[VÍDEO] E quando bate a saudade do ex-EMPREGO?

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Depois do sucesso do vídeo sobre Geração Y e mercado de trabalho, o vídeo de hoje fala sobre outro fenômeno curioso que parece já ter acontecido não apenas comigo, mas com todo-mundo-que-eu-conheço: sentir saudade de um emprego anterior.

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Sinceramente, não sei se esse é um mal da nossa juventude indecisa e cheia de possibilidades, que muitas vezes troca de empregador até demais. Só sei que é o tipo da coisa que parece ser universal nos dias de hoje. Em algum momento, a pessoa definitivamente se questiona se deveria ter trocado gato por lebre (ou vice-versa) e bate aqueeeela nostalgia do kilão que frequentava, do cafezinho que tomava e por aí vai.

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“Zoolander 2”: um besteirol fashion com convidados fila A

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Não há expressão que defina melhor as aventuras de Derek Zoolander que ‘besteirol fashion’. Embora de trama simples, “Zoolander 2” foi uma sequência bem complicada: demorou a ser aprovada e tomou seu tempo para conseguir angariar tantos convidados para boas piadas. Mas saiu: 15 anos depois do primeiro, o filme acaba de chegar aos cinemas.

A história começa com Derek (Ben Stiller) e Hansel (Owen Wilson), os modelos mais quentes do mundo, saindo direto do ostracismo para as passarelas depois de receberem um estranho convite. A oportunidade de trabalho é uma ótima forma de Zoolander reconquistar a guarda do filho, tomado pelo serviço de assistência social graças às “espertezas” sem tamanho do paizão.

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A trama do filme é, assim, simplória. Digna de sessão da tarde infanto-juvenil e não demanda conhecimento do primeiro filme. No entanto, as piadas ácidas são de gente grande e vão arrancar risadas altas de qualquer fã do mundo do entretenimento. Se você é daqueles que ainda não tolera Justin Bieber e sua ótima “Sorry”, a primeira cena já vai garantir risos nervosos com o astro do pop tomando uma saraivada de tiros e tirando uma selfie antes de partir dessa pra melhor.

As participações especiais, aliás, são o filé mignon de “Zoolander 2”. Do entretenimento, JB, Katy Perry, Ariana Grande, Kiefer Sutherland e Sting são alguns dos destaques, além de nomes consagrados da moda colocados todos inacreditavelmente na mesma sala. É tudo fruto da “magia” do cinema, é claro, mas estão lá Anna Wintour, Valentino, Tommy Hilfiger, Vera e Alexander Wang, Marc Jacobs e cia. ltda.

Em alguns momentos, é tanta gente surreal misturada que qualquer espectador comum consegue entender porque demorou tanto para o filme sair – imagina conciliar a agenda desse povo todo, que pesadelo de produção…? Mas, obviamente, a edição salva o dia e a logística enquanto alguns timings de piada vão para o saco. Dá pra ter todos, mas não dá pra ter tudo, afinal.

Por conta do conflito central pouco instigante, o filme funciona melhor até a metade, quando as tiradas servem para apresentar personagens sensacionais, como o guru de mídias sociais que bomba antes mesmo de criar pelos na cara ou a ex-modelo de biquíni que virou agente da Interpol, vivida pela sempre maravilhosa Penélope Cruz – minha girlcrush favorita, capaz de trabalhar bem até num papel tão raso.

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Vários temas do momento também são pincelados nos diálogos, desde super modelos andróginos, com a hilária aparição de Benedict Cumberbatch; gírias esquisitonas que mais parecem xingamentos; desfiles de moda em lugares inóspitos que são quase um insulto para o público e até a mania hipster de reviver tecnologia antiga, como celulares de flip – seria aí uma homenagem à Anna Wintour? rs

Nesse caldeirão de referências e convidados, só faltou falar mesmo das supermodelos vindas de redes sociais, mas fica para uma próxima. “Zoolander 2” é riso garantido e sem compromisso para quem gosta de moda, pipoca, showbizz e… Sting. Aos mais novos, recomendo uma passadinha no google antes do cinema. É essencial para não perder o melhor do show.

[VÍDEO] Minhas apostas para o Oscar 2016

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O Oscar está quase chegando e este ano eu consegui ver quaaaase todos os principais indicados. Só senti falta realmente de ver “Brooklyn” e “A Garota Dinamarquesa”, mas ainda verei com certeza.

No vídeo de hoje, faço as minhas apostas para as categorias artísticas da premiação e tenho uma torcida bem especial por “Mad Max”. Dá o play e, se você ainda não tá inscrito no canal, que tal fazer isso agora? ;)


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A primeira semana do bom ano

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Depois da desgraça ambulante que atendia pelo nome de ‘ano de 2015’, 2016 finalmente chegou. Poucas vezes vi tamanha comoção coletiva em torno de um ano maluco e, até por isso, certamente foi uma boa virada para se passar no Brasil. Quem já viajou pelo mundo na data, sabe bem que é só aqui mesmo que rola essa coisa do branco, de dar as mãos, pular as ondas e fazer uma faxina energética. E que faxina: 2016 é um ano solar – e se você manja mais de astrologia que eu, sabe que é coisa boa.

‘hands holding the sun’ via shutterstock

2016 tá aí: quente, ensolarado (coincidência ou não), com Carnaval já na cara de fevereiro para não atrasar o expediente e as notícias da Coréia do Norte dando aquela indigestãozinha suave logo cedo. Ah! Que delícia se sentir vivo e cheirar a efemeridade das coisas junto com um café quente logo pela manhã, não é mesmo?

E o que você resolveu para este ano? Já colocou no papel? Dizem que colocar no papel é que faz funcionar, fixar. Não vale digitar, tem que pegar uma caneta e fazer do jeito que sua avó faria. Aparentemente as good vibes não lêem documentos de Word. Google Docs, então, é ‘nuvem’ demais pra elas. O lance é conferir os anseios da galera num papelzinho facilmente perdível e bem offline. Quem poderia culpá-las, não é mesmo?

Mas então, esse é o ano de comprar um apartamento? Se desfazer de um carro? Trocar de emprego? Vai começar a correr ou aprender um novo idioma? Agora vai, de uma vez por todas, ler pelo menos um livro por mês (ei, parece fácil, mas tô aí nesse grupo)? E qual dos desafios da modinha você vai tentar: dia sem carne, 21 dias sem carne ou o dificílimo 30 sem reclamar? Por falar nisso, já está na página 7 de 366 do seu livro? Um bom contingente do Twitter embarcou nessa de escrever muito mais que 140 caracteres por dia. Talvez dê certo.

Começo mais um ano aqui com vestido branco, calcinha amarela, pé direito, ares renovados, resoluções que uma hora eu conto, dois livros lidos (oh yeah, já tô entrando na cota de março!), os treinos em dia e mudanças profissionais. Sim! Nova área, nova empresa e detalhes que vocês, migas, suas loucas, poderão acompanhar no snapchat com certeza – sim, é ‘feepineda’ igual todas as minhas outras redes sociais!

Falando do que só depende de mim, quero mesmo é correr: mais kilômetros, mais provas e que seja pra frente, não de lado, faz favor! E que as good vibes tenham lido pelo menos essa última frase aqui online, amém.

Jessica Jones, obrigado por falar o que faltava

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Depois do sucesso de “Demolidor”, “Jessica Jones” tinha muitos desafios pela frente em sua estreia. Embora não haja a pressão óbvia por audiência da TV tradicional, não é preciso ser um gênio para deduzir que empresas do porte de uma Marvel e de uma Netflix esperam, sim, o sucesso. E conquistar isso com uma personagem não tão conhecida e feminina parecia algo assim, meio, ‘só acredito vendo’. Todo mundo queria que desse certo, mas ninguém sentia aquela firmeza . Pois não é que deu?

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A história não tão famosa de Jessica Jones permitiu que roteiro e direção corressem livres das expectativas dos fãs por ver um quadrinho filmado. Encontraram saídas interessantes e um roteiro tenso e cheio de reviravoltas (eu gritei vendo um episódio, mas não vou dar spoilers!) para uma história que fala não só das grandes responsabilidades que vêm com os superpoderes, mas também de heroísmos e vilanismos que todos nós presenciamos no dia-a-dia.

Quanto à protagonista, a heroína de Krysten Ritter aqui passa bem longe da simpatia dos Vingadores e, por isso mesmo, tem carta branca para surpreender o público com um ótimo trabalho. Na outra ponta está o poderoso manipulador Kilgrave, também conhecido como Homem-Púrpura pelos fãs dos quadrinhos. Interpretado por David Tennant, o personagem é um presente para qualquer bom ator e ele não deixa por menos. Com o surreal poder de controlar mentes e dar qualquer comando para um ser humano, Kilgrave espalha caos e não tem escrúpulos: vale tudo, desde tomada de propriedade, até assassinato e sexo não consentido.

Após um determinado período que os dois passaram juntos (impossível chamar isso de relacionamento), Jessica tenta retomar sua vida e é atormentada constantemente pelas façanhas do vilão, fazendo-a sair da zona de conforto para enfrentar seu trauma e evitar que ainda mais pessoas inocentes sejam prejudicadas.

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Jessica é uma protagonista incrível. Interessante, mal humorada, sexualmente ativa e totalmente desencanada sobre o que os outros pensam dela. Eu diria até que ela não liga se você, espectador, não gostar dela. É assim, doa a quem doer. Ela não só bebe, quanto transa e trepa. E aparentemente isso ajuda a curar sua eterna ressaca. Ressaca moral, ressaca de fazer o que não quis, com quem não queria, por motivos que não concordava. Ressaca de ter que sorrir quando queria chorar, ressaca de vestir o que não gostava, de comer o que não queria. Jessica deu certo e ainda tocou no assunto que faltava.

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Eu testei: pulseira inteligente Mi Band da Xiaomi

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Adoraria começar este texto fazendo uma excelente apresentação do meu know how com gadgets de saúde e fitness, mas a verdade é que tenho pouquíssima experiência no ramo. Não por culpa minha, que fique claro, a culpa é dos preços absurdos desse tipo de produto e daquela incerteza constante de que vão cumprir o que prometem depois de tanto investimento.

Já ‘paquerei’ diversos itens por aí e, tirando uma boa balança digital, só utilizei mesmo o chip de passadas da Nike, que ficava dentro do tênis.  A empresa aposentou a tecnologia e, para a minha surpresa, na mesma semana recebi a tal da Mi Band, que a Xiaomi acaba de trazer para o Brasil. E a surpresa foi dupla: ela custa (apenas) R$95 e não só mede os passos do usuário e estima as calorias gastas, quanto também dá reports sobre a qualidade do sono.

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a Mi Band disponível no Brasil, com pulseira de silicone preta

A Mi Band vem numa caixinha discreta, com o sensor separado da pulseira, e com um pequeno carregador USB que pode ser plugado no seu computador ou em qualquer outra tomada USB que você já tenha. A carga da bateria, aliás, pode durar cerca de um mês (!) e todos os materiais são leves e resistentes à água – o fabricante garante até 1m de imersão por 30min. A ideia, afinal, é que você não a tire do braço e o seu banho não fará mal nenhum para o material.

A pulseira vai te acompanhar em tudo ao longo do dia: uma pequena caminhada até o banheiro, o passeio no shopping, o rolêzinho na hora do almoço. Quando quiser sincronizar para ver a quantas está o seu progresso, é só ligar o bluetooth do celular e entrar no aplicativo dela, o MiFit. Lá ficarão armazenadas todas as suas informações, inclusive sobre o sono – e juro que não incomoda pra dormir!

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reports de passos e sono – e, ops, domingo eu tirei a pulseira por algum motivo, olha que feio no gráfico!

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