Jungle: a banda que você precisa ouvir – e ver só se quiser

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Imagem, superexposição, mais imagem. Vídeos. Virais. Imagem. Imagem é tudo para quase todas as áreas do entretenimento atual, até mesmo para a música que, coitada, vive uma repetição de clichês e personalidades sonoras simplesmente porque vende bem. É quase um dilema “tostines”: a imagem é importante para vender mais ou vende mais porque a imagem é super explorada? Dois amigos de infância resolveram quebrar este paradigma e esta semana deram um rasante pelo Brasil mostrando no palco o que descobriram.

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J. e T.: sucesso sem fama

Jungle é a banda formada pela dupla J. e T. (ou mais precisamente Josh Lloyd-Watson e Tom McFarland) e por mais 5 integrantes que fazem a magia soul-funk-eletrônica acontecer no palco. Vi de perto o show em São Paulo esta semana e me encantei com o trabalho dos vizinhos de porta de Londres que esconderam sua identidade por algum tempo.

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a Jungle completa

Acontece que J. e T. quiseram começar um experimento e tanto em 2013: mostrar que a música pode sim funcionar por si só e não ficar na dependência da personalidade de um frontman. Por isso mesmo, os rapazes conseguiram se manter misteriosos por algum tempo, mesmo com as visualizações de seus clipes passando da casa dos 6 dígitos.

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O look do dia que não tem rosto

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Se roupas são um excelente meio de expressão para pessoas, pessoas são também cabides com excelente expressividade para acompanhar as roupas. Mas e se o “cabide” perdesse sua principal forma de expressão e fosse apenas um suporte para o que as roupas podem ser? Será que elas ainda assim carregariam algum tipo de expressividade? De sentimento?

A fotógrafa alemã Guda Koster publicou uma série de fotografias em que ela desafia a forma como usamos roupas e escancara que às vezes o que sentimos transparece na escolha do inofensivo “look do dia”. Você pode sorrir o quanto quiser: uma bad vibe pode estar nos trajes mesmo assim. Não é à toa que uma roupa alegre pode acabar influenciando positivamente um dia meia boca.

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Dá pra ser feliz no trabalho assim?

Guda faz todo trabalho sozinha: planeja o styling, registra as imagens usando o timer da câmera e faz do próprio corpo uma espécie de tela para estranhas esculturas. Algumas das minhas imagens favoritas:

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Pesquisa descobre quanto tempo a gente perde tirando selfies

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Fazer selfies é um esporte, um ganha-pão para muita gente e, como deve pensar a Kim Kardashian, até mesmo uma forma de arte. A coletânea de fotos de Kim, inclusive, endossa as três teses. Agora você já parou para pensar em quanto tempo passa tentando encontrar a foto perfeita, mesmo quando não ganha nada com isso?

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a resposta: 5 horas por semana (!)

Uma pesquisa da loja online Feel Unique investigou a história a fundo e chegou a conclusão de que a grande maioria das mulheres entre 16 e 25 anos passa cerca de 5 horas por semana se auto-fotografando. O clique perfeito surge, geralmente, depois de 7 fotos. Considerando que a própria Kim já disse que chega a tirar até 15 imagens antes de publicar, tá na hora de prestar mais atenção ao segredo do sucesso, não?

Bobagens à parte, o site diz que cada sessão fotográfica dura cerca de 16 minutos e que a maioria das garotas tira cerca de três auto-retratos por dia. O motivo para tanto registro varia bastante e vai desde guardar na memória um dia em que você estava bonita, receber uma injeção de ânimo com os comentários ou mandar aquele “baba baby” para um fulano que te dispensou – ou para um fulano que te interesse.

E aí, você passa tempo demais tirando fotos? Passa tempo demais vendo as fotos dos outros? Apesar de ser uma selfie lover, estou mais para o segundo grupo e senti calafrios só de pensar nessa quantidade de tempo da vida jogada fora, mesmo que só olhando a timeline alheia. Já pensou que até o final do mês você gastou quase um dia to-di-nho com sessão de selfie? Uó.

Os resultados completos da pesquisa estão no infográfico depois do pulo.

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A magia do cinema tem nome: chroma key

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Pense no filme mais aguardado do mês: “Os Vingadores: A Era de Ultron”. Agora pense em quanto tempo os atores passaram dentro de um estúdio, cercado por telas verdes e cobertos por roupas esquisitas, cheias de sensores que serão lidos por computadores depois. Pois bem: deve ter sido muito tempo. O filme estreia no próximo dia 22 e é mais um integrante da safra que não é nada sem um bom chroma key.

É chocante ver como foram feitas algumas cenas emblemáticas do cinema contemporâneo e observar como é solitário o trabalho dos atores que ficam, muitas vezes, diante de uma tela colorida e nada mais. São artistas que provavelmente não fazem ideia de tudo que vai vir na pós-produção, e diretores ridiculamente bem treinados e cheios de imaginação, que conseguem saber exatamente aonde cada elemento vai pingar no quadro.  O engraçado é que, mesmo sendo estes os filmes que pagam as contas de Hollywood, as premiações continuam negando a eles suas estatuetas “sérias”.

 “os vingadores” (2012)

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“alice no país das maravilhas” (2010)

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“a vida de pi” (2012)

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“batman: o cavaleiro das trevas” (2008)

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“o hobbit” (2012)

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“gravidade” (2013)

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“game of thrones” (2011)

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“o senhor dos anéis” (2001)

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Antes de pegar a pipoca para ver a obra de arte digital do mês, também vale rever o making of do primeiro “Vingadores”: 

Os toys mais legais do momento

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Viajar e não trazer nem um “funkozinho” na mala é um crime contra o mundo das bugigangas colecionáveis! kkk Sou muito fã dos toyzinhos simpáticos e já tenho alguns na minha coleção, de “Game of Thrones” a “Bob Esponja”. O dólar pode ir e voltar (já pode ir voltando, aliás), mas continua sendo um bom negócio comprar por US$9-10 doletas um brinquedinho xuxu que chega aqui em São Paulo custando cinco vezes mais caro.

Por isso mesmo, já abra a wishilist para acrescentar os novíssimos ~funkos~ em versão mini! Eles se chamam Dorbz e tem mais ou menos 7,5 cm de altura. A primeira coleção é focada nos heróis de “Guardiões da Galáxia” e o preço é o mesmo, US$9 cada.

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Dá pra comprar essas gracinhas online no Entertainment Earth, mesmo site que vende muitas bugigangas fantásticas e também várias versões do Groot dançarino do final de “Guardiões”.

Alguns são para colecionadores profissionais e custam mais caro, mas ainda dá pra ficar na média aceitável e encontrar um dançarino na faixa dos US$20. Este Baby Groot aqui funciona assim:

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A emojização continua: teclado vai fazer os desenhos dominarem o mundo

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A linguagem universal do Emoji já levou a melhor em 2014, quando o “coraçãozinho” foi a palavra mais publicada do ano nas redes sociais. Agora vai é ficar pequeno para qualquer outra palavra normal bater esse recorde!

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Diga olar para esta maravilhosa capa de teclado de emoji!

Os desenvolvedores da Disk Cactus estão caprichando para transformar seu teclado numa máquina de emojis. Com um software e uma capa de silicone, você vai poder digitar todas as mensagens sem sentido do whatsapp agora num e-mail de trabalho (tomara que isso não aconteça, aliás). Apertando o caps lock, os desenhos vêm e vão para sua alegria e nossa diversão. Coraçãozinho + rezando + chorando de felicidade!

O projeto entrou não faz muito tempo no Kickstarter e já é um sucesso. As primeiras cotas ao custo de US$10 esgotaram e agora, para poder adquirir o produto, é preciso pagar US$15. De qualquer jeito, taí uma bugiganga que eu queria ter, se brasileiros pudessem apoiar a causa nobre.

Seria tuuuudo com a desculpa, claro!, de proteger o teclado do meu notebook. <3

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