Uma listona de coisas para lembrar de 2016: a internet, a música, a cultura pop e além

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 2016 foi um aninho daqueles, mas será que alguma coisa salva? Vamos fazer aquela retrospectivona para descobrir: qual foi a hashtag mais usada? As músicas que tocaram até enjoar? E, principalmente, qual o maior meme do ano que você respeita? A seguir!

O MELHOR DO MELHOR (OU NÃO) DE 2016

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1. Memes tipo exportação

Chegamos ao nosso ápice cultural: exportamos os memes de Nazaré Tedesco para o exterior com louvor! Também caprichamos inventando gifs legendados para melhor contar nossos dilemas astrológicos. Tempo livre demais? Talvez. E nem vem com o “pir qui vici ni imidirici”: culpa da crise, tá?

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2. Um #love para Selena Gomez no Instagram

Selena Gomez se tornou a rainha absoluta do Instagram, a rede social queridinha (ainda que problemática) que saiu engolindo tudo – inclusive o Snapchat. Selena é a usuária mais seguida, com 105 milhões de fãs, dona do vídeo mais visto e certamente ajudou a bombar a #love, a hashtag mais usada em 2016.

hostess vibes. Happy 4th everyone!

Um vídeo publicado por Selena Gomez (@selenagomez) em

 

3. Snapchat, Youtube e influenciadores digitais profissionais

Mesmo tomando uma rasteira do concorrente Instagram, o Snapchat ainda foi o aplicativo grátis mais baixado em 2016. Do outro lado do mundo do vídeo, o Youtube mais uma vez deitou e rolou em seus números, mesmo tendo deixado muitos criadores irritadíssimos, especialmente na segunda metade do ano. Foram meses de Youtubers reclamando que seus fãs não eram notificados e visualizações declinando. Ainda assim, foi o ano que muita gente conheceu o termo “digital influencer” e muitos saíram se auto-denominando assim. #polêmicas! Quem te influenciou digitalmente esse ano? Você concorda com as modinhas do ano do vídeo “flashback” do Youtube?

 

4. Um ano de feminismo

E de infindáveis discussões, textões, problemões e situações públicas em que a gente só vê que precisa, sim, de feminismo. Fora isso, foi o ano em que muitas mulheres públicas infelizmente preferiram dizer que “buscam e lutam pela igualdade entre gêneros, mas não são feministas”. Vou deixar só um recado, infelizmente dado por um homem, mas que é ótimo e pode, sim, nos ajudar. Com vocês, o sempre ótimo Aziz Ansari:

5. As músicas que bombaram todas reunidas

Esse casal fez um videozão com um cover das músicas mais tocadas do ano. Em 2016 também muita gente viu valor no menino Justin Bieber, Beyoncé botou o bastão na mesa (e rendeu esse vídeo ótimo das pessoas ‘descobrindo’ que ela é negra) e também foi quando a sofrência deliciosa de Lady Gaga saiu do armário. Ah é: tem também quem tenha se apaixonado pelo ‘feminejo’.

6. Temos que pegar: “Pokémon Go”, o campeão de buscas

Quantos assaltos e quantas amizades não aconteceram graças a Pokémon Go, não é mesmo? Até sua tia-avó entendeu do que se tratava, provando que o mundo dos jogadores não tem (nem precisa ter) fronteiras. A febre durou pouco – você ainda joga? Ainda tem instalado? -, mas foi tempo suficiente para o termo ‘Pokémon go’ ser o mais buscado do ano por brasileiros.

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7. O fim do conto de fadas

Se no noticiário político a coisa estava preta, nem as páginas de entretenimento e celebridades salvaram. Teve separação de todo tipo de casal, de Angelina Jolie e Brad Pitt até Fátima Bernardes e William Bonner. Na gringa, o processo de divórcio de Amber Heard e Johnny Depp também foi pesado e ela revelou ter sido agredida pelo ator em diversas ocasiões. Dá para separar o artista de quem ele é na vida pessoal? Essa pergunta passou pela cabeça de muita gente. Enquanto isso, a opinião pública sobre Amber continuou mostrando porque precisamos de mais empatia, igualdade e, enfim!, feminismo.

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8. Cinemão e cineminha

Leonardo Di Caprio ganhou, finalmente, seu primeiro Oscar e levou a internet à loucura. Ao mesmo tempo, a premiação foi extremamente criticada por não ter indicado atores negros. Também outro ano em que os super heróis dominaram as telonas, mas outros gêneros cresceram um bocado. Fazia tempo não havia uma oferta tão grande de filmes de terror, o mais puro escapismo. Ao mesmo tempo, ficção científica está de volta e bem forte – o excelente “A Chegada” é prova disso. Se a tendência vai ter fôlego para um 2017 cheio de roteiros do gênero, é outra história. No Brasil, a polêmica girou em torno do excelente filme “Aquarius” e sinceramente acredito que o filme sofreu um bocado com o entorno político. Independente da sua posição, vale ser visto – mesmo que seja para odiar a protagonista, magistralmente interpretada por Sonia Braga.

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9. A TV vai bem, obrigado…

Se as emissoras brasileiras estão amargando e tentando se reinventar (Jô vai ou Jô fica?), o aparelho da sua sala nunca teve tanta coisa boa para reproduzir e continua firme e forte. Netflix se consagrou com “Stranger Things”, a série que levou em conta todo conhecimento do sistema sobre o usuário para criar um roteiro irresistível, e mostrou o quanto estamos interessados em saber no que estamos nos tornando com as distopias não tão distantes de “Black Mirror”. Em outro canal, “Westworld” mostrou mais uma vez que a HBO não brinca em serviço. O canal também foi o responsável por uma das cenas de ação mais incríveis já produzidas para a TV em “Game of Thrones”. O making of é imperdível:

10. A festa no andar de cima

Como não falar das perdas? Este aninho de número 9 levou muitos dos bons, inclusive David Bowie, Prince, George Michael e a inesquecível Princesa Leia, Carrie Fisher. Sentiremos saudades e obrigada por tudo. :'(

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A Barbie desenvolvedora de jogos chegou ao Brasil; vem ver o unboxing!

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Lembram quando eu comentei em junho sobre a Barbie Game Developer? Pois ela finalmente chegou ao Brasil, bem a tempo do dia das crianças! Os preços variam entre R$70 e R$80 reais e é fácil de encontrá-la online. No Walmart/RiHappy ela custa R$74,90, por exemplo.

 

Como eu já sabia que essa era uma boneca que eu ia querer ter, mesmo não sendo uma ~colecionadora~, acabei comprando a minha na gringa e gravei um unboxing bem especial para vocês, mostrando todos os detalhes da boneca. Esta Barbie faz parte da coleção de profissões da Mattel e certamente é um passo importante para mais meninas se interessarem por tecnologia. Quisera eu ter brincado com uma assim na infância! :’)

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Magic Mike vai virar show ao vivo em Vegas e dançarinos se apresentam na TV

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A novidade foi anunciada em maio: o rebolativo filme “Magic Mike”, protagonizado por Channing Tatum, vai virar um show ao vivo em Las Vegas a partir de março de 2017. O próprio ator está dirigindo o espetáculo e o mesmo coreógrafo do filme estará trabalhando com os dançarinos selecionados para este ~hard hard work.

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“Magic Mike”, caso você tenha esquecido

Até aí, super legal. Talvez você tenha passado a considerar uma viagenzinha pra Las Vegas. Poxa, Britney e Magic Mike numa mesma cidade, por que não? Pois é. Só que esta semana os ingressos começaram a ser vendidos e os pupilos de Channing fizeram uma (baita) apresentação no programa da Ellen Degeneres e assim… 

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O QUE QUE É ISSO. VAMOS PRA LAS VEGAS AGORA. No final da demonstração, a Ellen ainda comunicou que todas da plateia ganhariam ingressos para conferir o show ao vivo e a emoção delas é maior do que a da galera que ganhou um carro da Oprah. Compreendo.

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O show “Magic Mike Live” estreia no Hard Rock Hotel em Las Vegas em março de 2017, com sessões de quarta a domingo, às 19h30 e 22h30. Os ingressos mais baratos custam $49, podem ser comprados online e ainda é possível comprar um adicional de “meet and greet” (!) para tirar uma foto com as beldades depois do show. Eu ia dizer também que este hotel é excelente, que foi lá que fiquei e etc., mas… Enfim.

Já definiu o destino das próximas férias? ;)

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#Gamerblood: Xbox Brasil quer incentivar a doação de sangue

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Uma campanha super legal de Xbox promete unir os gamers por uma boa causa e estou super feliz em poder participar dessa campanha e convidar vocês também! Aproveitando a chegada da Brasil Game Show, que acontece entre os dias 1 e 5 de setembro em São Paulo, a empresa convida os jogadores de todo país a se engajarem na #GamerBlood e doarem sangue.

Além de ser uma ótima ideia para ajudar os bancos de sangue que estão sempre precisando de doadores, é um jeitinho de tentar ganhar um ingresso para o evento – quem não quer, não é mesmo?

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Quem doar sangue entre os dias 12 e 28 de agosto e levar o comprovante de doação na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo, vai ganhar uma camiseta (igual a minha!) e também um ingresso para a BGS! Presentão, né? O mimo é válido para as primeiras 300 pessoas que chegarem no local!

Quem conquistar sua camiseta e usá-la na BGS, ainda ganha acesso VIP às atividades no stand da Microsoft no evento. Todas as informações e regulamento completo da ação #GamerBlood você encontra na página oficial aqui. Estarei por lá esse ano e apoiando essa ideia! Nos vemos lá? ;)

Então… Precisamos falar sobre as Olimpíadas.

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Eis que as Olimpíadas estão quase chegando ao fim e vão deixar uma saudade tremenda: foi muito mais divertido que a Copa – e haja coração para agüentar outra partida de Brasil e Alemanha! Mas, enquanto essa cerimônia de infarto coletivo não acontece, precisamos falar de tudo que rolou até aqui.

Nós tivemos problemas com obras e tínhamos muitas outras prioridades além de gastar dinheiro num evento como esse? Sim e sim, mas está sendo muito legal? Sim de novo! E merecemos respeito, coisa que nem sempre tá rolando diante dos fatos da última semana.

Falo sobre isso e sobre outros assuntos ~olímpicos~ no vídeo de hoje. E não preciso nem dizer, né? Tô arrependidíssima de não ter comprado um ingresso e me mandado para o Rio. Fica a dica para a Fernanda do futuro!

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Snapgram: você ama ou odeia a novidade do Instagram?

qua

Semana passada uma novidade um tanto quanto “familiar” tomou conta do nosso Instagram: o modo “Stories”, com a possibilidade de postar conteúdo em foto e vídeo que desaparece depois de 24 horas. Soa familiar? Pois é, não só soa familiar quanto é bem igualzinho ao Snapchat.

Com a novidade, muita gente (eu, inclusive) ficou confusa com qual aplicativo usar. Para quem trabalha com conteúdo, então, a situação aperta mais ainda: vamos produzir o mesmo tipo de coisa para os dois aplicativos? Aonde vale a pena investir mais tempo e atenção?

Estou discutindo isso e mais um pouco no vídeo de hoje, com todos os motivos para amar – ou não – esse update copy paste do Instagram. Por enquanto, ainda tenho a impressão que os dois aplicativos podiam coexisitir numa boa, mesmo o querido Zuckerberg não gostando disso, e sinto que o Instagram acaba de se tornar uma rede social “nem-nem”: não é nem isso, nem aquilo.

Assiste o vídeo para entender essa treta e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro! ;)

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