Aaptiv: testei o app perfeito para sacudir a rotina dos seus treinos de cardio

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Alguns de nós foram abençoados com o gene de “adorar corrida”, sabe? Aquelas pessoas que correm faça chuva, faça sol, que estão sonhando com a primeira maratona, que levantam às 7 da manhã do domingo felizes para uma dose de endorfina. Pois bem: não sou uma dessas pessoas que dorme do lado do tênis – e talvez você não seja também. Há alguns anos pratico corrida e outros exercícios aeróbicos na minha rotina de treino, mas tudo como um complemento para os treinos de força, de forma que estou sempre procurando um jeitinho de tornar essa atividade mais agradável, mais recompensadora, menos repetitiva… Menos chata mesmo. Porque é claro que a gente se sente super bem quando acaba, mas o antes e o durante… Socorro!

Se você corre sempre animado assim, não fala comigo! :P 

É por isso que quando me perguntam se ‘fazer academia vale a pena’ respondo que sim. Frequentar um lugar te motiva, você tem acompanhamento, pode ter aulas, interage, enfim, acaba se integrando num universo muito mais dinâmico e envolvente do que sozinho com alguns dumbells na academia do prédio. Treinar sozinho pode trazer resultados incríveis sim, mas é aquela coisa: a primeira semana vai bem, mas quando chega o inverno dá aqueeeela vontade de dormir mais 5 minutinhos, né? Pois é.

Só que vamos para a vida real: nem todo mundo vai poder pagar uma academia com grande infra-estrutura, que dirá um personal trainer. Às vezes só rola mesmo um plano simples para ter acesso aos aparelhos ou então a própria academia do prédio… E aí vem a dúvida: como se manter motivado e testar coisas novas além do básico, especialmente naqueles 20 minutinhos de cardio depois da musculação que parecem uma eternidade? Pois bem: o Aaptiv tem uma biblioteca de aulas de cardio para você colocar no ouvidinho quando subir na esteira. Ou na bike. Enfim: não vai ter mais desculpa para perder a hora da aula de spinning. rs

Aaptiv: você pode escolher seu treino, nível de condicionamento e o professor que prefere

Já testei vários aplicativos de treino, desde os que exigem assinatura e trazem aulas completonas em vídeo até os que prometem resultados em apenas 8 minutos e são praticamente grátis. Entre estes dois mundos está o Aaptiv, um app que se descreve como um ‘personal trainer de bolso’ e tem assinaturas por $9,99 (plano mensal) ou $99,99 (plano anual). Não sei se concordo exatamente com essa descrição, mas para mim o impressionante do aplicativo é que ele disponibiliza mais de 2.500 aulas que vão desde corrida na esteira até, sei lá, yoga (!), tudo para você ouvir e ir seguindo as orientações dos professores.

Como o aplicativo é focado em áudio, infelizmente não há suporte visual para os treinos e isso pode ser um empecilho grande para quem não tem preparo físico ou inglês avançado. O aplicativo é 100% em língua inglesa e não conta com suporte visual para as aulas, então se você está preparado para o idioma, vai ser incrível. Se não, pode ser uma experiência meio frustrante ao não saber exatamente como proceder ou então perder detalhes por conta dos nomes dos exercícios.

Alguns treinos que baixei para fazer na esteira e na escada ergométrica: treinos de 10, 9, 20, 30 minutos… Você escolhe!

Por isso, sem dúvida alguma o grande destaque do Aaptiv são realmente os treinos de cardio: o app tem um acervo imenso de treinos de corrida/caminhada na esteira, elíptico, escada ergométrica (!) e bike. São aulas separadas por nível, duração e estilo de música que você pode inclusive fazer o download para ouvir na academia – ou ao ar livre, no caso da corrida.

Enquanto a música toca, o professor vai dando as instruções de velocidade, ritmo, elevação da esteira/level do elíptico/escada, etc. Cada professor tem seu jeitão de dar aula e músicas ótimas – o único estilo que não curti foi o hip-hop- e embora eu tenha adorado os treinos de corrida que fiz, fiquei simplesmente apaixonada com os HIITs (treinos de alta intensidade e intervalados) na esteira ergométrica. Queima muito e de um jeito surpreendente, já que você vai se desafiando conforme o instrutor comanda.

Treinando na escada de um jeito nunca visto na história desse país! :D

Acredito mesmo que nada substitui a orientação de um profissional presencialmente e sei que o valor da assinatura mensal pode ser um empecilho para muita gente, mas vejo nesse app um bom aliado para quebrar a rotina maçante de cardiozinho pós-musculação ou para dar uma revolucionada naqueles treinos de corrida que nunca saem do lugar. Quem já fez uma aula de corrida guiada ou de spinning certamente se sentiu desafiado e motivado a voltar, então a possibilidade de ter um acervo de aulas na mão para treinar a qualquer momento é realmente fantástica.

Os primeiros 7 dias do app são grátis para conhecera e, para fazer a assinatura valer a pena, eles garantem que todos os dias novas aulas são adicionadas. Com o perdão do trocadilho, se o seu inglês está em forma, vale a pena gastar umas calorias e testar! ;)

 

Como foi minha primeira aula de crossfit?

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É impossível se manter alheio ao crescimento da #famíliacrossfit. Quer dizer, se você usa o Instagram, certamente já viu fotos de grupos inteiros sarados, suados e treinando com belos cachorros ao lado. Se você mora numa grande cidade como São Paulo, além das fotos você já deve ter visto a quantidade de boxes de crossfit que se espalham sem freio pela cidade. Ah é, eles têm esse nome: ‘boxes’. Todos sempre lotados de gente treinando e, em alguns dias, até correndo e dando berros e voltas pelo quarteirão carregando uns troços pesados. Mas o que raios é isto?

Eu que já treino há bons anos, como vocês sabem (inclusive estou devendo uns updates aqui, mas vamos por partes), já imaginava do que se tratava e ainda morria de curiosidade. Crossfit é uma espécie de treino funcional super intenso que também mistura rotinas de força vez ou outra, por isso em todo box você tem barras, anilhas e objetos variados que parecem ter saído de uma sala de musculação comum. O treino nunca é igual: cada dia uma proposta e com elementos de “gamificação”. O timer fica rolando no fundo, você tenta concluir o mais rápido possível e se estimula a bater metas pessoais, além de acabar rolando um desafio entre os coleguinhas de turma.

Embora eu tenha ido numa aula teste com outros youtubers amigos e tudo tenha sido super legal, é um ambiente bem competitivo e heteronomativão, o que pode ser estimulante para muitos, mas pode também ser um motivo para afastar outros. Mesmo assim, acho que é o tipo da coisa que só se descobre testando! Por isso, fui lá fazer o teste na Movimentum Crossfit, na Santa Cecília em São Paulo, e matei um pouco da minha curiosidade!

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tentando pular a caixa  – mas teve um final feliz! Veja no vídeo abaixo! 

No vídeo vocês acompanham meus fails e desafios da aula – que foi mais curtinha e mais simples que um treino normal – mas ainda assim pesadinha. Suei de verdade e achei muito bom, realmente quero integrar isso na minha rotina de treinos, fazer crossfit uma ou duas vezes na semana, quem sabe? Só continuo não acreditando que “todo mundo possa fazer crossfit”, opinião que eu já tinha antes mesmo de fazer a aula. Vários professores dizem que todos estão aptos, mas ainda acredito de verdade que uma pessoa muito acima do peso ou sedentária pode se lesionar facilmente ou realmente não aguentar a intensidade do treino e passar mal. Enfim, vamos ao vídeo! ;)

 

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Motivação pra treinar: como não desistir da academia?

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– Bom dia, senhora! Já foi à academia hoje? Senhora?

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UEEEPA! 

Posso dizer com total certeza que nem os deuses monstros inventores do fitness conseguem se manter motivadões e felizes da vida em treinar o ano inteiro. Sempre vai ter uma coisa ou outra para entrar no caminho, seja ela a preguiça, um compromisso, uma chuvinha ou até mesmo um desânimo emocional que influencia (e muito) nossa disposição física.

Por isso mesmo, se manter motivado para se exercitar é um belo de um mistério: por que é que alguns conseguem entrar numa academia e levam aquilo tão bem, enquanto outros são eternos turistas? A diferença está na motivação e, mais que isso, no compromisso que cada um tem. Eu já fui do time turista e passei a levar a sério, serião, sério mesmo e sempre me perguntam como é que faz. Sem mais delongas, convido vocês a verem o vídeo de hoje, em que na companhia da minha amiga Giovana tento trazer alguma luz para essa coisinha tão subjetiva que é se manter motivado.

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#Gamerblood: Xbox Brasil quer incentivar a doação de sangue

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Uma campanha super legal de Xbox promete unir os gamers por uma boa causa e estou super feliz em poder participar dessa campanha e convidar vocês também! Aproveitando a chegada da Brasil Game Show, que acontece entre os dias 1 e 5 de setembro em São Paulo, a empresa convida os jogadores de todo país a se engajarem na #GamerBlood e doarem sangue.

Além de ser uma ótima ideia para ajudar os bancos de sangue que estão sempre precisando de doadores, é um jeitinho de tentar ganhar um ingresso para o evento – quem não quer, não é mesmo?

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Quem doar sangue entre os dias 12 e 28 de agosto e levar o comprovante de doação na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, vai ganhar uma camiseta (igual a minha!) e também um ingresso para a BGS! Presentão, né? O mimo é válido para as primeiras 300 pessoas que chegarem no local!

Quem conquistar sua camiseta e usá-la na BGS, ainda ganha acesso VIP às atividades no stand da Microsoft no evento. Todas as informações e regulamento completo da ação #GamerBlood você encontra na página oficial aqui. Estarei por lá esse ano e apoiando essa ideia! Nos vemos lá? ;)

Designers fazem arte para conscientizar sobre a Doença de Parkinson

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Talvez você conheça alguém que tem Parkinson, talvez você não saiba muito sobre a doença ou talvez você tenha tido uma noção do que se trata com o bom filme “Amor e outras drogas” (2010), em que Anne Hathaway vive uma jovem enfrentando os primeiros sintomas de Parkinson.

A doença, mais comum entre os idosos, atinge pelo menos 1% da população acima dos 60 anos e, apesar do nome ‘famoso’, é conhecida apenas de forma rasa pela população em geral. Para ampliar a consciência da sociedade e reduzir o preconceito, no Dia Mundial da Doença de Parkinson (11 de abril) a campanha #EscrevaParaLutar no Brasil encoraja pacientes da comunidade a se expressarem sobre seu dia-a-dia e sobre o tratamento.

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Entre as iniciativas da campanha, também está o convite para que designers, ilustradores e qualquer pessoa online baixem a fonte que tem como base a linda letra de uma paciente com Parkinson. Sonia trabalhou como professora por mais de 30 anos e usou sua letra para educar e se comunicar, até que teve a carreira afetada pelo preconceito em torno da doença. Uma pena, não é mesmo?

Os trabalhos dos designers atentam para o problema, ao mesmo tempo que    mostram a delicadeza da situação, graças à letra da ex-professora, agora transformada em fonte e sem fronteiras para que todos possam usar.

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arte de Doug Lira

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por Gustavo Dallegrave e Gustavo Orsati

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por Lucas Cordeiro

Para conhecer mais sobre a campanha, baixar a fonte e também ver a história de Sonia, recomendo uma passadinha no site da campanha “Escreva para Lutar”. 

Eu treino, e daí? Sobre musculação para mulheres, preconceitos e afins

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Desde que eu comecei a treinar pra valer na musculação em 2013, eu nunca mais larguei. Quem me segue há algum tempo já deve saber disso! O legal é que essa experiência acaba de completar três anos e posso dizer que já evoluí bastante no meu treino e condicionamento. Mas não foi só isso que mudou: também passei a ouvir comentários diferentes e um julgamento alheio no mínimo esquisito.

Conforme meu treino passou a ser mais complexo, notei que há sim um olhar diferente para as meninas que treinam para valer – e ele geralmente não é positivo. Convido vocês para assistir o vídeo de hoje e também para debatermos juntas a questão: afinal, por que tanta gente vê problema numa mulher treinar?

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