Emojis invadem Nova York

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Se a geração da internet paleozóica pode se orgulhar por ter sido a primeira a usar gifs, a geração já mobile tem um grande trunfo nas mãos: os emojis. Não conseguimos mais conversar com os amigos sem usar os símbolos, que não são só fofos e bem-humorados, mas muitas vezes nos poupam de muitas palavras (aquela cara de tédio é maravilhosa). E não, não vale só mandar um coração quando você não tem nada a dizer, porque é chato.

O diretor de arte do Brooklyn Brad Warsh resolveu fazer um projeto com o quanto esses desenhinhos já estão nas nossas vidas e transformou várias fotos do cotidiano de Nova York! O resultado é demais e ganhou até hashtag no insta: #emoji_irl. Dá pra fazer em São Paulo, hein? ;)

 

dancinha no fim de tarde! Happy hour alguém?

O teleférico de Rooseveld Island de outro jeito

ovos no brunch de domingo

camelando no metrô. quem nunca?

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Teste transforma seu instagram em sorvete - de verdade!

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icecream_girlsfoto via Shutterstock

Como amante incondicional de sorvete (quem assistiu meu “50 fatos” sabe!), fiquei encantada com a ferramenta lançada pelos sorvetes americanos Talenti Gelato. Na campanha chamada “Flavorize Me”, o sistema analisa suas redes sociais para determinar que sabor de sorvete você seria - e alguns sorvetes vão ser feitos de verdade!

gelatodesign

O sistema olha seus posts e procura notas doces, apimentadas, amargas, salgadas e azedas para determinar seu sabor de sorvete. O mais legal disso tudo é que os sabores mais gostosos vão ser produzidos de fato pela sorveteria e serão colocados a venda. Não é o máximo? Só é uma pena se a campanha ganhar o mundo e os sorvetes eleitos não estarem no país pra presenciar. rs

Analisando meu Facebook e Instagram, peguei uns sabores bem estranhos e o sistema até pediu desculpa pelos “ingredientes” esquisitos, mas aposto que as meninas que adoram publicar #love nas fotos vão conseguir uns chocolates maneiríssimos. rs Vale o teste!

gelato_self

Selfies de Kim Kardashian no museu

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Kim Kardashian cruzou a fronteira do kitsch quando decidiu levar suas selfies para um livrinho digno de mesa de centro para uma sala de estar +18. Enquanto Lena Dunham falou que o livro era uma ferramenta e tanto de empoderamento, ela mesma disse essa semana que não se importa se as imagens que tira a objetificam: elas também a tornam mais poderosa. Se depender da internet, o poder não acaba tão já mesmo.

Esse tumblr Kim At The Museum levou o livro da Kardashian-mór para diversos museus e fez novas fotos simplesmente sensacionais com a musa da mídia misturada à “arte de verdade”. O tumblr foi criado pela agência Sid Lee, de NY, e não fica claro se tem dedo da Kim aí ou se foi só um passatempo dos criativos entre um cafezinho e outro.

Gostando ou não da mulher, há de se admitir que a intervenção com o livrinho ficou bem sensacional:

kimmuseu

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Esse é o melhor vídeo de avião que você pode ver sem viajar

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Já fiz viagens com algumas companhias aéreas diferentes para o exterior e é difícil alguma conseguir marcar de verdade. Geralmente, a gente só lembra das empresas por motivos negativos - mal atendimento, vôo atrasado ou cancelado, bagagem perdida e afins. E aí, obviamente, a gente jura nunca mais voar com ela e fim de papo.

Difícil mesmo é uma companhia te marcar por um motivo bom. Creio que depois da comidinha e do “open bar de sorvete” da Airfrance (que me salvou de um vôo péssimo, aliás), a única outra companhia que me marcou pra valer foi a Delta. E pelo motivo mais inesperado do mundo: o vídeo de segurança da empresa. Esse aqui:

 

Depois de outros vôos com eles, percebi que a empresa faz questão de usar o humor a seu favor e simplesmente me apaixonei pela última “superprodução” da companhia, que vi sem sair de casa esta semana, dado o tanto que o vídeo viralizou - já na casa dos 7 dígitos.

muitas saídas, super seguro

Apelidado de “o video se segurança mais internet de todos”, ele traz um gazilhão de referências a memes e virais e tem direito a finais alternativos remixados pelo maníaco do liquidificador do “Will It Blend?”. Coisa mais maravilhosa:

Much safety!

Adoraria ver esse vídeo no avião pra ficar olhando pro lado feito louca e ver quem tá pescando as referências. Tipo: “gente, vocês entenderam a piada? Não? Meu deus, que mundo vocês vivem?”. Pode não ser o melhor vôo da sua vida, mas certamente começa bem engraçado.

Falando nisso, como não rir se passarem esse outro vídeo com espírito anos 80 em que absolutamente nenhum passageiro sabe o que é Internet, muito menos wi-fi? :P

Jungle: a banda que você precisa ouvir - e ver só se quiser

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Imagem, superexposição, mais imagem. Vídeos. Virais. Imagem. Imagem é tudo para quase todas as áreas do entretenimento atual, até mesmo para a música que, coitada, vive uma repetição de clichês e personalidades sonoras simplesmente porque vende bem. É quase um dilema “tostines”: a imagem é importante para vender mais ou vende mais porque a imagem é super explorada? Dois amigos de infância resolveram quebrar este paradigma e esta semana deram um rasante pelo Brasil mostrando no palco o que descobriram.

J. e T.: sucesso sem fama

Jungle é a banda formada pela dupla J. e T. (ou mais precisamente Josh Lloyd-Watson e Tom McFarland) e por mais 5 integrantes que fazem a magia soul-funk-eletrônica acontecer no palco. Vi de perto o show em São Paulo esta semana e me encantei com o trabalho dos vizinhos de porta de Londres que esconderam sua identidade por algum tempo.

a Jungle completa

Acontece que J. e T. quiseram começar um experimento e tanto em 2013: mostrar que a música pode sim funcionar por si só e não ficar na dependência da personalidade de um frontman. Por isso mesmo, os rapazes conseguiram se manter misteriosos por algum tempo, mesmo com as visualizações de seus clipes passando da casa dos 6 dígitos.

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O look do dia que não tem rosto

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Se roupas são um excelente meio de expressão para pessoas, pessoas são também cabides com excelente expressividade para acompanhar as roupas. Mas e se o “cabide” perdesse sua principal forma de expressão e fosse apenas um suporte para o que as roupas podem ser? Será que elas ainda assim carregariam algum tipo de expressividade? De sentimento?

A fotógrafa alemã Guda Koster publicou uma série de fotografias em que ela desafia a forma como usamos roupas e escancara que às vezes o que sentimos transparece na escolha do inofensivo “look do dia”. Você pode sorrir o quanto quiser: uma bad vibe pode estar nos trajes mesmo assim. Não é à toa que uma roupa alegre pode acabar influenciando positivamente um dia meia boca.

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Dá pra ser feliz no trabalho assim?

Guda faz todo trabalho sozinha: planeja o styling, registra as imagens usando o timer da câmera e faz do próprio corpo uma espécie de tela para estranhas esculturas. Algumas das minhas imagens favoritas:

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