Hambúrguer gostoso e novinho na Mooca: Imagens da Semana

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É com muita alegria e orgulhinho bairrista que hoje venho dar a dica de um restaurante delicioso e pertinho de casa: é na Mooca, meu! Fiquei sabendo do Cadillac Burger através de uma matéria do Guia da Folha e já logo anotei para ir num dia de preuiça de de atravessar a cidade. rs

O Cadillac Burger fica na Rua Juventus, super bem localizado, e tem decoração caprichada. O dono é José Américo “Tatá” Crippa, figurinha carimbada da cultura “lowrider” no Brasil e responsável por personalizar carros de gente como o rapper Mano Brown – dá pra ver, aliás, algumas obras dele estacionadas do lado do restaurante.

pedacinho do salão do Cadillac!

O resultado da pesquisa do cara é uma casa com carinha de diner de estrada californiana e elementos estradeiros pelas paredes, além de hambúrgueres muito leves e bem feitos e cervejinhas diferentes, como a Brooklyn. Outros pontos positivos são o estacionamento próprio (viva o mundo sem valet!) e o som que toca: uma rádio bem boa lá do Havaí.

Algumas das nossas escolhas:

“La Mafia”: hambúrguer com mussarela de búfala gratinada, tomate confitado, rúcula e manjericão

torta de maçã absurda, simplesmente a melhor que já comi em São Paulo!

Comemos as batatinhas rústicas da casa e eu optei por esse belo hambúrguer, o La Mafia, surpreendentemente leve e com tempero no ponto certo. A leveza dos pratos, aliás, foi um ponto positivo: o meu sanduíche e o do Rafa estavam perfeitos e ainda deu para pedir essa torta de maçã para dividir. Eu amo essa sobremesa e saí de lá suspirando, foi a melhor que já comi em São Paulo!

No fim das contas, vou voltar com certeza – e não só porque é perto de casa. Realmente é uma novidade competitiva e fora do circuito tradicional de hamburguerias da cidade.

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Gastrobar Canelle em Ubatuba: Imagens da Semana

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Sempre dou dicas de lugares que curto em São Paulo, mas dessa vez quero falar de um restaurante relativamente novo no Litoral Norte, afinal o verão tá chegando e todo mundo desce a serra pelo menos um final de semana, né? Aliás, não é um restaurante: é um gastrobar. O Cannelle fica em Ubatuba e é um bar com decoração gracinha e comidinhas super bem executadas e pensadas, daí o “gastro” no nome.

o cardápio da casa

No menu você encontra sanduíches de recheios apetitosos por preços entre R$10 e 15, caldinhos, pasteis e porções encorpadas como as que comemos, um ceviche e uma tábua de rosbife de filé mignon. Os drinks também tem um cuidado especial e a carta de cervejas é bem recheada, algo beeem diferente do que costumamos encontrar nos “botecos” da praia.

Fazia tempo que não ia pra Ubatuba (tenho casa lá e quase nunca consigo ir!), aí fomos para aproveitar uma parte do feriado e, tá-dá!, chuva. O consolo foi ter descoberto esse lugarzinho incrível, que é lindo, serve café da manhã de frente pro mar (vou da próxima!) e não tem aquela “comida de praia” pra alimentar um batalhão familiar.

Tudo o que comemos estava maravilhoso e tem vários outros itens do cardápio que me interessaram; vou voltar até provar tudo! hahaha

ceviche com peixe fresquinho e macio com sabor tradicional e sem “invencionices”

tábua de rosbife de filé mignon com batata rústica e molho bechamel (!!)

bicicletinha na porta para homenagear todo mundo que usa bike na cidade

A iniciativa é da empresária Vanessa Campiolo, de Guaratinguetá, e da chef carioca Michele Glaberte. O Canelle inaugurou em julho e eu simplesmente amei o lugar! Veio pra ficar, faltava algo assim precioso no “centrinho” da cidade!

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SERVIÇO

Canelle Gastrobar
Endereço: Rua Guarani, 240, Bairro: Itaguá, Ubatuba/SP
Mais informações no Facebook 

Planeta Terra 2012, a edição da mulherada: Imagens da Semana

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Entre um show e outro curti o camarote do Palco Indie graças à gentileza da Gol. Obrigada pelo convite! Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.

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a vista do camarote!

Já fui em Planeta Terra que poderia se chamar “Planeta Strokes”, em outro que poderia ganhar facilmente o prêmio de “lineup da vida” e fui neste, nesta edição 2012, que pode ser facilmente lembrada como “a edição da mulherada”. Não teve para ninguém: foi o girl power que garantiu a energia de shows como o do Garbage e o do Gossip

Beth Ditto chamou todas as atenções, Shirley Manson arrancou choros e suspiros e, entre amor & ódio, Azealia Banks mostrou para muita gente que veio pelo menos para incomodar. Fora tudo isso, ainda teve a fofurice de Little Boots, uma das primeiras artistas de eletropop que comecei a curtir láá atrás, junto com a Yelle. Faz tempo e tem história, mas ouvi o primeiro CD dela “Hands” de cabo a rabo no repeat por pelo menos um ano e foi uma delícia ver a gatinha bem de perto!

Little Boots: uma lady!

Dando uma volta pelo festival, vi trechinhos ainda do Maccabees, do The Drums e até mesmo do Garbage; só uma pena que perdi as músicas que curto pra valer do grupo, mas ainda assim valeu a pena.

Pouco depois, veio Azealia Banks. 10 minutos de DJ e show de meia horinha da moça já fizeram o povo querer arrancar as calcinhas. Vale o parênteses: Azelia tem apenas um EP lançado, clipes lindos e uma mixtape recheada de música boa, mas também de muita coisa conceitual que não cola em festival. Daí a escolha de esquentar o povo e entrar só pra arrebentar, algo que ela já fez lá fora e que funciona já que o tempo para causar é curto.

Azealia Banks: perucona e o top que brilha – e que não deu certo

Nos bastidores rolaram boatos de que a nova-iorquina deu uma de estrela, mas no palco sinceramente isso não veio à tona. Foi só música boa e um fôlego desgraçado para entregar as notas e o rap sem parar de mexer as pernocas um só segundo. Achei de tirar o chapéu. Só incomodou mesmo o probleminha que a gata teve com o figurino; algo deu errado com o top cheio de “luzinhas” e toda hora ela virava para o DJ para arrumar, fora que saiu do palco segurando o peitinho e com cara de ponto de interrogação depois que o áudio falhou por alguns segundos para a plateia. Bizarro! Vai se benzer, diria a minha avó. hehe

Só sei que depois dessa apresentação, dona Banks me ganhou mais ainda e já tô até com ciúmes do tanto que ela vai estourar. Digo e repito: Rihanna que se cuide.

Beth Ditto simpaticona e seu Gossip

E então, Beth Ditto e o Gossip. Nem ao menos considerei dar uma ouvida no Kings of Leon, porque perder esse espetáculo de voz e personalidade ia ser imperdoável. Beth entrou no palco já dando uma ~zoada~ para aquecer o público, brincou de falar “Oi Oi Oi” e apresentou o grupo como sendo o Kings, que tocava lá do outro lado. O povo já começou a rir e antes de outra piada, Beth mandou mil e um “deixxxculpa” por ter cancelado outras apresentações por aqui. E mandou ver na sequência.

Beth tomou goles e goles de caipirinhas e cervejas, arrotou duas vezes, cantou sem perder uma nota pulando pelo palco descalça e ainda achou espaço para homenagear outros artistas no meio de suas próprias músicas. Rolaram trechinhos de Nirvana, Michael Jackson, Ramones, Madonna e até Lady Gaga, de quem ela disse que é fã (só não saquei se foi ironia! hehe).

Foi extremamente divertido e fiquei pensando que, sei lá, uma cantora de timbre parecido como a Adele jamais seria capaz de fazer aquilo. Beber e soltar o gogó na sequência com tamanha precisão não é apenas difícil, é simplesmente arriscado e pode danificar a voz. Mas, ó,  a Beth #vidaloka não estava com medo algum e ainda se jogou pra plateia no fim do show: saiu dando selinho no povo.

Só amor pra ela! <3

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E O LOOK!

E, rá!, mais uma vez uma roupa confortável para ir em festival. O dia estava chuvoso e a probabilidade de lama era alta, logo fui de bota, calça pra não sujar as pernas e joguei um casaquinho muito, muito leve por cima da blusa, só pra não tomar ~friagem˜. rs Os créditos das peças seguem depois das fotos e o coturninho é mais um achado da viagem! Yey! <3

Jaqueta e blusa: H&M; jeans: 7 For All Mankind; coturno: Necessary Clothing;
colar: Ebay (vendedor xiaojion)

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Jantar à luz de velas no Beato: Imagens da Semana

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Aconchegante, intimista e romântico: de cara foi isso que pensei quando entrei no pequeno Beato, casa nova de Pinheiros aqui em São Paulo. Depois de ler resenhas incríveis sobre o lugar, o Rafa e eu resolvemos passar lá para jantar pouco antes de viajarmos.

O preço do cardápio é levemente acima do que costumamos pagar para um jantar casual, mas simplesmente valeu cada centavo – especialmente porque, de uma certa forma, a noite era especial sim: o Rafa e eu estávamos comemorando as primeiras férias (yey!) da vida dele e, consequentemente, nossas primeiras férias juntinhos! #own   <3

à luz de velas

O restaurante conta com três ambientes, um logo na entrada onde fica o bar e o sofá de espera e mais algumas mesas, o salão principal, que me pareceu mais confortável já que a tendência ali é estar sempre cheio pois o local é pequeno; e um terceiro ambiente, onde nos sentamos, que é uma espécie de jardim de inverno.

Achei a concepção desta “saleta” muito interessante, porque mesmo estando com mais quatro mesas para duas pessoas ao nosso lado, não nos sentimos num lugar “lotado”. É claro que a ambientação ali faz toda diferença: ar condicionado na medida, música interessante em todos os lugares, espelhos que aliviam o espaço pequeno e te deixam à vontade.

a vista do “jardim de inverno” para a sala principal

Mas vamos falar do que interessa: a comida! Para a entrada, pedimos as bruschettas com queijo de cabra e nos deliciamos com a textura, estava simplesmente impecável. O tamanho e a quantidade também são algo bom, pois não atrapalha em nada o prato principal.

as bruschettas de queijo de cabra

Na hora de pedir o prato principal, Rafa e eu acabamos escolhendo pelas carnes. Ele foi de bisteca com polenta (super bem servida, super pra macho! rs) e eu optei por um filé mignon com crosta de cogumelos e purê de batatas, este da foto abaixo.

Confesso que cada detalhe do prato me surpreendeu, pois a carne estava macia e no ponto exato, os cogumelos se misturaram ao sabor da redução de carne com vinho tinto e o purê, que costuma ser acompanhamento “básico”, estava simplesmente delicioso, muito acima das expectativas. Tanto foi que acabei ficando com desejo de mais purê! Combinação divina! rs

filé alto com purê de batata e crosta de cogumelos

De sobremesa (e infelizmente sem foto!), pedimos o mousse de mascarpone e deliramos: é a famosa “sobremesa de adulto”. Não é espetacularmente doce e não vai fazer sua dieta ir para o espaço, mas tem uma explosão de sabores maravilhosa e uma textura de comer rezando, assim como todos os outros pratos que provamos. 

O Beato é uma ótima pedida para um jantar a dois, para um almoço acompanhado de alguém que aprecia uma boa comida e também para levar um amigo de fora para comer bem num lugar que só quem conhece a cidade já ouviu falar da novidade. ;)

Se desconsideramos o vinho, o jantar sai em média R$80 por pessoa e é possível ver o menu completo e os preços no site do restaurante. Aliás, a quem interessar possa, a carta de vinhos abraça todos os bolsos. Eu certamente voltarei – e já sei até o que vou pedir! rs O único ponto negativo é que, como toda boa novidade de São Paulo, já já o lugar vai começar a ficar lotadão e a fila de espera tem grandes chances de se tornar um problema.

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Jantar no Ramona: Imagens da Semana

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o letreiro do Ramona visto de dentro do restaurante e a Av. São Luís

Com nome de travesti, ambiente de hotel chique dos anos 1970 e horário da cozinha extendido, o restaurante Ramona fica no centro de São Paulo e mostra rapidinho a que veio: é uma nova opção com preços amigáveis para comer comida boa sem frescura.

A casa é dos mesmos donos da balada Alberta #3 (os dois estabelecimentos são vizinhos) e vi o movimento de pertinho quando jantei lá no último sábado – chegamos quase meia-noite. O salão estava cheio e bem animado; o público se dividia entre os quatro ambientes da casa e enquanto alguns comiam, outros estavam ali apenas tomando cerveja e papeando, o que provou que lá também não tem carão se você não quiser uma refeição.

meu bloody e o mojito do Rafa

Enquanto aguardávamos uma mesa, pedimos nossos drinks no bar. Eu fui de bloody Mary, o Rafa de mojito e já fomos observando o cardápio para o jantarzinho logo mais. Ali no balcão ainda acabamos tomando mais uns golinhos de lambuja do que o barman estava preparando e deu uma provinha pra gente – o apple martini também deve ser uma delícia! Uma curiosidade é que o bloody Mary tem uma versão com bacon (!!), mas eu preferi ficar com a cenourinha tradicional. Achei meio bizarro e nem o barman me encorajou a pedir a mistura. rs

Saímos do bar no “subsolo” do restaurante e fomos subindo até o último andar, no salão maior, com mesas grandonas e poltronas confortáveis. As paredes todas de vidro deixam você ver a rua e o ambiente acaba ficando ainda mais modernete. Sentamos exatamente atrás do luminoso do restaurante, como vocês podem ver na primeira foto.

massa com cogumelos e steak tartare

Mas vamos falar de coisa boa: a comida! Eu estava morrendo de vontade de um belo steak tartare e me deliciei com o temperinho e as fritas. Lá no Ramona esse prato é na verdade uma entrada, mas apesar da porção reduzida, fiquei satisfeita sem exageros e sobrou espaço para provar o prato do namorado! hehe O Rafa pediu um fusili com molho de 7 cogumelos, servido generosamente e sem enganação: era quase mais cogumelo que massa! Quando voltarmos lá, vou pedir um pra mim.

o último andar do Ramona, onde sentamos

As comidinhas, bebidinhas, o ambiente e até a trilha sonora (só rock e indie goxxxtoso no estilo do próprio Alberta #3) nos agradaram muito. Os pratos principais tem preços variando entre R$30 e R$50 e a minha entrada, que se saiu um belo prato para fome moderada, custa R$24. Você pode ver as opções e valores na página deles no Facebook.

Taí uma dica boa pra quem quiser fazer o roteiro completo de jantar e balada: o restaurante também é do lado do famoso Club Royal. Só que olha, vou ter que dizer: é ele a maior estrela do quarteirão no momento. Gostei!

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Imagens da Semana: Adote Um Gatinho, Bacio di Latte e look do sábado

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ADOTE UM GATINHO

Sábado foi dia de conferir de pertinho as camisetas da Adote Um Gatinho em parceria com a Wonder e passei pela loja no meio da tarde para buscar duas camisetas e ajudar os bichanos. Quando cheguei, a loja já estava super cheia e os modelos estavam quase acabando, então escolhi uma pra mim e uma pra minha mãe e já parti de lá para um belo almoço na região.

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BACIO DI LATTE

Depois de almoçar (foi quase uma almojanta!),  passamos pela Bacio di Latte para a sobremesa. Já falei dessa sorveteria aqui há muuito tempo atrás (quem lembra? quem já foi?) e sempre falo sobre ela no Twitter, é o meu lugar favorito na cidade para tomar sorvete. A casa dos Jardins está sempre cheia e o sucesso é tão grande que finalmente mais unidades abriram. A primeira loja nova inaugurou junto com o Shopping JK Iguatemi e recentemente mais uma casa inaugurou em Moema.

 


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Quem não conhece o sorvete ainda, tem que provar (veja todos os endereços aqui). Como eu já disse e repito: é o sorvete que mais se aproxima do gelato true italiano em São Paulo. E o pote pequeno, que serve até 3 sabores, custa R$8. Dá de 10 a zero em muito projeto de gelateria por aí!

Rafa e eu ~curtindo~ os sorvetes no banquinho na parte externa da loja

E MEU LOOK!

No sábado estava um calorzinho gostoso à tarde, aí resolvi vestir um short e colocar a outra camisa que comprei da Andrea Marques + C&A para usar. Não me pergunte porque, mas acho short a cara do sábado. Como é uma peça que é quase impossível de usar no meio da semana no trabalho, eu realmente me sinto “de folga” quando tô usando. rs Nos pés, a botinha com tachas que garimpei no bazar da Juliana Jabour por um preço inacreditável! <3

Camisa: Andrea Marques + C&A; short jeans: Me Move; ankle boot: Juliana Jabour
bolsa: Siberian; relógio: Casio; colar de crucifixo: Íris Bijoux (mostrei aqui); colar de dente: antigão!

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E agora quero uma ajudinha! Muita gente vem me pedindo para postar mais looks, mas gostaria de saber se vocês preferem posts exclusivos para isso ou se preferem quando conto tudo junto desse jeitinho, mostrando como foi a ocasião. Eu gosto mais assim, até mesmo porque os looks são só um “extra”, mas quero saber a opinião de vocês! Que cês acham? rs ;)

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