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com óculos 3D para ver os efeitos do telão do Kraftwerk!

O Festival Sónar passou por São Paulo na sexta e no sábado e foi a primeira vez que tive a oportunidade de conferir o mesmo evento em duas cidades bem diferentes. Para quem não sabe, fui ao Sónar em sua cidade natal, Barcelona, no ano passado e foi bem legal ver o que rola em cada cidade, o comportamento do público e até mesmo dos artistas. Todo ano o Sónar passa por algumas cidades além de Barcelona e este ano a capital paulista sediou a festa pela segunda vez.

A convite da Samsung, fui nos dois dias de shows e, entre um palco e outro, assisti Kraftwerk, Criolo e Chromeo no primeiro dia e no segundo dia, vi The Twelves, Justice, Modeselektor e um pouquinho de Jeff Mills, que mandou um techno pesado com um preciosismo cirúrgico. Consegui ver um pouco do Cee Lo Green no sábado também, mas não curti a pegada da apresentação. Na sexta, peguei também uns trechinhos de Marky e Patife, mas realmente drum ‘n bass não é minha praia! rs

as mil e uma faces do palco lindão do Justice

De tudo o que vi, sem dúvida o melhor foi Justice, até pela espera do público, que queria ver os caras novamente faz tempo (a última passagem da dupla pelo Brasil foi em 2008), mas quem surpreendeu bastante foi o Criolo. Gosto muito do álbum dele, acho o som complexo e interessante, e imaginei que fosse ser bom, mas foi melhor ainda! rs O cara capricha na interpretação das músicas nos shows e sua voz ao vivo é ainda mais encorpada e forte, fora a banda que o acompanha, que é realmente excelente. Quem estava lá no auditório do Sónar não se arrependeu e cantou junto o tempo inteiro, foi incrível!

Criolo e o Sónar Hall com gente de pé, sentada e dançando

Quem empolgou bastante na sexta foi o Chromeo, que fez uma apresentação bem descontraída, mas que tinha playback até na guitarra. rs Também foi muito bacana ver Kraftwerk e os efeitos do palco, mas foi muito mais um show de contemplação do que de diversão, se é que me entendem.

o show empolga-hipster do Chromeo!

No sábado, depois do The Twelves e do Justice, conheci o som do Modeselektor e gostei bastante, adicionei para a lista de músicas “para estudar”. Também foi bacana ficar de olho no telão enquanto Jeff Mills tocava. Ele é praticamente um “vovô” do techno e toca numa concentração absurda, tem uma disqueteira imensa e não mexe no fone um só segundo. Como disse no começo do post, vê-lo tocar é quase como acompanhar uma cirurgia ao vivo. Não à toa, muita gente estava focada no telão, quem sabe tentando aprender alguma coisa assim como eu e meus amigos estávamos.

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E UM LOOK:

Como na sexta fui direto do trabalho para o Sónar, a coisa não foi tão “inovadora” e acabei não fotografando. Pus uma legging quentinha tradicional, repeti aquela botinha da Schutz, coloquei uma regatinha rocker (na primeira foto dá pra ver) e uma malha na cintura, porque o frio prometia.

No sábado, o look foi mais “planejado”, porque eu queria de todo jeito usar nosso amado sneaker com salto para colocar seu conforto à prova. Vesti uma legging encerada, uma camiseta de cruz de oncinha e carreguei também uma camisona xadrez de flanela, que esquenta bem e é leve para carregar. Nos pés, tcharam!, o famoso sneaker com salto, que passou pelo teste e foi confortável a noite toda! Bingo! o/

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camiseta de cruz: Truly Madly Deeply na Urban Outfitters; legging encerada: C&A; camisa de flanela: Canal; bolsa lojinha xis de barcelona (usei aqui); tênis: Isabel Marant inspired (detalhes aqui)

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Esta foto foi tirada no “esquenta” da Samsung na D-Edge e mais para o fim dos shows, o frio apertou e a camisa de flanela saiu da cintura e salvou legal. Mas, enfim, realmente a coitadinha ficou amarrada na cintura uma boa parte da noite. Mas, ó, tô nem aí: o que eu menos quero num festival é ficar carregando coisa! rs

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Agora é juntar energias para o próximo festival! E, bom, posso contar também mais detalhes das diferenças do festival aqui e em Barcelona. Cês querem? Alguém tem vontade de ir pra lá? Vai ser no começo de junho! ;)

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Postado por loverox

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Esta semana vou participar de uma maratona super especial: o #DesafioLuminous de Colgate! O Fake-Doll e mais seis blogs (Moda Para Homens, Claudinha StocoModa pra Usar, Depois dos QuinzeMake Up Atelier e Eu Capricho) foram convidados para realizar missões que podem nos levar para o desfile Elle Summer Preview.

O evento acontece neste sábado em São Paulo e vai transformar a Ponte Estaiada numa verdadeira passarela para as tendências de verão! Ao longo desta semana, vou tentar cumprir quatro tarefas da melhor forma possível, já que a comissão julgadora é que irá escolher o vencedor – uma das juradas é Camila Coutinho, do Garotas Estúpidas!

O blog que se sair melhor no #desafioluminous ganha um par de VIPs para conferir o evento de perto e ainda um par de VIPs para premiar os leitores! Bora torcer por mim? Quem mais interagir, tem chances de ganhar! :D

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DESAFIO Nº1: “LOOK GLAM”

Nossa primeira missão foi pensar num “look glam” usando as cores de Colgate Luminous White. Com a sorte, as calças vermelhas em vários tons estão em alta e eu já tenho uma no meu armário! rs

Minha tentativa foi montar uma produção bacana e com pegada rocker, mesmo com o branco presente. Consegui? ;)

Blazer: GAP; camiseta: Alix Shop; calça resinada: Loja Emme;
bota: Schutz; óculos: Rayban Clubmaster

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Todos os dias os desafios estão sendo divulgados no site de Luminous White e eu estarei de olho lá com vocês para fazer o melhor possível e ganhar essa parada pra nós! :D

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* Este post é um publieditorial.

Postado por loverox

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chegando na animação! hehe

Segundo dia de Lolla foi dia de chegar mais cedo, foi dia das bandas mais amadas por mim e foi o dia do “indie do pé sujo”, como brinquei carinhosamente no twitter, já que o público era totalmente diferente do dia anterior (contei sobre o primeiro dia aqui). rs O esquema era chegar logo para aproveitar Friendly Fires, num bom lugar e sem correria.

Adentramos o Jóquei com o fim do som e da animação do Gogol Bordello para depois darmos uma olhadinha na tenda eletrônica, onde Killer On The Dancefloor mandava fodamente bem e botava o povo pra suar e sorrir. Foi épico, foi maximal e ganhou de 10 a zero da farofada de Calvin Harris no dia anterior. E foi também difícil sair um pouco antes do final para pegar um lugarzinho para ver Friendly. A dupla brazuca está  de parabéns: quem puder ir ver os caras na noite, vá!

doidona no meio do povo e antes da chuva

O show do Friendly Fires foi energético, foi animado, foi cheio de hits e  foi marcado pelas dancinhas malucas de Ed Macfarlane. A cada rebolada do vocalista o povo ia à loucura e foram gritinhos misturados com as letras durante o show inteiro. Ele, aliás, estava louco de vontade de interagir, mas infelizmente o palco Butantã não tinha uma frisa que o deixasse lá em cima, só um corredor na grama mesmo – e ele aproveitou ainda assim.

Foi delicioso ver uma das minhas bandas favoritas ao vivo e curti sentir a percussão pesada e dançante ao vivo; taí outra banda que veio na hora certa. Podia ter vindo um pouquinho antes, é verdade, mas mesmo assim não perdeu o ponto. Mandaram bem; o final da apresentação foi especialmente “energético”.

a chuva: o bom momento para ficar parado

Daí veio a chuva – e não foi qualquer chuva, só demos a sorte de estarmos  dentro da tenda da CK descansando bem na hora que o barraco desabou. rs Vimos raios e trovões rolando do lado de fora e, mesmo com super capas de chuva na mochila (compradas na Centauro; fica a dica! hehe), resolvemos abandonar o MGMT.

Estávamos ouvindo a apresentação dos caras e, pela animação do público, acho que não perdemos nada. Apesar do primeiro álbum ser muito bom e cheio de hits, o segundo mergulha num conceitual bom de se ouvir em fones poderosos em casa, não no meio da lama. Nessa hora, quem acompanhava de casa no Multishow se deu muito melhor! hehe

Foster The People: <3! (crédito: Photo Rio News)

Aí superamos a chuva e o resto do pinga-pinga para ver um dos nomes que mais aguardamos desde que o festival foi anunciado, Foster The People. Seriam eles bons músicos? Corresponderiam ao vivo ao ótimo trabalho em “Torches”? Teriam calor humano ou seriam só uma bandinha indie olhando para seu próprio umbigo enquanto entoam suas composições “super importantes” para a humanidade? Será que teriam bom humor? rs

Com capas e gotas de leve em nossas cabeças, tomamos lugar no palco principal para ver a banda. O show começou com “Houdini” e de cara deu pra ver que ia ser todo mundo cantando tudo o tempo inteiro e a banda sorrindo o tempo inteiro. O grupo fez um show maduro e mostrou todas as nuances eletrônicas propostas por Mark Foster no palco.

A voz do cara, aliás, estava ótima e todo o corre-corre de troca de instrumentos do trio, que poderia arrastar o ritmo da apresentação, só surpreendeu a galera. Cubbie Fink ia para os sintetizadores e voltava para o baixo, Mark pegava o piano, ia para os sintetizadores, saia correndo pela frisa (para alegria do povo) e chegou até a ajudar na percussão em “Call It What You Want”

Mas, é claro que 0 povo delirou mesmo com  o super hit “Pumped Up Kicks”, canção sabiamente deixada para o final da apresentação e para deixar todo mundo com gosto de quero mais, tanto é que a banda foi embora e nem precisou dar tchau! rs

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Já tinha contado de forma breve o quanto amei o show, mas tenho que acrescentar que agora me arrependo amargamente de não ter ido na apresentação dos caras no Cine Jóia e no DJ set do Clube Yacht (embora o povo tenha saído de lá com as pernas cortadas de tanto copo de vidro que caiu na pista – insano, não?). O jeito agora é continuar ouvindo o CD e torcer para que os meninos da Califórnia façam um segundo CD tão bacana quanto esse.

Depois do show, fomos lanchar e fazer o tempo passar até os Arctic Monkeys chegarem. Confesso que não “estudei” para o show e acabei ficando perdida na vibe das músicas mais recentes, que são mais pesadas e melancólicas, daí junto com o grupo que  não é lá uma super simpatia, é tocar e pronto. Isso não é ruim, de forma alguma, mas a chuva voltou a apertar, perdemos o lugar bacana em que estávamos e o ritmo desacelerou. Resultado: acabamos abandonando o show aos 45 minutos. Conversando com as pessoas depois, achei que quem mais curtiu o show estava vendo pela TV (e o inverso aconteceu com Foster: quem viu pela TV achou um lixo! Vai entender! hehe).

Sobre o evento: O festival foi super divertido e teve um clima delicioso, mas como todo grande evento numa grande cidade, a organização ainda tem muito o que aprender. A dependência do metrô e do trem foi um transtorno para muita gente e quem ficou até o último suspiro das apresentações dos dois headliners, sofreu. Sofreu inclusive com o shutter que levava para pontos estratégicos, como o Shopping Eldorado. Eu não tive problema pois usei carro + shutter e não fiquei até o último segundo, mas ouvi relatos bem chatos. Fica a questão para que todo mundo possa aproveitar até o último segundo ano que vem!

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E O LOOK:

Domingo foi o dia do hype feat. coolness (risos!!) e do corpo já cansado do primeiro dia, por isso apostei no super sneaker roxo confortável e na minha camiseta de triângulo misterioso. O restante do look foi consequência:

Camiseta: Complot (Buenos Aires); short militar com tachas nos bolsos: Shoulder; sneaker: Puma; bolsinha cinza com franjas: loja qualquer de Barcelona;  pulseira de couro, de franja, shambala e anel: Íris Bijoux (contei aqui); o Ray Ban vocês já conhecem! ;)

 

Postado por loverox

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concentração até da plateia do fundão para o Foo Fighters

O primeiro dia de Lollapalooza foi o dia do Foo Fighters. Sei que você já deve ter lido isso 30 vezes por aí antes desse post, mas é preciso ressaltar: foi o raio do dia do Foo Fighters. Isso se refletiu no público do festival, nos milhões de fãs atolando o palco horas antes, nas filas intermináveis e até no estilo *coxinha* de ser da galera. Deu pra ver que Dave Grohl e sua turma agradam mesmo a gregos e troianos.

Como não poderia deixar de ser, assistimos ao show dos caras, que começou bombando cheio de hits, mas foi ficando mais lento, especialmente depois que a banda toda foi apresentada. As duas horas e meia foram super legais para quem é fã de carteirinha e espera isso há anos, mas quem só curte ouvir (meu caso), deu uma cansada e ainda rolou pegar o finalzinho do Calvin Harris.

Saindo do palco principal para a tenda eletrônica, sentimos o cheirinho de farofa de longe: o DJ de hits deliciosos como “Acceptable in the 80′s”, “The Girls”, “Colours”, “Bounce” e “Feel So Close” estava tocando música de todo mundo, menos dele. rs Para aliviar a barra, ele tocou a farofa legítima “We Found Love” que levatou o povo, mas emendou com “Titanium” do David Guetta e “Good Feeling” do Flo Rida, aquela música que não para de tocar em todas as rádios pop. Não vou negar que foi super divertido, mas todo mundo ali esperava o Calvin tocando o Calvin e quando ele soltou “Feel So Close” a resposta foi imediata: todo mundo pulando até o céu.

Encontrei esse vídeo que mostra bem como foi! hehe

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Voltando algumas horas atrás, começamos o dia com as maluquices da Peaches também na tenda. Com uma roupa cheia de mamilos e dançarinas doidonas se pegando no palco, fazendo strip e cuspindo sangue, a gringa agitou o povo com música e bizarrice.

Quem não conhecia as músicas, acabou curtindo muito a performance! hahaha Mas o mais legal mesmo foi que ensinaram a mulher a gritar “as mina pira” e ela ficou soltando a pérola várias vezes no meio do show. Uma pena que eu não tenha filmado e também não encontrei no Youtube. Outra pena foi que não teve espaço para tocar a versão dela com o Moullinex de “Maniac”, a música era leve demais para a apresentação.

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fotos logo na primeira fila

Saindo da Peaches, pegamos um lugar interessante para ver a roqueira-mór, Joan Jett. Rafael disse que se sentiu um pouco no show da Xuxa com a quantidade de meninas estridentes na cara do palco e, realmente, o público chamou a atenção. Tinha mesmo muita menina nova e depois de cantar “I Love Rock ‘n Roll”, as gatinhas começaram a gritar “gostosa! gostosa!” para a Joan.

Aliás, tenho que falar: se o som estava ruim para o pessoal no meio da plateia, a visão da cantora estava ótima. Sabe-se lá se fez plástica e quantas foram, mas Joan Jett está linda, com um corpinho digno, cabelo bacanudo e pele boa. Em resumo: tá mandando um chupa pra Madonna (ambas tem 53 anos).

O show foi recheado de hits e ela mostrou porque continua aí desde os 14 anos (e cantando muita coisa dos tempos antigos). Ela apresentou músicas novas e foi autêntica ao colocar a letra na frente. Mas, enfim, minha perdição mesmo foi quando ela entoou “Crimson and Clover”, hino lésbico que fez muita menininha do lado chorar. Aqui dá para ver o show completo.

o estilo de Joana Jato com sombra lilás e delineador, rs (foto: Junior Lago/UOL)

Mesmo sem ter visto tudo, aposto de verdade que Joan fez o melhor show da noite – e deu dó mesmo de alguns fãs de Foo Fighters que não sabiam quem era a roqueirinha que subiu no palco para fazer uma participação e “cantar aquela música famosa”… tsc tsc

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E O LOOK:

Como era dia do rock puro e simples, sem eletrônico, sem indiezismo, sem tchananans, o look foi mais “do rock”. rs Bota, short e camiseta preta cropped junto com meu crucifixo “ao contrário”. hehe

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Camiseta cropped: The Candy Shop Flavour; short com barra xadrez: Me Move; coturno (véio de guerra!): Renner; bolsa: Siberian; colares e pulseira de couro: Iris Bijoux na 25 de Março;
óculos (que vocês já cansaram de ver): Wayfarer da Ray Ban

 

Postado por loverox

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**tá vendo, coronerrr? tudo essas terra são minha**

Há duas semanas, Rafa e eu pegamos as malas na sexta-feira, jogamos no carro e demos uma escapadinha para a Serra da Mantiqueira, mais precisamente para a pousada Solar d’Araucárias em Gonçalves, MG. Apesar do clima estar ameno em São Paulo naqueles dias, pegamos um friozinho delicioso na serra, andamos a cavalo, relaxamos com direito à lareira, comemos pratos mineirinhos incríveis, tomamos cachaças artesanais e aproveitamos uma hidromassagem sensacional que dava vista para a serra. Bem romântico, mesmo.

Conhecemos a pousada através de uma promoção num site de compras coletivas e resolvemos arriscar – as fotos dos chalés eram super incríveis e parecia não ter como dar errado. Até pelas fotos do site serem tão legais, acabei nem tirando fotos para mostrar pra vocês. Logo que chegamos já fomos armando bagunça super cansados do trajeto e deixei pra registrar as outras coisas com mais detalhes.

Gonçalves é pequena e, apesar dos estabelecimentos terem bastante foco no turismo, a cidade é realmente um refúgio. Não foi descoberta por milhões de turistas insanos que vão atrás de passar frio e tomar chocolate quente antes da balada, como em Campos do Jordão. Arrisco até dizer que não tem balada em Gonçalves, só bar. rs É realmente uma ótima alternativa para quem quer relaxar nas pousadinhas legais ou fazer trilha/esportes radicais. A cidade é cheia de cachoeiras e tem alguns QGs que oferecem turismo de aventura. Como queríamos descansar mesmo, o negócio foi só aproveitar o frio, comer, ver a paisagem e namorar.
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o fofíssimo e delicioso restaurante Janelas com Tramela

No sábado, aproveitamos a pousada e almoçamos num restaurante lindinho chamado Janelas com Tramela. Não peguei o endereço de nada, mas olha, não é tão difícil de achar. rs Comemos comida bem mineirinha, a famosa carne de lata, tomamos cerveja e nos esbaldamos nos torresmos bem preparados. Minha metade mineira, aliás, saiu de lá bem feliz, apesar de que eu certamente perdi uns anos de vida de tanto torresmo que comi! hauheuhe

Para compensar o almoço pesadinho, à noite jantamos no Le Gourmet Bistrô (o site é feio, mas a comida é boa! hehe), restaurante francês que fica escondidinho numa estrada de terra e você pode jantar olhando as estrelas. O negócio é familiar e os chefes são pai e filhos que cuidam da cozinha com muito cuidado. Apesar de ter demorado para chegar, estava tudo delicioso e cuidadoso – infelizmente não registrei meu “risotinho” porque lá estávamos no clima de romance à meia luz.
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o meu esquecimento com mel, por favor

No domingo, levantamos cedo, comemos pães de queijo quentinhos no café da manhã da pousada e nos mandamos para a cidade para levar umas cachaças para casa. Eu escolhi a Dona Beja com mel, que é ótima para tomar gelada ou com gelo no copo, como se fosse um drink mesmo!
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a branquinha que me levou pra passear

Depois das compras “típicas”, fomos para o Haras Boa Vista, um haras bem simples que oferece alguns passeios curtinhos a cavalo. Fazia já uns três anos que eu não montava e quis fazer um passeio de uma horinha para matar a saudade. Há muito, muito, muio tempo atrás fiz aula de equitação num haras aqui em São Paulo e parei depois que caí do cavalo e rolou um certo trauma na família. Comigo não aconteceu nada, mas acabei parando, já tinha aprendido todo o básico e estava saltando os obstáculos, só que, enfim, eu nunca ia virar amazona, mesmo. Eu fazia porque gostava de montar e adorava os cavalos. O bom é que andar a cavalo é como andar de bike: nunca se esquece!  rs

Com as botas ainda sujas do passeio, saímos do haras direto para… Um restaurante! hahaha Resolvemos almoçar no Kitanda Brasil, restaurante super bem recomendado pelo Gastrolândia. O restaurante foi uma das experiências gastronômicas mais legais que já tive e, enfim, se Gonçalves fosse mais perto, diria que vale ir até lá só pelo almoço (mas se você ficar curioso, vá mesmo assim! É longe, mas dá pra ir e passar o dia).

as entradas maravilhosas do Kitanda Brasil e a sobremesa de queijo e doce de leite

A casa de entrada simples e jardim imenso com mesinhas oferece apenas um menu degustação em que você faz um verdadeiro passeio pela culinária brasileira, misturando elementos revisitados e também a comidinha tradicional e caseira, caso do prato principal servido no dia em que fomos: guizado de carne com arroz, feijão, couve e batatas doces apimentadas.

Estava tudo absolutamente delicioso, mas as entradas são um charme à parte, pois chamam a atenção pela elaboração e apresentação. Comemos, entre outras entradas, pãezinhos quentinhos com manteiga de banana, de frutas vermelhas e de damasco, assim como biscoito de polvilho feito na hora (e fofiiinho!), bolinho de tapioca frita, bolinhos de arroz com queijo caseiro e mais torresminho! rs De sobremesa, uma sopa de queijo fria com doce de leite, num equilíbrio de doce e salgado maravilhoso junto com um cafézinho que você coa na mesa, direto na sua xícara, para ficar a seu gosto (postei foto no Instagram). Mais mineirinho, impossível!

Depois do almoço do domingo, seguimos de volta para São Paulo felizes da vida e beeem descansados. Certamente voltaria para Gonçalves, para descansar, para comer e também para dar um tempo do mundo me sentindo em casa, porque a cidadezinha é pequena – no estilo uma igrejinha e um coreto – mas tem lugares lindos e deliciosos com bom atendimento para visitar.

… E UM LOOK!

Apesar da viagem ter sido curta, levei meu chapéu portenho para ser fotografado e passear um pouco fora de casa, já que já vi que em São Paulo não consigo usar muito – não sei porque, mas sempre acho que chapéu tem a ver com viagem! hehe Taí o que vesti no sábado, para almoçar e ver a cidade:

cardigan: Complot (Buenos Aires), camiseta: Urban Outfitters (comprei online), jeans: Levi’s Demi Curvechapéu: chapelaria em Buenos Aires, bota: lojinha em Roma, bolsa: Siberian 

E, enfim…

Obrigada, Rafa, pela companhia neste fim de semana incrível! :)

 

Postado por loverox

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Marcelino Pan Y Vino e suas delicinhas

Este domingo, eu e o namorado resolvemos aproveitar o dia de sol (finalmente!) para almoçar no Marcelino Pan Y Vino na Vila Madalena. O restaurante tem paredes de vidro e o visual é super claro e arejado, ótimo para ir num dia bonito.

O Marcelino tem um preço razoável e mistura pratos de vários países no cardápio, todos com uma pegada contemporânea. A especialidade são os sanduíches e porçõezinhas, mas os pratos não ficam nada atrás.

Desta vez pedi um ragu de pernil com purê de batata e adorei – da primeira vez que fui, comi um risoto de pato com azeite trufado (também imperdível!). O namorado, que nas duas idas apostou nos sanduíches, também adorou, mas preferiu o hot dog “cachorrão” ao invés do hamburguer aí na montagem.
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a minha escolha: ragu de pernil com purê de batata

Como além de ter “pan” no nome o restaurante tem o “vino”, é claro que a carta de vinhos é excelente. As garrafas são descritas separadamente por suas qualidades e isso é ótimo para quem não é super entendido do assunto. Outra coisa bacana é que você não é obrigado a pedir a garrafa inteira, já que a maior parte da adega também está disponível para ser tomada uma taça por vez.

A TAL DA LEGGING CROPPED…

Aproveitando que o dia estava quentinho e ensolarado, resolvi experimentar a legging rasgadinha que peguei durante a maratona de compras. O resultado foi esse look meio rockinho – e, obviamente, despreocupado e confortável para um domingo à tarde. O detalhe: encontrei um grafite dos Ramones para a foto! rs

camiseta: Truly, Madly, Deeply na Urban Outfitters; colar: Acessorize
legging cropped: Q-Vizu; botas: Zara; bolsa: lojinha aleatória de Barcelona

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Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
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