[Vídeo] A coleção de Kim Kardashian para a C&A e o que eu comprei

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A coleção especial de Dia dos Namorados de Kim Kardashian para a C&A gerou furor inenarrável com a passagem da mulher pelo Brasil. Kim ficou pouco mais de 24 horas em São Paulo e causou muito mais do que a quantidade de peças da kollection. Ao todo são 20 peças com preços bem amigos e estilo que você já conhece: justo, sensual, revelador e clean.

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Kim Kardashian na coletiva de imprensa em São Paulo

Depois de acompanhar esse bafáfá de perto, sentei com calma em casa e desbravei minha sacola de compras além de contar o que achei das peças no lugar mais imporante: no provador. E de frente (e de costas) para o espelho. Quer ver os vídeos antes? Inscreva-se no canal! ;)

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Links que valem o share: semana #85

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1.O que o guru do viral sabe que ninguém mais sabe?

Jungle: a banda que você precisa ouvir – e ver só se quiser

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Imagem, superexposição, mais imagem. Vídeos. Virais. Imagem. Imagem é tudo para quase todas as áreas do entretenimento atual, até mesmo para a música que, coitada, vive uma repetição de clichês e personalidades sonoras simplesmente porque vende bem. É quase um dilema “tostines”: a imagem é importante para vender mais ou vende mais porque a imagem é super explorada? Dois amigos de infância resolveram quebrar este paradigma e esta semana deram um rasante pelo Brasil mostrando no palco o que descobriram.

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J. e T.: sucesso sem fama

Jungle é a banda formada pela dupla J. e T. (ou mais precisamente Josh Lloyd-Watson e Tom McFarland) e por mais 5 integrantes que fazem a magia soul-funk-eletrônica acontecer no palco. Vi de perto o show em São Paulo esta semana e me encantei com o trabalho dos vizinhos de porta de Londres que esconderam sua identidade por algum tempo.

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a Jungle completa

Acontece que J. e T. quiseram começar um experimento e tanto em 2013: mostrar que a música pode sim funcionar por si só e não ficar na dependência da personalidade de um frontman. Por isso mesmo, os rapazes conseguiram se manter misteriosos por algum tempo, mesmo com as visualizações de seus clipes passando da casa dos 6 dígitos.

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O look do dia que não tem rosto

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Se roupas são um excelente meio de expressão para pessoas, pessoas são também cabides com excelente expressividade para acompanhar as roupas. Mas e se o “cabide” perdesse sua principal forma de expressão e fosse apenas um suporte para o que as roupas podem ser? Será que elas ainda assim carregariam algum tipo de expressividade? De sentimento?

A fotógrafa alemã Guda Koster publicou uma série de fotografias em que ela desafia a forma como usamos roupas e escancara que às vezes o que sentimos transparece na escolha do inofensivo “look do dia”. Você pode sorrir o quanto quiser: uma bad vibe pode estar nos trajes mesmo assim. Não é à toa que uma roupa alegre pode acabar influenciando positivamente um dia meia boca.

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Dá pra ser feliz no trabalho assim?

Guda faz todo trabalho sozinha: planeja o styling, registra as imagens usando o timer da câmera e faz do próprio corpo uma espécie de tela para estranhas esculturas. Algumas das minhas imagens favoritas:

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“Entre abelhas”: o surreal está mais perto do que parece

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O filme parece começar como um episódio do Porta dos Fundos na tela grande. Fábio Porchat, check. Luis Lobianco, check. Marcos Veras e Leticia Lima, check. Ah, sim, é um episódio das antigas? Não, passa longe disso, embora a plateia se esforce para rir em todas as oportunidades possíveis.

Fábio Porchat em "Entre Abelhas"

Fábio Porchat investiga quem não enxerga mais em “Entre Abelhas”

Somos apresentados a Bruno, este editor de vídeo que parece ter levado uma vida pacata até o momento. Ele não é particularmente alegre ou particularmente depressivo. Seria assim o famoso cara normal, mas como se separou recentemente, é claro que está mal, como sua mãe resume rapidamente para o espectador tão desatento quanto o personagem pode ser. Acontece que, após uma noitada daquelas, o rapaz começa a não ver mais as pessoas. Ele não vê, não ouve, não percebe. E passa boa parte do filme investigando o porquê.

Em filmes como “Todo Poderoso” ou “Show de Truman”, o sonho de uma outra geração é realizado. O personagem ganha super poderes e pode influenciar todas as pessoas, ou então entra em crise por se sentir observado e julgado o tempo todo. Passando longe de Jim Carrey, Porchat encarna o isolamento social moderno, em que cada um está sentado no topo de seu próprio iceberg e nada pode chegar até lá. O jejum de gente do protagonista só é quebrado com e-mails ou mensagens escritas. Alguma semelhança com a vida que a gente já leva?

Fábio Porchat em "Entre Abelhas"

Enfim, sós.

Embora seja curtinho (dá para sair do cinema querendo mais), o filme joga na mesa essa questão delicada do ficar sozinho na multidão antes de rodarem os créditos. Nenhum homem é uma ilha, mas quem disse que precisa passar pela experiência surreal de não ver as pessoas para ficar imune a tudo o que acontece ao seu redor? Ninguém jamais desejou chegar a este ponto, ao contrário dos sonhos com superpoderes, mas é para onde caminhamos estranhamente, num caminho (talvez) sem volta.

Para quem já sofre de ansiedade em ocasiões sociais e se pergunta se dá para viver total e completamente sozinho para não passar mais por isso, a resposta está no longa e não é das mais animadoras: aparentemente, só é bom estar sozinho quando você está no controle. É um filme que vai fazer você dar mais “bom dia!” para quem às vezes já é invisível: porteiro, cobrador, garçom, caixa do mercado…

ps: para quem procura comédia, vale por na agenda. O filme do “Porta” estreia no fim do ano, ainda sem data confirmada.

Reciclando o armário: doar, vender ou mandar direto para o lixo?

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closet incrível de Aimee Song do “Song of Style”

O clima virou, o calor abrandou e já tem muita gente buscando os casaquinhos e jaquetinhas no fundo do armário. elo menos em São Paulo, o outono já deu as caras e estamos com os dois pés numa das estações mais gostosas do ano!

Além de ser uma ótima época para dar aquela chacoalhada na ordem dos fatores desta grande equação que é o guarda-roupa, há também motivos nobres em jogo: em maio começam as tradicionais campanhas de arrecadação de agasalhos. Várias cidades de todo o país já começaram seus mutirões para receber doações e você com certeza pode ajudar.

Outra opção super interessante é também vender algumas peças. É claro que você pode doar tudo sempre que quiser, mas em tempos de crise, vender ou trocar com as amigas pode ser bem vantajoso, especialmente quando o item tem vida útil “fashion” mais longa. 

+ Leia mais: 5 motivos para fazer uma limpeza no guarda-roupa

 

doar ou vender, eis a questão!

Se for doar, saiba que é importante SIM que as peças estejam em bom estado. Isso não significa que é preciso que a cor de um moletom esteja 100%, mas sim que não dá para doar sapatos furados, se é que me entendem. Quem receber a peça, precisa ainda conseguir aproveitá-la, se não por sua beleza, pelo menos por sua funcionalidade. Se o moletom aquece e o sapato protege os pés, ótimo. Se não, lixo.

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