Herbal Essences: de volta ao Brasil!

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Quando comecei a procurar produtos específicos para o meu cabelo na pré-adolescência, uma das marcas que mais me acompanhou foi Herbal Essences. Lembro de ter usado pela primeira vez ainda criança no chuveiro da minha tia, que tinha trazido aquele shampoo cheiiiroooso dos Estados Unidos, e depois reencontrei a marca quando precisava de algo que desse jeito na juba indomável, que ninguém da família sabia lidar. Ahhh as delícias de ser cacheada numa família de lisas! :P Aprendi a me virar, né?

O valor do Herbal cabia na mesada, o cabelo ficava hidratadinho e cheiroso e, olha, já tava de bom tamanho! Eram poucas as opções sem ser o escovão na época e, que dó, eu ainda não fazia ideia do que era um bom leave-in (e provavelmente, 90% das mulheres brasileiras também não). O cabelo ficava hidratado, cheiroso, brilhante e era isso – a “forma”, bem, só fui me encontrar anos depois e acabei não abrindo mão da química, como vocês sabem.

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Naked: a linha “leve” de Herbal Essences, para uso diário sem pesar

Depois dessa minha paixonite, a marca deixou o Brasil, mas acaba de anunciar seu retorno! A P&G está trazendo os produtos importados direto para os nossos mercados e farmácias e com preço ainda acessível, mesmo com dólar elevado: sai 23,90 o shampoo ou condicionador.

As prateleiras vão estar recheadas com 7 linhas de produtos, com objetivos bem específicos: Naked Moisture e Naked Shine (produtos livre de resíduos pesados, corantes e parabenos, indicados para uso diário), Long Term Relationship (cuidados para fios longos), Tousle Me Softly (para fios ondulados), Moroccan My Shine (com o também queridinho das brazucas, óleo de argan) e Color Me Happy (cabelos coloridos).  Além disso, há também a linha Hello Hydration, a best-seller de toda América Latina.

tô testando!

No evento de boas vindas da marca ao Brasil, a especialista de Herbal Essences falou bem do queridinho das latinas! Segundo ela, a Hello Hydratation se adequa a todos os tipos de cabelo e garante hidratação perfeita, nem a mais, nem a menos, independentemente do clima. Ela mesma já testou o produto em climas úmidos, de inverno e verão, e também em cidades mais secas e notou o cabelo intacto em todas as situações. Promissor!

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Hello Hydration: o mais vendido na LatAm!

Recebi um par deste pra testar e, apesar da fragrância não ter sido tão fantástica quanto o que me lembro da fase teenager, senti os fios, digamos, ‘selados’. Quero testar mais, mas é essa a minha sensação: não vi uma explosão de maciez, mas senti que nada poderia abalar o cabelo.

Pelo efeito que senti, imagino que o produto possa ser bacana para quem tem pontas duplas, mesmo não sendo específico para isso. Fora isso, notei um volume bacana e nem sinal de cabelo “mortão” no fim do dia, como acontece quando hidrato em excesso. Até mesmo por isso, estou doidona pra testar o Naked para cabelos mistos/oleosos. Acho que vai ser o ideal para mim, que tenho química e lavo a cabeça quase sempre por conta da rotina de exercícios.

e tem mais novidade: Aussie no Brasil!

A novidade já está espalhada e causou comoção no meu Instagram, mas não custa repetir: a linha moist da Aussie também vai estar, finalmente, à nossa disposição em farmácias, mercados e perfumarias. Cada item vai custar R$39,90 e é o fim da mala lotada de creme (e do lucro absurdo dos muambeiros). Já uso o 3 Minute Miracle de tempos em tempos e falei dele neste vídeo aqui. 

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[Vídeo] Críticas no namoro: pode falar da aparência do parceiro (a)?

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Ter um relacionamento transparente e cheio de cumplicidade é maravilhoso, mas só quando esses dois ingredientes vem acompanhado de um terceiro: respeito. Tem muita gente que se aproveita da suposta intimidade para falar o que quer e até o que não devia para o outro e, sinceramente, não é legal.

Para falar desse tema, convidei a Pamela Rebelo, que também tem canal no Youtube, para um papo divertido. Tentamos responder a pergunta: pode criticar a aparência do respectivo (a) num relacionamento? Como fazer isso? Tem limite? Resposta: tem limite sim! Assiste e aproveita para se inscrever no canal também! 

e mais!

Além do vídeo de hoje, na semana passada fui eu quem dei uma passadinha pelo canal da Pam. Respondemos uma tag divertidíssima juntas, chamada “Would you rather?”, que nada mais é que “o que você prefere?”. Respondemos altas perguntas malucas, tipo: tomar um copo de suor ou comer um sanduíche de pelos? >.<

Bom para descontrair depois do ~drama~ do primeiro vídeo! haha

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Look do dia: me rendi às botas over the knee

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Para ver mais looks, navegue pela tag.

É muito difícil eu me render a uma tendência que exija mais do “bolso”, se é que me entendem… Tenho há muito tempo a prática de investir mais dinheiro apenas em peças que valem a pena a longo prazo e me recuso a pagar caro por modinhas passageiras, até porque boa parte do que a gente compra não vale o custo que da etiqueta.

Por isso, mesmo sendo loucamente apaixonada por botas, só deixei esse meu costume de lado e abracei a tendência over the knee quando percebi que eu realmente poderia tirar um ótimo proveito delas, tanto nesse inverno quanto no próximo e quem sabe mais. Sim, eu realmente confio que elas vão durar e voltar de tempos em tempos. Fora isso, não tenho o menor problema em usar botas no calor. Mesmo longas. hehe As dezenas de looks já selecionados no Pinterest também provam que elas vão ser hitmaker no meu armário.

Demorei para escolher qual seria a escolhida: equilibrar preço, cor, tipo do cano e altura do salto foi difícil, mas achei esta da Ramarim finalmente. Comprei online e só me apaixonei mais ainda quando vi ao vivo. O salto tem menos de 7cm, é grosso e confortável, e a cor é um marrom escuro, mais neutro que um caramelo e que um cinza, mas diferente do pretão tradicional (já tenho uma montaria ótima assim e não queria repetir a cor).

Estreei as botas no dia da festa do Youtube, que contei com mais detalhes aqui neste post, e agora mostro as fotos para vocês, devidamente registradas em alguns dos cenários expostos lá! Quem quiser conhecer as peças, os links estão nos créditos.

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Regata: Dafiti Fash
Legging de couro fake e camurça: Forever 21
Bota: Ramarim (comprei na Dafiti também)
Bolsa: Luz da Lua (antiiiga!)
Bracelete: artesanato ~hipster~ de NY

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[Vídeo] #Geek Girls: Minhas nerdices favoritas e mais!

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Há algum tempo entrei para um grupo aberto super legal do Viber chamado Geek Girls! Lá eu e várias outras meninas incríveis conversamos sobre games, seriados, filmes e nerdices em geral, e você pode ser uma mosquinha e acompanhar toda nossa conversa ao vivo.. Dá uma busca aí para encontrar a gente, é rapidinho! <3

Para expandir nossos horizontes, criamos uma tag bem legal para contar quais são os nossos favoritos nesse mundo gamer-tech e, é claro, se você curtiu pode responder no seu canal também! Vou deixar as perguntas todas depois do pulo.

Dá o play aí e me conta: qual seu item geek favorito? 8) Aproveita e se inscreve no canal também!

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Links que valem o share: semana #87

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10. Multishow vai exibir “Ru Paul’s Drag Race” no Brasil

9. Desvende as etiquetas de composição das roupas e não compre gato por lebre

8. Piercing, barba e camiseta: o novo jornalismo da Globo

7. Teste sugere qual o próximo passo você deveria dar entre quatro paredes

6. A casinha humilde de Robert Pattinson em Hollywood

5. Editora de moda se vestiu como Kim Kardashian por uma semana (e conta como foi)

4. Fifa 16 terá atletas femininas pela primeira vez na franquia

3. Os novos emojis tem uma “D.R.” (em inglês)

2. Como discutir com uma feminista sem ser babaca

1. “Geração Y e os empregos de merda”, por Edson Castro

O happy hour de 10 anos do Youtube

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Quantas vezes você encontra Kéfera, Castanhari, Bruna Vieira, MariMoon, PC Siqueira, Tavião, Indiretas do Bem, Pathy dos Reis, Jacaré Banguela e tantos vários outros num mesmo recinto? Acho que raramente! Talvez só mesmo na aba do navegador. E foram justamente essas estrelas da internet que vi todas juntinhas, ao vivo e a cores, se divertindo do meu ladinho no happy hour de 10 anos do Youtube.

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#FelizYoutube

A festa estava realmente lotada de gente bacana e o Youtube Space é um espaço e tanto. Além de eventos como este, o espaço sedia cursos livres para criadores de conteúdo e tem uma programação bem intensa. Quem tem canal e gostaria de participar, pode ficar de olho na agenda, se inscrever no site e torcer – os workshops são gratuitos e bem concorridos.

Quando fiquei sabendo do evento, fui rapidinho ver como eu poderia participar. Para mim, era importante estar presente não apenas para ver de perto estas pessoas, conversar com gente nova e rever amigos antigos, mas também para reforçar para mim mesma que, sim, agora eu invisto no Youtube de verdade.

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Tá todo mundo disfarçado, mas juro que estão aí Bruna Vieira, Jéssica e Ariane do Indiretas e euzinha

e o quanto isso demorou…

Para quem não sabe, antes de abraçar a ideia de ter um canal, eu sofri durante anos. E quando eu digo durante anos, não é exagero. Meu endereço está aí há uma boa quantidade de tempo, embora muita coisa eu já simplesmente tenha tirado do ar porque já não faz mais sentido.

O canal antes era simplesmente uma “conta” em que eu ia postando coisas aleatórias, desde o gato correndo no corredor de casa até algum vídeo feito durante a faculdade. O tempo passou e a minha própria formação em Rádio e TV me fez colocar o pé no freio. Como eu, afinal, ia ser capaz de publicar um conteúdo que, em resumo, não fazia jus à minha própria graduação? Esse dilema me perseguiu muito.

Um bom vídeo custa caro. Simplesmente custa. Cote um equipamento profissional, chame um operador profissional, alugue iluminação e contrate um editor para saber do que estou falando. Peça um orçamento a uma produtora. É caro e ponto final. Porém, aparentemente a “Internet” não se importa com isso.

Enquanto eu coçava a cabeça com o diploma no bolso e fazendo vídeos profissionalmente em horário comercial, estrelas da telinha do computador foram pra televisão, gente da televisão viu que precisava ir para internet e aparentemente fazer vídeo do seu quarto, com a luz e a câmera que dá, não é nem de longe um impedimento para ser bem-sucedido e fazer coisas bacanas. Alguns chamam de espontaneidade. E quem não gosta disso?

Eu gosto. E foi assim que resolvi que ia deixar caladinho o diabinho dos dilemas para ser feliz abraçando a espontaneidade e falando de frente para uma câmera, minha verdadeira paixão. Um dia, quem sabe, terei a tal equipe e equipamento dos sonhos. Ou, sei lá, quem sabe eu mude completamente de ideia.Só sei que, enquanto isso, toda semana tem vídeo mesmo assim. :)

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ps: já fazendo a ~Furiosa~ e louca pra voltar e gravar qualquer coisa nos cenários animais deles! kkk