[VÍDEO] Quem tem ‘corpo de instagram’?

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Resposta: ninguém. No vídeo desta semana, comento algumas das principais modinhas loucas de corpo que já tomaram conta da rede de compartilhamento de fotos. Em cerca de dois anos, já rolou de um tudo por lá, desde desafio da cintura fina, até uma porrada de gente machucando a boca para tentar adotar o visual Kylie Jenner. 

Para provar que é simplesmente impossível estar na tendência corporal proposta pela hashtag sem noção da vez, coloco também na roda o último grito da seção popular: o “thigh brow”, que nada mais é que o risco formado pela dobra entre a coxa e o quadril. Tem gente até que chegou a comemorar esse padrão de beleza mais curvilíneo, mais acessível… Mas para quem?

Dá o play no vídeo e se inscreve no canal: 

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Khloe Kardashian e Kendall Jenner ostentando suas ‘thigh brows’ na sociedade: legal, SQN?

 

Girl power no Netflix: novas séries com mulheres incríveis

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Apesar de nós brasileiros termos acordado com a má notícia de que serviços como o Netflix vão ter nova carga de impostos, aparentemente a empresa não vai deixar ninguém decepcionado em manter a assinatura nos próximos meses.

Depois de sucessos recentes como “Sense8” e a nova febre que é “Narcos” (sim, ótima série!), duas novas atrações estão chegando com um time de mulheres para reforçar o #girlpower da programação: “Project MC²” e “Jessica Jones”!

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Netflix apostando no público teen? Com um grupo de meninas nerds atacando de espiãs? Sim, é disso que se trata! A primeira temporada de “Project MC²” já está disponível no mundo todo com três episódios. A série conta a história de quatro estudantes super inteligentes que são convocadas para participar de missões especiais numa agência de investigação formada apenas por mulheres. O quão maravilhoso é isso, minha gente? E se eu disser que a “Charlie” delas é a antiga musa de “Anos Incríveis”? Sim, a Danica McKellar! haha

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as quatro agentes secretas de  “Project MC²”

Cada uma das meninas tem uma habilidade especial, mas o grande lance é que elas precisam trabalhar em equipe para fazer a coisa funcionar. Entre as skills das garotas estão química, matemática e robótica – ou seja, uma bela maneira de incentivar o público mais novinho a procurar outras carreiras em áreas ainda pouco dominadas pelas mulheres. A cereja do bolo? Ainda tem bonecas lindinhas para acompanhar a brincadeira. Um brinde agora à uma segunda temporada – e com mais episódios, faz favor!

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Sem esquecer das ~crescidinhas~, a série que promete transcender os quadrinhos e conquistar novos (e novas!) fãs para a Marvel é “Jessica Jones”. O seriado estreia mundialmente no dia 20 de novembro e faz parte do pacote que já nos trouxe “Demolidor” e que ainda vai trazer “Punho de Ferro” e “Luke Cage”.

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Krysten Ritter durante as gravações de “Jessica Jones”

Após sofrer um acidente e perder a família, Jessica descobre que ganhou super poderes, mas até dominar de vez suas habilidades, a moça resolve atuar como detetive bem pertinho da vizinhança do Demolidor e seus amigos: Hell’s Kitchen. Quem faz a personagem é Krysten Ritter, atriz de séries como “Apartment 23” e “Breaking Bad”.

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Depois das recentes polêmicas envolvendo a falta de produtos com a Viúva Negra (“Os Vingadores”) e Gamorra (“Guardiões da Galáxia”) e de executivos do entretenimento afirmarem constantemente que filmes com mulheres heroínas não dão certo, está aí uma ótima oportunidade de virar o jogo, especialmente se ‘Jessica’ seguir a receita de “Demolidor”, série que soube como levar a história para além dos aficcionados pelos quadrinhos.

Enquanto “Jessica Jones” não chega, vale lembrar que o serviço já tem boa expertise no assunto ‘mulheres fodonas’, com as veteranas “Orange is The New Black” e “Unbreakable Kimmy”.

Faça como se Madonna estivesse vendo

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Como seria sua vida se você trabalhasse para uma das artistas mais exigentes e reverenciadas da atualidade? Como seria apresentar seu “pptzinho” para uma chefia que tem uma vida dedicada ao ofício, usando seu corpo, sua voz e até sua atitude como instrumentos de trabalho?

Este vídeo mostra um pouco dos bastidores da nova turnê de Madonna, “Rebel Heart”. Bailarinos ansiosos para ‘apresentar seu ppt’ (aka se apresentar para Madge pela primeira vez), outros já sendo cobrados por não darem o suficiente. Como bem disse o Phelipe no Papel Pop: ‘se eu trabalhasse com a Madonna ia ter c*g*neira todos os dias, mas seria feliz’.

Pouquíssimos têm a chance de ser empurrados ao seu melhor todos os dias e, de fato, esses jovens são sortudos demais. Inclusive porque, bem, trata-se de Madonna e dificilmente dá para ficar mais inspirador que isso, principalmente quando se é um jovem bailarino. Para quem vive longe dessa realidade, a “Madonna” pode ser alguém da família, um bom amigo, um chefe talentoso ou até um professor: é aquele que confia no seu potencial mais do que você mesmo.

Você pode até dizer que já se cobra o suficiente (eu repito isso para mim todos os dias), mas e a paixão e a gana para dar o melhor que você tem naquele momento? E o amor pelos seus pequenos avanços? Isso está presente? Novamente, por experiência própria, vos digo: quase nunca. Uma Madonna não te cobra porque te acha ruim. Ela te cobra porque sabe que você pode muito mais.

Poucos experimentam essa disciplina rígida e doce na vida, mas esse misto de exigência com paixão pode ser repetido em casa e não requer a presença de um adulto. Que tal conduzir seus projetos como se ela, a sua Madonna, estivesse aí vendo? Que tal internalizar que você pode mais e se amar tanto a ponto de saber que consegue continuar dando o seu melhor?

Faça como quem não tem outra opção a não ser dar o melhor de si. Apaixone-se pelo processo e por você mesmo imerso no processo. Tenha paixão por continuar e se ame mais ainda para não desistir na primeira falha. Nem na segunda. Faça como se Madonna estivesse vendo.

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[VÍDEO] Super mulher, só que não: ninguém precisa dar conta de tudo

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Acordar cedo para fazer exercício, só andar com os cabelos escovados, pele linda e maquiagem razoável. Ganhar dinheiro num emprego bacana, estar sempre bem informada e ter um posicionamento político sobre o qual você se orgulhe. Arranjar tempo para os amigos no happy hour e ter uma vida sexual digna de nota – porque não basta ser ok, tem que ser coisa de capa de revista, tá?

Quem nunca se sentiu pressionada a cumprir um ou vários desses requisitos? E quem até tenta fugir disso tudo, mas acaba sempre se culpando ou se sentindo insegura quando um (ou vários) itens da lista falham? RELAXA.

Você não está sozinha: embora dê para tentar, ser super mulher é impossível. Ou vai te custar muitas noites de sono, mas aí pode dar adeus ao item vida saudável… Dá o play no vídeo para entender melhor essa parada!

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[VÍDEO] Existe pivô de separação? Ou: a lenda da destruidora de lares

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Uma coisa sempre me incomodou muito quando um casal de famosos se separa: a forma como a mídia trata as coisas, especialmente se houver uma traição no meio. Para piorar, não é só ‘o monstro da mídia’ que costuma colocar culpados no banco dos réus de um jeito torto: as pessoas também.

Diante do caso de Jennifer Garner e Ben Affleck e até da suposta separação de Gisele Bündchen e Tom Brady, uma coisa está bem clara: a ‘culpa’, se é que se pode falar nestes termos, nunca vai ser de alguém de fora, e sim de quem abandonou o combinado do casamento. O que você pensa disso tudo? Dá o play no vídeo!

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Depois dos apps de corrida, vem aí os apps de vagina (!)

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No ano passado, um projeto no Kickstarter bombou e me chamou a atenção: o Skea, um dispositivo e app com jeitão de game pra treinar o assoalho pélvico e, sim!, sua vagina por consequência. Quando publiquei no blog, não dava para saber se ia vingar ou não, mas vingou: não só já foi feito, como 80% dos produtos já foram enviados para felizes donas exercitarem a intimidade com o conforto da tecnologia.

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foto via Shutterstock

Na época, achei que o Skea era um projeto isolado, mas aparentemente há toda uma tendência em torno de treinar a vagina que a até agora gente não vinha notando. Depois dos apps que monitoram sua alimentação, sua corrida, seu sono e até sua felicidade, a vagina parecia um território resguardado da invasão mobile, com exceção daqueles vibradores que dizem dançar conforme a música, se é que me entende.

Mas, com a boa desculpa da saúde, nada mais está resguardado. Apps como o Kegel Camp sugerem exercícios em níveis variados para você treinar o assoalho pélvico sem precisar de parafernalhas extras, sejam elas bolinhas tailandesas, sejam elas bugigangas bluetooth. Nesse aplicativo aí, a voz da expert Emily vai comandando a brincadeira e explicando o que você deve fazer. Mas e se você não estiver fazendo certo? Quem poderá te defender?

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