Divorce: a nova série da HBO com Sarah Jessica Parker

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[ATUALIZADO: A série estreia dia 9 de outubro de 2016!]

Quem já se recuperou de um dos finais de temporada mais absurdos de todos os tempos? Se você é fã de “Game of Thrones” como eu, certamente está enlouquecendo sem saber como vai sobreviver até o ano que vem somente imaginando o que vem pela frente. Ok, vamos viver… Mas mais tristinhos, que fique claro! rs

Enquanto isso, outras séries do próprio canal vão tentar preencher esse vazio no coração. Além da misteriosa “WestWorld”, que vai contar inclusive com Rodrigo Santoro, também vem por aí uma série beeem pé no chão, com relacionamentos modernos e tom de comédia: “Divorce”, estrelada pela eterna Carrie, Sarah Jessica Parker.

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Sarah Jessica Parker no set de “Divorce” (HBO)

O seriado ficou na gaveta do canal algum tempo e finalmente estreia na “fall season” gringa – ou seja, em setembro. Ainda não há data precisa confirmada, mas já sabemos que não só a atriz principal quanto o próprio canal tem expertise para falar de relacionamentos, vide o sucesso de “Sex And The City” no passado e da minha queridinha “Girls” no presente.

Não sabemos se a tradição de SJP estar sempre acompanhada de um figurinista bombástico será mantida, mas que a trilha sonora promete, isso já sabemos. Começando pela música do trailer, da banda Man Man, logo aí para o play!

Que venha setembro!

Já dá para comprar a Barbie produtora de games!

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UPDATE: A BARBIE JÁ CHEGOU AO BRASIL!
 Veja o unboxing, preços e detalhes clicando aqui.

Em janeiro, a Mattel anunciou um monte de novidades relacionadas à Barbie: desde novas profissões até novos corpos, fato que parou a internet, já que finalmente a empresa deu um passo importante em direção a representatividade. Falamos sobre isso aqui no blog e destacamos as duas novas “profissões dos sonhos” da boneca: produtora de games e vice-presidente de empresa. Eis que no auge da semana da E3 – maior feira de games do mundo – a nossa programadora chegou:

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Depois de várias controvérsias envolvendo um livrinho preconceituoso e esquisito da Mattel que dizia que a Barbie só poderia programar com a ajuda de homens, parece que agora a coisa mudou de figura.

No detalhe da tela do computador, vemos uma interface de programação e o visual da boneca me parece bem condizente – quer dizer, não há problema algum em programar de salto alto, só não é o mais usual, né? rs A boneca veste jeans, tênis, regata cinza, óculos coloridos e parka verde militar. Há um ponto aí, com certeza.

barbie_acessoriosos acessórios da Barbie programadora: óculos, headphone, tablet e notebook

Barbie desenvolvedora de jogos está a venda na Amazon por quase US$56,99 doletas (ouch!) e algo me diz que há grandes chances dela sumir das prateleiras rapidinho! Quem mora fora ou estiver de passagem pela gringa, consegue comprar a boneca mais barata em lojas físicas – geralmente essa coleção de carreira fica abaixo dos 15 dólares e tem até embalagem mais humildona.

Confesso que mesmo não sendo uma colecionadora, fiquei com vontade de comprar. Mas, não importa o que você faça, fica o aviso: melhor nem ler os comentários dos ‘incomodados’ com a nova profissão da Barbie. Não vale a pena! ;)

Sobre #InternetJusta e porque amamos dados ilimitados

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Antes mesmo de ter dez anos de idade eu já estava sentada na Internet me divertindo com os joguinhos do site da Turma da Mônica ou até entrando nas salas de Bate-papo do UOL para crianças. Naquela época, a Internet era um lugar quase pequeno, especialmente se você não falava inglês ou era uma pimpolha como eu. Talvez naquele tempo desse para imprimir a Internet. rs

O tempo foi passando e a web foi se tornando um lugar cada vez maior, inclusive para comportar meus sonhos, meus amigos e meus hobbies. Lá cabia tudo: meu primeiro grupo de Yahoo das Spice Girls, diversos sites que programei em html na mão, os primeiros blogs que, não, não tinham nenhum tipo de publicador – também eram na mão – e, por fim, os amigos de tudo quanto é canto. Não tinha limitação para encontrar gente legal e nosso número no ICQ era tão importante quanto passar o Whatsapp hoje. Lembro do meu ainda! E você?

Ingressei na faculdade de Comunicação Social (Rádio e TV) e imaginei que fosse trabalhar na televisão, no rádio ou em qualquer veículo ‘tradicional’, mas veja a surpresa: desde o meu primeiríssimo estágio eu faço vídeos. Só que pra internet. Trabalhei em diversos lugares, mas por pouquíssimo tempo fiquei fora do mercado de vídeos online – aliás, na época a gente nem sabia que esse mercado já era um mercado.

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Tanta coisa mudou em quase 10 anos… Em 2006, a recomendação geral era fazer tudo bem, bem curtinho, porque ninguém tinha banda pra conseguir acompanhar tanta coisa. E tinha que ter serviço: quase todos os sites começaram apostando em receitas para bombar o setor de audiovisual. Fazia sentido. Por outro lado, hoje em dia não há limites para o assunto (ou a falta dele). O público clama por vídeos mais longos de seus youtubers favoritos. 40 minutos de uma moça abrindo caixas? E por que não? A gente pode.

Se antes vídeo era um “luxinho” dispensável nos portais e nos veículos de comunicação online, hoje é uma necessidade e talvez a fonte de renovação que o jornalismo brasileiro ainda precisa descobrir com vontade. As plataformas e os suportes para vídeo não param de mudar (do computador para o celular e de volta à TV, quem diria!), Netflix vem revolucionando negócios e ainda temos muito que explorar no Snapchat antes de darmos a ferramenta entendida por completo. Youtube não para de crescer. Qualquer um pode ficar online, de qualquer lugar, e falar com uma plateia. É o futuro e ele é lindo, mas tudo isso pede somente uma coisa: dados. Dados, dados e dados. Velocidade. Qualidade de conexão.

Considerando as horas gastas na tela do celular nos últimos anos, tenho certeza que já passei mais tempo da vida conectada do que desconectada. Acreditei que as coisas estavam avançando para o bem e o acesso se tornando cada vez mais democrático, mas a notícia do fim da internet ‘ilimitada’ me deixou revoltada e, por que não?, preocupada. É um retrocesso gritante, especialmente num país que ainda carece de melhora estrutural para oferecer uma conexão de qualidade. Para quem não sabe, o Brasil tem a 9ª pior Internet do mundo e várias empresas agora querem cobrar ainda mais por um serviço que, além de tudo, não é bom.

Por aqui, mesmo os maiores planos de Internet que estão sendo estudados podem ser facilmente consumidos por qualquer heavy user, gamer ou trabalhador freelancer. Não passam perto das franquias parrudas do exterior – 500 GB gringos contra a hipótese de um plano de 130GB brasileiro, por exemplo. Como medir o quanto é ver internet demais? Aparentemente num mundo sem distinção entre online e offline, essa resposta não existe e a pergunta já me parece equivocada de saída.

No youtube e em outros meios está rolando a campanha #InternetJusta, que pede a revisão desse novo formato de planos, e também fiz um vídeo para o meu canal comentando o assunto. Para quem quiser, o vídeo segue abaixo!

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Para ver outros vídeos já publicados, clique aqui.

 

Enflux: a roupa fitness do futuro que analisa seu exercício

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Já existe no mercado hoje uma infinidade de pulseiras e relógios que prometem resolver a questão tão subjetiva da ‘medição’ na hora do treino. Enquanto no passado só atletas profissionais tinham um interesse real em medir sua performance, hoje praticamente qualquer pessoa que queira se exercitar acha interessante ter pelo menos um pouquinho de informação sobre seu avanço. O motivo é bem simples: ver sua evolução em números pode ser um incentivo poderoso para não voltar ao sedentarismo.

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Enflux: moda fitness do futuro?

Apesar de já termos tecidos inteligentes que repelem o suor, secam rápido, retém a temperatura e etc., a proposta da Enflux é diferente, no mínimo interessante – parece coisa de filme de ficção científica! O usuário veste uma espécie de macacão que se conecta com um celular e pode monitorar absolutamente tudo o que faz através de um app relacionado. A medição vale não somente para exercícios ‘simples’ de serem medidos, como a corrida, mas também para esportes, yoga e exercícios de força, como crossfit e musculação.

No vídeo de demonstração do traje, uma atleta coloca a roupa à prova justamente enquanto faz agachamento. Além de anotar as calorias gastas e afins, o software também é capaz de reproduzir os movimentos dela em tempo real e dar um feedback sobre como o movimento foi executado. Óbvio que isso não substitui um instrutor para aprender a técnica, porém é uma alternativa e tanto para quem vai treinar sozinho ou ficar afastado do professor por um tempo.

Fiquei realmente MUITO curiosa para experimentar algo assim, especialmente porque faço musculação quatro vezes por semana e sei o quanto é difícil medir o esforço real de um treino com pesos. Quer dizer, você até pode ir anotando suas cargas e usar um medidor de batimento cardíaco, mas além de um app facilitar e digitalizar o trabalho, ele ainda pode mostrar exatamente em que momento você fadigou e perdeu a postura correta, ou então ir analisando quantas vezes aguentou repetir o movimento até a falha. Algo bem interessante para observar caso seu treino seja de exaustão, por exemplo.

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Pelo visto, a queima calórica vai se tornando cada vez mais uma “commodity” tecnológica em tempos de lifestyle saudável: qualquer aparelho vai ser capaz de medir. Ganha quem souber dar o melhor significado desses números para o usuário.

O projeto Enflux está arrecadando fundos no Kickstarter e, por enquanto, é ainda salgado: a partir de US$249 é possível adquirir a tal roupa. Eles garantem que dá para lavar o traje sem danificar também – será? Bem, vou ficar sonhando (e muito) por aqui. Que venha o futuro!

 Via Tecnoblog

Sem “deslike”: as novas reações do Facebook

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Depois de anos com pedidos dos usuários pelo tal botão de ‘deslike’, o Facebook finalmente anunciou uma novidade para trazer mais emoção para nossa timeline: as reações. Você pode agora reagir com o like tradicional, mas também com um ‘love’, um ‘haha’, um ‘wow’, uma carinha triste ou nervosa.

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Facebook reactions chegaram: vai ser bom ou não?

Antes de implementar a novidade, a equipe fez uma série de testes e disse que o ‘love’ foi o botão que mais bombou. Nada mais tranquilo e fofo. No entanto, eles assumem que isso pode mudar a medida que as pessoas estiverem usando a novidade de fato. Aqui no Brasil, aliás, não tem como não prever muita treta e confusão com reações nervosas em textões.

Minha maior dúvida nisso tudo é se o Facebook vai passar a entregar diferente posts que gerem determinadas emoções. Será que eles vão usar seus poderes para forçar a barra e deixar todo mundo sempre feliz com o que lê ou podem errar a mão e deixar muita gente irritada? Há estudos, aliás, que dizem que as redes sociais nos deixam ainda mais intolerantes que o normal, já que filtramos tanto o conteúdo que desaprendemos a lidar com o diferente.

Fora isso, é mais que óbvio que eles usarão todas as nossas reações a favor do próprio cofrinho: é totalmente possível que a rede passe a entregar determinados tipos de anúncios baseado na emoção que a pessoa mais costuma expressar no conteúdo alheio.

Já atualizei o aplicativo no celular, mas por enquanto estou apenas na curiosidade. Quem já está usando, conta aí: você ficou ‘wow’ ou ‘sad’ com a ideia do Zuck? 


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Milk: a maquiagem pra quem não tem tempo pra pincel

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Maquiagem é uma delícia, mas não tão simples: requer não somente habilidade, mas também (e principalmente) prática. Prática para descobrir o que funciona e como funciona, mas ainda mais para saber usar as melhores ‘ferramentas’ para atingir o efeito desejado. Mas, vamos lá, quantas de nós realmente não morrem de preguiça quando dão play num tutorial de maquiagem e metade do tempo do vídeo é gasta enumerando a quantidade de pincéis para conseguir aquele look?

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quem tem tempo pra isso?!

Se te dá preguiça e vontade de dormir mais 5 (ou seriam 20) minutinhos ao invés de tentar a montação logo cedo, talvez essa marca nova de maquiagem seja para você. O grupo Milk, que já atua com moda e música, acaba de lançar a “Milk Makeup”, uma marca de beleza direcionada exatamente para você, que quer se maquiar e se divertir bom beleza, mas sem usar um kit de 23480984 pincéis pra isso. Ou, sendo mais realista: para quem simplesmente não tem tempo.

Que tal essa caneta delineadora e essa sombra? Tudo sem pincel!

A marca foca realmente na menina cool de Nova York que acha pincel um ‘big deal overrated’, mas a verdade é que qualquer mulher ocupada demais pra maquiagem pode ver vantagem na rapidez e praticidade de um blush roll-on, de um duo de cobertura que é base de um lado e corretivo do outro, de uma sombra com aplicador chanfrado ou de um batom a prova de borrões com formato de marca-texto (!). Aliás, é o item que mais me deu curiosidade de testar, especialmente pelo resultado que parece incrível!

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produtos da linha Milk Makeup

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o batom marca-texto em ação

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canetinhas delineadoras que funcionam!

Se ainda restar dúvidas de como aplicar, no site da Milk Makeup é possível não só comprar quanto já ver o tutorial de uso no ato e em menos de um minuto. Assim, sem perder tempo nem gastar nada fora da realidade pela novidade: os preços são bem parecidos com o da concorrente tradicionalíssima (e cheia de pinceis) MAC. Simplesmente inovador e criativo!

Para quem tem viagem marcada para os Estados Unidos, vale o lembrete: os produtos chegam às lojas físicas da Sephora no dia 15 de março e às lojas físicas da Urban Outfitters no mês de junho.