Lollapalooza, dia 2 – Imagens da Semana

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chegando na animação! hehe

Segundo dia de Lolla foi dia de chegar mais cedo, foi dia das bandas mais amadas por mim e foi o dia do “indie do pé sujo”, como brinquei carinhosamente no twitter, já que o público era totalmente diferente do dia anterior (contei sobre o primeiro dia aqui). rs O esquema era chegar logo para aproveitar Friendly Fires, num bom lugar e sem correria.

Adentramos o Jóquei com o fim do som e da animação do Gogol Bordello para depois darmos uma olhadinha na tenda eletrônica, onde Killer On The Dancefloor mandava fodamente bem e botava o povo pra suar e sorrir. Foi épico, foi maximal e ganhou de 10 a zero da farofada de Calvin Harris no dia anterior. E foi também difícil sair um pouco antes do final para pegar um lugarzinho para ver Friendly. A dupla brazuca está  de parabéns: quem puder ir ver os caras na noite, vá!

doidona no meio do povo e antes da chuva

O show do Friendly Fires foi energético, foi animado, foi cheio de hits e  foi marcado pelas dancinhas malucas de Ed Macfarlane. A cada rebolada do vocalista o povo ia à loucura e foram gritinhos misturados com as letras durante o show inteiro. Ele, aliás, estava louco de vontade de interagir, mas infelizmente o palco Butantã não tinha uma frisa que o deixasse lá em cima, só um corredor na grama mesmo – e ele aproveitou ainda assim.

Foi delicioso ver uma das minhas bandas favoritas ao vivo e curti sentir a percussão pesada e dançante ao vivo; taí outra banda que veio na hora certa. Podia ter vindo um pouquinho antes, é verdade, mas mesmo assim não perdeu o ponto. Mandaram bem; o final da apresentação foi especialmente “energético”.

a chuva: o bom momento para ficar parado

Daí veio a chuva – e não foi qualquer chuva, só demos a sorte de estarmos  dentro da tenda da CK descansando bem na hora que o barraco desabou. rs Vimos raios e trovões rolando do lado de fora e, mesmo com super capas de chuva na mochila (compradas na Centauro; fica a dica! hehe), resolvemos abandonar o MGMT.

Estávamos ouvindo a apresentação dos caras e, pela animação do público, acho que não perdemos nada. Apesar do primeiro álbum ser muito bom e cheio de hits, o segundo mergulha num conceitual bom de se ouvir em fones poderosos em casa, não no meio da lama. Nessa hora, quem acompanhava de casa no Multishow se deu muito melhor! hehe

Foster The People: <3! (crédito: Photo Rio News)

Aí superamos a chuva e o resto do pinga-pinga para ver um dos nomes que mais aguardamos desde que o festival foi anunciado, Foster The People. Seriam eles bons músicos? Corresponderiam ao vivo ao ótimo trabalho em “Torches”? Teriam calor humano ou seriam só uma bandinha indie olhando para seu próprio umbigo enquanto entoam suas composições “super importantes” para a humanidade? Será que teriam bom humor? rs

Com capas e gotas de leve em nossas cabeças, tomamos lugar no palco principal para ver a banda. O show começou com “Houdini” e de cara deu pra ver que ia ser todo mundo cantando tudo o tempo inteiro e a banda sorrindo o tempo inteiro. O grupo fez um show maduro e mostrou todas as nuances eletrônicas propostas por Mark Foster no palco.

A voz do cara, aliás, estava ótima e todo o corre-corre de troca de instrumentos do trio, que poderia arrastar o ritmo da apresentação, só surpreendeu a galera. Cubbie Fink ia para os sintetizadores e voltava para o baixo, Mark pegava o piano, ia para os sintetizadores, saia correndo pela frisa (para alegria do povo) e chegou até a ajudar na percussão em “Call It What You Want”

Mas, é claro que 0 povo delirou mesmo com  o super hit “Pumped Up Kicks”, canção sabiamente deixada para o final da apresentação e para deixar todo mundo com gosto de quero mais, tanto é que a banda foi embora e nem precisou dar tchau! rs

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Já tinha contado de forma breve o quanto amei o show, mas tenho que acrescentar que agora me arrependo amargamente de não ter ido na apresentação dos caras no Cine Jóia e no DJ set do Clube Yacht (embora o povo tenha saído de lá com as pernas cortadas de tanto copo de vidro que caiu na pista – insano, não?). O jeito agora é continuar ouvindo o CD e torcer para que os meninos da Califórnia façam um segundo CD tão bacana quanto esse.

Depois do show, fomos lanchar e fazer o tempo passar até os Arctic Monkeys chegarem. Confesso que não “estudei” para o show e acabei ficando perdida na vibe das músicas mais recentes, que são mais pesadas e melancólicas, daí junto com o grupo que  não é lá uma super simpatia, é tocar e pronto. Isso não é ruim, de forma alguma, mas a chuva voltou a apertar, perdemos o lugar bacana em que estávamos e o ritmo desacelerou. Resultado: acabamos abandonando o show aos 45 minutos. Conversando com as pessoas depois, achei que quem mais curtiu o show estava vendo pela TV (e o inverso aconteceu com Foster: quem viu pela TV achou um lixo! Vai entender! hehe).

Sobre o evento: O festival foi super divertido e teve um clima delicioso, mas como todo grande evento numa grande cidade, a organização ainda tem muito o que aprender. A dependência do metrô e do trem foi um transtorno para muita gente e quem ficou até o último suspiro das apresentações dos dois headliners, sofreu. Sofreu inclusive com o shutter que levava para pontos estratégicos, como o Shopping Eldorado. Eu não tive problema pois usei carro + shutter e não fiquei até o último segundo, mas ouvi relatos bem chatos. Fica a questão para que todo mundo possa aproveitar até o último segundo ano que vem!

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E O LOOK:

Domingo foi o dia do hype feat. coolness (risos!!) e do corpo já cansado do primeiro dia, por isso apostei no super sneaker roxo confortável e na minha camiseta de triângulo misterioso. O restante do look foi consequência:

Camiseta: Complot (Buenos Aires); short militar com tachas nos bolsos: Shoulder; sneaker: Puma; bolsinha cinza com franjas: loja qualquer de Barcelona;  pulseira de couro, de franja, shambala e anel: Íris Bijoux (contei aqui); o Ray Ban vocês já conhecem! ;)

 

Lollapalooza, dia 1 – Imagens da Semana

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concentração até da plateia do fundão para o Foo Fighters

O primeiro dia de Lollapalooza foi o dia do Foo Fighters. Sei que você já deve ter lido isso 30 vezes por aí antes desse post, mas é preciso ressaltar: foi o raio do dia do Foo Fighters. Isso se refletiu no público do festival, nos milhões de fãs atolando o palco horas antes, nas filas intermináveis e até no estilo *coxinha* de ser da galera. Deu pra ver que Dave Grohl e sua turma agradam mesmo a gregos e troianos.

Como não poderia deixar de ser, assistimos ao show dos caras, que começou bombando cheio de hits, mas foi ficando mais lento, especialmente depois que a banda toda foi apresentada. As duas horas e meia foram super legais para quem é fã de carteirinha e espera isso há anos, mas quem só curte ouvir (meu caso), deu uma cansada e ainda rolou pegar o finalzinho do Calvin Harris.

Saindo do palco principal para a tenda eletrônica, sentimos o cheirinho de farofa de longe: o DJ de hits deliciosos como “Acceptable in the 80’s”, “The Girls”, “Colours”, “Bounce” e “Feel So Close” estava tocando música de todo mundo, menos dele. rs Para aliviar a barra, ele tocou a farofa legítima “We Found Love” que levatou o povo, mas emendou com “Titanium” do David Guetta e “Good Feeling” do Flo Rida, aquela música que não para de tocar em todas as rádios pop. Não vou negar que foi super divertido, mas todo mundo ali esperava o Calvin tocando o Calvin e quando ele soltou “Feel So Close” a resposta foi imediata: todo mundo pulando até o céu.

Encontrei esse vídeo que mostra bem como foi! hehe

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Voltando algumas horas atrás, começamos o dia com as maluquices da Peaches também na tenda. Com uma roupa cheia de mamilos e dançarinas doidonas se pegando no palco, fazendo strip e cuspindo sangue, a gringa agitou o povo com música e bizarrice.

Quem não conhecia as músicas, acabou curtindo muito a performance! hahaha Mas o mais legal mesmo foi que ensinaram a mulher a gritar “as mina pira” e ela ficou soltando a pérola várias vezes no meio do show. Uma pena que eu não tenha filmado e também não encontrei no Youtube. Outra pena foi que não teve espaço para tocar a versão dela com o Moullinex de “Maniac”, a música era leve demais para a apresentação.

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fotos logo na primeira fila

Saindo da Peaches, pegamos um lugar interessante para ver a roqueira-mór, Joan Jett. Rafael disse que se sentiu um pouco no show da Xuxa com a quantidade de meninas estridentes na cara do palco e, realmente, o público chamou a atenção. Tinha mesmo muita menina nova e depois de cantar “I Love Rock ‘n Roll”, as gatinhas começaram a gritar “gostosa! gostosa!” para a Joan.

Aliás, tenho que falar: se o som estava ruim para o pessoal no meio da plateia, a visão da cantora estava ótima. Sabe-se lá se fez plástica e quantas foram, mas Joan Jett está linda, com um corpinho digno, cabelo bacanudo e pele boa. Em resumo: tá mandando um chupa pra Madonna (ambas tem 53 anos).

O show foi recheado de hits e ela mostrou porque continua aí desde os 14 anos (e cantando muita coisa dos tempos antigos). Ela apresentou músicas novas e foi autêntica ao colocar a letra na frente. Mas, enfim, minha perdição mesmo foi quando ela entoou “Crimson and Clover”, hino lésbico que fez muita menininha do lado chorar. Aqui dá para ver o show completo.

o estilo de Joana Jato com sombra lilás e delineador, rs (foto: Junior Lago/UOL)

Mesmo sem ter visto tudo, aposto de verdade que Joan fez o melhor show da noite – e deu dó mesmo de alguns fãs de Foo Fighters que não sabiam quem era a roqueirinha que subiu no palco para fazer uma participação e “cantar aquela música famosa”… tsc tsc

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E O LOOK:

Como era dia do rock puro e simples, sem eletrônico, sem indiezismo, sem tchananans, o look foi mais “do rock”. rs Bota, short e camiseta preta cropped junto com meu crucifixo “ao contrário”. hehe

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Camiseta cropped: The Candy Shop Flavour; short com barra xadrez: Me Move; coturno (véio de guerra!): Renner; bolsa: Siberian; colares e pulseira de couro: Iris Bijoux na 25 de Março;
óculos (que vocês já cansaram de ver): Wayfarer da Ray Ban

 

Escapadinha para a serra: Imagens da Semana

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**tá vendo, coronerrr? tudo essas terra são minha**

Há duas semanas, Rafa e eu pegamos as malas na sexta-feira, jogamos no carro e demos uma escapadinha para a Serra da Mantiqueira, mais precisamente para a pousada Solar d’Araucárias em Gonçalves, MG. Apesar do clima estar ameno em São Paulo naqueles dias, pegamos um friozinho delicioso na serra, andamos a cavalo, relaxamos com direito à lareira, comemos pratos mineirinhos incríveis, tomamos cachaças artesanais e aproveitamos uma hidromassagem sensacional que dava vista para a serra. Bem romântico, mesmo.

Conhecemos a pousada através de uma promoção num site de compras coletivas e resolvemos arriscar – as fotos dos chalés eram super incríveis e parecia não ter como dar errado. Até pelas fotos do site serem tão legais, acabei nem tirando fotos para mostrar pra vocês. Logo que chegamos já fomos armando bagunça super cansados do trajeto e deixei pra registrar as outras coisas com mais detalhes.

Gonçalves é pequena e, apesar dos estabelecimentos terem bastante foco no turismo, a cidade é realmente um refúgio. Não foi descoberta por milhões de turistas insanos que vão atrás de passar frio e tomar chocolate quente antes da balada, como em Campos do Jordão. Arrisco até dizer que não tem balada em Gonçalves, só bar. rs É realmente uma ótima alternativa para quem quer relaxar nas pousadinhas legais ou fazer trilha/esportes radicais. A cidade é cheia de cachoeiras e tem alguns QGs que oferecem turismo de aventura. Como queríamos descansar mesmo, o negócio foi só aproveitar o frio, comer, ver a paisagem e namorar.
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o fofíssimo e delicioso restaurante Janelas com Tramela

No sábado, aproveitamos a pousada e almoçamos num restaurante lindinho chamado Janelas com Tramela. Não peguei o endereço de nada, mas olha, não é tão difícil de achar. rs Comemos comida bem mineirinha, a famosa carne de lata, tomamos cerveja e nos esbaldamos nos torresmos bem preparados. Minha metade mineira, aliás, saiu de lá bem feliz, apesar de que eu certamente perdi uns anos de vida de tanto torresmo que comi! hauheuhe

Para compensar o almoço pesadinho, à noite jantamos no Le Gourmet Bistrô (o site é feio, mas a comida é boa! hehe), restaurante francês que fica escondidinho numa estrada de terra e você pode jantar olhando as estrelas. O negócio é familiar e os chefes são pai e filhos que cuidam da cozinha com muito cuidado. Apesar de ter demorado para chegar, estava tudo delicioso e cuidadoso – infelizmente não registrei meu “risotinho” porque lá estávamos no clima de romance à meia luz.
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o meu esquecimento com mel, por favor

No domingo, levantamos cedo, comemos pães de queijo quentinhos no café da manhã da pousada e nos mandamos para a cidade para levar umas cachaças para casa. Eu escolhi a Dona Beja com mel, que é ótima para tomar gelada ou com gelo no copo, como se fosse um drink mesmo!
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a branquinha que me levou pra passear

Depois das compras “típicas”, fomos para o Haras Boa Vista, um haras bem simples que oferece alguns passeios curtinhos a cavalo. Fazia já uns três anos que eu não montava e quis fazer um passeio de uma horinha para matar a saudade. Há muito, muito, muio tempo atrás fiz aula de equitação num haras aqui em São Paulo e parei depois que caí do cavalo e rolou um certo trauma na família. Comigo não aconteceu nada, mas acabei parando, já tinha aprendido todo o básico e estava saltando os obstáculos, só que, enfim, eu nunca ia virar amazona, mesmo. Eu fazia porque gostava de montar e adorava os cavalos. O bom é que andar a cavalo é como andar de bike: nunca se esquece!  rs

Com as botas ainda sujas do passeio, saímos do haras direto para… Um restaurante! hahaha Resolvemos almoçar no Kitanda Brasil, restaurante super bem recomendado pelo Gastrolândia. O restaurante foi uma das experiências gastronômicas mais legais que já tive e, enfim, se Gonçalves fosse mais perto, diria que vale ir até lá só pelo almoço (mas se você ficar curioso, vá mesmo assim! É longe, mas dá pra ir e passar o dia).

as entradas maravilhosas do Kitanda Brasil e a sobremesa de queijo e doce de leite

A casa de entrada simples e jardim imenso com mesinhas oferece apenas um menu degustação em que você faz um verdadeiro passeio pela culinária brasileira, misturando elementos revisitados e também a comidinha tradicional e caseira, caso do prato principal servido no dia em que fomos: guizado de carne com arroz, feijão, couve e batatas doces apimentadas.

Estava tudo absolutamente delicioso, mas as entradas são um charme à parte, pois chamam a atenção pela elaboração e apresentação. Comemos, entre outras entradas, pãezinhos quentinhos com manteiga de banana, de frutas vermelhas e de damasco, assim como biscoito de polvilho feito na hora (e fofiiinho!), bolinho de tapioca frita, bolinhos de arroz com queijo caseiro e mais torresminho! rs De sobremesa, uma sopa de queijo fria com doce de leite, num equilíbrio de doce e salgado maravilhoso junto com um cafézinho que você coa na mesa, direto na sua xícara, para ficar a seu gosto (postei foto no Instagram). Mais mineirinho, impossível!

Depois do almoço do domingo, seguimos de volta para São Paulo felizes da vida e beeem descansados. Certamente voltaria para Gonçalves, para descansar, para comer e também para dar um tempo do mundo me sentindo em casa, porque a cidadezinha é pequena – no estilo uma igrejinha e um coreto – mas tem lugares lindos e deliciosos com bom atendimento para visitar.

… E UM LOOK!

Apesar da viagem ter sido curta, levei meu chapéu portenho para ser fotografado e passear um pouco fora de casa, já que já vi que em São Paulo não consigo usar muito – não sei porque, mas sempre acho que chapéu tem a ver com viagem! hehe Taí o que vesti no sábado, para almoçar e ver a cidade:

cardigan: Complot (Buenos Aires), camiseta: Urban Outfitters (comprei online), jeans: Levi’s Demi Curvechapéu: chapelaria em Buenos Aires, bota: lojinha em Roma, bolsa: Siberian 

E, enfim…

Obrigada, Rafa, pela companhia neste fim de semana incrível! :)

 

Bota da Urban Outfitters: Imagens da Semana

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filhota nova!

Faz algum tempo desde minha última viagem para os Estados Unidos e, na época, morri de amores pela Forever 21 mas infelizmente não tive tempo de ir atrás de uma bela Urban Outfitters. Eu ficava sempre babando na loja pela internet e todas as minhas amigas que viajavam e passavam por lá diziam que tudo tinha a minha cara (concordo!) e não deu jeito: assim que eles passaram a entregar no Brasil, comecei a comprar as coisas de lá online.

A primeira compra no site foi no meio de 2010 e lembro que chegou super hiper rápido, além do frete ter sido bem ok. Pouco depois disso, a folia brasileira acabou e hoje só é possível comprar com frete a partir de US$30. É caro, mas para algumas coisas vale a pena. Já paguei esse frete para arrematar algumas camisetas exclusivas de lá (como aquela “famosa”, com a estampa de cruz de oncinha!) e  essa bota, que me fez quase chorar de alegria ao tirar da caixa hoje! <3
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com essa plataforma, vou conseguir até ir trabalhar com 3m de altura! ahuaha

Numa promoção incrível (que ainda tá valendo! <3), comprei a bota por US$49,90, o que fez o frete valer bastante a pena, já que o sapato é de couro e na conversão eu gastei pouco menos de R$160. Antes que me perguntem: a encomenda demorou apenas 14 dias para chegar e eu não tive que pagar taxas extras aqui no Brasil. No entanto, as camisetas da UO que comprei antes e citei aqui no post vieram pelo mesmo sistema de frete e fui “taxada”. Tudo depende da sorte e do valor – como sempre, quanto menos gastar, menos chance de taxar.

Essa bota com certeza vai me acompanhar muito no inverno (e no verão, sou dessas)  e realmente merece um look do dia só pra ela, como já pediram no Facebook! E, bom, se você curtiu a dica, vai lá e compra, só não aparece no mesmo lugar que eu, tsá? Deixa eu me sentir exclusiva! hahaha ;)

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Páscoa com cerveja e chocolate: Imagens da Semana

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os redondinhos polêêêmicos!

Polêmica, Brasil, polêmica: chocolate com cerveja! Sim, sim senhor. Recebi um engradado com seis ovinhos de Páscoa com Skol que causaram furor quando postei a foto no Instagram. Os comentários iam desde “É bom?” até “Eca, é sério?” e “Ai que inveja, onde compra?”. Por isso mesmo, achei que valia mostrar aqui.

Os “redondinhos” são uma criação especial da Skol para a Páscoa e vários fãs da marca estão recebendo caixinhas como essa. Os ovos são feitos de chocolate ao leite da chocolateria Folie e a cerveja aparece no recheio, com um trufado de chocolate branco com um gostinho alcoólico bem leve no final. Eu achei os chocolates uma delícia (nhamm!) e, enfim, para dar uma ideia, se eu não soubesse que tinha cerveja, ia chutar que a receita levava licor, parece bastante.

Para quem ficou interessado, a partir do dia 27/3 todo mundo vai poder comprar os kits de “redondinhos” no Facebook da Skol. A brincadeira vai custar caro, R$70 por cada kit, mas a marca também promete lançar promoções para distribuir os chocolates.

provando que tem breja aí dentro!

É super raro um “mimo” aparecer assim por aqui, mas se tem uma marca parceira deste blog há um bom, bom tempo, esta marca é a Skol. Já curti diversas experiências a convite da marca e a parceria rendeu conteúdos diferentes, como os vídeos do festival Skol Sensation, a cobertura do Skol Praia e até mesmo um super jantar para degustar a Skol 360.

Já rolou bastante coisa bacana nos últimos tempos e a galera estava doida para saber mais, especialmente depois da polêmica e da curiosidade que gerou no povo que viu a foto do engradado de chocolate no Instagram! Bom, espero ter respondido as dúvidas. Qualquer coisa mandem aí que a gente vê o que pode faz fazer para todo mundo conseguir  provar o chocolate com cerveja! Desde que eu não tenha que dividir os meus ovinhos, tá tudo certo! hauahuah ;D

Acessórios na 25 de março: Imagens da Semana

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Depois de ler em áários blogs sobre as maravilhosas lojas legais e não cafonas existentes dentro do Shopping Porto Geral na região da 25 de março, resolvi pegar um dia de folga e dar uma passadinha pelo local. Já fazia um tempão que eu não me aventurava pela região e fiquei feliz de comprar muita, muita coisa interessante – e coisa boa, não brinco que vai se despedaçar enquanto eu estou usando ou pulseira que vai perder o fecho em um mês.

Quando eu era criança, ia quase todo mês na 25 com a minha mãe e sempre voltava com 500 bugigangas de acessórios e cartelas de adesivo, sendo que na maioria dos casos era mais fácil a bijoux estragar do que o adesivo perder a cola nos meus álbuns! hehe Anos depois, voltei pra 25 várias vezes com objetivos mais “peruísticos” e não conseguia me encontrar muito, voltava de lá querendo ter comprado mais coisas bacanas (sou chata demais com acessório).

A esperança era de que eu, incrivelmente, ainda não tinha ido ao Shopping Porto Geral e o nome “Iris Bijoux” gritando em vários posts diferentes me fez criar coragem e pegar o metrô até a estação São Bento. E valeu muito a pena!

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BIBELOT

brinco básico (R$10,90) e colar de cora (R$18,90)

Saindo do metrô São Bento pelo acesso à Ladeira Porto Geral, você já vai dar de cara com a Bibelot, loja toda fofinha que chama a atenção por ali. Apesar dos produtos bem escolhidos, não vi muita novidade e peguei esse brinco pequenininho para o meu estoque de brincos pequenininhos e esse colar de coroa, só porque achei fofo mesmo.

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BALLERINA

colar de pomba (R$14,30) e colar com símbolo de infinito (R$13,90)

Subindo a rua, lá estava ele, o Shopping Porto Geral no nº14. Logo na entrada, passei pela loja Ballerina e peguei esses mini colares. São super delicadinhos e fofos, depois adquiri mais alguns e eles ficam ótimos misturados, já fiz o teste!

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IRIS BIJOUX

A FAVORITA, a melhor, a top top! Se você não curte aglomerações e só quer comprar coisa legal e ir embora bem rápido da 25, te aconselho a ir direto nas duas lojas da Iris Bijoux dentro do Shopping Porto Geral.  Uma loja é grandona e a outra é menorzinha, mas só em uma delas você encontra anéis, na outra tem acessórios de cabelo e pulseiras diferentes. O ideal é ir nas duas pra sair de lá feliz.

Como já era de se esperar, os preços são mais altos do que o esperado para uma região de comércio popular, mas há de ver que a loja importa produtos exclusivos e, realmente, as coisas mais legais que vi nessas duas lojas não encontrei em nenhuma outra. São produtos que parecem ter mais qualidade e  é “coisa de shopping a preço de fábrica” porque, para minha surpresa,  encontrei colares idênticos aos vendidos pela Morana nos shoppings, só que pela metade do preço.

As duas unidades da Iris Bijoux aceitam pagamento em cartão de crédito e débito e acima de R$30 em compras você já paga preço de atacado nos produtos. Quando os colares custam entre R$15 e R$20, é moleza atingir o valor. A diferença de preço do atacado para o varejo não é muita, mas já ajuda quando você está levando bastante coisa. Estas são algumas das coisas que comprei nas lojas:
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shambala (R$79), pulseira de couro (R$27), anel de coroa (R$21,90) e brinco de franja (R$36)

colares (todos entre R$16 e 22)

colares (todos entre R$16 e 22)

anel de diamente (R$12,90) e de veado (16,90)

anel de âncora (R$17,90)

anel de onça (R$19,90)

enfeites de cabelo: tiara (R$17,90), laço maior com presilha (R$9,90)
e laço menor com fivela (R$4,90)

Deu pra entender a loucurinha com a loja, né? hehe Fiquei devendo uma passadinha em outras lojinhas indicadas nos guias de compras que já vi por aí, mas foram estas as três lojas em que comprei coisinhas. Entrei em outras que vi coisas razoavelmente legais, mas que não me encorajaram, especialmente depois do “estrago” que rolou na Iris Bijoux. hehe Agora que tomei coragem de voltar à região e encontrei, finalmente!, coisas que me agradam sem ter que procurar muito, devo voltar mais vezes.

Para fechar, uma dúvida: alguém sabe algum lugar para comprar capinhas de iPhone pela 25 de março? Só encontrei capinhas marrons (?) e transparentes de silicone tosco, nada de legalzinho ou diferente. Quem souber, por favor, deixa a dica aqui nos comentários! :)

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