Guia de Viagem: as roubadas fazem parte das férias

qua

Supercombo de histórias de viagens, junto com dicas para evitar ter dor de cabeça nas férias! Post gigante, para guardar e mandar para aquele seu amigo de primeira viagem: tem dica sobre como escolher restaurantes, que remédios levar, como contratar seguro de saúde para viajar e o que fazer em caso de roubo. Tem uma dúvida? Deixa aí nos comentários que eu tento ajudar! Mais dicas de viagem você encontra nesta tag!

Todas as imagens deste post são minhas, tiradas em viagens. Algumas estão no flickr; outras estão a caminho!

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admita: você já pagou um mico de viagem! 

É impressionante como ser turista profissional se tornou um objetivo a ser conquistado por todos. Todo mundo faz viagem perfeita, volta com mil dicas in-dis-pen-sá-veis para dar para os amigos e acha que tem o melhor roteiro de compras depois de ter ido uma única vez para Miami. Já repararam?

Estou exagerando, mas já notou como ninguém conta que perdeu avião, foi enganado pelo taxista ou chegou naquele restaurante hiper cool quando já estava fechado? Pois saibam que estes erros te ajudam sim a se tornar um turista mais esperto com o tempo – e obviamente fazem parte de qualquer viagem, não há nenhum pecado nisso.

Como o Carnaval vem aí e muita gente aproveita o feriado pra viajar, resolvi fazer este post para contar algumas das piores roubadas que já aconteceram comigo e o que aprendi com o erro, para tentar evitar que vocês passem por isso também.

No meu Guia de Viagem sobre Buenos Aires contei que fui roubada no metrô, mas tenho muuuito mais que isso para contar pra vocês… hehe Respirem fundo, riam de mim e vejam se conseguem aprender um pouquinho com o meu top 5 de gafes em viagens:

1 – Sempre vai ter alguém que fala português

aquele carinha ali no canto pode ser brasileiro, nunca se esqueça!

Nunca me esqueço do dia em que encontramos um cara que falava português no meio de uma estação de trem vazia de Paris. Estávamos Larissa, Eddie e eu tentando passar pelas catracas com um bilhete problemático e todos os guichês estavam fechados para que pudéssemos comprar bilhetes novos. Ou melhor, eles precisavam comprar bilhetes novos, porque eu já estava lá do outro lado.

Rindo da nossa desgraça e pensando que teríamos que jogar alguns euros e um passeio no lixo, me surge um cidadão ao longe. O rapaz era um anão de terno, muito bem alinhado, só que a cena foi tão inusitada que começamos a rir feito loucos. E falar português, obviamente. Agora você aí, leitor, adivinhe quem nos ajudou a resolver o caso? O próprio anão. Não sei o que ele fez, mas os tickets funcionaram e ele só disse “vou ajudar vocês, sou português!”. Agradecemos demais e ele disse, com aquele sotaque legal de Lisboa: “não tem de que!”.

Como evitar a gafe: haja como se sempre todos entendessem o que você diz. Isso vale também para aquela vontade danada que dá de gritar mil palavrões enquanto você está de ponta cabeça girando bem rápido num brinquedo de parque temático da Flórida.

2 – Cheguei no ponto turístico fechado – ou faltando meia hora para fechar

o famigerado museu de Frankfurt: fechado!

Essa é um clássico. Mesmo já tendo ido a Buenos Aires e já tendo visitado o Cemitério da Recoleta, cheguei atrasada agora recentemente quando estava com o Rafael para fazer o passeio. Sabíamos bem o horário, mas infelizmente não deu tempo. Ficou para a próxima viagem.

Outro caso foi durante meu mochilão, quando cheguei no Museu de Arte Moderna de Frankfurt louca para ver um Lichtenstein. Era horário comercial, era dia útil, tudo certinho – mas estava fechado. Para obras. Durante 12 dias. Não dizia no site. Bacana, né?

Por fim, teve também o Museu de Orsay em Paris que visitei pela primeira vez em apenas **meia hora**, ouvindo a mulher anunciar que todo mundo ia ficar preso e ver os quadros tomarem vida à noite dali a pouco. Brincadeiras à parte, fiquei feliz de visitá-lo novamente ano passado nas férias e pude perder algumas horas por lá para dar a atenção que  Renoir, Degas, Monet e Van Gogh mereciam.

Como evitar a gafe: confira todos os horários no seu guia turístico e no site oficial do local que você vai visitar. No caso de museus, por exemplo, vale checar até para ver que dias não abrem, se há horários alternativos (alguns abrem mais tarde e ficam até mais tarde, por exemplo), se há dias de ingresso gratuito e se haverá algum evento tipo “noite no museu” enquanto você estiver na cidade. Pesquise direitinho e monte seu roteiro, mesmo que você dê com a cara na porta, igual aconteceu comigo em Frankfurt. Em todo caso, esse nosso problema poderia ter sido resolvido perguntando para alguém do hotel antes de sair. Mas quem ia imaginar, né? rs

3 – Segui uma dica de restaurante “exótico”

um dos salões do meu restaurante favorito em Buenos Aires, o Grand Parrilla del Plata

Antes de embarcar para Buenos Aires em 2010, comprei um guia bem atualizado que me ajudou bastante. Mergulhei de cabeça nas dicas de restaurantes e me prometi que ia comer bem por lá, e que ia comer coisas diferentes também.

No meio do mar de sugestões (Bs As tem muitos restaurantes interessantes!), uma casa chamava a atenção por ter “clima intimista” e “pratos com carne que fugiam da parrilla tradicional”. Fiquei curiosa e marquei para ir. Chegando lá, vi que as carnes fugiam bem do tradicional mesmo: era um menu de alguns passos que incluía carne de tubarão, jabuti e outras iguarias mil.

A parte boa foi que escapamos de lá e descobrimos o restaurante que se tornou meu favorito na cidade, o Grand Parrilla del Plata. O engraçado é que ele também era apresentado pelo meu guia, mas não dei tanta atenção! rs

Como evitar a gafe: sabe o bom e velho cardápio ilustrado? Pois é. In loco não é uma prática super elegante, mas nos sites, certamente é. Esse restaurante inventivo tinha uma página super minimalista e não deu para ter noção do que íamos encontrar. Portanto, se quiser algo diferente do tradicional, já sabe: tente dar uma olhadinha no que é antes de ir. No caso de Bs As, vale dar um search no Guía Oleo, que traz resenhas de praticamente todos os restaurantes da cidade, assim como horário de funcionamento e gasto médio por pessoa no almoço e no jantar. O site é muito bom e usei bastante quando viajei para lá de novo para o Revéillon!


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4 – Piriri com cachorro-quente francês

esse croissant estava ótimo, mas o hot dog…

Já que entramos no assunto comida, preciso falar da primeira e única vez que passei muito, muito mal em viagem. Não vou entrar em detalhes porque o intertítulo já diz tudo, mas preciso dizer que não foi com um sanduba qualquer, de barraquinha. Comemos num bar legal e me arrependi amargamente por longos três dias.

Fiz passeios em Paris sofrendo e infelizmente o Eno que eu tinha levado não deu conta do recado. A sorte foi que a Jana, amiga brasileira que mora lá, fez todos os passeios conosco e explicou minha situação para uma farmacêutica, que me deu um belo remedinho.

Como evitar a gafe: primeiramente, saúde em viagens longas é coisa séria. Nunca viaje por mais de dez dias sem fazer um seguro de saúde internacional – é bem fácil fazer, não é caro e todas as empresas de turismo vendem. Imagine se você escorrega e cai num passeio qualquer, quebra um braço e tem de pagar tudo do próprio bolso? Complicado!

No caso de situações mais simples como essa minha, aquela “farmacinha” da necessaire dá conta do recado tranquilamente. É importante sempre levar alguns remédios básicos com você, pois nunca sabe como será a formulação da medicação em outro país, já que poucas coisas são tão universais quanto aspirina e advil. Eu tenho alguns remédios essenciais que sempre levo comigo para viajar. A questão é que eu nunca tinha tido problemas com *comida* e não caprichei nessa parte, achei que o Eno ia voltar intacto pra casa. Não preciso nem dizer: tá aí um erro que nunca mais cometerei, até porque depois do episódio me mostrei sensível a comidas estranhas em outras ocasiões.

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5 – Pickpockets de metrô e outros oportunistas do mal

busão ou metrô lotado? fique atento e evite dor de cabeça! 

Apesar desta foto ser de um ônibus lindo e alegre de Salzburg, cidade super tranqüila da Áustria, não tive experiências tão “tranqüilas” em Buenos Aires e em Paris.

Primeiro foi em Buenos Aires, no final de 2010, quando tive minha carteira roubada por um pickpocket no metrô lotado. Por mais que você tome cuidado, esses caras são realmente muito rápidos. Para vocês terem ideia, eu estava entrando por uma porta do trem e indo encostar do outro lado. Apenas isso. E fui roubada.

A sensação é horrorosa, perdi algum dinheiro, perdi o dia do passeio e ainda tive que correr para cancelar o cartão de crédito que  estava na carteira (e não na famosa pochete invisível, por baixo da roupa). Depois dessa, não preciso nem dizer que carteira virou lugar de dinheiro e nada mais, né?

A situação aconteceu novamente em Paris, em junho do ano passado, só que na escadaria do metrô. Os oportunistas, além de rápidos, acham que são mais rápidos que você – mas dessa vez não deu.

Enquanto eu subia uma escadaria imensa da estação de Montmartre e me afastei um pouco das amigas, um rapaz bem arrumado começou a andar atrás de mim normalmente, até que senti uma mexida leve na alça da bolsa e olhei para trás. Quando vi, já estava o meliante com a minha carteira na mão (!!). Valentona (e sem noção) gritei com ele e peguei minha carteira de volta. Ele virou para trás e saiu correndo.

Como evitar a gafe: primeiro, preste sempre muita a atenção. Os oportunistas surgem em todos os lugares e nem sempre tem uma postura suspeita. Em segundo lugar, use a tal pochete invisível. Por mais que todos os guias de estilo insistam em dizer para você não usar o raio da bolsinha por baixo da roupa para não ser “cafona”, saibam que ela é, sim, a melhor forma de carregar seu dinheiro, cartões e documento com segurança. E isso não há estilo que pague (o que é um voluminho dentro do jeans, minha gente?!).

Use a carteira apenas para guardar o trocado, as moedas e algum dinheirinho para refeições e passeios.  Seu documento, seu cartão de crédito e o restante do dinheiro que você quer levar, inclusive uma quantia reserva, devem ir na “pochete invisível” por baixo da sua roupa. Quem já teve sua carteira recheada roubada ou mesmo sua bolsa levada, sabe muito bem do que estou falando.

Em algumas cidades da Europa, e me arrisco a dizer que na maior parte delas, os oportunistas são muito mais ativos do que ladrões mais “perigosos”, digamos assim. Em Barcelona, por exemplo, nenhum bar ou restaurante aconselha que você deixe sua bolsa e câmera fotográfica na cadeira ao seu lado ou em cima da mesa, por conta do risco de alguém passar correndo  e levar.

Antes de viajar, a primeira tarefa é verificar se seu passaporte está em dia. A segunda é comprar uma pochete invisível. É possível encontrar essas bolsinhas em lojas como a Le Postiche e no próprio Duty Free. Também já encontrei em farmácias grandonas nos EUA e em Buenos Aires.

Se mesmo com tudo isso você for roubado, não deixe de fazer um BO, especialmente se o furto/roubo aconteceu dentro do metrô! É importante deixar o caso registrado e ter uma prova legal do que houve caso você perca o passaporte e precise entrar em contato com a embaixada do Brasil.

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E um bônus, uma gafe da qual fui vítima: abrir a porta do banheiro com gente dentro (!!)

o hostel Pirwa, onde fiquei em Cuzco

Quando viajei para o Peru para visitar Machu Picchu, passei alguns dias em Cuzco, num hostel bem ajeitadinho e lotado de gente do mundo inteiro (comecei a contar sobre essa viagem aqui, mas o tempo passou e fiquei devendo, my bad!).

O clima era incrível, o pessoal era super simpático, mas o problema foi que nosso quarto, mesmo sendo privativo (com uma cama de casal apenas) não tinha banheiro próprio. O hostel estava cheio e ficamos sem opções, já que viajávamos com mais gente e eles já tinham conseguido o quarto por lá.

Fazer xixizinhos básicos, escovar os dentes e lavar o rosto era bem sossegado, o problema mesmo era o banheiro coletivo para tomar banho. No segundo dia, descobri um banheiro single com chuveiro no corredor dos quartos e tomei banho lá, sozinha, tranqüila e na paz.

Assim foi até que num dia de festança eu estava no chuveiro e um gringo bêbado tentava a todo custo entrar no banheiro. Entre gritos em inglês de “there’s someone here” e “are you crazy man”, o cara esbofeteou a porta sanfonada até quase conseguir entrar. Imaginem minha cara de pânico, né? Pelada, molhada e agarrando a cortina pra poder tocar o cara pra fora e me cobrir ao mesmo tempo.

Provavelmente o malucão gigantesco e rosado queria vomitar seu porre de pisco e procurava um banheiro a todo custo, só consigo considerar essa hipótese.

Aí você me pergunta: o que fazer nesse caso? Pois digo: evite a todo custo ficar em hostels com banheiros compartilhados. Prefira sempre os quartos com banheiro dentro, mesmo que você tenha de dividir o banheiro com outros hóspedes no seu dormitório. É óbvio que muita gente viaja nesse esquema e nunca teve problemas, mas eu realmente não quero passar por essa experiência novamente. E claro, né? Se beber, não aja como um ogro em fúria! hahaha

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ps: depois desse post IMENSO, quero saber dos micos de viagem de vocês! Alguém já passou por algo parecido?? heheh

Comentários via Facebook

35 comentários

  1. natalia

    Ahahaha, adorei o post! Vou pra Alemanha fazer um intercâmbio de 4 meses e já to anotando as dicas mais importantes que encontro por aí. Como tive experiências traumáticas com assaltos aqui mesmo já vou pra lá bem preparada pra evitar incômodos internacionais, haha.

    Responder
    1. Fernanda

      natalia on 08/02/2012 at 10:24 am said:

      Ahahaha, adorei o post! Vou pra Alemanha fazer um intercâmbio de 4 meses e já to anotando as dicas mais importantes que encontro por aí. Como tive experiências traumáticas com assaltos aqui mesmo já vou pra lá bem preparada pra evitar incômodos internacionais, haha.

      Faça isso! Eu nunca fiz intercâmbio, mas mochilei um tempo pela Europa, você já viu esse post com as 10 dicas “básicas”? hahah

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  2. Alexandre Formagio

    Já perdi as contas de problemas em viagens :P

    1) No último dia em San Francisco, quando a grana já tá nos últimos suspiros, fui sacar o restante do dinheiro (uns 300 dolares) em um caixa ATM e bom… não saiu nada… fui até outro caixa e aparecia zerada minha conta, como se eu tivesse conseguido sacar a grana #fuuuuuuu :(

    Quando voltei para o brasil, depois de uns dias os dolares voltaram pro cartão VTM, mas foi foda viver só de pedaços de pizza no último dia hahahaha

    2) Comprei uma passagem de Amsterdam pra Paris e escolhi retirar o bilhete na estação. O problema era… NÃO TINHA GUICHE E NEM MAQUINA na estação de Amsterdam e eles não falavam nada disso no site :/

    Ai tive que comprar outra passagem de outra empresa e depois pedi reembolso.

    3) Já aconteceu umas 2 vezes de ir para cidadezinhas no leste europeu, como Bratislava, ou até na alemanha como no interiorrrrrrrr de Munique, de chegar em lugares com quase nenhuma sinalização e com inglês 0 da população. Isso é horrível.

    Quis criar uma coisa mais aventureiro de usar menos roteiro e deixar tudo esquematizado, mas neste caso foi complicado, quase que perco o vôo pra conseguir chegar no aeroporto desta cidadezinha em Munique, pois ninguém sabia ajudar em inglês e sinalização era 0 ;(

    Mas no fim, sempre é uma delicia e uma grande aventura :)

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  3. natalia

    Vou ler, com certeza vai ter mais coisa pra eu não esquecer! :)

    Responder
  4. Bia Saltarelli

    Fê,
    Adorei o post! Super divertido e útil! =D
    Então, já passei por uns probleminhas também!
    1º – Em Campos do Jordão – Fomos num restaurante que ficava no meio da estradinha (não fomos de carro e o outro ônibus iria demorar umas 2 horas!) e ao chegar no local: surpresa! Não aceitava cartão!!!! Tivemos que ficar contando o dinheiro para conseguir comer alguma coisa!
    Agora me explica como numa cidade turística, em alta temporada, um restaurante famoso não aceita cartão?
    2º – Dei muita sorte em Buenos Aires. Estava em frente ao shopping Abasto com minha bolsa e máquina de fotografia. A máquina tava no bolso do casaco mas a capinha dela tava na bolsa. 2 senhoras distintas chegaram perto de mim e começaram a perguntar alguma coisa. Quando fui ver roubaram a capinha da máquina!
    3º – No restaurante do Montjuic, em Barcelona, comi a pior comida da vida!!! Sou meio chatinha pra comer e lá só tinha essa opção e estávamos morrendo de fome. Escolhi um macarrão porque achei difícil ter erro. Nossa! Era HORRÍVEL!!!! Fiquei o dia inteiro passando mal depois de ter comido.

    Responder
    1. Fernanda

      Bia Saltarelli on 08/02/2012 at 10:50 am said:

      Fê,
      Adorei o post! Super divertido e útil! =D
      Então, já passei por uns probleminhas também!
      1º – Em Campos do Jordão – Fomos num restaurante que ficava no meio da estradinha (não fomos de carro e o outro ônibus iria demorar umas 2 horas!) e ao chegar no local: surpresa! Não aceitava cartão!!!! Tivemos que ficar contando o dinheiro para conseguir comer alguma coisa!
      Agora me explica como numa cidade turística, em alta temporada, um restaurante famoso não aceita cartão?
      2º – Dei muita sorte em Buenos Aires. Estava em frente ao shopping Abasto com minha bolsa e máquina de fotografia. A máquina tava no bolso do casaco mas a capinha dela tava na bolsa. 2 senhoras distintas chegaram perto de mim e começaram a perguntar alguma coisa. Quando fui ver roubaram a capinha da máquina!
      3º – No restaurante do Montjuic, em Barcelona, comi a pior comida da vida!!! Sou meio chatinha pra comer e lá só tinha essa opção e estávamos morrendo de fome. Escolhi um macarrão porque achei difícil ter erro. Nossa! Era HORRÍVEL!!!! Fiquei o dia inteiro passando mal depois de ter comido.

      ai Bia, é foda isso de comer no ponto turístico. A gente sabe que via pagar mais caro, a gente sabe que é provável que a comida será pior, mas o que fazer na hora da fome – e da pressa de ir pro próximo lugar? Não tem jeito mesmo, tem que ir na sorte, porque geralmente só dá pra pesquisar e reservar tempo pra ir num lugar diferente na janta!

      Agora isso em Bs As foi foda, hein? Aposto que as mulheres não tinham a menor cara de suspeitas, igualzinho o cara que tentou pegar minha carteira em PAris…

      Responder
  5. Raquel

    Adorei as dicas, Fer.

    Recentemente, uma amiga voltou de Madrid e teve sua carteira furtada em um metrô. Ela tinha acabado de desembarcar e perdeu tipo TODO O DINHEIRO (aproximadamente uns 800 euros). Com muita sorte, ela conseguiu recuperar a grana e a mulher que roubou ainda foi em cana.

    Responder
    1. Fernanda

      Raquel on 08/02/2012 at 10:50 am said:

      Adorei as dicas, Fer.

      Recentemente, uma amiga voltou de Madrid e teve sua carteira furtada em um metrô. Ela tinha acabado de desembarcar e perdeu tipo TODO O DINHEIRO (aproximadamente uns 800 euros). Com muita sorte, ela conseguiu recuperar a grana e a mulher que roubou ainda foi em cana.

      Gente, COITADA!! Não pode… O único lugar em que é permitido ficar sem a pochetinha do dinheiro é dentro do avião. hahaha De resto, NÃO!

      Como ela conseguiu pegar a mulher que roubou, alias?? :B Que sorte!

      Responder
  6. Thaís

    Viajei em Agosto para Europa, e vivi situações bem engraçadas agora, mas que na hora foram um pouco trágicas. Voltando de Versailles para Paris, rasguei minha calça no braço do banco do trem. Um buraco de 5 cm na lateral da perna. Nesse mesmo dia, uma linha do metro de Paris para de funcionar. Nenhum aviso em ingles. Apenas em frances, todo mundo saindo do trem e da estação e os turistas ficavam feito bobos, sem saber o que fazer. E lá vai eu andar até a estação mais próxima de outra linha que funcionava para voltar pro hostel.
    E ainda em Paris visitando o pere chaise, toda feliz tirando foto do Morrison, eis que a tonta tropeça e cai dentro do túmulo! Ah, o mais impressionante é que tudo isso foi no mesmo dia!
    ótimo post,
    Adoro teu blog.
    Bjos

    Responder
    1. Fernanda

      Thaís on 08/02/2012 at 10:52 am said:

      Viajei em Agosto para Europa, e vivi situações bem engraçadas agora, mas que na hora foram um pouco trágicas. Voltando de Versailles para Paris, rasguei minha calça no braço do banco do trem. Um buraco de 5 cm na lateral da perna. Nesse mesmo dia, uma linha do metro de Paris para de funcionar. Nenhum aviso em ingles. Apenas em frances, todo mundo saindo do trem e da estação e os turistas ficavam feito bobos, sem saber o que fazer. E lá vai eu andar até a estação mais próxima de outra linha que funcionava para voltar pro hostel.
      E ainda em Paris visitando o pere chaise, toda feliz tirando foto do Morrison, eis que a tonta tropeça e cai dentro do túmulo! Ah, o mais impressionante é que tudo isso foi no mesmo dia!
      ótimo post,
      Adoro teu blog.
      Bjos

      GENTE, GANHOU!

      RI ALTO, como assim você caiu dentro do túmulo??!?!?!?! HAUAHUAUAHA

      Calça rasgar é foda, mas acontece… agora, realmente, cair no túmulo não é pra qualquer um! ;D

      Responder
  7. Paula

    Adorei o post, Fê! Fiquei aflita com essa história do gringo tentando entrar no banheiro! Que situação horrível!!

    Já passei por situações chatas também, primeiro em Paris, onde tive minha carteira furtada nesse esquema “ligeiro” deles. Minha sorte é que na carteira não tinha nada além de 10 euros e algumas moedas, pq meu cartão de credito estava solto na bolsa e o passaporte no hotel. Só fui perceber que a carteira sumiu quando cheguei no Brasil, acredita?

    Em NY teve duas situações chatas: primeiro, fomos SUPER enganadas por um taxista que ficou dando mil voltas e nos cobrou 200 dólares por um trecho tabelado de 45 dólares :T
    Segundo, estávamos sozinhas no metro, altas horas da noite, falando altas besteiras em português. Nisso entra um cara, e a gente falando besteira e rindo loucamente (ate sobre o cara comentamos). Pouco antes de descer, o rapaz nao vem falar com a gente, EM PORTUGUÊS?! Ele era de Lisboa! Queria morrer!!!!! hahahaha

    Responder
    1. Fernanda

      Paula on 08/02/2012 at 10:54 am said:

      Adorei o post, Fê! Fiquei aflita com essa história do gringo tentando entrar no banheiro! Que situação horrível!!

      Já passei por situações chatas também, primeiro em Paris, onde tive minha carteira furtada nesse esquema “ligeiro” deles. Minha sorte é que na carteira não tinha nada além de 10 euros e algumas moedas, pq meu cartão de credito estava solto na bolsa e o passaporte no hotel. Só fui perceber que a carteira sumiu quando cheguei no Brasil, acredita?

      Em NY teve duas situações chatas: primeiro, fomos SUPER enganadas por um taxista que ficou dando mil voltas e nos cobrou 200 dólares por um trecho tabelado de 45 dólares :T
      Segundo, estávamos sozinhas no metro, altas horas da noite, falando altas besteiras em português. Nisso entra um cara, e a gente falando besteira e rindo loucamente (ate sobre o cara comentamos). Pouco antes de descer, o rapaz nao vem falar com a gente, EM PORTUGUÊS?! Ele era de Lisboa! Queria morrer!!!!! hahahaha

      hauahua ai gata, sabe que eu acho que é um prazerzinho dos portugueses vir e falar “oi, sou portugaishh”?? , tipo, só pra você saber que ele tava entendendo tudo?? hehehe

      Responder
  8. Livia

    A dica contra roubo no metrô em Buenos Aires, eu tinha lido em um post antigo no blog, daí prestei bastante atenção quando fui pra lá e em todas as outras viagens que fiz. Mas isso não evitou que fossemos roubados por um taxista portenho, mesmo sabendo que o valor da corrida não estava correto e que o taximetro estava rodando muito rápido, achamos melhor pagar o valor e não brigar com o cara. Nos mais graças, não aconteceu nada sério.

    beijos

    Responder
    1. Fernanda

      Livia on 08/02/2012 at 12:05 pm said:

      A dica contra roubo no metrô em Buenos Aires, eu tinha lido em um post antigo no blog, daí prestei bastante atenção quando fui pra lá e em todas as outras viagens que fiz. Mas isso não evitou que fossemos roubados por um taxista portenho, mesmo sabendo que o valor da corrida não estava correto e que o taximetro estava rodando muito rápido, achamos melhor pagar o valor e não brigar com o cara. Nos mais graças, não aconteceu nada sério.

      beijos

      Putz, é foda, porque você vai falar o que para o taxista? Onde você pegou esse taxi?

      Responder
  9. livia fp

    quando fui pra NY passei por um mini sufoco. resolvi ir até williamsburg, mas não me informei direito como chegar até lá. acabei descendo em uma estação de metrô no meio do brooklyn e saí andando. resumindo: fui parar em um bairro esquisitissimo, mega afastado e vazio. tava tudo fechado! parecia filme de terror hahaha

    pra completar tava um calor do inferno, e resolvi pegar um ônibus até outra estação de metrô pra poder voltar…entrei, paguei a passagem e 1 minuto depois o ônibus chegou no ponto final hahahahah foi ridículo

    depois dessa penso duas vezes antes de me aventurar em coisas mais “locais”. em buenos aires nem quis descer do ônibus pra andar no caminito, pq achei a região mto esquisita ahahha

    mas realmente essas histórias fazem parte do pacote da viagem, né?

    beijos

    Responder
    1. Fernanda

      livia fp on 08/02/2012 at 12:52 pm said:

      quando fui pra NY passei por um mini sufoco. resolvi ir até williamsburg, mas não me informei direito como chegar até lá. acabei descendo em uma estação de metrô no meio do brooklyn e saí andando. resumindo: fui parar em um bairro esquisitissimo, mega afastado e vazio. tava tudo fechado! parecia filme de terror hahaha

      pra completar tava um calor do inferno, e resolvi pegar um ônibus até outra estação de metrô pra poder voltar…entrei, paguei a passagem e 1 minuto depois o ônibus chegou no ponto final hahahahah foi ridículo

      depois dessa penso duas vezes antes de me aventurar em coisas mais “locais”. em buenos aires nem quis descer do ônibus pra andar no caminito, pq achei a região mto esquisita ahahha

      mas realmente essas histórias fazem parte do pacote da viagem, né?

      beijos

      AHHH livia, mas vou te falar que eu tb não desci no Caminito a primeira vez, era meio da semana, fora de temporada e tava vazio. Voltei no finzinho do ano passado e tava bombadaço e as mesinhas super disputadas para tomar uma caervja lá no solão. Aí sim foi legal! rs

      Responder
  10. Marcela

    Já percebi que ser roubada no metrô de Paris ta super “normal”. Isso aconteceu com uma amiga minha, ela se distanciou do nosso grupo e acabou sendo roubada. Isso durante o trajeto. Já quebrei o salto de uma sandália em Lisboa e tive que voltar descalça pois não tinha nenhuma loja por perto… Não estou lembrando de mais acontecimentos agora, mas certamente houve! Sempre tem esse tipo de coisa. O jeito é rir da situação quando ela permitir e tentar evitar o máximo, mesmo sabendo que muitas vezes não depende unicamente de nós e sim de fatores externos. Mas isso serve para nos deixar mais maduros no quesito viagem mesmo!

    Responder
    1. Fernanda

      Marcela on 08/02/2012 at 1:15 pm said:

      Já percebi que ser roubada no metrô de Paris ta super “normal”. Isso aconteceu com uma amiga minha, ela se distanciou do nosso grupo e acabou sendo roubada. Isso durante o trajeto. Já quebrei o salto de uma sandália em Lisboa e tive que voltar descalça pois não tinha nenhuma loja por perto… Não estou lembrando de mais acontecimentos agora, mas certamente houve! Sempre tem esse tipo de coisa. O jeito é rir da situação quando ela permitir e tentar evitar o máximo, mesmo sabendo que muitas vezes não depende unicamente de nós e sim de fatores externos. Mas isso serve para nos deixar mais maduros no quesito viagem mesmo!

      exatamente igual eu, Marcela. Foi se afatastar dois minutos para um carinha colar e querer pegar alguma coisa. Eles se acham muuuuito espertos…

      Responder
  11. Caroline®

    Eu quero acrescentar um: não pense que virou atleta só porque tá num lugar diferente. Explico: ando super sedentária e entrei num esquema “maraturista” em Londres, caminhando quilômetros logo nos primeiros dias. Detalhe, foi semana passada, no começo da onda de frio bizarra que assola a Europa. Resultado? Nos últimos dias eu não sabia se sofria de frio ou de dor nos pés. Meus tornozelos estão roxos…

    Responder
    1. Fernanda

      Caroline® on 08/02/2012 at 8:48 pm said:

      Eu quero acrescentar um: não pense que virou atleta só porque tá num lugar diferente. Explico: ando super sedentária e entrei num esquema “maraturista” em Londres, caminhando quilômetros logo nos primeiros dias. Detalhe, foi semana passada, no começo da onda de frio bizarra que assola a Europa. Resultado? Nos últimos dias eu não sabia se sofria de frio ou de dor nos pés. Meus tornozelos estão roxos…

      Ah carol, tem o detalhe também: e quem faz a mesma coisa que você mas com um sapato “lindão” pra sair nas fotos? Tem gente MUCHO louca. Tem que se preparar AND usar um tênis confortável e quentinho – ou uma bota confortável e quentinha.

      Responder
  12. Ju Mary

    No Chile, passei por um problema comendo (bebendo, na verdade) um tal de mote… Caramba! Não bastasse isso, andei pacas num calor imenso e almocei frutos do mar… Hahaha… Vomitei minha alma quando cheguei no hostel, perdi o churrasco que eles estavam fazendo (sem condições) e passei o dia seguinte na base de gatorade e salada.

    Aliás, no Chile é muito difícil achar água sem gás. Não sei o que povo tem, mas ou é suco/refri/isotônico ou água com gás. Então é bom ficar ligado nisso! ;)

    E também peguei um táxi meio suspeito em BsAs, mas até que o desfalque não foi tão-tão absurdo… Só uns 20 pesos a mais do que o “normal” daquela corrida.

    Responder
    1. Fernanda

      Ju Mary on 08/02/2012 at 10:30 pm said:

      No Chile, passei por um problema comendo (bebendo, na verdade) um tal de mote… Caramba! Não bastasse isso, andei pacas num calor imenso e almocei frutos do mar… Hahaha… Vomitei minha alma quando cheguei no hostel, perdi o churrasco que eles estavam fazendo (sem condições) e passei o dia seguinte na base de gatorade e salada.

      Aliás, no Chile é muito difícil achar água sem gás. Não sei o que povo tem, mas ou é suco/refri/isotônico ou água com gás. Então é bom ficar ligado nisso! ;)

      E também peguei um táxi meio suspeito em BsAs, mas até que o desfalque não foi tão-tão absurdo… Só uns 20 pesos a mais do que o “normal” daquela corrida.

      gente, como assim só água com gás? HAHAH vou investigar isso!!

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  13. Loma Sernaiotto

    Achei o máximo que você compartilhou o lado menos glamouroso do turismo em prol da ajuda ao próximo HAHAHAHA como nunca viajei pra fora do Brasil, em hostel e essas coisas, não cometí gafes assim… confesso que rí de algumas situações, foi mal. Mas todas as dicas estão anotadíssimas! =D

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    1. Fernanda

      Loma Sernaiotto on 08/02/2012 at 11:44 pm said:

      Achei o máximo que você compartilhou o lado menos glamouroso do turismo em prol da ajuda ao próximo HAHAHAHA como nunca viajei pra fora do Brasil, em hostel e essas coisas, não cometí gafes assim… confesso que rí de algumas situações, foi mal. Mas todas as dicas estão anotadíssimas! =D

      HAHAHA mas é pra rir mesmo! E não adianta, são essas histórias que a gente mais lembra das viagens…

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  14. Jana

    Aiii adorei o post. Mas nunca passei por situações de roubo/furto em viagem. Engraçado pq nuuunca usei a pochetinha kkkk. Só fecho a bolsa e abraço como se fosse meu filho msm. Em Veneza tentaram me roubar mas eu sou muito antenada. O cara ia abaixar pra pegar minha mala no chão e eu já dei um pulo pra cima da mala com cara feia. Acho que isso é o bom de morar no Rio. Vc já é tão noiada na vida regular que já tá acostumada a prestar mil atenções.

    Minhas únicas histórias sem noção de viagem são:
    1 – Não conseguir achar o hotel. Sim, isso mesmo. Decidi que ia pegar um vôo cedo no CDG daí reservei um hotelzinho barato (mas de rede tipo F-1) em Roissy pra não precisar dormir no aeroporto. E CADÊ O HOTEL, cadê?! Meu namorado dirigiu duas horas, pedimos informações para tudo e todos e NADA NADA NADA de achar o bendito. No fim das contas desistimos e ele me deixou em um hotel aleatório, tive que pagar outra diária. Mereço.

    2 – No Egito, tudo é louco. Tudo. Os vendedores de mercado te seguem querendo vender coisas e vc tem que barganhar. E qd vc barganha por preços menores, ele dizem que sic “Yourrrrr brrrrreaakkiiing my haaart mahfriend” Falam inglês benzão, sim. Nisso eu vi um lenço que achei bonito, mas minha amiga veio e falou q tinha outro melhor na barraca seguinte. Agradeci, falei q ia dar uma volta e saí andando. Já tava em outro lado do mercado qd vem o bendito, correndo, suando, tava me procurando, falando que eu TINHA QUE comprar o lenço pq a gnt tinha negociado. E ele GRITAVA no meio do mercado. Todo mundo olhando. Nisso, não deu. CHOREI. Não sei pq, sabe?! É meio difícil viajar no Egito sem guia pq é meio estressante, e eu tava cansada dps de um dia de barganhar com guias de camelos e taxistas. O vendedor ficou todo constrangido e me deu três lenços de graça. Um cara de um café veio me trazer chá. O mercado todo se comoveu com a brasileira chorando kkkkkkk. Virou uma lembrança boa da hospitalidade do povo egípcio (quando eles querem, claro, pq normalmente é preciso mt paciência).

    3 – Cair da lancha em Abrolhos. Gafe nacional de proporções universais. Estavamos na lancha em Abrolhos, vendo baleias lindas em alto mar. Nisso, decidi pegar a câmera que estava do outro lado da lancha. Para que?! No caminho escorreguei e caí no mar. Onde estava as benditas baleias, claro. E a lancha estava em movimento. O capitão viu rápido, parou e veio me resgatar kkkkk. Claro que virei lenda urbana no Ensino Médio. “A menina que nadou com as baleias.” Mais famosa que o menino de Free Willy.

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  15. Camila Santana

    Quando fui pra NYC, na época do Natal, eu e meu namorado reservamos um restaurante na noite do dia 24. Esperando que todo mundo fosse aparecer pra ceiar. Chamamos até um amigo…

    Quando deu umas 10h30 o garçon veio e perguntou se a gente não ia querer nada da cozinha, que já ia fechar. A gente ficou com cara de bobo. Até que nosso amigo da Nova Zelândia nos disse que lea eles costumam dormir cedo no dia 24. E então tudo fez sentido. A galera só comemora o Natal no dia 25. E só nós, brasileirões, esperando uma ceia… Foi um micão, mas foi legal. Principalmente a parte de sair andando pelas ruas vazias naquela noite.

    Adorei as dicas!

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  16. Camila And.

    Oiiiiiiiiiiii!
    Nossa amei esse post, porque morro de curiosidade do que acontece nessas viagens… e realmente as pessoas normalmente costumam dizer sobre as coisas boas, e não é mil maravilhas sempre né? hahaha!
    Adorei de verdade.
    Parabéns pelo blog.

    mil beijos.
    http://teinspirando.com.br

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  17. Matheus Miranda

    Ótimo post, fer! =)
    Mas pior do que achar gente que entende a sua língua quando você ta xingando ou falando mal das pessoas, é quando você volta pro Brasil com essa mania! (ou até mesmo na fila da imigração e esquece que TODO MUNDO ta entendendo o que você ta falando hahahahahah – experiência própria =~~)

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    1. Fernanda

      Matheus Miranda on 10/02/2012 at 4:01 pm said:

      Ótimo post, fer! =)
      Mas pior do que achar gente que entende a sua língua quando você ta xingando ou falando mal das pessoas, é quando você volta pro Brasil com essa mania! (ou até mesmo na fila da imigração e esquece que TODO MUNDO ta entendendo o que você ta falando hahahahahah – experiência própria =~~)

      HUAHAU depois que eu fui pros eua pela primeira vez, cheguei no aeroporto e esbarrei meu carrinho da mala em alguém e falei SORRY! DUHHH! rs

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  18. Polyana

    Post ótimo! hahahahaha
    Tb já passei por um semi desespero em BsAs, voltando de Tigre. Não sabia que eu precisaria de novo do bilhete que entrei no trem, pra passar pela catraca no desembarque. Via as pessoas passando e algumas pulando e saindo, e eu não conseguia fazer nenhuma das duas coisas. Não sabia que era o mesmo bilhete pra usar, e não via onde comprar um novo.
    Quando já estava qs chorando de nervoso ou de agonia, achei o bendito usado dentro da bolsa e resolvi tentar.
    #vergonha!
    Depois eu ri, mas na hora foi tenso! hahahahhahaha

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  19. Ana P.

    Eu já fui expulsa de um onibus em buenos aires,foi mto bizarro,chegou no ponto final tdo mundo desceu e o motorista começou a brigar cmg,sem eu entender uma palavra do q ele tava falando,legal q nessas horas vc descobre q p saber q vc tá sendo expulsa nao precisa saber o idioma :P

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  20. Raquel

    Haaaa… que post maravilhosooooo!!! hahaha

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  21. Andressa

    Adorei as dicas! Principalmente sobre o hostel em Machu Picchu, to pensando em ir pra lá nas próximas férias (:
    Meu maior mico de viagem não foi longe daqui, não. Foi em Sorocaba.
    Na sexta-feira, minha família resolveu ir pro sítio e passar uma semana lá, eu não ia porque na segunda-feira começava no trabalho novo e não teria como voltar se fosse passar só o final de semana.
    Depois que eles saíram, fiquei pensando e resolvi que ia até lá fazer uma surpresa pra eles. Fui até o terminal da Barra Funda, comprei a passagem de ônibus e avisei o motorista: “Preciso descer no 94 E MEIO da Castello Branco”, o motorista entendeu e eu peguei uma das poltronas da frente, porque seria a única a descer antes.
    Estava um dia de sol lindo.
    Chegamos no km NOVENTA E QUATRO e o motorista perguntou se tava bom ele me deixar ali ou se eu queria mais pra frente. Como ele já estava parando o ônibus, já estava conseguindo ver a estradinha de terra pra chegar no sítio e também não queria pedir pra ele me deixar mais na frente, disse que tudo bem.
    Esse foi o meu maior erro de viagem: não falar quando podia/precisava, o que seriam 500 metros pro motorista? nada.
    Mas pra mim foi muuuuita coisa. Quando eu saí do ônibus, o sol desapareceu e começou a cair o mundo. E lá estava eu, na chuva, andando lindamente na estrada enquanto todos os carros riam de mim. Pra ajudar, os 500 metros não foram tudo, eu ainda tinha que percorrer a estrada de LAMA, morrendo de medo de aparecer uma cobra ou sei lá.
    Só sei que cheguei lá, minhas roupas na mochila estavam LIINDAS, meu celular ficou sem funcionar durante alguns dias – e não fez um solzinho, só choveu.
    Na volta também paguei mico, peguei a estrada com a minha tia, na segunda-feira de manhã, ela me deixou em um ponto, onde pegaria um ônibus e chegaria no metrô. Peguei o ônibus certo, mas desci milhões de pontos antes. Tive que pegar outro e blablabla. Resultado: precisava chegar meu primeiro dia na empresa nova às 10h, cheguei às 13:30.
    O que eu aprendi: viagem grande ou pequena, sempre saiba exatamente como você vai e como volta. Nunca mais tive problema depois de tudo isso (:

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  22. Rebeca

    Fui vítima de batedor de carteira no metrô de Paris ,levaram minha carteira com passaporte, documentos , cartões de crédito e débito e 150 euros além da carteira . Só percebi quando cheguei ao restaurante para comemorar o aniversário da minha filha. Ao invés de comemorarmos fomos fazer o boletim de ocorrência . Muito chato e perdemos um dia no consulado para obter a autorização de retorno ao Brasil. Mas enfim sou meio Pollyana , nunca achei que isso pudesse acontecer comigo. Da próxima vez cartões ,passaporte e dinheiro só na pochete de cintura.

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  23. Joana Luiz

    Fe, adorei o seu post!
    Também tenho algumas roubadas e outras quase roubadas!
    1. Em Buenos Aires, apanhamos um táxi para o restaurante que se ofereceu para nos levar ao aeroporto depois de comermos… Quando chegamos ao restaurante, ele perguntou se queríamos deixar as malas, que eram grandes, enquanto comíamos, e nós dissemos que sim. Assim que entramos no restaurante arrependemo-nos…. Rsrsrs mas à hora combinada, lá estava o Sr e não faltava nada nas malas. Foi sorte!
    2. No metrô em Roma, na escada rolante um Sr ja com os seus 50 anos colou no meu namorado que tinha a bolsa da máquina fotográfica as costas. Quando me apercebi avisei-o em português do que se passava e o ladrão olhou para mim furioso, disse qualquer coisa em italiano que não entendi… E deu-me uma palmada no braço!
    3. Em Praga, estávamos a descansar no quarto de hotel, quando a polícia entrou no quarto dos nosso amigos. Imagina só! Com armas, a gritarem qualquer coisa que não entendiam. Passado 30 segundos, entenderam que se tinham enganado no quarto e foram embora.
    Beijos,
    Joana

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