“Zoolander 2”: um besteirol fashion com convidados fila A

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Não há expressão que defina melhor as aventuras de Derek Zoolander que ‘besteirol fashion’. Embora de trama simples, “Zoolander 2” foi uma sequência bem complicada: demorou a ser aprovada e tomou seu tempo para conseguir angariar tantos convidados para boas piadas. Mas saiu: 15 anos depois do primeiro, o filme acaba de chegar aos cinemas.

A história começa com Derek (Ben Stiller) e Hansel (Owen Wilson), os modelos mais quentes do mundo, saindo direto do ostracismo para as passarelas depois de receberem um estranho convite. A oportunidade de trabalho é uma ótima forma de Zoolander reconquistar a guarda do filho, tomado pelo serviço de assistência social graças às “espertezas” sem tamanho do paizão.

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A trama do filme é, assim, simplória. Digna de sessão da tarde infanto-juvenil e não demanda conhecimento do primeiro filme. No entanto, as piadas ácidas são de gente grande e vão arrancar risadas altas de qualquer fã do mundo do entretenimento. Se você é daqueles que ainda não tolera Justin Bieber e sua ótima “Sorry”, a primeira cena já vai garantir risos nervosos com o astro do pop tomando uma saraivada de tiros e tirando uma selfie antes de partir dessa pra melhor.

As participações especiais, aliás, são o filé mignon de “Zoolander 2”. Do entretenimento, JB, Katy Perry, Ariana Grande, Kiefer Sutherland e Sting são alguns dos destaques, além de nomes consagrados da moda colocados todos inacreditavelmente na mesma sala. É tudo fruto da “magia” do cinema, é claro, mas estão lá Anna Wintour, Valentino, Tommy Hilfiger, Vera e Alexander Wang, Marc Jacobs e cia. ltda.

Em alguns momentos, é tanta gente surreal misturada que qualquer espectador comum consegue entender porque demorou tanto para o filme sair – imagina conciliar a agenda desse povo todo, que pesadelo de produção…? Mas, obviamente, a edição salva o dia e a logística enquanto alguns timings de piada vão para o saco. Dá pra ter todos, mas não dá pra ter tudo, afinal.

Por conta do conflito central pouco instigante, o filme funciona melhor até a metade, quando as tiradas servem para apresentar personagens sensacionais, como o guru de mídias sociais que bomba antes mesmo de criar pelos na cara ou a ex-modelo de biquíni que virou agente da Interpol, vivida pela sempre maravilhosa Penélope Cruz – minha girlcrush favorita, capaz de trabalhar bem até num papel tão raso.

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Vários temas do momento também são pincelados nos diálogos, desde super modelos andróginos, com a hilária aparição de Benedict Cumberbatch; gírias esquisitonas que mais parecem xingamentos; desfiles de moda em lugares inóspitos que são quase um insulto para o público e até a mania hipster de reviver tecnologia antiga, como celulares de flip – seria aí uma homenagem à Anna Wintour? rs

Nesse caldeirão de referências e convidados, só faltou falar mesmo das supermodelos vindas de redes sociais, mas fica para uma próxima. “Zoolander 2” é riso garantido e sem compromisso para quem gosta de moda, pipoca, showbizz e… Sting. Aos mais novos, recomendo uma passadinha no google antes do cinema. É essencial para não perder o melhor do show.

Tradi: a hamburgueria que sabe ser gourmet sem firula

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Em meio ao antro coxinha da Vila Nova Conceição, uma hamburgueria nasce para fazer todos os raios gourmetizadores tremerem. Anote este nome e coloque na sua lista de lugares para comer: a Tradi veio para ficar.

Com a sede de chamar a atenção na concorrida cena de restaurantes desta cidade de São Paulo, já sabemos que está cheio de estabelecimento pensando só em decoração, só em cerveja gourmet ou só em qualquer coisa que não seja fazer o mínimo aceitável. Ou, quando fazem, cobram um exagero inaceitável por isso.

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o salão da Hamburgueria Tradi em São Paulo

Tendo esse cenário em mente, é fácil perceber porque a Tradi mal inaugurou no final de 2015 e já aparece em vários guias da cidade: quando o trivial é bem entregue, nada pode dar errado. E o que mais, meus caros, pode ser mais importante num sanduba que um pão quentinho adequado e uma carne deliciosa – um blend secreto da casa- no ponto exato? Pois é. Junte a isso um bom atendimento e preço legal (e uma área externa bacaninha pra esse verão) e bingo!

O cardápio da casa (todo online) se divide em receitas de sanduíches tradicionais e gourmet. Na primeira seção, sanduíches no melhor estilo “das antigas”, com carne fininha, queijo prato e variações de salada e molhos para acompanhar. É aí que encontramos o “Ipiranga”, inspirado no hambúrguer da já tradicional lanchonete Seu Osvaldo, que leva molho de tomate pelado. Muito gostoso, mas menorzinho – e com preço menor também: R$16,99. Certamente alguns vão trocar a sobremesa pra experimentar esse. rs

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o hambúrguer “Gringo” por R$23,11

Já no time “gourmet” estão os deliciosos Castelões e Oráculo, criações da casa ótimos para sua primeira pedida. Ambos trazem 180g do tal blend secreto de hambúrguer, uma receita que leva três tipos de carne bovina. O ponto da carne também é sempre perfeito: centro rosado. Esqueça aquela história de pedir pelamordedeus para que o sanduíche venha ao ponto. Eu, pelo menos, já estou tão cansada de casas que não sabem respeitar o pedido “ao ponto”, que comecei a pedir sempre ponto menos – e ainda assim recebo carne cinza às vezes. tsc tsc

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o hambúrguer Vila Nova: cheddar, anéis de cebola, bacon e barbecue à parte

Fora do cardápio também aparecem algumas novidades que são divulgadas via Facebook. Na  minha última visita, experimentei o “Vila Nova”: bacon, cheddar inglês (delicioso), anéis de cebola e um bom barbecue à parte para acompanhar. Digno de nota: um ótimo barbecue, viu? Tem sabor de defumado e não de catchup queimado. rs

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Porção fritas tradi, R$12,11

Agora chegou a hora delas: as batatas! Embora a casa tenha uma boa no estilo rústico, com aquele combo conhecido de alecrim e alho, as fritas tradicionais finas são gostosas, mas realmente não chegam à altura dos sanduíches. Se há um ponto a melhorar, deixo aqui a minha sugestão. Em todo caso, por R$12,11 duas pessoas aproveitam bem o acompanhamento e vão desejar ter um potinho extra dessa maionese para acompanhar.

As sobremesas ainda não provei, mas já vou guardar espaço numa próxima visita. ;) Com esses preços, duas pessoas comem e tomam cerveja(s) por menos de R$50 cada um. E tem uma pegadinha: em homenagem à cidade, quase todos os valores terminam com “11”. Simpático!

 

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VAI LÁ: Rua Diogo Jácome, 391, São Paulo, SP. Horários, cardápio e informações extras aqui.

Vinho no verão: testei o serviço da Sonoma

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Até pouco tempo, muita gente tinha o pré-conceito de que vinho era bebida de inverno e cerveja uma bebida de verão. Pois que engano, minha gente! Amo cerveja também, mas poucas coisas são mais deliciosas que um vinho geladinho no calor e à beira da piscina. Se for um prosecco muito bem acompanhado então, melhor ainda. Como admiradora de vinhos, já tenho percebido que essa cultura mudou um pouco, mas ainda vejo muita gente na dúvida: que bebida comprar, afinal, no calorão?

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vinho, sol e mar também combinam!

A resposta para a pergunta é muito, muito simples: um vinho que te agrade. rs Você pode até pensar em harmonização com pratos, mas antes de tudo acredito que a bebida deve proporcionar prazer, um bom momento entre amigos e uma experiência gastronômica interessante (por que não?). Acho que nós brasileiros ainda estamos nos educando nesse hábito de tomar vinhos e não há problema algum em ir experimentando até descobrir do que gosta.

Ao longo da minha humilde “experiência”, aprendi bastante na tentativa e erro e fui usando aplicativos como o Vivino para catalogar as bebidas que eu curtia (ou não). Aproveitei viagens para provar coisas diferentes e vivo explorando a sessão no supermercado, mas sinceramente ainda sentia falta daquela recomendação mais esperta, sabe? Exatamente por isso gostei bastante da iniciativa da loja Sonoma.

No final do ano, eles me convidaram para conhecer um Prosecco da casa e também me ofereceram o frete “vinho rápido”. Nesse serviço, você compra a bebida e ela chega no mesmo dia na sua casa, antes das 21h da noite. Isso mesmo, bem a tempo do jantar! rs A ideia é simplesmente sensacional para quem resolve marcar uma confraternização em cima da hora ou está prestes a viajar e quer levar um vinho.

Ao contrário de outros sites que disponibilizam muitos rótulos e dão poucas informações sobre eles, encontrei descrições detalhadas e boas dicas de como degustar melhor o produto lá na Sonoma. Também achei os preços interessantes – e se existe um outro conceito equivocado nesse meio é de que vinho bom é vinho caro. Definitivamente, não é. Basta lembrar que há pouco tempo atrás, o Toro Loco, um vinho de apenas 8 euros, foi eleito o melhor do ano (!).

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meu Prosecco em clima de Revéillon! rs

Não cheguei a testar o clube de vinhos do site, que me parece um pouco diferente de outros da concorrência, porém achei o sistema de recomendações bem interessante, especialmente para quem já curte e quer aprender mais sobre a bebida – definitivamente, o meu caso!

ps: vocês curtem esse assunto? Vamos falar mais a respeito? <3

 

Jessica Jones, obrigado por falar o que faltava

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Depois do sucesso de “Demolidor”, “Jessica Jones” tinha muitos desafios pela frente em sua estreia. Embora não haja a pressão óbvia por audiência da TV tradicional, não é preciso ser um gênio para deduzir que empresas do porte de uma Marvel e de uma Netflix esperam, sim, o sucesso. E conquistar isso com uma personagem não tão conhecida e feminina parecia algo assim, meio, ‘só acredito vendo’. Todo mundo queria que desse certo, mas ninguém sentia aquela firmeza . Pois não é que deu?

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A história não tão famosa de Jessica Jones permitiu que roteiro e direção corressem livres das expectativas dos fãs por ver um quadrinho filmado. Encontraram saídas interessantes e um roteiro tenso e cheio de reviravoltas (eu gritei vendo um episódio, mas não vou dar spoilers!) para uma história que fala não só das grandes responsabilidades que vêm com os superpoderes, mas também de heroísmos e vilanismos que todos nós presenciamos no dia-a-dia.

Quanto à protagonista, a heroína de Krysten Ritter aqui passa bem longe da simpatia dos Vingadores e, por isso mesmo, tem carta branca para surpreender o público com um ótimo trabalho. Na outra ponta está o poderoso manipulador Kilgrave, também conhecido como Homem-Púrpura pelos fãs dos quadrinhos. Interpretado por David Tennant, o personagem é um presente para qualquer bom ator e ele não deixa por menos. Com o surreal poder de controlar mentes e dar qualquer comando para um ser humano, Kilgrave espalha caos e não tem escrúpulos: vale tudo, desde tomada de propriedade, até assassinato e sexo não consentido.

Após um determinado período que os dois passaram juntos (impossível chamar isso de relacionamento), Jessica tenta retomar sua vida e é atormentada constantemente pelas façanhas do vilão, fazendo-a sair da zona de conforto para enfrentar seu trauma e evitar que ainda mais pessoas inocentes sejam prejudicadas.

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Jessica é uma protagonista incrível. Interessante, mal humorada, sexualmente ativa e totalmente desencanada sobre o que os outros pensam dela. Eu diria até que ela não liga se você, espectador, não gostar dela. É assim, doa a quem doer. Ela não só bebe, quanto transa e trepa. E aparentemente isso ajuda a curar sua eterna ressaca. Ressaca moral, ressaca de fazer o que não quis, com quem não queria, por motivos que não concordava. Ressaca de ter que sorrir quando queria chorar, ressaca de vestir o que não gostava, de comer o que não queria. Jessica deu certo e ainda tocou no assunto que faltava.

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Eu testei: pulseira inteligente Mi Band da Xiaomi

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Adoraria começar este texto fazendo uma excelente apresentação do meu know how com gadgets de saúde e fitness, mas a verdade é que tenho pouquíssima experiência no ramo. Não por culpa minha, que fique claro, a culpa é dos preços absurdos desse tipo de produto e daquela incerteza constante de que vão cumprir o que prometem depois de tanto investimento.

Já ‘paquerei’ diversos itens por aí e, tirando uma boa balança digital, só utilizei mesmo o chip de passadas da Nike, que ficava dentro do tênis.  A empresa aposentou a tecnologia e, para a minha surpresa, na mesma semana recebi a tal da Mi Band, que a Xiaomi acaba de trazer para o Brasil. E a surpresa foi dupla: ela custa (apenas) R$95 e não só mede os passos do usuário e estima as calorias gastas, quanto também dá reports sobre a qualidade do sono.

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a Mi Band disponível no Brasil, com pulseira de silicone preta

A Mi Band vem numa caixinha discreta, com o sensor separado da pulseira, e com um pequeno carregador USB que pode ser plugado no seu computador ou em qualquer outra tomada USB que você já tenha. A carga da bateria, aliás, pode durar cerca de um mês (!) e todos os materiais são leves e resistentes à água – o fabricante garante até 1m de imersão por 30min. A ideia, afinal, é que você não a tire do braço e o seu banho não fará mal nenhum para o material.

A pulseira vai te acompanhar em tudo ao longo do dia: uma pequena caminhada até o banheiro, o passeio no shopping, o rolêzinho na hora do almoço. Quando quiser sincronizar para ver a quantas está o seu progresso, é só ligar o bluetooth do celular e entrar no aplicativo dela, o MiFit. Lá ficarão armazenadas todas as suas informações, inclusive sobre o sono – e juro que não incomoda pra dormir!

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reports de passos e sono – e, ops, domingo eu tirei a pulseira por algum motivo, olha que feio no gráfico!

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Peça “O que a Dorothy quer?” põe no palco a Dorothy que você nunca viu

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O que resta a uma jovem heroína que consegue eliminar sua arqui-rival aos 13 anos, tornar-se reconhecida e amada por seus atos e agora ver à sua frente apenas um futuro conservador e pré-programado ao lado dos tios? Morrer de tédio, talvez? Ou, quem sabe, aprender o peso de cada um de seus atos?

Na peça “O que a Dorothy quer?” estas e outras questões pessoais da mocinha de “O Mágico de Oz” vem à tona depois de sua volta ao enfadonho Kansas, uma terra sem as promessas de um leão ou a animação de um homem de lata, mas com vizinhança futriqueira no melhor estilo bruxa e uma cartilha rígida a ser seguida por uma moça de família.

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“O que a Dorothy quer?”, com Caroline Duarte, Luciana Esposito e Naty Graciano

O texto de Pedro Garrafa descola a heroína de seu universo lúdico original e joga uma luz densa sobre ela. O resultado, acredite!, passa longe de qualquer outra releitura que você tenha visto da prima Alice e seu País das Maravilhas. Garrafa não evita temas como sexo, culpa e castigo, que surgem de forma natural e por vezes cômica em cena.

No palco, Caroline Duarte, Luciana Esposito e Naty Graciano interpretam três Dorothies trancadas juntas no abrigo anti-tornado da família. Num cubículo escuro, elas disputam o posto de verdadeira heroína ao mesmo tempo em que enfrentam a ressaca moral da luta contra a bruxa má. Poderia uma mesma ação ter mais de uma consequência? Poderia a motivação mudar o teor de um crime? Fica reservada para o público a decisão final.

Em cartaz no Teatro Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi, a peça coloca todas as fichas no trabalho incrível das atrizes. Não são poucas as cenas, aliás, em que fica nítida a química do trio, que precisa trabalhar em total sincronismo ou disparidade para causar a estranheza de uma protagonista multiplicada por três.

Vale dizer também que a peça marca o retorno de Naty Graciano (ex-“CQC”) para a interpretação. Embora sua formação inicial seja de atriz, Naty passou um bom tempo na TV, tanto na Band quanto na afiliada da Globo de Sorocaba, e agora sobe ao palco de uma forma bem diferente da que estamos acostumados a vê-la.

 

Aproveito o post também para desejar boa sorte nesta nova fase para a querida da Naty (adorei conhecê-la!) e para convidar você aí leitor(a) a ir mais ao teatro. São muitas histórias boas e artistas incríveis que você pode estar perdendo! E digo mais: por mais incrível que seja o cinema, não há Netflix que substitua o contato e a catarse de uma boa peça. ;)

VAI LÁ!
“O que a Dorothy Quer?”
Em cartaz até o dia 15 de novembro; sábados às 20h e domingos às 18h
Local: Teatro Livraria da Vila – Shopping JK Iguatemi, São Paulo, SP
Mais informações aqui.