Quando é que a moda volta? A resposta está na matemática

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Você já parou para pensar como é que uma moda volta à tona? Esse comeback dos anos 90, por exemplo. De onde veio? Por que? Algumas décadas criaram imagens de moda tão fortes que vão e vêm ano após ano, como os 70’s, mas o que fez a última década ‘offline’ voltar à tona com tanta força?

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sim, qualquer post sobre anos 90 neste blog tem e terá imagens de “Clueless”

A Vogue parece ter encontrado uma resposta, e para quem curte uma inspiração inesperada, ela pode ser um tanto quando decepcionante e matemática. Segundo um artigo da publicação, o aniversário de 25 anos de um determinado estilo pode ser a grande chave para ele voltar à boca do povo. Logo, faça a conta: 2015 – 25, TCHARAM!, temos 1990.

A nostalgia de quem viveu a época pode trazer certas referências de volta, assim como um público crescidinho que finalmente vai poder usar coisas que seus pais gostavam tanto naquele tempo. É uma espécie de oportunidade de provar nos seus próprios ombros os blazers grandes da mamãe, os vestidos camisola ou até, quem sabe, uma pochetinha básica, por exemplo. Junto com um New Balance fofinho pra aliviar. hehe

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Gostei da teoria e acho que faz total sentido, pois coincide com o momento atual de ressignificação do consumo. Os anos 90 foram os últimos ‘offline’ da humanidade e dali pra frente muita coisa se perdeu. Fora isso, hoje marcas de luxo já quebram a cabeça para continuarem inspirando desejo e até as fast-fashion precisam encontrar um caminho mais ‘consciente’ se não quiserem ver seus corredores se esvaziando aos poucos.

Aparentemente, os consumidores estão caminhando para longe da overdose shopaholic dos anos 2000 – mas não comemore ainda. Talvez só esse comportamento esteja em xeque, já que já tem gente vendo calça baixa no horizonte (!). O único alívio é que, pela mesma matemática da Vogue, ainda não precisamos correr para as montanhas. Ainda.

Se você for daquelas que sempre se questiona se a moda vai voltar antes de passar para frente uma peça do armário, agora desencana e manda embora sem medo. Afinal, quem é que precisa de um defunto no armário esperando mais de duas décadas para ser ressucitado? Let it go! ;)

 

[VÍDEO] Super mulher, só que não: ninguém precisa dar conta de tudo

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Acordar cedo para fazer exercício, só andar com os cabelos escovados, pele linda e maquiagem razoável. Ganhar dinheiro num emprego bacana, estar sempre bem informada e ter um posicionamento político sobre o qual você se orgulhe. Arranjar tempo para os amigos no happy hour e ter uma vida sexual digna de nota – porque não basta ser ok, tem que ser coisa de capa de revista, tá?

Quem nunca se sentiu pressionada a cumprir um ou vários desses requisitos? E quem até tenta fugir disso tudo, mas acaba sempre se culpando ou se sentindo insegura quando um (ou vários) itens da lista falham? RELAXA.

Você não está sozinha: embora dê para tentar, ser super mulher é impossível. Ou vai te custar muitas noites de sono, mas aí pode dar adeus ao item vida saudável… Dá o play no vídeo para entender melhor essa parada!

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[VÍDEO] Existe pivô de separação? Ou: a lenda da destruidora de lares

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Uma coisa sempre me incomodou muito quando um casal de famosos se separa: a forma como a mídia trata as coisas, especialmente se houver uma traição no meio. Para piorar, não é só ‘o monstro da mídia’ que costuma colocar culpados no banco dos réus de um jeito torto: as pessoas também.

Diante do caso de Jennifer Garner e Ben Affleck e até da suposta separação de Gisele Bündchen e Tom Brady, uma coisa está bem clara: a ‘culpa’, se é que se pode falar nestes termos, nunca vai ser de alguém de fora, e sim de quem abandonou o combinado do casamento. O que você pensa disso tudo? Dá o play no vídeo!

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[VÍDEO] Deu ruim: e se nada der certo para a Geração Y?

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Trabalhar com o que ama e adequar o seu sonho a sua renda ou adequar seus sonhos para a renda que você tem fazendo aquilo que ama? Essa é uma das questões que trago no vídeo de hoje, sobre os dilemas profissionais de eu, você e muita gente com 20 e poucos anos.

Se você também acha que o diploma não te assegurou uma boa carreira e já se pegou tendo conversas constrangedoras com a sua família para explicar porque você ainda não tem o próprio apartamento ou o próprio carro, com certeza vai se identificar. E, por favor, conta pra mim nos comentários a sua história!

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Karlie Kloss: top, angel e… Youtuber?!

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Super modelo, angel da Victoria’s Secret, já eleita “o novo corpo”, estudante de programação e bff de Taylor Swift: Karlie Kloss provavelmente não é o tipo de pessoa que você espera que vá investir num canal de Youtube. Mas as coisas estão mudando.

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– Por que não? Deixa eu investir também!

No canal “Klossy”, Karlie já acumulou quase 140 mil inscritos em quinze dias e tem mostrado bastidores de trabalhos e também publicado alguns vídeos mais pessoais para angariar público – sim, isso inclui perguntas e respostas (!).

Dá para perceber também que a moça já vinha registrando bastidores há tempos: o vídeo mais bombado mostra o backstage do desfile da Victoria’s Secret de 2014, em Londres, e a modelo indo malhar de madrugada, na correria, para se sentir segura de lingerie no grande dia. Vai vendo:

Aqui no Brasil, e acredito que mesmo no exterior, percebemos que algumas celebridades só resolvem investir para valer em internet quando percebem que uma fonte importante de renda (ou de fama) se foi. Não é raro encontrar atores meio na geladeira ou comediantes desempregados mandando ver na web só depois de perceberam que na mídia tradicional não tem mais espaço. E não, isso não é um demérito: todo mundo precisa pagar o leite das crianças, inclusive essa que vos fala. Se esse é o caminho, uai, pois que seja então.

Por outro lado, vem aí a outra questão que todo mundo aponta como o grande motivador de sucesso no Youtube: a espontaneidade. Karlie, além de já carregar números absurdos em outras redes sociais, definitivamente tem uma vida agitada o suficiente para não precisar investir em nada disso, o que só contribui ainda mais para o sucesso da top.

Quem quer ver um vlog de blogueira indo até o Guarujá quando pode ver a Karlie Kloss chorando uma unha do pé machucada no set de um clipe do Chic com o Nile Rodgers? Vou deixar vocês responderem:

Entender o que faz sucesso no Youtube é como estudar um buraco negro pra mim: quando acho que estou entendendo alguma coisa, PÁ, não era bem isso. Por exemplo, para o tamanho do meu canal, meu vídeo de ’50 fatos sobre mim’ cresceu rápido e eu não sou nenhuma Karlie Kloss, ou seja: por que as pessoas querem saber disso, OMFG? Por que querem saber isso de mim ou de de qualquer anônimo “famoso”? Não sei responder, mas eu também já cliquei em muitos. A chave da empatia é uma questão tão nebulosa que até gente muito querida pode passar para o lado negro da força se “fizer internet” do jeito errado.

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Enquanto as respostas não vem, já estou aqui inscritíssima no canal de Miss Karlie com a pipoca em mãos, torcendo inclusive para vê-la junto com a Taylor Swift fazendo algum desafio de comer coisas estranhas. Isso certamente quebraria a internet.

 ps: logo logo vem aí um blog de beleza de Kylie Jenner. Estariam vídeos de tutoriais incluídos na conta? Veremos.

Pixels, um filme que nem Pac-Man salva

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Botar uma ficha na máquina e ficar de próximo. Esperar pacientemente pela sua vez e ir aos poucos batendo o recorde para deixar seu nome escrito num fliperama do coração. Muitos anos depois, dar a chance destes mesmos campeões usarem suas habilidades únicas para salvar o mundo. Tinha tudo para ser um filme-pipoca da melhor qualidade, mas não. Foi só “Pixels”, o filme de Adam Sandler que deve estar num cinema bem próximo de você.

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Pac-Man começando e encerrando a carreira de vilão </3

Escrito e protagonizado por Sandler, “Pixels” tem direção de Chris Columbus, o mesmo cara responsável por dois “Harry Potter” e por clássicos como “Esqueceram de mim” e “Goonies”. Ou seja, um misto de ansiedade boa e marromenos num só pacote. Mas com tantos games sedutores na tela e Pac-Man como vilão, como é que essa balança poderia pesar para o lado negativo, não é mesmo? Pois sim, conseguiram o impossível.

O filme se inspirou no curta-metragem de mesmo nome que bombou na internet em 2010, sobre alienígenas transformando tudo na Terra em pixel:

No longa, a história começa em 1982, quando o governo americano manda um compilado cultural para o espaço, na esperança de mostrar quem somos para outros seres inteligentes. Eis que os ETs não entendem muito bem o recado: tomam os jogos como uma ameaça de guerra e se disfarçam de “pixels” para nos desafiar. Salvar a humanidade vira tarefa, portanto, para os melhores jogadores de 30 anos atrás, vividos por Sandler, Peter Dinklage e Josh Gad.

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Michelle Monaghan, Adam Sandler, Josh Gad e Peter Dinklage

Eu enxergo muita diversão nesse enredo simples, mas ficou simplório. Os games são realmente a melhor e única parte digna de nota de “Pixels”: os efeitos do curta-metragem ganharam um upgrade tremendo e não dá para negar que é absolutamente maravilhoso acompanhar o chefão Donkey Kong interagindo num cenário realista. A batalha final também enche os olhos e bota uma horda de personagens na tela. O problema é encarar o restante da bagaça para curtir 20 minutos pescando referências (e que seja num Imax, tá?).

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