Mimos e aquisições: Imagens da Semana

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Sim, este é o post em que a gente fala sobre a Topshop em São Paulo! Para ver tudo o que já contei nesta tag, clique aqui.

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Os deuses das compras estão ouvindo nossos chamados e temos mais uma fast-fashion das boas agora entre nós: a Topshop. Estive na loja no dia da inauguração, peguei fila gigante no provador, fila gigante no caixa, vi peça esgotando na arara e apareci no facebook brazuca deles.

Como dá pra ver por esta foto que tiraram, saí catando tudo em que eu tivesse o mínimo interesse para poder provar depois, já que as coisas estavam acabando mais rápido que água no deserto. Acabei levando três camisetas, um colete, um brinco, uma legging e um óculos de sol (ufa!), mas vou mostrar as peças mais bacanas e fotografáveis aqui, as outras (quem sabe!) podem aparecer em eventuais looks. .

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Esse colete branco de couro fake foi amor à primeira vista, paguei R$190 e peguei um dos últimos da loja - os outros dois últimos ficaram com outras clientes que estavam na fila para provar e pediram para a vendedora um igual ao meu! rs O tecido é incrível e o caimento mais ainda. Tenho usado bastante desde que comprei, especialmente porque nestes dias friozinhos mas com sol, não dá para se encher de casacos, mas ficar sem proteger as costas no frio é arriscar pegar uma gripe, como já diria sua avó. .

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E claro que eu ia mostrar também as camisetas. Sou fanática por elas e a Topshop atende muito bem esse tipo de vício. Se formos comparar com preços de peças mais sofisticadas da loja, elas são bastante caras, só vale a pena mesmo se você se apaixonar pela estampa, o que foi o meu caso. Paguei cerca de R$90 em cada uma destas e já usei a de caveira vááárias vezes. A regatona de cruz coloquei com uma legging e fui para uma balada moderninha, gostei bastante e a malha é deliciosa de confortável.

Já vi muitas considerações sobre o preço geral da loja, mas queria deixar meu parecer. Achei os preços da Topshop bem parecidos com os da Zara, apenas ligeiramente mais caros. Os acessórios, no entanto, vieram com um preço bem competitivo (paguei R$65 num óculos de sol lindão). O que me chamou a atenção é que, pra mim, parece valer mais a pena comprar na loja aqui no Brasil do que na loja que visitei, em Barcelona.

Não estive na Topshop de Nova York e nem nas de Londres, mas em Barcelona era um pouco surpreendente eles cobrarem 40 euros por uma camiseta sendo que na loja do lado a H&M tinha coisas legais por um quarto do preço. Como aqui é tudo mais caro, a diferença grita menos e dá mais vontade de comprar, fora que aqui na terrinha sempre tem a opção do parcelamento. rs Agora só vou tirar a prova real mesmo quando visitar outras lojas da rede - e se tudo der certo, ainda esse ano nas férias! ;)

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O LIVRO DOS INTROVERTIDOS .

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Fiquei conhecendo “O Poder Dos Quietos” através de entrevistas dadas pela autora, Susan Cain, e depois li um trecho do livro publicado online na Folha e decidi comprar. Estou lá pela página 100 e a autora faz um verdadeiro tratado para explicar os ideais de extroversão da nossa sociedade, a forma como isso é usado pelas empresas e o quão negativo pode chegar a ser a liderança “nata” de alguns.

Eu sempre soube que era introvertida pela minha grande necessidade de ficar “na minha”, e me vejo representada em várias situações descritas no livro, desde as de trabalho até as que falam sobre comportamento online (!). A obra é recheada de exemplos legais e interessantes, vale a pena dar uma olhada se você for daqueles que sempre ouve 0 mantra “desenvolva seu marketing pessoal”. Será que é preciso mesmo? Estou chegando à conclusão que nem sempre - mas ainda estou chegando nesta parte do livro.

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ITENS NOVOS DA NYX

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Gosto de bastante coisa da NYX e resolvi ampliar a coleção aproveitando uma das mil e uma liquidações do Cherry Culture esses dias. Como sempre, as compras chegaram super rápido e sem serem taxadas, o que faz do site um paraíso pra quem curte a marca. Desta vez, minhas escolhas foram o HD Studio Primer, o lápis preto Skinny Black Liner (bem fininho mesmo!), um pincel chanfrado e sombrinhas mate, uma azulona e outra vinho.

Estou bem afim de testar estas sombras enquanto ainda está meio frio porque se deixar passar, sei lá, sinto que nunca mais vou tirá-las da gaveta! hehe Em todo caso, já posso dizer que o lápis é ótimo e o fato de ser finíssimo diminui a meleca feita ao passar rente aos cílios superiores. O primer eu já usei no dia-a-dia e achei respeitoso - só não digo que é incrível porque preciso testar numa situação mais desafiadora!

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BRONZER DA BENEFIT

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Assisti um vídeo ensinando como criar contrastes com maquiagem para valorizar os traços do rosto e fiquei curiosa para experimentar o blush de efeito bronzeado Hoola, da Benefit. Esse pincel tem um formato super bacana para aplicar em algumas partes do rosto e era exatamente o que a “guru” usava no vídeo.

Perdi o link do vídeo pra vocês verem (errr), mas preciso dizer que gostei muito da cor do produto. Ele tem um tom meio de canela e é menos amarronzado que o pó que uso da MAC para este tipo de efeito. Dá até para criar uma mistura entre as duas cores e, enfim, no verão esse também pode ser usado de outras formas. Comprei o meu no Cosme-De e chegou em quinze dias, sem ser taxado. Paguei US$38 (aproximadamente R$80) contra R$124 na Sacks/Sephora.

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CAMISETA #WHISKY DO HERCHCOVITCH

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Para fechar, queria mostrar uma presente legal que recebi. O Alexandre Herchcovitch se uniu a Diageo, fabricante de várias bebidas, inclusive de Johnnie Walker, e lançou uma regata misturando os dois universos e usando os quadriculados que vimos na coleção de Verão 2013, que tem Boy George como inspiração. Na etiqueta da blusa vem até uma receita de drink para fazer usando o whisky, achei bem interessante! ;)

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Festa e casamento: Imagens da Semana

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Há alguns longínquos finais de semana passados, viajei até Taubaté para o casamento de uns amigos do Rafael. Para a ocasião, além de ter ido atrás de um vestido longo bom e básico com alguma antecedência, levei toda a parafernalha na mala para tentar me arrumar de alguma forma sozinha por lá.

Resolvi então postar o look final junto com as informações da busca sobre o vestido para quem sabe ajudar alguém, afinal encontrar roupa de festa é algo geralmente complicado quando: 1. você não é milionária, 2. você não curte roupa de festa cheia de brilhos, bababados, aplicações, pedrarias, whiskas sachê.
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Optei então por algo fácil de fazer, o que incluiu não me preocupar (muito) com as unhas, que fizeram favor de quebrar um dia antes da festa. O que deu jeito foi base, organizar a cutícula e boa! hehe No cabelo, fiz uma ondulação leve com babyliss e apliquei spray de ondas (eu uso o Beach Waves do Frederic Fekkai) e finalizei com um presinho atrás.

A maquiagem foi um olho quase tudo com tons de marrom e boca tudo com o Russian Red da MAC mais uma vez. Na pele, usei a base Photoready da Revlon, o corretivo da Laura Mercier e o da Natura Una de alta cobertura e fiz o truque de espirrar o Mist and Fix da MUFE entre uma cobertura e outra, o que garantiu pele linda sem falhar a noite toda.

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A busca pelo vestido começou mais ou menos uns dois meses antes, tudo para evitar ter que comprar um vestido “qualquer coisa” em cima da hora e também porque eu queria algo realmente básico, caso contrário usaria algo que já tenho em casa, fora que há aquele velho problema da moda festa: é simplesmente uma missão impossível encontrar vestidos com preço razoável que não sejam cafonas, cheios de brilhos, aplicações ou fendas que quase mostrem seu útero. Em resumo, tarefa complicada.

Como eu já tinha passado por um aperto procurando vestido para o casamento da minha cunhada no final do ano passado, resolvi ir caçar meu exemplar de basiquinho em outra freguesia. Pesquisei na internet algumas lojas em Moema e lá me fui para a região da Rua Gaivota, onde mil e uma lojas de vestidões se espalham nas calçadas. Numa manhã de sábado, entrei em nada mais nada menos que sete (sete!!) lojas.

Todas muito bonitas, nem todas com bom atendimento, algumas mais caras, outras mais baratas, mas todas igualmente ca-fo-nér-ri-mas. Quando eu estava quase desistindo e topando comprar qualquer coisa da Suely Censini (tem nos shoppings Iguatemi e Morumbi e comprei lá meu vestido da formatura da faculdade), entrei numa lojinha pequena, escondida e… Uma luz se acendeu: encontrei não apenas um vestido básico quanto dois vestidos básicos e já me preparei para as próximas festas por aí! .

no corredorzão do hotel antes da festa!

Meu vestido veio da Ellen Brione e, como comprei duas peças, acabei conseguindo um desconto com a própria dona, que faz questão de ter vestidos diferentes do padrão da região. Paguei um preço bacana no meu (não lembro direitinho, mas foi cerca de R$450) e depois fiz apenas um ajuste na altura do top no estúdio de costura da minha confiança.

Uma semana antes da festa por acaso encontrei também uma bolsa super achado na Jorge Alex, inspirada naquele famoso modelo com caveiras McQueen. Achei o preço super bom para uma bolsa de festa: R$105. A minha eu comprei na loja do Shopping Anália Franco, mas **fontes** me disseram que já está em falta por lá.
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Depois dessas fotos no meio do corredor, guardei a câmera no quarto e nos mandamos para a festa, que foi ótima por sinal - mas não me pergunte muito porque, enfim, não lembro tooodoos os detalhes e… ;) Felicidades aos noivos e obrigada por nos convidarem para fazer parte deste momento!

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Tributo ao Legião: Imagens da Semana

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Nesta terça e quarta, Marcelo Bonfá e Dado Villa-Lobos se uniram ao ator Wagner Moura para os shows promovidos pela MTV num tributo ao Legião Urbana. Depois de oferecer alguns pares de ingressos em parceria com a Fiat para leitores sortudos (alô meus lindos que foram ao show! Curtiram??), tá na hora de contar como foi.
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o ingresso

Preciso dizer que me diverti. E não me diverti pouco, me diverti foi bastante, especialmente porque nunca tinha ouvido algumas daquelas canções ao vivo. Se Wagner Moura não é (e nem quis tentar se parecer com) Renato Russo, os fãs originais da banda estavam lá presentes e se encarregaram de fazer do show uma ocasião digna de nota, cantando sem parar mesmo quando os instrumentos eram encostados.

Cantei junto também, me emocionei também, paguei um pau para a iniciativa do “reencontro” e acompanhei brevemente a chuva de críticas à performance do grupo e do vocalista no Twitter. Lembrando da equalização do som e do ritmo da coisa, realmente, quem acompanhou pela TV pode não ter apreciado, mas quem estava lá, no calor da coisa, curtiu do começo ao fim.
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Há algo que precisa ser lembrado: Wagner realmente não é cantor, apesar de ter uma banda. É sim um excelente ator, eventualmente vocalista e, mais que isso, uma bela de uma presença de palco, pois faz parte da arte que ele domina. Mesmo com a vida ganha, foi lá, topou o convite e se arriscou ao vivo para quem quisesse ver. Não sei quanto dinheiro ganhou e se ganhou, mas acho a coragem louvável.

Se a homenagem à banda não foi digna o suficiente, infelizmente jamais saberemos. Só que talvez não tenha sido mesmo. O maior ídolo do grupo já nos deixou, os tempos são outros e cada um seguiu sua vida. Vi o tributo como um flashback suave, como um jeito de reviver sentimentos de anos atrás. Acho isso inclusive até mais interessante que retorno de bandas “caça-níquel” em que os membros faltantes são substituídos por meros artistas imitadores. Renato sempre teve muitos cantores imitando-o; mas duvido que os fãs mais xiitas gostariam disso no tributo também. Foi uma escolha, nada mais.
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Foram dois shows, apenas duas noites, e quem estava lá com certeza não vai se esquecer.

*fotos da banda: Reprodução/Veja

Exposição “Let’s Rock” na Oca - Imagens da Semana

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John Lennon por Bob Gruhen

A exposição “Let’s Rock” na Oca no Parque Ibirapuera em São Paulo termina no próximo final de semana e queria deixar a dica para quem ainda não tem programa para o próximo final de semana em São Paulo.

O grande lance da “Let’s Rock” é que realmente ela é e a maior exposição já realizada sobre rock na América Latina, são muitos objetos originais e réplicas de figurinos de rock stars estrangeiros e gringos, assim como fotografias, “túneis do tempo” musicais e um infográfico gigante que conta a história do rock desde os primeiros acordes de Chuck Berry.

Todos os andares da Oca foram ocupados com o acervo, mas tenho que dizer que a parte mais legal é o espaço livre para você sentar, pegar uma guitarra na mão e tocar. Não importa se você não sabe dedilhar nadica de nada: só você vai ouvir seu próprio som através do fone de ouvido. É um lounge bem legal para papais rockers levarem crianças com interesse em música, porque tem guitarras infantis também. Muito, muito fofo!
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Debbie Harry jovem curtindo o verão

As Runaways no auge

Apesar do acervo ser sensacional, em especial as fotos antigonas de Bob Gruhen - esse vovô que registrou absolutamente todos os rock stars dos quais se tem notícia-, é preciso dizer que ficou faltando organização para todo esse conteúdo na exposição.

Infelizmente as fotos estão um pouco “jogadas”, sem hierarquização, e os objetos dos roqueiros estão agrupadas por estilo ou por banda, mas sem destacar por exemplo o que é original do que é réplica. Outro probleminha foi a linha do tempo do rock, que esquece de citar algumas bandas ou só cita alguns nomes para dar uma nota de falecimento. Achei que faltou cuidado, mas em todo caso, isso não estraga o passeio, especialmente se você for fã de rock também.
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a linha do tempo

action figure do Gene Simons

jaqueta e guitarra do Judas Priest

E O LOOK:

Para fechar, acabei indo para a Oca de um jeito meio grunge (risos!), mas era apenas um domingo chuvoso e eu queria estar confortável e mais quentinha para circular pela exposição:
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camisa: Canal; camiseta: Candy Shop Flavour; jeans: Levi’s; bota: Schutz
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Festival Sónar: Imagens da Semana

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com óculos 3D para ver os efeitos do telão do Kraftwerk!

O Festival Sónar passou por São Paulo na sexta e no sábado e foi a primeira vez que tive a oportunidade de conferir o mesmo evento em duas cidades bem diferentes. Para quem não sabe, fui ao Sónar em sua cidade natal, Barcelona, no ano passado e foi bem legal ver o que rola em cada cidade, o comportamento do público e até mesmo dos artistas. Todo ano o Sónar passa por algumas cidades além de Barcelona e este ano a capital paulista sediou a festa pela segunda vez.

A convite da Samsung, fui nos dois dias de shows e, entre um palco e outro, assisti Kraftwerk, Criolo e Chromeo no primeiro dia e no segundo dia, vi The Twelves, Justice, Modeselektor e um pouquinho de Jeff Mills, que mandou um techno pesado com um preciosismo cirúrgico. Consegui ver um pouco do Cee Lo Green no sábado também, mas não curti a pegada da apresentação. Na sexta, peguei também uns trechinhos de Marky e Patife, mas realmente drum ‘n bass não é minha praia! rs
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as mil e uma faces do palco lindão do Justice

De tudo o que vi, sem dúvida o melhor foi Justice, até pela espera do público, que queria ver os caras novamente faz tempo (a última passagem da dupla pelo Brasil foi em 2008), mas quem surpreendeu bastante foi o Criolo. Gosto muito do álbum dele, acho o som complexo e interessante, e imaginei que fosse ser bom, mas foi melhor ainda! rs O cara capricha na interpretação das músicas nos shows e sua voz ao vivo é ainda mais encorpada e forte, fora a banda que o acompanha, que é realmente excelente. Quem estava lá no auditório do Sónar não se arrependeu e cantou junto o tempo inteiro, foi incrível!
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Criolo e o Sónar Hall com gente de pé, sentada e dançando

Quem empolgou bastante na sexta foi o Chromeo, que fez uma apresentação bem descontraída, mas que tinha playback até na guitarra. rs Também foi muito bacana ver Kraftwerk e os efeitos do palco, mas foi muito mais um show de contemplação do que de diversão, se é que me entendem.
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o show empolga-hipster do Chromeo!

No sábado, depois do The Twelves e do Justice, conheci o som do Modeselektor e gostei bastante, adicionei para a lista de músicas “para estudar”. Também foi bacana ficar de olho no telão enquanto Jeff Mills tocava. Ele é praticamente um “vovô” do techno e toca numa concentração absurda, tem uma disqueteira imensa e não mexe no fone um só segundo. Como disse no começo do post, vê-lo tocar é quase como acompanhar uma cirurgia ao vivo. Não à toa, muita gente estava focada no telão, quem sabe tentando aprender alguma coisa assim como eu e meus amigos estávamos.

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E UM LOOK:

Como na sexta fui direto do trabalho para o Sónar, a coisa não foi tão “inovadora” e acabei não fotografando. Pus uma legging quentinha tradicional, repeti aquela botinha da Schutz, coloquei uma regatinha rocker (na primeira foto dá pra ver) e uma malha na cintura, porque o frio prometia.

No sábado, o look foi mais “planejado”, porque eu queria de todo jeito usar nosso amado sneaker com salto para colocar seu conforto à prova. Vesti uma legging encerada, uma camiseta de cruz de oncinha e carreguei também uma camisona xadrez de flanela, que esquenta bem e é leve para carregar. Nos pés, tcharam!, o famoso sneaker com salto, que passou pelo teste e foi confortável a noite toda! Bingo! o/

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camiseta de cruz: Truly Madly Deeply na Urban Outfitters; legging encerada: C&A; camisa de flanela: Canal; bolsa lojinha xis de barcelona (usei aqui); tênis: Isabel Marant inspired (detalhes aqui)

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Esta foto foi tirada no “esquenta” da Samsung na D-Edge e mais para o fim dos shows, o frio apertou e a camisa de flanela saiu da cintura e salvou legal. Mas, enfim, realmente a coitadinha ficou amarrada na cintura uma boa parte da noite. Mas, ó, tô nem aí: o que eu menos quero num festival é ficar carregando coisa! rs
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Agora é juntar energias para o próximo festival! E, bom, posso contar também mais detalhes das diferenças do festival aqui e em Barcelona. Cês querem? Alguém tem vontade de ir pra lá? Vai ser no começo de junho! ;)

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Lollapalooza, dia 2 - Imagens da Semana

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chegando na animação! hehe

Segundo dia de Lolla foi dia de chegar mais cedo, foi dia das bandas mais amadas por mim e foi o dia do “indie do pé sujo”, como brinquei carinhosamente no twitter, já que o público era totalmente diferente do dia anterior (contei sobre o primeiro dia aqui). rs O esquema era chegar logo para aproveitar Friendly Fires, num bom lugar e sem correria.

Adentramos o Jóquei com o fim do som e da animação do Gogol Bordello para depois darmos uma olhadinha na tenda eletrônica, onde Killer On The Dancefloor mandava fodamente bem e botava o povo pra suar e sorrir. Foi épico, foi maximal e ganhou de 10 a zero da farofada de Calvin Harris no dia anterior. E foi também difícil sair um pouco antes do final para pegar um lugarzinho para ver Friendly. A dupla brazuca está de parabéns: quem puder ir ver os caras na noite, vá!
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doidona no meio do povo e antes da chuva

O show do Friendly Fires foi energético, foi animado, foi cheio de hits e foi marcado pelas dancinhas malucas de Ed Macfarlane. A cada rebolada do vocalista o povo ia à loucura e foram gritinhos misturados com as letras durante o show inteiro. Ele, aliás, estava louco de vontade de interagir, mas infelizmente o palco Butantã não tinha uma frisa que o deixasse lá em cima, só um corredor na grama mesmo - e ele aproveitou ainda assim.

Foi delicioso ver uma das minhas bandas favoritas ao vivo e curti sentir a percussão pesada e dançante ao vivo; taí outra banda que veio na hora certa. Podia ter vindo um pouquinho antes, é verdade, mas mesmo assim não perdeu o ponto. Mandaram bem; o final da apresentação foi especialmente “energético”.
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a chuva: o bom momento para ficar parado

Daí veio a chuva - e não foi qualquer chuva, só demos a sorte de estarmos dentro da tenda da CK descansando bem na hora que o barraco desabou. rs Vimos raios e trovões rolando do lado de fora e, mesmo com super capas de chuva na mochila (compradas na Centauro; fica a dica! hehe), resolvemos abandonar o MGMT.

Estávamos ouvindo a apresentação dos caras e, pela animação do público, acho que não perdemos nada. Apesar do primeiro álbum ser muito bom e cheio de hits, o segundo mergulha num conceitual bom de se ouvir em fones poderosos em casa, não no meio da lama. Nessa hora, quem acompanhava de casa no Multishow se deu muito melhor! hehe

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Foster The People: <3! (crédito: Photo Rio News)

Aí superamos a chuva e o resto do pinga-pinga para ver um dos nomes que mais aguardamos desde que o festival foi anunciado, Foster The People. Seriam eles bons músicos? Corresponderiam ao vivo ao ótimo trabalho em “Torches”? Teriam calor humano ou seriam só uma bandinha indie olhando para seu próprio umbigo enquanto entoam suas composições “super importantes” para a humanidade? Será que teriam bom humor? rs

Com capas e gotas de leve em nossas cabeças, tomamos lugar no palco principal para ver a banda. O show começou com “Houdini” e de cara deu pra ver que ia ser todo mundo cantando tudo o tempo inteiro e a banda sorrindo o tempo inteiro. O grupo fez um show maduro e mostrou todas as nuances eletrônicas propostas por Mark Foster no palco.

A voz do cara, aliás, estava ótima e todo o corre-corre de troca de instrumentos do trio, que poderia arrastar o ritmo da apresentação, só surpreendeu a galera. Cubbie Fink ia para os sintetizadores e voltava para o baixo, Mark pegava o piano, ia para os sintetizadores, saia correndo pela frisa (para alegria do povo) e chegou até a ajudar na percussão em “Call It What You Want”.

Mas, é claro que 0 povo delirou mesmo com o super hit “Pumped Up Kicks”, canção sabiamente deixada para o final da apresentação e para deixar todo mundo com gosto de quero mais, tanto é que a banda foi embora e nem precisou dar tchau! rs
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Já tinha contado de forma breve o quanto amei o show, mas tenho que acrescentar que agora me arrependo amargamente de não ter ido na apresentação dos caras no Cine Jóia e no DJ set do Clube Yacht (embora o povo tenha saído de lá com as pernas cortadas de tanto copo de vidro que caiu na pista - insano, não?). O jeito agora é continuar ouvindo o CD e torcer para que os meninos da Califórnia façam um segundo CD tão bacana quanto esse.

Depois do show, fomos lanchar e fazer o tempo passar até os Arctic Monkeys chegarem. Confesso que não “estudei” para o show e acabei ficando perdida na vibe das músicas mais recentes, que são mais pesadas e melancólicas, daí junto com o grupo que não é lá uma super simpatia, é tocar e pronto. Isso não é ruim, de forma alguma, mas a chuva voltou a apertar, perdemos o lugar bacana em que estávamos e o ritmo desacelerou. Resultado: acabamos abandonando o show aos 45 minutos. Conversando com as pessoas depois, achei que quem mais curtiu o show estava vendo pela TV (e o inverso aconteceu com Foster: quem viu pela TV achou um lixo! Vai entender! hehe).

Sobre o evento: O festival foi super divertido e teve um clima delicioso, mas como todo grande evento numa grande cidade, a organização ainda tem muito o que aprender. A dependência do metrô e do trem foi um transtorno para muita gente e quem ficou até o último suspiro das apresentações dos dois headliners, sofreu. Sofreu inclusive com o shutter que levava para pontos estratégicos, como o Shopping Eldorado. Eu não tive problema pois usei carro + shutter e não fiquei até o último segundo, mas ouvi relatos bem chatos. Fica a questão para que todo mundo possa aproveitar até o último segundo ano que vem!

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E O LOOK:

Domingo foi o dia do hype feat. coolness (risos!!) e do corpo já cansado do primeiro dia, por isso apostei no super sneaker roxo confortável e na minha camiseta de triângulo misterioso. O restante do look foi consequência:
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Camiseta: Complot (Buenos Aires); short militar com tachas nos bolsos: Shoulder; sneaker: Puma; bolsinha cinza com franjas: loja qualquer de Barcelona; pulseira de couro, de franja, shambala e anel: Íris Bijoux (contei aqui); o Ray Ban vocês já conhecem! ;)