O Estranho que nós amamos: crítica sem spoilers do novo filme da Sofia Coppola!

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Após quatro anos desde o lançamento de “Bling Ring”, a diretora Sofia Coppola está de volta à tela grande. “O Estranho que Nós Amamos” é uma nova adaptação do livro de Thomas Cullinam, que já tinha ganhado uma versão para o cinema em 1971, com Clint Eastwood num dos papeis principais. O filme se passa durante a Guerra Civil americana e mostra o que acontece quando um grupo de mulheres que vive num internato isolado resolve oferecer abrigo para um soldado inimigo machucado.

A diretora Sofia Coppola e parte do elenco no tapete vermelho em Cannes

Nesta nova roupagem proposta por Sofia, somos conduzidos aos fatos pelo ponto de vista das mulheres e terminamos o filme com reflexões importantes sobre sexo e estupro. O filme também rendeu à Coppola o prêmio de melhor direção no Festival de Cannes, algo “quase” inédito no festival, que só pela segunda vez premiou uma diretora em 70 anos de existência. No elenco, a excelente Nicole Kidman e a parceira de longa data Kristen Dunst, além de Colin Farrell e Elle Fanning.

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Sarahah: testei o app do momento e conto o que é e como ele funciona na prática

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Desde a semana passada, uma palavra gringa vem dominando nossas timelines: SARAHAH. Mas afinal, o que é esse aplicativo árabe e por que ele foi criado? Devo ligar para comentários que recebo anonimamente? Feedback anônimo é válido enquanto crítica construtiva? Respondo essas perguntas no vídeo logo abaixo, falo da minha experiência e conto um pouco mais sobre o tal do Sarahah que está bombando não só no Brasil, mas no mundo todo!

Quanto tempo dura esse sucesso? Bem, até que a próxima plataforma de perguntas anônimas apareça por aí, né? Já colecionamos Formspring, Ask, Curious Cat e agora mais essa.  Inscreva-se no canal  para receber os vídeos primeiro!

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Glow: a nova série empoderada da Netflix tem tudo para virar hit

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Mulheres no controle de seus corpos, carreiras e do rumo de suas próprias vidas: são assim as personagens de “Glow”, a nova série original da Netflix que tem tudo para ser mais um sucesso da plataforma de streaming! O seriado das mesmas produtoras de “Orange is The New Black” mergulha no universo da luta livre feminina pegando carona no programa de TV “Gorgeous Ladies of Wrestling”, que existiu de verdade e foi ao ar nos Estados Unidos nos anos 80!

Além de muita música e moda 80’s, a série traz nada mais nada menos que 14 mulheres lutadoras na tela e, entre elas, rostinhos famosos como o de Alison Brie (“Mad Men”) e Kate Nash (sim, a cantora britânica!). Dá o play no vídeo da crítica para entender porque já tem tanta gente torcendo por uma segunda temporada! <3

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Dear White People: um papo sobe a incrível e importante série do Netflix

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Na última semana terminei de assistir a nova série original da Netflix, “Dear White People”, e trago agora um comentário sobre essa série que, além de tratar de assuntos importantes, é extremamente bem feita e tem direção de arte e fotografia caprichadas! A trama acontece numa universidade da tradicional Ivy League dos Estados Unidos e toda a história se desenrola quando um grupo de alunos passa a denunciar atos de racismo depois de uma festa de Halloween em que os convidados eram estimulados a fazer “blackface”.

A discussão super relevante, a boa direção e o elenco já estão garantindo uma avaliação altíssima para a série no Rotten Tomatoes.  Certamente esta é uma daquelas obras obrigatórias para os brancos refletirem sobre os próprios privilégios e exercitarem um pouco o músculo da empatia. Para falar de todas estas questões com propriedade, convidei a Xan Ravelli, do Soul Vaidosa, para vir comigo nessa.

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A música pop engajadona da Katy Perry e outros hits com política

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Vamos furar a bolha e pular a cerca? Ou melhor: vamos olhar para fora do nosso mundinho e não deixar que políticas externas absurdas aprofundem preconceitos e diferenças? É mais ou menos isso – e um pouco mais – que diz Katy Perry em sua nova música, “Chained to the Rhythm”, composta em parceria com a Sia.

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Katy apresentou a música no Grammy e conseguiu quebrar o recorde do Spotify de música mais ouvida nas primeiras 24 horas por uma artista mulher. Eita pop engajadão!

No vídeo de hoje, comento sobre os significados por trás dessa música e também relembro outros artistas que fizeram o mesmo recentemente ou em outras épocas. Inclusive, deixo um salvo de saudades para o grande axé político do grupo “As Meninas” e seu “bom, chibon, bom, bom” que explicava sobre desigualdade social de um jeito bem pop também.

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Cerveja de mulher é a que ela quiser!

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No primeiro vídeo de 2017, quero propor uma conversa sobre o quanto nós mulheres curtimos cerveja e o porquê das marcas ainda não reconhecerem isso de forma legítima. Ou pior: tentarem “reconhecer” de formas tortas, lançando produtos que pressupõem que mulher só gosta de cerveja leve, pouco alcoólica e afins. Afinal, cerveja forte é pra macho, não é mesmo? NÃO! 

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Vamos falar sobre isso e um pouco mais! Vem ver o vídeo e compartilha com suas amigas que também adoram uma cerveja gelada – nesse calor então…! Que delícia! Só lembrando: quem se inscreve no canal recebe os vídeos primeiro! ;)

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