Tag: Sex and the city


Se às vezes tenho a impressão de que passei a semana inteira indo a restaurantes, desta vez tenho a impressão que fiz a farra do cartão de crédito com livros (!).

.
ESTÚDIO EMME + I LOVE POP

Sábado foi dia de se jogar loucamente no Estúdio Emme com a “I Love Pop”, festa carioca que veio pela primeira vez para São Paulo. Ao som de dona Katylene e companhia, dancei como nunca (juro!) e chorei de rir quando tocaram “O Canto da Cidade”. Sim, da musa baiana Daniela Mercury! Quer dizer, pode parecer horrível, mas foi tão genialmente engraçado – e inesperado – que depois dessa só posso dizer que, por favor, quando tiver outra I Love Pop em São Paulo, me chamem! rs

Quanto ao espaço Estúdio Emme, achei bem ousado e diferente, principalmente por ser uma iniciativa da Loja Emme, que é do mesmo grupo da Cori e da Luigi Bertolli (e tem roupas ótimas e super modernas, aliás). A única parte que não curti mesmo foi o menu de bebidas, muito curtinho. Precisam aprimorar e dar mais opções para os freqüentadores urgentemente. De resto, a casa é rústica, diferente e não cobra caro, portanto uma ótima pedida para ir sem ficar pensando se você tem mesmo nome na lista.

.

SHOESTOCK

Mais uma compra na Shoestock, e dessa vez no número certo. Muitas botas de lá estão em promoção e arrematei esta de camurça para mim, curtinha e com um saltinho tranquilo para bater perna no dia-a-dia. Estou usando a bendita neste exato minuto e recomendo! Esta foi minha terceira compra no site e o atendimento é ótimo.

.

LIVROS (sim, muitos!)

Foram muitas aquisições na semana, tudo para sanar a fúria que ando sentindo de devorar livros. Comprei “Feios”, série de ficção que promete muito e eu quero ver se cumpre, e “Diários de Carrie”, porque sim, sou fã de “Sex And The City”, mas não li os livros, portanto queria ter uma ideia de como é a escrita de Candace Bushnell sem ter de rever fatos que já vi na série.  Qual dos dois leio primeiro? Alguém aí já leu algum deles?
.

Moda, moda, moda: gosto do tema, e comprei “Moda do Século” para ter um belo livro de referências em casa. O fato é que a obra fala tanto de estilo de vida e cultura em torno da moda em si, que vou acabar lendo e relendo muitos capítulos. Só o prefácio já é apaixonante e te faz querer ficar horas mergulhada nesse mundo.

Já o “Entre Tramas, Rendas e Fuxicos”, recebi de presente da Globo e é uma verdadeira viagem pelos figurinos de todas as novelas da emissora. Depois de conhecer o Projac e sendo uma admiradora confessa de direções de arte bem feitas, pirei relembrando figurinos como o da Babalu e o da Hilda Furacão.
.

Para fechar, sim, comprei esse belo box com os dois Alice’s. Li “… No País das Maravilhas” emprestado da biblioteca e comprei “… Através do Espelho” num sebo, portanto já estava mais do que na hora de ter uma encadernação linda pra chamar de minha.

Sei que muita gente acha besteira hoje em dia, mas eu gosto mesmo é das coisas físicas. Não curto ler no computador, gosto de ter CDs na prateleira, livros lindos para tocar, grifar e anotar coisas enquanto leio. Fazer o que, né? ;)

.

Postado por Fê Loverox

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

foto via tumblr

Uma vez me deram um livro sobre sodomia e libertação sexual. Era um best seller autobiográfico e todo poético, mas que poderia ser resumido mal e porcamente com algum verso de funk, no estilo “essa merda é minha, dou pra quem quiser”. É claro que era algo que teoricamente mudaria o meu jeito de ver o sexo e todas as questões que lhe envolvem antes, durante, depois e ao lado de quem, mas não mudou nada.

Não sei se sou super feliz assim, não sei se não tenho curiosidade alguma nas santinhas ou nas putonas, mas o livro me passou batido. Foi como se eu tivesse lido centenas de páginas de relatos pra dizer “que bom pra você, escritora”. É claro que a bela obra chegou a mim através de um homem, este que provavelmente tinha algo a dizer com isso, e bem, não conseguiu.

O fato foi que li o tal do livro unicamente porque tinha ganhado, e porque faz parte comentar o que achou do livro com quem te deu, especialmente quando o outro ser humano em questão também já o havia lido. Em meio a meia dúzia de momentos excitantes relatados, só  guardei bem um ensinamento, e não posso nem dizer que foi uma frase, foi uma lição mesmo, já que perdi a citação correta e perdi também o livro – perdi, joguei fora ou esqueci de guardar bem guardado só de raiva, sabe como é?

Em meio a milhares de linhas autobiográficas sobre como ela passou de certinha ao extremo oposto, altamente sexual, a única coisa que me prendeu foi quando ela disse: “a vagina é a parte do corpo mais triste de uma mulher”, ou algo do gênero. A autora fez tal afirmação para explicar porque se depilava sempre de última hora. A razão era não correr o risco de ficar esperando um amante à toa e o “embelezamento” não ser utilizado.

Isso para mim valeu o livro. Não pela depilação de última hora, até porque de libertário isso não tem nada, mas por resumir o quanto de expectativa criamos, nós mulheres, em cima da hora H. Inclusive você aí, libertária.

Ficamos esperando, nos preparamos, programamos aàs vezes,  compramos a lingerie certa para a data certa, passamos perfumes, arranjamos velas modernas que prometem ter cheiro disso e cor daquilo e morremos um pouco (muito) por dentro quando largamos tudo isso em casa. E aí você olha para você mesma e diz: relaxa (!!).

Revistas, programas de tv e meia dúzia de livros nos doutrinam sobre quantas vezes temos de gozar e como fazer o strip tease perfeito, mas inteligentes que somos, não damos ouvidos e não nos deixamos mais levar. Na tentativa de equilibrar a balança, colocamos um pouco de ousadia em pequenas coisas. A revista é só um guia – e se 10% forem alcançados, well done, girl.

O interessante é que nenhum destes meios, nem sua amiga comedora, se ocupa de dar uma dica resumida do que fazer quando tudo der errado. Levar com bom humor? Nem sempre é possível. Quando for, pode crer que o faremos, especialmente quando a culpa é do outro, quando o probleminha é do outro. Acontece, e se nunca aconteceu, vai acontecer.

Agora como lidar feliz com aquela lingerie caríssima que saiu do armário uma única vez? Ou como reagir bem com aquela peça que nem chegou a sair do quarto, pois na hora de provar você simplesmente achou que não estava tão bem assim e deixou para lá? E o que dizer, então, dos brinquedinhos de sex shop para serem usados a dois que você tomou coragem de comprar, mas jamais saíram da gaveta? Será que toda a tensão de receber o pacote marrom da loja online foi em vão?

Bom. E aquele presente que você se deu? O vibrador com passagem garantida ao sétimo céu, recomendado em “Sex And The City” e confirmado por aquela mesma sua amiga? O danado está tão bem guardado, mas tão bem guardado, que ninguém consegue achar, muito menos você, que dirá quando quer.

Expectativas geralmente estão aí para te foder. Elas servem para isso e te fodem bem do jeito que você não quer. Explico: se o fato superar o que você tinha em mente, será como se tivesse sido o mínimo. Se coincidir, você não terá surpresa alguma. E se ficar abaixo? Se ficar abaixo grande coisa, foi sempre assim.

Bem lá no fundo, quase no colo do útero, a vagina é só uma metáfora quente para as picuinhas broxantes de nossas cabeças. Sexo é bom, é ótimo!, e com ele, elas vão e vem, somem e nascem, mais rápido ou mais devagar, relaxa que passa!, mas só nós sabemos o quanto essa pequena se fecha um pouco mais quando um ponto de interrogação faz pouso em nossas cabeças.

.

ps: não citei nem o  lado do homem na questão, acho que não precisa. Em todo caso, se algum representante da ala masculina quiser opinar, será interessante.

Postado por Fê Loverox

Tags: , , , , , , ,

Porque este era o melhor título para falar deste livro que virou filme, duplamente comentado aqui!

Primeiro, eu achei estranha essa coisa de transformar um livro de “auto-ajuda-divertido” em ficção. Eu fingi estar empolgada com o elenco e, ok, de fato eu estava, mas fiquei com medo. Afinal, o livro fala sobre diversos conselhos para você ver o quanto, na real, aquele cara está tirando com a sua cara.  Foi aí que eu li que eles enfiavam todos esses conselhos na boca de um personagem que, por sua vez, faz parte de uma historinha meio quadrilha: “João que amava Maria que…”.

Resultado? Pulga atrás da orelha. Eu imaginei que eles esqueceriam de algum conselho essencial, ou que esse personagem seria um profeta bonitão arrastando mulheres pelas ruas, fazendo pregações e gerando o milagre da libertação dos homens bundões. Na verdade, não foi bem isso que aconteceu…
.

Justin Long vive o “profeta” Alex e Giniffer Goodwin é a solteirona Gigi

.O filme gira em torno de três amigas que compartilham dramas de relacionamentos (isso te lembra alguma coisa? cof-cof). Uma é solteirona, outra é recém-casada e está em crise e a última simplesmente não consegue oficializar os laços com o namorado, com quem já mora junto. Nas beiradas da história, estão o personagem-profeta, que conhece a solteirona e resolve virar seu Buda pessoal depois de vê-la ser enganada por seu melhor amigo.

O curioso é que, enquanto dá um fora na solteirona, esse “melhor amigo” está louco de amores por outra, que na verdade acaba tendo um caso com o marido da amiga da solteirona. Falando assim fica confuso, principalmente porque ainda temos a personagem de Drew Barrymore, que é pequenininha, mas faz a história fluir.

O melhor momento do filme, na verdade, é dela! A safadinha pegou a melhor fala do longa inteiro! Vou contar: depois de começar um relacionamento confuso virtual, em que eles conversam por myspace, facebook, sms, e-mail e etc., ela solta a seguinte pérola: “I had this guy leave me a voicemail at work, so I called him at home, and then he emailed me to my BlackBerry, and so I texted to his cell, and now you just have to go around checking all these different portals just to get rejected by seven different technologies.”

Traduzindo rapidamente: “Tem esse cara que me deixou um recado de voz no trabalho, então eu liguei pra casa dele, daí ele mandou um e-mail para o meu Blackberry e eu mandei um sms para ele. E agora você tem que sair checando mensagens em todos esses portais diferentes, só pra levar um fora em sete tecnologias diferentes!“.
.

Drew Barrymore e seus amigos super interessados no rolo com o bofe da internet

Sensacional, não? Já passaram por isso? 8)
Achei que, nessa hora, o roteiro ganhou do livro. Afinal, quem disse que nós só esperamos ligações hoje em dia? Uma ligação, aliás, é o que a gente menos espera, se você for ver. Hoje um scrap fofo vale. Um sms. Um e-mailzinho. Adicionar no msn. Ou melhor, até uma direct no twitter é melhor que nada!

Enfim, eu acho a Drew uma excelente atriz e temos de ficar felizes que ela finalmente abandonou a fórmula de maluquinha usada em Como se fosse a primeira vez (2004) e repetida em Letra e Música (2007). Gosto muito dos dois filmes, mas a semelhança destas personagens dela é gritante – e, ainda bem, ela foi menos preguiçosa em Ele não está tão afim de você.

Voltado ao filme. Ao longo da história, é óbvio que algumas liçõezinhas do Greg se perdem, mas o essencial está de fato ali, como a máxima do livro “se ele não te liga, ele não está afim”, e outras, como: “se ele te quer, ele fará acontecer” ou “se ele não quer sexo…” - enfim, acho que vocês são capazes de completar essa frase, certo?

O filme tem um quêzinho de Sex And The City (2008) e de Como perder um homem em dez dias (2003), já que as três personagens centrais trabalham juntas, e também porque o filme adocica e suaviza toda a verdade cruel que o livro traz de bandeja para as mocinhas feitas de besta, aí pela vida.
.

Gigi com as amigas: Jeniffer Aniston, a noiva eterna, e Jeniffer Conelly, a casada em crise

No livro, Greg diz que inventar desculpas para um cara não te ligar, tipo: “o cachorro dele teve diarréia no hall do prédio e ele passou a noite limpando tudo” é um grande erro. E é mais errado ainda se você pensar que “bem, o grande amor da vida da minha prima de segundo grau de fato passou uma noite limpando cocô do cachorro e hoje eles estão juntos e felizes”. Ou seja? A regra é a regra: não fique sentada na cadeira pensando que você é uma grande exceção. Todos nós sabemos que você é ótima, mas isso não faz de você uma exceção. Ou seja? Desculpas = “ele não está afim de você”.

Aí, no filme, no filme doce, suave, que até deu dicas boas e aproveitou dúvidas do próprio livro, adivinhem o que acontece? A principal história não passa de uma boa, bela, velha e estapafúrdia exceção!

Se o longa não tivesse roubado o título do livro, não teria problemas. Eu nem ia me importar. Seria mais uma comédia romântica fofa. Eu nem ia me tocar dessa história de exceção. Vejam bem: tem Ben Affleck, tem a Jeniffer Aniston e a Conelly sendo ótimas, tem cenas picantes com Scarlett Johansson (e ela realmente está *bem* nelas!), mas… poxa! Por que raios cagar a premissa do livro na história central?
.


Isso eu não digo apenas como alguém que curtiu o livro, mas como alguém que sabe o trabalho que dá adaptar um texto para as telonas. Não tinha sentido mandar a base do livro para o espaço, sabem? Vou confessar que eu saí do cinema pensativa e sentimentalzinha (shame on me), mas eu, como discípula de Greg Berehndt, achei esse filme uma heresia à bíblia best-seller…

QUEIMA!

.

ps: só reforçando: se você não leu o livro e curte uma boa comédia romântica, vá assistir! Inclusive os meninos, vão! Vão pelas cenas hot com a Scalett! Porém, quem leu o livro, vai entender essa minha revoltinha final. 8)

Postado por Fê Loverox

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Lembram-se do livro que eu comentei aqui ano passado e que, basicamente, mudou absurdamente meu jeito de pensar? Pois é, ele virou filme! (Se você não sabe do que eu estou falando, veja o post aqui!)

“He’s just not that into you” ou “Ele simplesmente não está a fim de você” é o título do best-seller bem-humorado sobre relacionamentos escrito por dois ex-roteiristas de Sex And The City, Greg Behrendt e Liz Tuccillo. O livro de auto-ajuda traz diversos conselhos divertidos para mulheres sensacionais, tipo você e eu, que muitas vezes acabam se diminuindo ou inventando desculpas para aceitar comportamentos inaceitáveis daquele loser que não te merece rapaz que por algum motivo roubou nossa atenção. Apesar da obra não ser ficcional, sua versão no cinema acabou virando uma boa e velha comédia romântica!

O roteiro segue a linha “João amava Teresa que amava Raimundo, que amava Maria que amava Joaquim…” e traz a história de diversas mulheres super incríveis que, por algum motivo, sempre têm problemas para encontrar um cara legal. No filme, veremos na prática todas as teorias defendidas por Greg no livro, como por exemplo, a mais clássica de todas: se ele não te liga, ele simplesmente não está afim de você. Assim, se você duvidava de que algo daquilo fosse possível (ou achou tudo um exagero!), vai pelo menos poder dar uma espiadinha em situações mais reais. E dar muita risada, claro!

Nas telonas brasileiras, o filme chegará com o título um pouquinho diferente: Ele não está tão a fim de você. Eu não vi muito sentido na mudança e achei uma bobeira, até porque o livro ficou bastante conhecido por aqui, já que ele foi bem divulgado na mídia e citado em diversas revistas femininas. Mas… Isso não importa! O que importa mesmo é que o filme deve ser divertidíssimo, já que alcançou a liderança das bilheterias norte-americanas logo em seu final de semana de estréia, no começo de fevereiro!

No elenco estão Jennifer Aniston (como não?!), Scarlett Johansson, Jennifer Conelly, Ben Affleck e Drew Barrymore, que também assumiu a produção do filme. Eu, como sou uma fã irremediável de comédias românticas, obviamente já iria ao cinema de qualquer jeito, mas já que o filme se inspirou num livro que amei, estarei com a minha pipoca a postos em plena estréia, dia 20 de março!

Ainda não se convenceu? Veja o trailer!

.
Barrymore e Conelly juntas serão um arraso! Tô louca pra ver essa cena da secretária eletrônica inteira. Peguete safado, esse aí! 8)

Postado por Fê Loverox

Tags: , , , , , , , , , , ,

Eu ando passando por uma espécie de crise nas redes sociais (tem algum especialista estudando isso?). Meu orkut não anda servindo para muita coisa, a não ser para rejeitar pedidos de add de pessoas que eu não conheço. Meu facebook se resume a friends for sale, embora eu fique lá para observar a vida de quem usa aquilo furiosamente. Confesso que é interessante, porque o “orkut gringo” dá muito mais gás para voyeurismo que o orkut. Quer coisa mais divertida que poder ver quem está enrolado ou quem começou a  namorar com quem e ainda poder deixar um comentáriozinho em baixo??

Como eu geralmente estou lá só para observar e para descobrir que personagem de Sex and The city eu sou, ou para aceitar todas as solicitações de amizade (lá eu sou facinha), acho divertido quando rola interatividade. Por exemplo, eu não sabia que circulavam memes por lá. Hoje a Vy postou uma nota com o 25 things, um meme em que você posta 25 coisas aleatórias a seu respeito e convida mais 25 amigos a fazerem o mesmo.

imagem via we <3 it

Como eu adoro um meme, não só respondi lá, como colei aqui, já que boa parte dos fatos da listinha eu ainda não contei aqui. Então, vamos lá: 25 things.

Once you’ve been tagged, you are supposed to write a note with 25 random things, facts, habits, or goals about you. At the end, choose 25 people to be tagged. You have to tag the person who tagged you. If I tagged you, it’s because I want to know more about you.

(To do this, go to “notes” under tabs on your profile page, paste these instructions in the body of the note, type your 25 random things, tag 25 people (in the right hand corner of the app) then click publish.)

1. Eu nunca me dei bem com seriados no geral. Comecei a ver “Lost” e “Gossip Girl” e parei. Nunca fui audiência cativa para “Friends”. Assistia as aventuras da Carrie Bradshaw e achava o máximo, mas não tinha a menor freqüência para isso. Até que conheci “Skins”. Conheci, xonei e não abandono mais. Não me importo com o fato de ser uma espécie de “Malhação hardcore made in England”, mas o formato do seriado é estúpido de bom e não tem nada igual por aí. Ganhou meu coração.

2. Eu me rendi a Steve Jobs e comprei um ipod. Tô amanduuu. Mas com os mac’s ele não me ganha. Tenho toda uma relação de amor e ódio/tapas e beijos com o Windows. Gosto dessa coisa intensa, cabeçuda e nada “intuitiva”. Aliás, esse papo de “intuitivo” é a maior mentira da história da tecnologia, a meu ver. Tem lá suas vantagens, mas chamar de “intuitivo” não, né? ¬¬

3. Eu não costumo lembrar dos meus sonhos. Geralmente quando lembro era algo ruim ou bizarro demais. Mas é legal mesmo assim, porque eles são cheios de referências, principalmente porque eu sonho em “terceira pessoa”, me observo num filminho. E antes que alguém fale: eu não comecei a sonhar assim depois de entrar na faculdade e estudar fotografia, posicionamentos de câmera, movimentação e etc. Eu sempre sonhei assim.

4. Eu odeio chuva. Quer dizer, gosto de dormir ouvindo o barulho da chuva, mas não suporto ter que sair num dia mais umidozinho. Só a leve hipótese de ter um “bad hair day” por causa da chuva já me deixa mal humorada pelo resto do dia.

5. Meu celular foi comprado com a desculpa de ter uma patcha câmera, mas até onde me consta eu mal usei esses megapixels todos. Fica entre nós. (Fica entre nós também que eu ainda não consegui arrumar a internet no meu celular. Esse é o único motivo que eu tenho pra me lamentar da Claro.)

6. Eu sou a favor de terapia. Já fiz por algum tempo, quero voltar e não hesito em recomendar pra quem aparentemente tem perrengues contínuos com as mesmas coisas. Penso que às vezes engana-se muito quem pensa “não preciso de terapia porque tenho amigos”…

7. Sou viciada em café. (Essa é novidade, hein? 8))

8. Não sou fã de doces, mas geralmente tenho duas preferências fortes e constantes quando se trata de glicose: chocolate com amendôas e Häagen Dazs de macadâmia. Se tiver Kit Kat, eu aceito também.

9. Eu não consigo me imaginar escrevendo no novo acordo ortográfico. Não consigo, ok? Aonde eu enfio todas as regras de gramática que eu decorei e ainda fazia questão de explicar para os amiguinhos na escola???? Não responda.

10. Preciso desesperadamente de uma internet mais rápida.

11. Eu não fico feliz em saber que conhecidos meus lêem meu blog, comentam entre si a respeito e não me deixam saber disso. Se você que está lendo faz isso, saiba que eu nutro uma raivinha por você.

12. Falando em raivinha, eu não sou do tipo que perdoa. É triste, mas eu geralmente alimento as mágoas e fico pensando em formas cabulosas de vingancinha e  (risada de bruxa) em como amaldiçoar as cinco próximas gerações dos alvos de meus desafetos. Tá, exagerei. A questão é que eu sou bem cabecinha dura, teimosa feito porta e vivo procrastinando aquelas conversinhas necessárias (mesmo sendo a favor de D.R., hein!). Eu vou adiando mesmo, até porque não sou fã de expor minha fragilidade. Ninguém é, né?

13. Não sou do tipo “sincera demais”. Não minto. Eu omito e faço “carão” quando precisa. Aliás, o fato de ser atriz ajuda muito nessas horas, mas obviamente não sei até que ponto isso é saudável.

14. A primeira série de livros que eu passei do segundo volume foi “Twilight” e atualmente estou babando pelo quarto livro. Nunca me empolguei com outras séries fantásticas (tipo Senhor dos Anéis ou Harry Potter). Aliás, eu não passei do terceiro capítulo de “Harry Potter e a Pedra Filosofal” e só li até o segundo livro de “Delírios de Consumo de Becky Bloom”. “Crepúsculo” me ganhou porque é ridículo de realista ao falar de personagens fantásticos e tem uma tensão sexual deliciosa. E, enfim, como eu já falei, eu não sou uma grande fã de coisas seriadas mesmo.

imagem via we <3 it.

15. Eu quero um animal de estimação. Preciso dar amor para alguma criaturinha. :(

16. Não atendo mais o telefone da minha casa se eu não estiver sozinha. Não atendo mesmo. Nunca é pra mim. Quem quer falar comigo, liga no meu celular e pronto. Aliás, nem lembro a última vez que algum amigo(a) pediu o telefone de casa… Alguém lembra?

17. Eu ainda não dirigi esse ano. 8) (juro que eu vou tomar vergonha, jurojuro!)

18. Eu tive uma idéia bem divertida para um documentário hoje. Vou por em prática.

19. Antes de pensar em juntar, casar, amigar, qualquer coisa do gênero, eu quero ter a experiência de viver sozinha.

20. Não vou ao show dos Backstreet Boys porque eles perderam totalmente o sentido pra mim quando o Kevin saiu. Tudo bem que ele não cantava nada mesmo, mas aquele homem é meu sonho de consumo e constituiu todo o meu ideal de estética masculina desde os meus 10 anos de idade, desde os meus primeiros cravos. Ou seja? Sem Kevin, nada de “As long as you love me”.

21. Pílulas anticoncepcionais deveriam exterminar a TPM? Alguém sabe? Por enquanto, eu não sei.

22. Estou procurando emprego. Um job, um freela, anything. Ou algo que me renda dinheiro fácil para sustentar meus vícios e luxos. Aceito sugestões. Sugestões saudáveis.

23. Eu sempre quis ter uma polaroid. (E eu quis mais ainda a polaroid das Spice Girls! <3 )

24. Escrevi tudo isso ouvindo o último cd do Kanye West, 808′s and Heartbreaks. A Lari recomendou e eu recomendo adiante.

25. Aparentemente, estou arranjando mais utilidade pro Facebook. Só falta meus amigos fazerem o mesmo. 8) Quem quiser, pode adicionar.
.

ps: só queria deixar registrado que eu amei a Penélope Cruz ter ganhado o Oscar de melhor atriz coadjuvante por “Vicky Cristina Barcelona”. You go, girl!

Postado por Fê Loverox

Tags: , , , , , , , , , , , , , , , ,


Ele simplesmente não está afim de você
Liz Tuccilo & Greg Behrendt
Editora Rocco

O livro é antiguinho (de 2005) e eu só comprei agora, depois de ser encorajada pela matéria da Gloss de agosto sobre “rolos que nunca desenrolam”. Considerando minhas últimas experiências e a ausência de resultados empíricos, mas sim de muita dor de cabeça, resolvi comprar o maldito livro.

Capinha cor de rosa, cheio de ilustrações: típico livro pra mulher otária, como eu mesma postei no twitter. Eu só não fiquei mais desconfiada porque os autores eram da equipe de “Sex and The City”. Mas, o livro trata de impor respeito logo na introdução, com uma histórinha convincente de que muitas (e quase todas) perguntas sobre comportamentos masculinos duvidos podem ser respondidas com a frase “Ele simplesmente não está afim de você”.

Faz sentido? Faz, principalmente quando são aquelas dúvidas simples, mas insistentes, do tipo, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura. O “He’s just not that into you” cai como uma luva para perguntas como:

- por que ele me chamou pra sair e sumiu?
- por que ele não me ligou se disse que ia ligar?
- como a vó dele só fica doente de final de semana?

E assim por diante. O fato é que nós, mocinhas, quando começamos a gostar de um rapaz acabamos inventando 1001 desculpas mentais para as falhas do moço. Afinal, como pode? Ele era tão incrível! Por que fez isso comigo? Eu não mereço, de novo não, não pode ser! A vó dele deve estar agonizando de verdade na UTI!

Bom, não sei vocês, mas eu sou do tipo que cogita trocentas idéias e ainda chama as amigas pra ajudar a queimar fosfato atrás de desculpas plausíveis, épicas e heróicas para comportamentos que jamais deveriam ser admitidos pelo suposto “homem da minha vida”. Que comportamentos? Eu digo.

Ele quer te ver? Porque não te convida? Ele te acha realmente linda? Custa falar? Ele é legal com todo mundo, menos com você? Será que tá certo? Ele não te come? Ok, essa é beeeem comum, embora os homens neguem, e, na minha cabeça, já é caso pra internação. Por essa eu não me deixo enganar.

É claro que Greg Behrendt e Lizz Tuccillo vão muito mais longe e pegam no calcanhar de Aquiles de toda a mulher: parar de aceitar pouco. Muitas de nós passam a tolerar certos comportamentos achando que é necessário para a relação, mas mulheres quase sempre são mais flexíveis. Aí, veja só, quantas vezes você estava fazendo um verdadeiro contorcionismo pra agradar esse homem e ele… Nada?

Pois é. É disso que eles falam. E dizem pra você levantar a bunda da cadeira e encontrar alguém que “não saiba tirar as mãos de você”. É difícil? É. E sim, eles são tão absurdamente otimistas que dá até raiva. Afinal, é impossível ter tanto homem legal assim para tantas leitoras. No entanto, o representante masculino no livro, o Greg, simplesmente diz: tenha fé.

Resposta dogmática, boba e simples. Mas verdadeira e possível, já que veio da boca de um homem. E ele e a Liz conseguem te convencer sempre que você pensa “mas é impossível um cara assim”. Então quer saber? Eu vou é passar pra frente quem não está afim de mim. E acreditar no… amanhã. Afinal, eu sou jovem, sou bonita, tenho saúde…

Cof-cof. Chega.

PS: Apesar de parecer coisa de solteira-encalhada, recomendo o livro pra todas as moças de plantão. Todas aquelas que já sentiram que mereciam um pouquinho mais…

PS2: não é pra mulher otária não, tá? Uma hora você se encontra no livro. E chega de PS.

Related Posts with Thumbnails

Postado por Fê Loverox

Tags: , , ,

Sobre a autora: Fernanda Pineda Vicente, também conhecida como @loverox, 23 anos, São Paulo. Produtora e atriz, formada em Rádio e TV pela Faculdade Cásper Líbero em 2009 e pelo Teatro Escola Macunaíma em 2008. Apaixonada por cinema, música, moda, nerdices e gatos, adora postar por aqui achados e descobertas na web e na vida real.Veja o perfil
dTwitterYoutubeFacebook

Twitter

Flickr

Visitantes



Página Inicial | Domínio | Perfil | Arquivos | Links | Contato

Assine o Feed | 12 Visitantes Online

Copyright © 2010 Fake-Doll. All rights reserved.