, seja “senior” demais para qualquer cargo. Aparentemente há um probleminha geral e, olha, se fosse “só” o mercado seria mais fácil. A gente nem sabe mais bater o martelo no que realmente ama. O que faz seu olho brilhar hoje?

A profusão do horóscopo em todos os memes no último ano é bem engraçada, mas só mostra pra mim o quanto o buraco é mais embaixo. É na crise que a gente mais procura razões para entender as coisas, entra na terapia, culpa a lua, vai fazer mapa astral – aliás, eu fiz, foi ótimo, façam. A preocupação com o grande “retorno de Saturno” é uma preocupação há quanto tempo? Tive que explicar sobre isso pra minha mãe, afinal por que ela saberia se aos 30 pra ela estava tudo bem encaminhado mesmo?

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O retornão diz que nessa época nossa vida vai virar de cabeça pra baixo, ser chacoalhada como uma caipirinha ruim e espremida na sequência pra ver o que sobra, pra ver o que realmente você compreendeu disso tudo. Difícil refletir enquanto se está sendo chacoalhado pra cima e pra baixo, mas já me sinto menos na obrigação de ser um grande sucesso, sensação que eu tinha há anos atrás. Obrigação pouco tem a ver com obstinação. Eu quero ser, mas não tenho que.

Eu que acredito em copos meio vazios até venho me surpreendendo com o otimismo e bom humor que vem brotando sei lá de onde. Parece que quando a única coisa que você tem na mão é a vontade, a fé se torna natural, importante, vital. Se não tiver fé, não se tem nada e é sempre melhor ter alguma coisa, especialmente algo tão forte e que não faz mal a ninguém, convenhamos.

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As histórias de outras grandes mulheres também me fazem respirar aliviada, afinal, é claro, vez ou outra você também vai se sentir meio “velha” pra ainda estar tendo estes questionamentos, ainda viver estes problemas, ainda conviver com estas indefinições. Mas não são raras as mulheres que fizeram acontecer depois dos 30 e outras bem depois e outras bem, bem depois.

Esse vídeo resume, mas basicamente J.K. Rowling, Oprah Winfrey, Kristen Wiig e Vera Wang são algumas integrantes do nosso clube: mudaram de área, foram chacoalhadas, só tiveram suas chances depois de anos tentando, ouviram nãos inimagináveis.

Melhor não desistir.

10 anos de blog no ar, sobre o canal no Youtube e outras curiosidades

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Parece que foi ontem, mas não: já se passaram 10 anos desde que este blog nasceu. Surreal, né? Falei sobre isso, sobre a iniciativa do canal no Youtube – e o quanto é trabalhoso! – e também respondi mais algumas coisinhas que a galera me mandou nas redes sociais!

Agora uma dúvida sincera: alguém aí acompanha o blog desde esse começo? hahaha Antes de dar o play, inscreva-se no canal e receba os vídeos primeiro! ;)


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[VÍDEO] E quando bate a saudade do ex-EMPREGO?

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Depois do sucesso do vídeo sobre Geração Y e mercado de trabalho, o vídeo de hoje fala sobre outro fenômeno curioso que parece já ter acontecido não apenas comigo, mas com todo-mundo-que-eu-conheço: sentir saudade de um emprego anterior.

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Sinceramente, não sei se esse é um mal da nossa juventude indecisa e cheia de possibilidades, que muitas vezes troca de empregador até demais. Só sei que é o tipo da coisa que parece ser universal nos dias de hoje. Em algum momento, a pessoa definitivamente se questiona se deveria ter trocado gato por lebre (ou vice-versa) e bate aqueeeela nostalgia do kilão que frequentava, do cafezinho que tomava e por aí vai.

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