O melhor do Halloween em Nova York: os cachorros!

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Se tem um rolê imperdível para se fazer em Nova York próximo do Halloween, certamente é dar uma passadinha na ‘Tompkins Square Dog Parade. Todo ano, cães espirituosos e donos criativos (ou ao contrário, acredite) se reúnem devidamente fantasiados para um grande encontro nessa praça no Lower East Side.

Além de explodir sua cabeça e redefinir todos os seus conceitos sobre o que é uma fantasia pet, o evento é gratuito e super divertido. Já estive lá e simplesmente foi uma das coisas mais bacanas que já fiz em viagem: simples, fofo e rende altas fotos lindas! As fantasias deste ano estavam ótimas e rolou até momento ‘back to the future’!

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algumas das fantasias na dog parade de 2015

Quando estive lá em 2014, aproveitei também para fazer um vídeo mostrando um pouco do que rola além da zoeira e do concurso de melhor fantasia, contei se os cachorros parecem incomodados e como funciona essa festa. Vale o play! Se for pra NY nessa época do ano, já sabe! <3

Emojis invadem Nova York

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Se a geração da internet paleozóica pode se orgulhar por ter sido a primeira a usar gifs, a geração já mobile tem um grande trunfo nas mãos: os emojis. Não conseguimos mais conversar com os amigos sem usar os símbolos, que não são só fofos e bem-humorados, mas muitas vezes nos poupam de muitas palavras (aquela cara de tédio é maravilhosa). E não, não vale só mandar um coração quando você não tem nada a dizer, porque é chato.

O diretor de arte do Brooklyn Brad Warsh resolveu fazer um projeto com o quanto esses desenhinhos já estão nas nossas vidas e transformou várias fotos do cotidiano de Nova York! O resultado é demais e ganhou até hashtag no insta: #emoji_irl. Dá pra fazer em São Paulo, hein? ;)

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dancinha no fim de tarde! Happy hour alguém?

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O teleférico de Rooseveld Island de outro jeito

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ovos no brunch de domingo

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camelando no metrô. quem nunca?

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Princesas da Disney em Nova York

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Você se perdeu no metrô de Nova York? Pois saiba que até Alice se perdeu. Ou pelo menos é essa a brincadeira que o fotógrafo Harry McNally’s faz em seu novo projeto, “Moments Like These”. O cara espalhou alguns personagens queridos da Disney em fotos tiradas na cidade. O resultado é incrível!







Onde me hospedei em Nova York: Hotel x AirBNB

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Depois de definir duração da viagem e comprar passagens, escolher onde ficar é com certeza a decisão mais difícil e essencial para uma viagem ser bacana, até porque é aí que morre a maior parte do orçamento das férias. Já fiquei em hostels bons e ruins, hotéis bacanas e pega-trouxa, mas ainda não tinha testado alugar um imóvel, uma terceira opção que se mostrou muito interessante, especialmente para quem vai para grandes metrópoles.

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Pod Hotel 51: saguão, quarto duplo simples e roof top

Quando fui para Nova York em 2012, fiquei no Pod Hotel, uma opção econômica, bem localizada, que recebe seus pacotes sem cobrar taxa (<3!) e, sobretudo, limpa! Pausa para um parênteses importante: antes de fechar qualquer hospedagem por lá, leia reviews no Trip Advisor e se alguém reclamar sobre bed bugs, nem pense em ficar neste lugar. É um problema sério e, depois de passar o dia todo na rua e em metrô sujo, tudo o que você quer é banho e cama limpa, pode acreditar. Ah, sim, como você é esperto, nem preciso falar que esse tipo de coisa não necessariamente tem a ver com o preço, né? Então tá!

Fechado o parênteses, a verdade é que mesmo o Pod sendo uma opção mais em conta, os preços de hospedagem da cidade estão cada vez mais surreais, principalmente para quem vai ficar mais de 10 dias. Alguns hostels e pousadas à la bed & breakfast, inclusive, nem aceitam essa quantidade de diárias. Portanto, para comportar meu pequenino roteiro de 16 noites, o AirBNB acenava como uma opção absolutamente viável.

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A tela de busca do AirBNB: você pode buscar imóveis por localização,
datas, valor e também selecionr a moeda de preferência

E assim foi. Mesmo sendo uma viajante acostumada a fechar todos os detalhes por conta própria e pela internet, o sistema me dava um pouco de medo. Achava que podia tomar calote ou que o dono do imóvel poderia cancelar tudo em cima da hora – esse era meu maior temor, à bem da verdade. Depois de conversar com amigos que só viajam nesse esquema e ler um pouco mais, descobri que há todo um sistema de segurança para contornar tragédias do gênero. O site penaliza o dono do imóvel e também paga ao viajante uma nova hospedagem. Ou seja: DE BOA NA LAGOA.

Depois de selecionar as datas, pagar (bem mais barato que hotel) e confirmar o apê, embarcamos super tranquilos com a opção que fizemos. Chegamos em Nova York, enrolamos no aeroporto, enrolamos num café na vizinhança, e finalmente fomos até o apartamento no East Village no horário do check-in – tipo hotel mesmo, só que sem lobby para aguardar. Encontramos o marido da locatária na porta e ele simpaticamente nos ajudou com as malas escadaria acima, além de mostrar os segredos do prédio antigo e tradicional.

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Home sweet home: alguns detalhes do estúdio que nos hospedou tão bem nas férias!

Assim como as reviews do imóvel adiantaram, o estúdio era uma graça, bem como nas fotos, limpo e com uma cozinha razoável para fazer pratos rápidos ou aquecer comida pronta. O sonho de cozinhar em Nova York ficou no Brasil, mas todo o resto foi realmente incrível e relativamente espaçoso durante os mais de 15 dias seguintes.

Metrô a duas quadras e uma vizinhança tão tranquila e ao mesmo tempo bem localizada que muitas vezes esquecíamos que estávamos na cidade grande – além de, claro!, andarmos para absolutamente tudo. No fim das contas, peguei apenas um táxi para sair do aeroporto e usei um Uber para voltar – carro executivo e ainda mais barato que os yellow cabs. Melhor impossível!

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ps: tenho uma pequena lista de lugares que hostels e hotéis que adorei e outros nos quais não ficaria nunca mais. Faço um post? ;)

Vídeo: veja como é a Halloween Dog Parade em Nova York

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Um dos primeiros eventos que entrou para a programação da minha viagem para Nova York foi o Halloween Dog Parade! Todo ano o Tompkins Square Park, no East Village, sedia um concurso de fantasias de Halloween para cachorros. O evento é lotado de gente bem-humorada e cães maravilhosamente bem vestidos!

Dá o play no vídeo e me conta: qual foi seu dog favorito? <3

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Look do dia: rolê em Williamsburg

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No hi-lo de temperaturas que pegamos em Nova York, conseguimos um dia ameno para passear por Williamsburg. A região ferve de moderninhos aos finais de semana e parece um bairro dos mais pacatos em dias úteis, à ponto até de você se esquecer que está em Nova York. E, bem, provavelmente foi um dos últimos dias de normalidade climática, porque depois o bicho pegou e não havia guarda-chuva que sobrevivesse às ventanias da ilha.

Neste dia, comemos um belo brunch no Egg (café da manhã all day superfamoso!), compramos chocolates na Mast Brothers, vimos lojinhas da região e ainda conhecemos o novo espaço da Urban Outfitters por lá, na Space Ninety 8. Tem galeria de arte e um bar no rooftop, onde também tiramos fotos para este post.

O passeio prometia ser delícia e resolvi ir no cúmulo do conforto: maquiagem redux e ~calças descontraídas~. O tênis com meias pretas chama atenção e é bem pra isso que ele está aí. rs Gostei e passeei deliciosa e confortavelmente o dia todo. Vale lembrar, né minha gente, que não é nada gostosinho caminhar vários km por dias seguidos usando jeans justo. Precisa daquela folga e a pele agradece! hehe ;)

Jaqueta: Doma (Buenos Aires)
Camiseta: Youcom
Calça: H&M
tênis: Topshop
colar: Topshop
relógio: Fossil
óculos: Ray Ban Clubmaster

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