[VÍDEO] Descobrindo a verdade com testes loucos de revista

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Qual era a sua maior fonte de auto-conhecimento na adolescência? Bem, a sua eu não sei, mas a minha com certeza eram os famigerados testes de revista, mais especificamente os testes da revista Capricho!

Numa faxina de casa, encontrei um livro-revista que reúne 80 testes da história da publicação e resolvi gravar um vídeo me divertindo a valer com as perguntas mais absurdas que a gente respondia nesse tipo de teste. Isso sem contar testes bizarros como: “Você é surda?”. OI?! Que brinks é essa? hahahha

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Kit Harington, o galãzinho Jon Snow, falando de nudez e cabelo na GQ

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Ele só fazia papel de “árvore” na escola de interpretação. Ele tomou um fora por usar roupa tie-dye. Ele sofreu e passou até um pouquinho de  fome para cultivar o tanquinho digno que exibe no filme “Pompéia”. Oh dó! Estas são algumas histórias que o ator Kit Harington, o Jon Snow de “Game of Thrones”, está contando em sua entrevista à GQ.

 

Kit Harington em ensaio para a revista GQ

Às vésperas da estreia da quarta temporada da série, o inglês de 27 anos é capa e recheio da revista americana e fala sobre a carreira e mais especificamente sobre nudez na TV e como cuida de seus cachinhos. Na entrevista, ele conta que durante as gravações ele chega a ficar dias sem lavar o cabelo, para ficar com um visual meio oleoso (eca!) e que no final os fios viram uma verdadeira bagunça.

Como para o papel é essencial que ele mantenha o visual intacto, todo início de julho Kit precisa se apresentar à produção com barba e cabelos cheiões. O ator reclama e diz que isso limita um pouco seus trabalhos, mas quem viu “Pompéia” não deve ter se importado muito, não. E aí vem a suposta parte boa – depois das fotos, claro!

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Lena Dunham mostra como aprendeu a posar para a “Vogue”

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Lena Dunham: under pressure

Depois de alguns dias respondendo polêmicas sobre o uso de Photoshop em seu ensaio para a “Vogue”, Lena Dunham aparece num pequeno curta-metragem bem divertido para divulgar a revista.

No vídeo, Lena aprende a posar com o jornalista Hamish Bowles e revisita, de forma bem desengonçada, algumas poses icônicas da revista. E posso falar? Gostei mais do vídeo do que do ensaio, e mais do vídeo do que da capa, que até agora tinha sido minha parte favorita. Essa cara de pânico dela é perfeita para exibir a pressão que é aparecer numa revista tão importante quando se está fora dos padrões. Afinal, quem está, não é mesmo? rs

Dá o play:

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Voltando à polêmica, nada muda o fato de que Lena é sim um avanço para a publicação de Anna Wintour. Nem o Photoshop pode mudar isso. E o Jezebel poderia ter ido dormir com seus 10 mil dólares no bolso se não tivesse comprado as imagens sem photoshop. Agora, sinceramente, de todas as polêmicas do mundo da moda, não podia ter nada mais panaca para abrir o ano. O que vocês acharam?

Mais fotos do ensaio (photoshopado) depois do pulo!

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Justin Timberlake aparece filosófico e poderoso em revista do NY Times

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Justin Timberlake e a fórmula do sucesso

É o homem da semana, o homem do mês e provavelmente o homem do ano: Justin Timberlake e seu “The 20/20 Experience” lhe rendeu apresentações memoráveis pelo mundo (e no Brasil <3) e a revista Time, do jornal New York Times, foi atrás de descobrir os segredos do recém-empossado príncipe do pop e deu a ele o título de “mestre de cerimônias” desta geração.

A entrevista mostra um lado um tanto quanto filosófico de Justin e o ex-‘N Sync tem a oportunidade de explicar como tem pensado sua carreira nos últimos anos. Num dos trechos ele explica finalmente porque ficou sete anos afastado da música, pausa que fez todos os fãs morrerem de saudade e que seria capaz de jogar muitos artistas pop que vivem da mídia no ostracismo. A resposta do porquê? Simplesmente “porque sim”.

Como era de se esperar, a entrevista vem acompanhada com belas imagens (!) clicadas por Hedi Slimane. Abaixo, outros trechos bem legais de Justin no modus operandi “filosófico”.


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“Eu tenho certeza que deve existir algum tipo de auto-ajuda boba sobre a área ‘cinza’. Eu venho conversando sobre isso com meus amigos que têm todos mais ou menos a mesma idade… Sabe, a vida não acontece em preto e branco. É na área cinza que você se torna um adulto… À temperatura média, na cor cinza, no lugar entre o preto e o branco. É aí que a vida acontece”.

“I’m sure there’s some self-help cheese-ball book about the gray area,” he says, “but I’ve been having this conversation with my friends who are all about the same age and I’m saying, ‘Y’know, life doesn’t happen in black and white.’ The gray area is where you become an adult . . . the medium temperature, the gray area, the place between black and white. That’s the place where life happens”

 

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“Não há muita substância na música. Toda a alma da música foi retirada. Agora a música é feita atrás do que está na mídia. Você tem duas ou três cantoras cantando literalmente a mesma música, só com títulos diferentes. Elas dizem a mesma coisa com a mesma melodia e com o mesmo BPM”

“There’s not as much substance [in music]. All the soul of it was removed. It was made for whatever the trending medium was. You had two or three different female artists who were doing literally the same song, just different song titles. They are saying the same thing with the same melody, with the same B.P.M.”

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“Eu tento explicar para as pessoas o quanto de atuação vai na música. O quanto de um personagem vai naquilo que você mostra no palco. Você já sentou com o Jay-Z? Ele não é o cara que ele é no palco. Eu não sou o cara que eu sou no palco. Eu sou um performer.”

“I try to talk to people about how much acting goes into music,” he says. “How much of a character goes into what you put on stage. You ever sit down with Jay? He’s not the guy he is on stage. I’m not the guy I am on stage. I am a performer.”

Na entrevista, JT também reforça que a segunda parte de seu álbum, chega às lojas já no dia 30 de setembro, é como uma “irmã mais velha, mais intigrante e mais sexy” do primeiro CD. Como não querer ouvir tudo agora depois dessa descrição? Para quem quiser, a matéria completa está aqui.

You go, Justin!

Perfeitinha de “Girls”, Allison Williams é capa da “Company”

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capa incrível da Company de fevereiro com Allison Williams

Se existe uma candidata perfeita à nova it girl da TV, essa pessoa é Allison Williams, a perfeccionista & “chatinha” Marnie de “Girls” (HBO). A morena é capa da revista inglesa “Company” desse mês e posou em fotos incríveis para o recheio da revista.

Assino a “Company” no iPad e é uma das revistas mais bacanas que já li por aí: é cool sem afetação e tem títulos bem diretos, ao contrário da “Nylon” que às vezes dá uma enrolada cansativa e desnecessária – acho que já enjoei! hehe Na edição que traz nossa Allison na capa, aliás, a publicação dedicou muitas e muitas páginas para falar da série (tem papo rápido com Lena Dunham também!), visitou os bastidores e também elegeu os lugares mais legais para se visitar no Brooklyn.

Fora isso, é claro que Allison deu uma entrevista à revista e falou sobre sua relação com a moda, sobre o sucesso da série e sobre o estilo que ela adota no dia-a-dia. Apesar de ser toda mulherzinha na televisão, ela diz que é adepta do jeans, camiseta e sapatilhas de dia e do saltão à noite. Vida real, né? Não sei se ela já pegou metrô em NYC, mas pelo estilo que ela curte, parece bem possível! hahaha

No ensaio, a srta. Williams ganhou um ar mais cool, mais Brooklyn girl, mais modernete. Gostei bem!
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Quem curte o seriado, vai adorar devorar essa revista de cabo a rabo! A edição custa US$2,99 na livraria da App Store!

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Famosas posam sem maquiagem para a “W” de fevereiro

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Talentosas e corajosas, várias atrizes toparam posar sem maquiagem ou com um quêzinho beeem natural para “W” de fevereiro. A edição deste mês traz o tradicional resumão anual com atores que se destacaram no último ano. Na capa, Emma Stone vem abrindo os trabalhos – e mais 33 atores completam o recheio, que você pode ver aqui.

Entre as corajosas e geneticamente lindas, teve atriz que acabou ficando com ares até forçados de heroin chic – aquela tendência de beleza que ficou famosa nos anos 1990 por ir de encontro ao look saudável que modelos como Claudia Schiffer exibiam. Na época, o  destaque ia para os olhos bem fundos, as olheiras em evidência, o rosto magro e com ossos aparentes e a pele pálida.

Será que forçaram a barra na “naturalidade” ou é bom ver um pouco de vida real em fotos bem feitas? Dê o seu veredicto nas fotos a seguir; o meu vem logo na legenda!

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Amy Adams: pele de porcelana, branquinha e maquiagem quase zero. Parece que só as olheiras foram camufladas para valer. Com ssa foto, concluo que a maquiagem costuma fazer um belo trabalho para deixá-la com cara de novinha. Ela costuma interpretar personagens bem mais novas que ela mesma! 

Rachel Weisz: musa. Parece que só está com a pele feita e o contraste ajudou bastante. Acho que uma foto tão profissional pede sim algum cuidado, por mais que a revista esteja ávida por revelar até os poros das celebridades 

Jessica Chastain: também de pele feita e talvez com um tracinho leve delineando o canto superior externo do olho. Gosto também, mas realmente as peles das mais branquinhas parecem pedir por mais cuidados na hora do clique

Kristen Stewart: a impressão é que maquiaram a ex-vampirinha às avessas. Ao invés de parecer natural, a maquiagem parece forçar o visual “dodói”. Veja que tem um puxadinho no olho e a boca tem um gloss estranho. Não gostei, e ainda achei que a roupa com detalhes coloridinhos esquisitinhos acabou derrubando de vez a gata. O carão aí era ideal para estar mais descontraída, camiseta e boné, etc etc.

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