Guia de Viagem: 3 restaurantes em parques da Disney para ir e um para fugir

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Comer durante uma viagem para Orlando é, para muita gente, a possibilidade de explodir na trash food sem censura e sem culpa, já que às vezes é realmente difícil encontrar opções boas ou saudáveis em meio a tanto açúcar e farinha servido do café da manhã até a janta. No entanto, há esperanças: em meio ao algodão doce, à turkey leg e ao hambúrguer seco e sem graça, há restaurantes nos parques da Disney que realmente merecem a sua visita!

Para ajudar neste processo, vale até reservar dia e horário para sua refeição ser mais tranquila e contar com uma mesa de acordo com o tamanho do seu grupo. Se cadastre no Disney Experience para escolher suas refeições e baixe o app também no celular: perto do horário da sua reserva, ele apita para te avisar!

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1. Yak & Yeti, Animal Kingdom

Tem muito turista riscando esse parque do mapa e, sinceramente, não entendo o porquê. É um dos parques mais integralmente modernos da Disney na costa leste americana e a experiência é ótima para adultos. Fora isso, há lá a montanha-russa do Yeti, aka Pé Grande, que tem uma cenografia daquelas!

Mas vamos para a comida: a melhor refeição da viagem num parque foi no Yak & Yeti. O restaurante que mistura influências tailandesas com indianas tem comida bem servida e saborosa, experiência gourmet de verdade dentro do parque temático, é quase inacreditável. rs É mais caro que a média, mas vale a pena, especialmente se você estiver num dia mais relax (este parque é menor que os outros). Minha escolha foi um bowl de arroz de jasmim com frutos do mar e camarão ao curry.

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2. Via Napoli, Epcot

O Epcot está cheio de restaurantes interessantes – o japonês, dizem, é bastante premiado e tem longas esperas para conseguir uma reserva. Mas vamos facilitar: todo mundo adora uma boa pizza e essa beleza da foto foi o mais próximo de uma pizza italiana que comi fora da Itália, no Via Napoli.
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O modo de preparo, dizem, segue à risca os de Nápoli mesmo, mas faltou um detalhe: ser individual como é em terras italianas. Vale fazer reserva para o jantar; no almoço, quando fui, é mais tranquilo. A degustação de vinhos “wine fly” também é gostosa para acompanhar a experiência!
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3. Sci-Fi Dine-In Theater, Hollywood Studios

Que tal se sentir num cineminha à céu aberto dos anos 60? É essa a ideia aqui: vários carros-mesa lindos e coloridos estacionados e um telão exibindo curtas, desenhos e comerciais bem divertidos das antigas. Reserve mesa para conseguir um carro bem colocado e não passar inveja tendo que sentar numa mesinha de canto tradicional!
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A comidinha é gostosa, tem um quê de lanchonete retrô e o preço também fica um pouco acima da curva, mas a experiência vale (e muito!) a pena. Ah sim: se for seu aniversário, há chances de você receber um cupcake de presente. Simpático e gentil!

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E UM RESTAURANTE PARA FUGIR:

Hora da polêmica. Sei de brasileiros loucos por Disney que estão há meses dando refresh na página de reservas para jantar no castelo da Fera, o “Be Our Guest”, mas pela minha experiência digo apenas uma coisa: não vale a pena. Em defesa do lugar, posso apenas dizer que escolhi almoçar, sem reservas, ao invés de optar pelo jantar, mas não acredito que a comida deva melhorar tanto assim passadas apenas algumas horas.

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Vi um cardápio caro e sem opções muito apetitosas além dos doces e, ao receber o pedido na mesa, foi triste perceber que aquela comida era só um arremedo de culinária francesa para americano comer. Fora a sensação péssima de provar algo que já parecia pré-congelado há muito, muito tempo.

Mas é claro que o castelo é lindo! Recomendo passar no local para tirar fotos e bisbilhotar, afinal, sim, a Disney fará de tudo para que você se divirta registrando o quanto puder, portanto não se acanhe de entrar lá para isso. E sobre os doces? Bom. Há opções melhores espalhadas pelo próprio Magic Kingdom, viu?

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Parque Universal Studios vai ganhar expansão dos Simpsons

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personagens no brinquedo “The Simpsons Ride” no Universal Studios

Atenção, fãs de Simpsons: todos vocês acabam de ganhar um bom motivo para visitar (ou revisitar!) Orlando, na Flórida. O parque Universal Studios acaba de anunciar uma ampliação e tanto na área dedicada aos personagens do desenho de Matt Groening.

Com inauguração prevista para o verão deste ano, a área será um belo espaço dedicado a reproduzir as ruas e os estabelecimentos de Springfield: vai dar para dar uma passadinha no bar do Moe, comer um hamburguer no Krusty Burger, comprar uma coisinha ou outra no Kwik-e-mart e também pegar as famosas rosquinhas do Lard Lad Donuts. E, sim, claro: também vai dar para tomar uma cerveja Duffy, que será feita exclusivamente para a fábrica do parque.

Neste projeto e neste vídeo dá para ter uma ideia de como a área vai ficar. Só de ver já deu vontade de ir para Orlando nas próximas férias, com tudo novinho! <3

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“50 Tons de Cinza” ganha sátira musical nos EUA

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*não quero nem ver*

A onda dos “50 Tons” continua, para o bem e para o mal: enquanto o filme demora eras para ter seu roteiro escrito, o grupo de improviso de musicais Baby Wants Candy resolveu fazer um musical bem humorado do livro. O espetáculo ficou em cartaz um mês em Chicago e agora chega à Nova York com elogios da crítica (!) e promessa de muita ironia em cena.

A peça tira onda com a história do best-seller ter sido considerado um pornô para mamães e faz 11 números de canto e dança com títulos como “They Get Nasty” (Eles ficam safados) e “I Don’t Make Love, I Fuck” (Eu não faço amor, eu fodo).

Antes que alguém pergunte, não, ninguém faz sexo explícito no palco e ninguém paga peitinho, então sobra muito pouca história para contar – e bastante piada para fazer. Se alguém estiver nos Estados Unidos, deixo a dica: a passagem da peça por Nova York é curta, mas eles voltam para Chicago logo mais; veja as datas aqui.

Opa, tô de férias!

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parte do Grand Canyon pela janela do avião!

Quem me segue no Twitter e no Instagram (é tudo @loverox, clica aí!), já andou vendo uma prévia das peripécias que aprontei em Las Vegas junto com o namorado semana passada. Não, não nos casamos (hunf! Enrolada até em Las Vegas!), mas apostamos horrores na roleta, torramos no sol do deserto, tomamos os melhores bloody mary de nossas vidas e descobrimos a magia dessa Disney adulta. Acreditem: qualquer pessoa, de qualquer idade ou estilo, pode se divertir em Las Vegas!

 

Agora estamos em Nova York e, enquanto não voltamos para a terrinha, mais posts especiais entram aqui pra vocês. A cidade esfriou, o Central Park está cheio de folhas e quero me divertir muito aqui ainda essa semana e compartilhar o passeio com vocês depois!

Beijos e até a volta! <3

 

Hotel arco-íris na Califórnia

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Inaugurado em fevereiro, o The Saguaro deve se parecer com um oásis colorido em pleno clima desértico de Palm Springs, Califórnia. A cidade fica no meio do Vale do Coachella e isso garante que essa piscina incrível seja bem aproveitada o ano inteiro:

Quem for ao Coachella Festival em abril deveria aproveitar que está lá perto (há uns 40 km) e reservar um final de semana extra para recarregar as baterias nesse recanto colorido – que felizmente é um hotel legalzão e possível!

Já olhei os preços das diárias pensando nas minhas próximas férias (alguém imagina para onde quero ir? hehe) e, enfim, não é o cúmulo da economia, mas a experiência deve valer a pena: os quartos para dois adultos variam entre US$140 e 240, dependendo da vista e dos luxinhos que você quiser, como acesso instantâneo à piscina.

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Guia de Viagem: as roubadas fazem parte das férias

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Supercombo de histórias de viagens, junto com dicas para evitar ter dor de cabeça nas férias! Post gigante, para guardar e mandar para aquele seu amigo de primeira viagem: tem dica sobre como escolher restaurantes, que remédios levar, como contratar seguro de saúde para viajar e o que fazer em caso de roubo. Tem uma dúvida? Deixa aí nos comentários que eu tento ajudar! Mais dicas de viagem você encontra nesta tag!

Todas as imagens deste post são minhas, tiradas em viagens. Algumas estão no flickr; outras estão a caminho!

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admita: você já pagou um mico de viagem! 

É impressionante como ser turista profissional se tornou um objetivo a ser conquistado por todos. Todo mundo faz viagem perfeita, volta com mil dicas in-dis-pen-sá-veis para dar para os amigos e acha que tem o melhor roteiro de compras depois de ter ido uma única vez para Miami. Já repararam?

Estou exagerando, mas já notou como ninguém conta que perdeu avião, foi enganado pelo taxista ou chegou naquele restaurante hiper cool quando já estava fechado? Pois saibam que estes erros te ajudam sim a se tornar um turista mais esperto com o tempo – e obviamente fazem parte de qualquer viagem, não há nenhum pecado nisso.

Como o Carnaval vem aí e muita gente aproveita o feriado pra viajar, resolvi fazer este post para contar algumas das piores roubadas que já aconteceram comigo e o que aprendi com o erro, para tentar evitar que vocês passem por isso também.

No meu Guia de Viagem sobre Buenos Aires contei que fui roubada no metrô, mas tenho muuuito mais que isso para contar pra vocês… hehe Respirem fundo, riam de mim e vejam se conseguem aprender um pouquinho com o meu top 5 de gafes em viagens:

1 – Sempre vai ter alguém que fala português

aquele carinha ali no canto pode ser brasileiro, nunca se esqueça!

Nunca me esqueço do dia em que encontramos um cara que falava português no meio de uma estação de trem vazia de Paris. Estávamos Larissa, Eddie e eu tentando passar pelas catracas com um bilhete problemático e todos os guichês estavam fechados para que pudéssemos comprar bilhetes novos. Ou melhor, eles precisavam comprar bilhetes novos, porque eu já estava lá do outro lado.

Rindo da nossa desgraça e pensando que teríamos que jogar alguns euros e um passeio no lixo, me surge um cidadão ao longe. O rapaz era um anão de terno, muito bem alinhado, só que a cena foi tão inusitada que começamos a rir feito loucos. E falar português, obviamente. Agora você aí, leitor, adivinhe quem nos ajudou a resolver o caso? O próprio anão. Não sei o que ele fez, mas os tickets funcionaram e ele só disse “vou ajudar vocês, sou português!”. Agradecemos demais e ele disse, com aquele sotaque legal de Lisboa: “não tem de que!”.

Como evitar a gafe: haja como se sempre todos entendessem o que você diz. Isso vale também para aquela vontade danada que dá de gritar mil palavrões enquanto você está de ponta cabeça girando bem rápido num brinquedo de parque temático da Flórida.

2 – Cheguei no ponto turístico fechado – ou faltando meia hora para fechar

o famigerado museu de Frankfurt: fechado!

Essa é um clássico. Mesmo já tendo ido a Buenos Aires e já tendo visitado o Cemitério da Recoleta, cheguei atrasada agora recentemente quando estava com o Rafael para fazer o passeio. Sabíamos bem o horário, mas infelizmente não deu tempo. Ficou para a próxima viagem.

Outro caso foi durante meu mochilão, quando cheguei no Museu de Arte Moderna de Frankfurt louca para ver um Lichtenstein. Era horário comercial, era dia útil, tudo certinho – mas estava fechado. Para obras. Durante 12 dias. Não dizia no site. Bacana, né?

Por fim, teve também o Museu de Orsay em Paris que visitei pela primeira vez em apenas **meia hora**, ouvindo a mulher anunciar que todo mundo ia ficar preso e ver os quadros tomarem vida à noite dali a pouco. Brincadeiras à parte, fiquei feliz de visitá-lo novamente ano passado nas férias e pude perder algumas horas por lá para dar a atenção que  Renoir, Degas, Monet e Van Gogh mereciam.

Como evitar a gafe: confira todos os horários no seu guia turístico e no site oficial do local que você vai visitar. No caso de museus, por exemplo, vale checar até para ver que dias não abrem, se há horários alternativos (alguns abrem mais tarde e ficam até mais tarde, por exemplo), se há dias de ingresso gratuito e se haverá algum evento tipo “noite no museu” enquanto você estiver na cidade. Pesquise direitinho e monte seu roteiro, mesmo que você dê com a cara na porta, igual aconteceu comigo em Frankfurt. Em todo caso, esse nosso problema poderia ter sido resolvido perguntando para alguém do hotel antes de sair. Mas quem ia imaginar, né? rs

3 – Segui uma dica de restaurante “exótico”

um dos salões do meu restaurante favorito em Buenos Aires, o Grand Parrilla del Plata

Antes de embarcar para Buenos Aires em 2010, comprei um guia bem atualizado que me ajudou bastante. Mergulhei de cabeça nas dicas de restaurantes e me prometi que ia comer bem por lá, e que ia comer coisas diferentes também.

No meio do mar de sugestões (Bs As tem muitos restaurantes interessantes!), uma casa chamava a atenção por ter “clima intimista” e “pratos com carne que fugiam da parrilla tradicional”. Fiquei curiosa e marquei para ir. Chegando lá, vi que as carnes fugiam bem do tradicional mesmo: era um menu de alguns passos que incluía carne de tubarão, jabuti e outras iguarias mil.

A parte boa foi que escapamos de lá e descobrimos o restaurante que se tornou meu favorito na cidade, o Grand Parrilla del Plata. O engraçado é que ele também era apresentado pelo meu guia, mas não dei tanta atenção! rs

Como evitar a gafe: sabe o bom e velho cardápio ilustrado? Pois é. In loco não é uma prática super elegante, mas nos sites, certamente é. Esse restaurante inventivo tinha uma página super minimalista e não deu para ter noção do que íamos encontrar. Portanto, se quiser algo diferente do tradicional, já sabe: tente dar uma olhadinha no que é antes de ir. No caso de Bs As, vale dar um search no Guía Oleo, que traz resenhas de praticamente todos os restaurantes da cidade, assim como horário de funcionamento e gasto médio por pessoa no almoço e no jantar. O site é muito bom e usei bastante quando viajei para lá de novo para o Revéillon!

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