[VLOG] 30 Coisas antes dos 30 anos

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Faltam menos de três anos para eu completar os famigerados 30 anos e resolvi listar as coisas que eu gostaria de fazer antes de sair do clube dos 20 – até porque, a gente precisa focar nas coisas boas do amadurecimento, uma vez que a sociedade e, basicamente, todo-mundo cansam de dizer o quanto é ruim ficar velho. Se você é mulher, então, a cobrança é pior ainda.

Tem tatuagem, viagem para lugar exótico e alguns itens de evolução pessoal também. Espero que divirtam-se comigo! Antes de dar o play, inscreva-se no canal e receba os vídeos primeiro! ;)


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10 anos de blog no ar, sobre o canal no Youtube e outras curiosidades

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Parece que foi ontem, mas não: já se passaram 10 anos desde que este blog nasceu. Surreal, né? Falei sobre isso, sobre a iniciativa do canal no Youtube – e o quanto é trabalhoso! – e também respondi mais algumas coisinhas que a galera me mandou nas redes sociais!

Agora uma dúvida sincera: alguém aí acompanha o blog desde esse começo? hahaha Antes de dar o play, inscreva-se no canal e receba os vídeos primeiro! ;)


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Designers fazem arte para conscientizar sobre a Doença de Parkinson

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Talvez você conheça alguém que tem Parkinson, talvez você não saiba muito sobre a doença ou talvez você tenha tido uma noção do que se trata com o bom filme “Amor e outras drogas” (2010), em que Anne Hathaway vive uma jovem enfrentando os primeiros sintomas de Parkinson.

A doença, mais comum entre os idosos, atinge pelo menos 1% da população acima dos 60 anos e, apesar do nome ‘famoso’, é conhecida apenas de forma rasa pela população em geral. Para ampliar a consciência da sociedade e reduzir o preconceito, no Dia Mundial da Doença de Parkinson (11 de abril) a campanha #EscrevaParaLutar no Brasil encoraja pacientes da comunidade a se expressarem sobre seu dia-a-dia e sobre o tratamento.

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Entre as iniciativas da campanha, também está o convite para que designers, ilustradores e qualquer pessoa online baixem a fonte que tem como base a linda letra de uma paciente com Parkinson. Sonia trabalhou como professora por mais de 30 anos e usou sua letra para educar e se comunicar, até que teve a carreira afetada pelo preconceito em torno da doença. Uma pena, não é mesmo?

Os trabalhos dos designers atentam para o problema, ao mesmo tempo que    mostram a delicadeza da situação, graças à letra da ex-professora, agora transformada em fonte e sem fronteiras para que todos possam usar.

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arte de Doug Lira

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por Gustavo Dallegrave e Gustavo Orsati

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por Lucas Cordeiro

Para conhecer mais sobre a campanha, baixar a fonte e também ver a história de Sonia, recomendo uma passadinha no site da campanha “Escreva para Lutar”. 

Links que valem o share: semana #111

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10. Marca lança tecido que promete ser mais preto que o preto

9. “Game of Thrones”: Emilia Clarke comenta nudez de Jason Momoa

8. Como a aparência de uma mesma garota muda nos provadores de 11 lojas diferentes

7. Maquiagem de contorno para as pernas – oi?

6. A linha de vestidos de noiva da Asos

5. Batata doce de microondas e os benefícios dessa comida

4. E se as princesas Disney fossem personagens do Carreta Furacão?

3. Truques do Spotify para testar hoje

2. Rihanna está vindo para o Brasil entre setembro e outubro

1. Quando ser saudável não é saudável

Tá faltando homem? Afinal: por onde andam os heteros interessantes?

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Não é de hoje que as mulheres solteiras sofrem com a constante sensação de que tá faltando homem no mercado. Fora o IBGE que deixa claro que existem bem mais moças que rapazes no país, a sensação é de que está cada vez mais difícil encontrar alguém bacana para conversar. Eu, que já não sou solteira faz tempo, tive esse papo recentemente e a real é: as minas não sabem nem onde estão os caras interessantes. Tem que ir aonde pra encontrar alguém: balada? Barzinho? Festival de música? Tinder ainda vale a pena? Dá pra conversar com esses caras por mais de cinco minutos?

Para discutir esse assunto e ajudar as migas, mergulhei no assunto ao lado do meu amigo Edson Castro do Manual do Homem Moderno. Espero que vocês curtam o vídeo tanto quanto a gente!

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Eu treino, e daí? Sobre musculação para mulheres, preconceitos e afins

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Desde que eu comecei a treinar pra valer na musculação em 2013, eu nunca mais larguei. Quem me segue há algum tempo já deve saber disso! O legal é que essa experiência acaba de completar três anos e posso dizer que já evoluí bastante no meu treino e condicionamento. Mas não foi só isso que mudou: também passei a ouvir comentários diferentes e um julgamento alheio no mínimo esquisito.

Conforme meu treino passou a ser mais complexo, notei que há sim um olhar diferente para as meninas que treinam para valer – e ele geralmente não é positivo. Convido vocês para assistir o vídeo de hoje e também para debatermos juntas a questão: afinal, por que tanta gente vê problema numa mulher treinar?

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