Cerveja de mulher é a que ela quiser!

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No primeiro vídeo de 2017, quero propor uma conversa sobre o quanto nós mulheres curtimos cerveja e o porquê das marcas ainda não reconhecerem isso de forma legítima. Ou pior: tentarem “reconhecer” de formas tortas, lançando produtos que pressupõem que mulher só gosta de cerveja leve, pouco alcoólica e afins. Afinal, cerveja forte é pra macho, não é mesmo? NÃO! 

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Vamos falar sobre isso e um pouco mais! Vem ver o vídeo e compartilha com suas amigas que também adoram uma cerveja gelada – nesse calor então…! Que delícia! Só lembrando: quem se inscreve no canal recebe os vídeos primeiro! ;)

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Links que valem o share: semana #129

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10. Dois bots estão conversando ao vivo há dias

9. 5 lanchinhos leves para o verão

8. “Girlboss”: nova série fashion da Netfix tem primeira imagem divulgada

7. O novo bordão de 2017: “Eu sou uma pessoa cara”, by Vera Fischer

6. Quatro truques de beleza improvisados para adotar para a vida

5. As marcas de moda praia não querem mais que a gente tome sol?

4. Planners minimalistas lindíssimos para imprimir e se organizar 

3. Um aulão pra entender o mangá, o anime e o filme de “Ghost in The Shell” que vem aí

2. Por que fazer coaching mudou minha vida?

1. Tutorial: afinal, o que são e o que fazem as Kardashian?

Música para treinar: as favoritas de 2016 para ouvir no repeat

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2017 começando e eu sei que aí no meio da sua listinha de desejos para o ano está o famigerado “entrar na academia” ou então “começar a correr”. Pois bem: deixe-me ser sua guia oferecendo algumas deliciosas músicas que me acompanharam o ano todo de treinos em 2016! São mais de duas horas de música eletrônica e hits do pop bem animados para dar ritmo na corrida e não deixar você enrolando na sala de musculação!

Para mais histórias da minha experiência com dieta, academia e para encontrar outras playlists, dá uma navegada na tag ‘academia’! Depois é só dar o play e ir treinar que a vida só melhora – já são anos nessa e eu juro que é verdade! ;)

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foto via Shutterstock

 

Links que valem o share #128: leituras para começar o ano melhor!

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10. As boas do fim de ano em São Paulo

9. Como passar a comprar roupas de uma maneira mais eficiente em 2017

8. As tendências de social media para 2017

7. Os nudes que você perdeu (ou quer rever) de 2016

6. 3 técnicas para se manter mais focada em 2017

5. Calendários de 2017 para imprimir e se organizar

4. Para se inspirar: novos livros de mulheres incríveis

3. Uma retrospectiva pop de 2016 para ver no óculos de realidade virtual

2. O horóscopo de Susan Miller para 2017

1. 2017: o início de um ciclo de 36 anos para a humanidade

Uma listona de coisas para lembrar de 2016: a internet, a música, a cultura pop e além

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 2016 foi um aninho daqueles, mas será que alguma coisa salva? Vamos fazer aquela retrospectivona para descobrir: qual foi a hashtag mais usada? As músicas que tocaram até enjoar? E, principalmente, qual o maior meme do ano que você respeita? A seguir!

O MELHOR DO MELHOR (OU NÃO) DE 2016

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1. Memes tipo exportação

Chegamos ao nosso ápice cultural: exportamos os memes de Nazaré Tedesco para o exterior com louvor! Também caprichamos inventando gifs legendados para melhor contar nossos dilemas astrológicos. Tempo livre demais? Talvez. E nem vem com o “pir qui vici ni imidirici”: culpa da crise, tá?

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2. Um #love para Selena Gomez no Instagram

Selena Gomez se tornou a rainha absoluta do Instagram, a rede social queridinha (ainda que problemática) que saiu engolindo tudo – inclusive o Snapchat. Selena é a usuária mais seguida, com 105 milhões de fãs, dona do vídeo mais visto e certamente ajudou a bombar a #love, a hashtag mais usada em 2016.

hostess vibes. Happy 4th everyone!

Um vídeo publicado por Selena Gomez (@selenagomez) em

 

3. Snapchat, Youtube e influenciadores digitais profissionais

Mesmo tomando uma rasteira do concorrente Instagram, o Snapchat ainda foi o aplicativo grátis mais baixado em 2016. Do outro lado do mundo do vídeo, o Youtube mais uma vez deitou e rolou em seus números, mesmo tendo deixado muitos criadores irritadíssimos, especialmente na segunda metade do ano. Foram meses de Youtubers reclamando que seus fãs não eram notificados e visualizações declinando. Ainda assim, foi o ano que muita gente conheceu o termo “digital influencer” e muitos saíram se auto-denominando assim. #polêmicas! Quem te influenciou digitalmente esse ano? Você concorda com as modinhas do ano do vídeo “flashback” do Youtube?

 

4. Um ano de feminismo

E de infindáveis discussões, textões, problemões e situações públicas em que a gente só vê que precisa, sim, de feminismo. Fora isso, foi o ano em que muitas mulheres públicas infelizmente preferiram dizer que “buscam e lutam pela igualdade entre gêneros, mas não são feministas”. Vou deixar só um recado, infelizmente dado por um homem, mas que é ótimo e pode, sim, nos ajudar. Com vocês, o sempre ótimo Aziz Ansari:

5. As músicas que bombaram todas reunidas

Esse casal fez um videozão com um cover das músicas mais tocadas do ano. Em 2016 também muita gente viu valor no menino Justin Bieber, Beyoncé botou o bastão na mesa (e rendeu esse vídeo ótimo das pessoas ‘descobrindo’ que ela é negra) e também foi quando a sofrência deliciosa de Lady Gaga saiu do armário. Ah é: tem também quem tenha se apaixonado pelo ‘feminejo’.

6. Temos que pegar: “Pokémon Go”, o campeão de buscas

Quantos assaltos e quantas amizades não aconteceram graças a Pokémon Go, não é mesmo? Até sua tia-avó entendeu do que se tratava, provando que o mundo dos jogadores não tem (nem precisa ter) fronteiras. A febre durou pouco – você ainda joga? Ainda tem instalado? -, mas foi tempo suficiente para o termo ‘Pokémon go’ ser o mais buscado do ano por brasileiros.

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7. O fim do conto de fadas

Se no noticiário político a coisa estava preta, nem as páginas de entretenimento e celebridades salvaram. Teve separação de todo tipo de casal, de Angelina Jolie e Brad Pitt até Fátima Bernardes e William Bonner. Na gringa, o processo de divórcio de Amber Heard e Johnny Depp também foi pesado e ela revelou ter sido agredida pelo ator em diversas ocasiões. Dá para separar o artista de quem ele é na vida pessoal? Essa pergunta passou pela cabeça de muita gente. Enquanto isso, a opinião pública sobre Amber continuou mostrando porque precisamos de mais empatia, igualdade e, enfim!, feminismo.

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8. Cinemão e cineminha

Leonardo Di Caprio ganhou, finalmente, seu primeiro Oscar e levou a internet à loucura. Ao mesmo tempo, a premiação foi extremamente criticada por não ter indicado atores negros. Também outro ano em que os super heróis dominaram as telonas, mas outros gêneros cresceram um bocado. Fazia tempo não havia uma oferta tão grande de filmes de terror, o mais puro escapismo. Ao mesmo tempo, ficção científica está de volta e bem forte – o excelente “A Chegada” é prova disso. Se a tendência vai ter fôlego para um 2017 cheio de roteiros do gênero, é outra história. No Brasil, a polêmica girou em torno do excelente filme “Aquarius” e sinceramente acredito que o filme sofreu um bocado com o entorno político. Independente da sua posição, vale ser visto – mesmo que seja para odiar a protagonista, magistralmente interpretada por Sonia Braga.

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9. A TV vai bem, obrigado…

Se as emissoras brasileiras estão amargando e tentando se reinventar (Jô vai ou Jô fica?), o aparelho da sua sala nunca teve tanta coisa boa para reproduzir e continua firme e forte. Netflix se consagrou com “Stranger Things”, a série que levou em conta todo conhecimento do sistema sobre o usuário para criar um roteiro irresistível, e mostrou o quanto estamos interessados em saber no que estamos nos tornando com as distopias não tão distantes de “Black Mirror”. Em outro canal, “Westworld” mostrou mais uma vez que a HBO não brinca em serviço. O canal também foi o responsável por uma das cenas de ação mais incríveis já produzidas para a TV em “Game of Thrones”. O making of é imperdível:

10. A festa no andar de cima

Como não falar das perdas? Este aninho de número 9 levou muitos dos bons, inclusive David Bowie, Prince, George Michael e a inesquecível Princesa Leia, Carrie Fisher. Sentiremos saudades e obrigada por tudo. :'(

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Como foi minha primeira aula de crossfit?

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É impossível se manter alheio ao crescimento da #famíliacrossfit. Quer dizer, se você usa o Instagram, certamente já viu fotos de grupos inteiros sarados, suados e treinando com belos cachorros ao lado. Se você mora numa grande cidade como São Paulo, além das fotos você já deve ter visto a quantidade de boxes de crossfit que se espalham sem freio pela cidade. Ah é, eles têm esse nome: ‘boxes’. Todos sempre lotados de gente treinando e, em alguns dias, até correndo e dando berros e voltas pelo quarteirão carregando uns troços pesados. Mas o que raios é isto?

Eu que já treino há bons anos, como vocês sabem (inclusive estou devendo uns updates aqui, mas vamos por partes), já imaginava do que se tratava e ainda morria de curiosidade. Crossfit é uma espécie de treino funcional super intenso que também mistura rotinas de força vez ou outra, por isso em todo box você tem barras, anilhas e objetos variados que parecem ter saído de uma sala de musculação comum. O treino nunca é igual: cada dia uma proposta e com elementos de “gamificação”. O timer fica rolando no fundo, você tenta concluir o mais rápido possível e se estimula a bater metas pessoais, além de acabar rolando um desafio entre os coleguinhas de turma.

Embora eu tenha ido numa aula teste com outros youtubers amigos e tudo tenha sido super legal, é um ambiente bem competitivo e heteronomativão, o que pode ser estimulante para muitos, mas pode também ser um motivo para afastar outros. Mesmo assim, acho que é o tipo da coisa que só se descobre testando! Por isso, fui lá fazer o teste na Movimentum Crossfit, na Santa Cecília em São Paulo, e matei um pouco da minha curiosidade!

crossfitfail

tentando pular a caixa  – mas teve um final feliz! Veja no vídeo abaixo! 

No vídeo vocês acompanham meus fails e desafios da aula – que foi mais curtinha e mais simples que um treino normal – mas ainda assim pesadinha. Suei de verdade e achei muito bom, realmente quero integrar isso na minha rotina de treinos, fazer crossfit uma ou duas vezes na semana, quem sabe? Só continuo não acreditando que “todo mundo possa fazer crossfit”, opinião que eu já tinha antes mesmo de fazer a aula. Vários professores dizem que todos estão aptos, mas ainda acredito de verdade que uma pessoa muito acima do peso ou sedentária pode se lesionar facilmente ou realmente não aguentar a intensidade do treino e passar mal. Enfim, vamos ao vídeo! ;)

 

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