Guia de viagem: praias e restaurantes de Ubatuba

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Há 223km da capital paulista e última cidade antes do estado do Rio de Janeiro, Ubatuba reúne mais de 80 praias e atende todo tipo de amante da areia: algumas são mais tranquilas e planas, outras agitadas e cheias de bares e há também as bravas, de tombo, perfeitas para a prática do surf. O esporte, aliás, foi o responsável por tornar a cidade do Litoral Norte bem famosa. Mas não se engane achando que o turismo lá é só para quem procura a onda perfeita, viu?

Esteja você de passagem pela Rio Santos ou planejando apenas uma parada no caminho para a vizinha Paraty (RJ), a cidade está cheia de opções legais de passeios, como passeios de barco e visitas a ilhas desertas, além de restaurantes deliciosos (eu amo!) e praias super preservadas.

Como visito a cidade há alguns bons anos e fico na casa da família, não tenho dicas de pousadas ou hotéis, mas meu conselho certamente seria: fique num bom local para se locomover. Com tanta opção de praia, você certamente vai querer ir a cada dia num lugar diferente. Abaixo conto alguns dos lugares que mais gostei e também algumas praias que, finalmente!, conheci depois de quase 20 anos frequentando a cidade! rs

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Guia de Viagem: 5 restaurantes para conhecer em Nova York

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Janeiro tá aí e já sei que muita gente vai escolher o destino campeão entre os brasileiros para viajar: Nova York! Por isso tá mais que na hora de contar um pouco mais dos detalhes da minha viagem – e confesso que estou começando por uma das partes que mais amo: comer. E comer coisas diferentes!

Viajar e experimentar novos sabores é uma delícia, mas como ninguém gosta de errar no prato em outra moeda e pagar caro por isso, separei aqui 5 restaurantes com preço justo e que valem a pena conhecer na Big Apple: dois italianos, um mexicano maluquete, um americano tradicional e um fast food também, porque taí o que essa cidade mais tem a oferecer!

Depois dessa você não vai ter motivo pra se entupir de Mc Donald’s e Burger King. Eu, aliás, passei bem longe… rs

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EATALY

salão de um dos restaurantes do Eataly, o La Pizza & La Pasta

O Eataly é algo que nunca vi igual em lugar nenhum do mundo. Se você mora em São Paulo já deve ter topado com as “megapadarias” que dominaram a cidade – mas, ainda assim, isso aqui é simplesmente muito mais incrível. Imagine um complexo (bem!) grande que envolve um empório super bem abastecido, com produtos que vão desde carnes até massas frescas, e mais seis restaurantes, tudo acomodado entre produtos fresquinhos e vindos do mundo todo.

Cada restaurante tem uma especialidade (há restaurante vegetariano, outro especializado em carne e por aí vai) e é aconselhável fazer reserva para alguns deles. No nosso caso, optamos pelo La Pizza & La Pasta, que fica no centro do “complexo” e é mais descontraído, com balcões e mesinhas para se sentar em meio ao empório. Chegamos e sentamos numa boa, apesar do salão estar cheio.

Fomos muito felizes nas nossas escolhas do cardápio, sem contar o passeio vendo tantas coisas gostosas. Basicamente se você algum dia precisar de um azeite feito com azeitonas colhidas por virgens suecas com uma flor branca no cabelo, ele estará à venda lá. Vá pelo menos para conhecer (dizem, aliás, que o sorvetinho da casa também vale a pena!).

pizza margherita do Rafa, minha massa e um belo vinho branco para fechar o dia bem
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THE SMITH

O The Smith era bem pertinho do hotel em que fiquei e essa fachada super aberta chamou minha atenção desde que chegamos, fora o entra e sai animado, que já denuncia que o restaurante é dos bons.

Escolhemos comer lá no tradicional brunch de domingo e provei, pela primeira vez, os tais ovos Benedict. Escolhi os ovos que vinham acompanhados de salmão defumado e me deliciei até a última garfada. Acho que foi um dos melhores cafés da manhã da minha vida – só de olhar para essa foto, me lembro direitinho do sabor da mostarda, da textura dos ovos e das batatinhas que acompanham.

Como se tratava do brunch, tomamos cafézinho por conta da casa e simplesmente adoramos o preço! rs Fora isso, é muito legal ver como é uma refeição realmente importante pra eles: turmas de amigos se encontrando às 11 da matina, famílias com crianças e por aí vai.

meus ovos Benedict com salmão defumado: inesquecível!
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TACOMBI

E se a gente estacionasse uma kombi dentro de um galpão abandonado e fizesse uns tacos? É essa a ideia maluca do Tacombi, restaurante/bar todo modernete em Nolita, bairro que está cheio de lugarezinhos diferentes para serem descobertos.

A casa tem cervejas diferentes (e bem geladas, um milagre!) vindas diretamente da fronteira com o México e o “taco maker” fica dentro da kombi preparando tacos deliciosos de sabores malucões. Todos eram uma delícia, mas meu destaque pessoal vai para o de “pork belly” – sim, de porquinho. Não torça o nariz e experimente! É daquelas coisas que realmente não têm no Brasil e, enfim, se você não curtir o estrago não é tão grande, já que os tacos são pequenos e você vai comer mais de um para fazer uma refeição completa. Outra pedida mais light que vale a pena é o ceviche de entrada; ele também vem com carinha de taco e o peixe é muito gostoso.

Gostei muito do ambiente do Tacombi e voltaria. Bastante gente jovem, músicas legais tocando e preço amigo. Fomos almoçar, mas imagino que à noite o clima deve ser bem bacana também!

a kombi do taco e os vários sabores que pedimos para provar; em destaque, o taco vegetariano (beem bom!)

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SOFIA’S

Apesar de eu ter falado aqui do Eataly, tenho que dizer a real: quer comer italian de verdade? Considere sentar numa das mesas na calçada da Mulberry St., uma das ruas de Little Italy cheia de restaurantes italianos comandados por italianos e que tem garçons italianos – e, sim, eles conversam em italiano entre eles. O que quero dizer com isso? Mais tradicional impossível. É comida italiana pra valer e não versões feitas para americanos.

Dito isso, quero recomendar o Sofia’s, restaurante que conhecemos através das inúmeras dicas do Trip Advisor e que valeu cada centavo. A fachada do local é simples e a aparência é antiga, então resolvemos nos sentar na calçada para ficarmos olhando a italianada do bairro passar. Ali claramente não é um lugar da moda, e isso é o que vale: os pratos são preparados com primor e até uma bruschetta trivial chamava a atenção pelos ingredientes bem escolhidos e trabalhados.

Optei por uma massa com frutos do mar e um tiramissu de sobremesa: simplesmente perfeitos. Comi no Sofia’s o melhor macarrão com frutos do mar da minha vida e o melhor tiramissu também.

A parada valeu a pena e saímos de lá abastecidos para conferir as lojas da Broadway no Soho ali pra cima- sugestão boa de roteiro, aliás! ;)

massa e tiramissu: mais duas pedidas inesquecíveis!

PAPAYA DOG

É claro que não ia faltar um fast food, né? E, aliás, é um fast food cujo prato principal é o que esta cidade tem de melhor: o hot dog! Comi muito hambúrguer em lugares legais e diferentes durante a viagem, mas é inegável que o cachorro quente é a menina dos olhos da culinária local. Qualquer barraquinha pode te fazer sorrir por um preço mínimo; é o milagre da salsicha americana!

Indico aqui uma das redes mais famosas de lá, a Papaya Dog. Eles estão em vários endereços, mas eu sugiro que você vá à unidade que fica na 33 com a 5ª avenida. Esse endereço fica exatamente do lado (do lado!) do Empire State e fica aberto também até altas horas.

E já que tô dando uma dica, dou outra: escolha visitar o topo do Rockefeller Center de dia, para ver o Central Park, e o topo do Empire State à noite, para ver a cidade iluminada e ouvir o áudioguia que fala sobre os bairros de NY com os prédios iluminados (você vai se localizar melhor!). Fora isso, a vantagem é que o Empire fica aberto até 2h da manhã e você consegue subir à noitão sem fila, tranqüilamente e ainda bate um dogão gostoso depois do passeio! rs ;)

Empire State depois da meia-noite e Papaya Dog na sequência: roteiro campeão!

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BÔNUS: outras lanchonetes que merecem destaque para fugir de McDonald’s e similares!

PJ Clarke’s: enquanto aqui em São Paulo a filial é uma hamburgueria cheia de firulas, lá a casa é um botecão animado e lotado até altas horas da noite (e com comida boa!);
Shake Shack: fast food com cara de slow food. Você pede seu número e espera sentadinho o pager vibrar. A lanchonete é toda cheia de detalhes fofinhos e tem uma batatinha bem gostosa. O hambúrguer em si  não é dos melhores, mas vale a paradinha se você estiver perto de alguma unidade;
Nathan’s Famous Hot Dogs: o Nathan’s é basicamente a lanchonete que inventou um concurso malucão de quem aguenta comer mais cachorros quentes. A história começou na unidade deles lá no pier de Coney Island, que fica no sul de Nova York e vale (muito!) a visita se você for no verão (eu visitei e adorei o passeio, vou contar mais pra frente!). Como em dezembro e janeiro é frio, melhor aproveitar o hot dog com cheese & bacon nos endereços de Manhattan mesmo. 
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Guia de viagem: como escolher um bom lugar no avião

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Há algum tempo, escolher um bom assento no avião não parecia uma tarefa tão difícil. Na verdade, era muito mais uma questão de se programar para chegar cedo no aeroporto para fazer o check-in o mais cedo possível. Como hoje em dia todo mundo pode fazer check-in pela internet, conseguir um lugar bacana no avião, tem se tornado uma missão quase impossível e um sofrimento antecipado ao ver que só restam os lugares do meio e lá do fundão, onde a porta do banheiro abre e fecha toda hora.

Antes de entrar em pânico, o jeito é fazer como todos os outros passageiros mesmo: ficar de plantão esperando seu check-in ficar disponível online pra garantir um lugar legalzinho sem pagar nada mais por isso. Mas não se trata só de conseguir um lugar confortável junto dos seus comparsas de viagem: tem gente que enjoa no avião, que morre de medo de turbulência, que não aguenta criança chorona do lado (eu!) e que não pode ficar um segundo extra esperando pra sair, porque tem uma reunião logo mais.

Por isso mesmo, não teve como não compartilhar esse infográfico da Super Interessante: eles analisaram todas as poltronas de um avião comum e organizaram os melhores lugares de acordo com as necessidades ou problemas dos passageiros. Por exemplo, se você morre de medo de pegar turbulência, tente escolher um lugar próximo da asa da aeronave: o centro do avião é o local mais estável que você poderá estar.

As dicas da Super estão aqui. Eu adorei!

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Dica da Mari!

Guia de viagem: roupas para passear o dia todo

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Como  já deve ter ficado bem claro aqui nesse blog, eu adoro viajar. Trabalharia só pra pagar minhas contas de viagem e levo meus roteiros muito a sério, o que me faz preencher cada dia de minha estadia com mil e uma atividades. Por conta disso, acabo tendo que montar a mala de forma sábia (ou fazer compras sábias) para estar com roupas minimamente aceitáveis ao longo dos mil e um passeios que programei fazer num só dia.

 É claro que nem sempre é possível manter a dignidade lá em cima – e é claro que o meu jeito de me vestir nem deve ser “digno” aos olhos de quem passa o dia num salto, mas sou feliz assim. rs Só que, tenho que dizer: meu lado de turista vaidosa gosta de se gabar de conseguir sempre viajar com menos de 15kg na mala e não passar perrengue. Dessa vez, aliás, saí com uma mala dentro da outra pesando no total 12kg e voltei com as duas cheinhas dentro do limite permitido e com muita coisa bacana (e em conta!) que eu não encontraria por aqui.

Por isso mesmo, resolvi que o primeiro post sobre a viagem seria para mostrar alguns looks que usei durante os 14 dias que passei nos Estados Unidos, entre Las Vegas e Nova York. Como a mala é econômica tem muito repeteco: eu acho o cúmulo levar coisa e não usar. Vira peso morto e eu prefiro me virar lavando, se for o caso. rs

Logo depois de cada foto está o crédito das peças, com coisas compradas aqui e lá, e a ocasião em que usei o “look” – mas já saibam que muita coisa aí foi de fato única e exclusivamente para bater perna o dia inteiro. Espero que vocês curtam e aproveito para pedir  desculpas pelas qualidades variadas das fotos. Infelizmente não consegui levar minha câmera “boa” em todas as saídas noturnas. :/

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QUANDO? Semi city-tour andando o dia todo no sol escaldante (mesmo!) de Las Vegas
O QUE? Camiseta: Topshop (São Paulo); short: Shoulder; tênis: Converse (velhão de guerra!);
relógio: Casio (Asos); óculos: Wayfarer, Ray Ban

QUANDO? Passeio pelos casinos da Strip à tarde
O QUE? Regata: Bershka (Barcelona); short: Farm; sapatilha: Capodarte; óculos: Wayfarer, Ray Ban
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QUANDO? Jogatina no casino Paris e jantar no restaurante do chef Gordon Ramsay (<3)
O QUE? Vestido e bota: H&M (da magnífica loja de Las Vegas, a maior dos EUA), bolsa: lojinha aleatória em Madrid; colar: abençoado seja o Ebay (esse foi do vendedor gofavor2011)
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QUANDO? Primeira saída do hotel em NY, indo checar se a Times Square continua incrível e jantar umas chicken wings no Hard Rock Café por lá mesmo
O QUE? Camiseta do Pink Floyd: H&M (Las Vegas); legging com lateral em couro fake: Topshop (São Paulo); bota: Schutz; jaqueta: Forever 21 (Las Vegas); colar de dente: presente do namorado
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QUANDO? Passeio por Downtown em NY: Wall Street, Battery Park, Pier e almojanta em Little Italy no fim do dia
O QUE? Camiseta: Forever 21 (Las Vegas); jeans: Ellus 2nd Floor; tênis: Converse; casaco: Forever 21 (Nova York); colar de triângulo: Ebay (vendedor xiaojion); óculos: Wayfarer, Ray Ban
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QUANDO? Compras, passeio de tarde pelo Brooklyn e noitinha vendo as luzes se acenderem em Manhattan nos banquinhos embaixo da ponte, em Dumbo
O QUE? Repeteco da camiseta: Forever 21 (Las Vegas); jeans: 7 For All Mankind (Nova York); cinto: H&M (Las Vegas); sapatilha: Capodarte; relógio: Casio (Asos); repeteco do colar de dente: presente do namorado

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QUANDO? Saindo à noite para o espetáculo “Sleep No More” (vou falar a respeito, mas se você já tá com viagem marcada, google it e vá assistir!)
O QUE? Camiseta: H&M (Las Vegas); jeans: Marc By Marc Jacobs; bota: Schutz; cinto: H&M (Las Vegas); colar: Bleudame; repeteco da bolsa: lojinha em Madrid

QUANDO? Tarde de sol gostosa no calçadão de Coney Island
O QUE? Blusa: H&M (Nova York); short com respingos de tinta: Levi’s by Urban Outfitters; tênis: Converse; relógio: Casio (Asos); repeteco do colar: presente do namorado

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Mas e a bolsa caramelo? Essa bolsa é da Siberian e me acompanhou quase todos os dias mesmo. Além de ter um tamanho ótimo, ela ainda tinha fecho com pressão por cima do zíper, o que é um belo dispositivo anti-batedores de carteira de metrô. hehe E digo “tinha” porque a bolsa terminou de ser devidamente detonada nessa viagem e hoje jaz no lixo. Já estava usando a coitadinha há muito tempo e resolvi levá-la para terminar o serviço passeando também no chão sujo do avião. Valeu a pena! rs

E aí, será que deu para ajudar na mala de alguém? Aliás, para sair daqui com a mala leve, deixo apenas uma dica: quanto menos sapatos, melhor. Eu só levei  a bota com tachas, a sapatilha e uma Havaianas, o Converse foi no pé. Isso já é mais do que suficiente para revezar os calos causados por cada sapato de tanto passear. rs Se você não abandona o salto, recomendo trocar a sapatilha pelo sapato mais arrumadinho, pois botas fechadas e sem salto hoje já são tão confortáveis quanto um tênis de passeio.

Mini-guia: restaurantes e bares favoritos em São Paulo

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Sempre dou dicas de muitos lugares legais para visitar por aqui, mas uma coisa ou outra acabam passando! Por isso, resolvi fazer essas duas listas com alguns dos meus lugares favoritos para comer e beber em São Paulo, de um jeitão bem rápido e sem delongas, assim quem está de passagem pela cidade por causa do feriado tem mais ideias de onde ir e quem já mora por aqui, quem sabe!, conhece lugares diferentes através do post!
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o sensacional secreto burger do Chez Burger e um pedacinho do milk shake de pistache ali atrás

 

RESTAURANTES FAVORITOS

Um temaki: Temakeria e Cia.

Um hamburguer: Lanchonete da Cidade (muitos posts aqui)

Um fast-food: kebabs do Pita Kebab
(e não deixe de comer a torta zebra, pelamor dos meus filhinhos!)

Um milk-shake: o de pistache do Chez Burger
(mas os burgers são excelentes, também. o pão merece menção honrosa!)

Drink em restaurante: Bloody Mary no Lorena 1989, agora Chez Lorena
(arrisco dizer que é o melhor bloody da cidade, nunca provei melhor que esse!)

Aberto até mais tarde: Tutto Italiano
(gostoso, bom preço e ambiente aconchegante!)

Para almoçar ao ar livre: Zena Caffé (posts aqui)

Para almoçar com família grande: Consulado Mineiro (posts aqui)

Para ir a dois: Marakuthai (posts aqui)

Para ir com os amigos: Marcelino Pan Y Vino (posts aqui)
(também dá para ir a dois, dá para ir sozinho, com a família… Simplesmente vá! rs) 

Para comer algo diferente: o basco Donostia
(o ambiente é lindo e o lado espanhol do país Basco fala alto e tem muitas *tapas para picar también*!)

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o Sancho Bar Y Tapas lotadão no sábado à noite e com o balcão cheio de delícias!

 

BARES FAVORITOS

Um chopp: Filial

Uma caipirinha: Pé de Manga
* as do Velloso são muito famosas, mas lá é tão lotado que simplesmente é impossível ir à noite. Tentei ir duas vezes e não consegui!

Para tomar cervejas diferentes: Melograno (posts aqui)

Para tomar drinks feitos à risca: Bar Numéro (post aqui)
(esse é lindão, bem de “boyzinho”: rola um clima de “ver e ser visto” meio chato, mas tem quem curta)

Para se sentir no Rio de Janeiro (e comer coisinhas de lá também): Pirajá
(a feijoada aos sábados é um must eat! rs) 

Para ficar ao ar livre:  Skye, no Hotel Unique

Para os dias de chuva: Barão da Itararé (post aqui)

Para cantar com os amigos: karaokê da Choperia Liberdade
(verdadeiro clássico da madrugada paulistana)

Para conhecer gente, se é que me entendem: Puma Social Club (posts aqui)
(entre um joguinho e outro, muita coisa acontece, viu? o bar reabriu depois de um hiato e continua ótimo!)

Para um belo de um esquenta: Sancho Bar Y Tapas
(fui nesse final de semana e AMEI, vou postar aqui ainda. É na R. Augusta, perto de várias baladas, super descontraído e com tapas deliciosas e com preço camarada. Vale dar uma priorizada, os bares espanhóis estão virando moda na cidade!)

 

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nerdiando no equipo da Funhouse

Mas… E as baladas? Entonces, São Paulo tem casas noturnas para todos os gostos e é sempre tanta novidade que mesmo saindo bastante a gente não dá conta de conhecer tudo – mesmo tocando, não dá pra conhecer tudo! rs

Eu, que não vou dançar toda semana, fico desatualizada do último grito da **night**. Masss, de bate-pronto, recomendo três lugares: D-Edge, sempre uma opção para quem curte eletrônico (preste atenção no dia: de sexta é noite gay e de sábado o público é meio misturadão – vou de sexta,  mas sábado é só quando é a salvação!), Vegas Club (sempre tem alguma coisa bacaninha), Estúdio Emme (lá o lance são as festas itinerantes; cheque qual será a festa que estará por lá, tem várias divertidas, como a Squat Party).
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ps: Espero ter ajudado os leitores que vieram me pedir dicas esta semana! Quem quiser mais, deixa aqui nos comentários e eu tento ajudar. ;)

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Escapadinha para a serra: Imagens da Semana

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Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.

**tá vendo, coronerrr? tudo essas terra são minha**

Há duas semanas, Rafa e eu pegamos as malas na sexta-feira, jogamos no carro e demos uma escapadinha para a Serra da Mantiqueira, mais precisamente para a pousada Solar d’Araucárias em Gonçalves, MG. Apesar do clima estar ameno em São Paulo naqueles dias, pegamos um friozinho delicioso na serra, andamos a cavalo, relaxamos com direito à lareira, comemos pratos mineirinhos incríveis, tomamos cachaças artesanais e aproveitamos uma hidromassagem sensacional que dava vista para a serra. Bem romântico, mesmo.

Conhecemos a pousada através de uma promoção num site de compras coletivas e resolvemos arriscar – as fotos dos chalés eram super incríveis e parecia não ter como dar errado. Até pelas fotos do site serem tão legais, acabei nem tirando fotos para mostrar pra vocês. Logo que chegamos já fomos armando bagunça super cansados do trajeto e deixei pra registrar as outras coisas com mais detalhes.

Gonçalves é pequena e, apesar dos estabelecimentos terem bastante foco no turismo, a cidade é realmente um refúgio. Não foi descoberta por milhões de turistas insanos que vão atrás de passar frio e tomar chocolate quente antes da balada, como em Campos do Jordão. Arrisco até dizer que não tem balada em Gonçalves, só bar. rs É realmente uma ótima alternativa para quem quer relaxar nas pousadinhas legais ou fazer trilha/esportes radicais. A cidade é cheia de cachoeiras e tem alguns QGs que oferecem turismo de aventura. Como queríamos descansar mesmo, o negócio foi só aproveitar o frio, comer, ver a paisagem e namorar.
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o fofíssimo e delicioso restaurante Janelas com Tramela

No sábado, aproveitamos a pousada e almoçamos num restaurante lindinho chamado Janelas com Tramela. Não peguei o endereço de nada, mas olha, não é tão difícil de achar. rs Comemos comida bem mineirinha, a famosa carne de lata, tomamos cerveja e nos esbaldamos nos torresmos bem preparados. Minha metade mineira, aliás, saiu de lá bem feliz, apesar de que eu certamente perdi uns anos de vida de tanto torresmo que comi! hauheuhe

Para compensar o almoço pesadinho, à noite jantamos no Le Gourmet Bistrô (o site é feio, mas a comida é boa! hehe), restaurante francês que fica escondidinho numa estrada de terra e você pode jantar olhando as estrelas. O negócio é familiar e os chefes são pai e filhos que cuidam da cozinha com muito cuidado. Apesar de ter demorado para chegar, estava tudo delicioso e cuidadoso – infelizmente não registrei meu “risotinho” porque lá estávamos no clima de romance à meia luz.
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o meu esquecimento com mel, por favor

No domingo, levantamos cedo, comemos pães de queijo quentinhos no café da manhã da pousada e nos mandamos para a cidade para levar umas cachaças para casa. Eu escolhi a Dona Beja com mel, que é ótima para tomar gelada ou com gelo no copo, como se fosse um drink mesmo!
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a branquinha que me levou pra passear

Depois das compras “típicas”, fomos para o Haras Boa Vista, um haras bem simples que oferece alguns passeios curtinhos a cavalo. Fazia já uns três anos que eu não montava e quis fazer um passeio de uma horinha para matar a saudade. Há muito, muito, muio tempo atrás fiz aula de equitação num haras aqui em São Paulo e parei depois que caí do cavalo e rolou um certo trauma na família. Comigo não aconteceu nada, mas acabei parando, já tinha aprendido todo o básico e estava saltando os obstáculos, só que, enfim, eu nunca ia virar amazona, mesmo. Eu fazia porque gostava de montar e adorava os cavalos. O bom é que andar a cavalo é como andar de bike: nunca se esquece!  rs

Com as botas ainda sujas do passeio, saímos do haras direto para… Um restaurante! hahaha Resolvemos almoçar no Kitanda Brasil, restaurante super bem recomendado pelo Gastrolândia. O restaurante foi uma das experiências gastronômicas mais legais que já tive e, enfim, se Gonçalves fosse mais perto, diria que vale ir até lá só pelo almoço (mas se você ficar curioso, vá mesmo assim! É longe, mas dá pra ir e passar o dia).

as entradas maravilhosas do Kitanda Brasil e a sobremesa de queijo e doce de leite

A casa de entrada simples e jardim imenso com mesinhas oferece apenas um menu degustação em que você faz um verdadeiro passeio pela culinária brasileira, misturando elementos revisitados e também a comidinha tradicional e caseira, caso do prato principal servido no dia em que fomos: guizado de carne com arroz, feijão, couve e batatas doces apimentadas.

Estava tudo absolutamente delicioso, mas as entradas são um charme à parte, pois chamam a atenção pela elaboração e apresentação. Comemos, entre outras entradas, pãezinhos quentinhos com manteiga de banana, de frutas vermelhas e de damasco, assim como biscoito de polvilho feito na hora (e fofiiinho!), bolinho de tapioca frita, bolinhos de arroz com queijo caseiro e mais torresminho! rs De sobremesa, uma sopa de queijo fria com doce de leite, num equilíbrio de doce e salgado maravilhoso junto com um cafézinho que você coa na mesa, direto na sua xícara, para ficar a seu gosto (postei foto no Instagram). Mais mineirinho, impossível!

Depois do almoço do domingo, seguimos de volta para São Paulo felizes da vida e beeem descansados. Certamente voltaria para Gonçalves, para descansar, para comer e também para dar um tempo do mundo me sentindo em casa, porque a cidadezinha é pequena – no estilo uma igrejinha e um coreto – mas tem lugares lindos e deliciosos com bom atendimento para visitar.

… E UM LOOK!

Apesar da viagem ter sido curta, levei meu chapéu portenho para ser fotografado e passear um pouco fora de casa, já que já vi que em São Paulo não consigo usar muito – não sei porque, mas sempre acho que chapéu tem a ver com viagem! hehe Taí o que vesti no sábado, para almoçar e ver a cidade:

cardigan: Complot (Buenos Aires), camiseta: Urban Outfitters (comprei online), jeans: Levi’s Demi Curvechapéu: chapelaria em Buenos Aires, bota: lojinha em Roma, bolsa: Siberian 

E, enfim…

Obrigada, Rafa, pela companhia neste fim de semana incrível! :)