Lollapalooza 2017: Manual de Sobrevivência e todas as suas perguntas respondidas!

ter

O Lollapalooza 2017 acontece nos próximos dias 25 e 26 de março e traz bandas como The XX, The Weeknd, Metallica, Mø e Strokes e já estamos a todo vapor preparando nosso lineup e nos degladiando (como sempre!) para escolher entre os shows que acontecem ao mesmo tempo. Como já tenho uma ~certa experiência~ no festival, este ano preparei um super guia, um verdadeiro manual de sobrevivência, com diversas dúvidas respondidas e também dicas de quem já sabe a hora em que a lama enche o saco no sapato! rs

Assista ao vídeo com todas as dicas deste post:

Aproveita e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!

Acompanhe o Manual com todas as informações detalhadas:

.
1. INGRESSOS

Ainda é possível comprar ingressos pela Internet, no site oficial do evento:

Lollapass: válido para os dois dias, R$460 a meia, R$920 a inteira
Lolladay: válido para um dia: R$270 a meia, R$540 a inteira.

Se você já comprou o ingresso e quer dar um upgrade para o camarote, também é possível fazer isso comprando pelo site. No dia do festival, os ingressos que ainda não foram vendidos também ficam à venda na bilheteria.  Tome cuidado para não querer comprar na hora, pegar fila demais e perder o show que você quer ver. As filas são GRANDES.

2.HORÁRIOS

Se o padrão dos outros anos for seguido, as portas do festival abrem às 11 da manhã. Os shows começam ao meio-dia no sábado e acabam por volta das 23h com os headliners Metallica e Chainsmokers. No domingo, os shows começam 12h25 e terminam às 22h com Strokes.

Continue lendo →

Eu Não Sei Lidar: uma paródia para a música ‘City of Stars’, de ‘La La Land’

qua

Depois de assistir “La La Land” e me viciar na música original do filme “City of Stars”, tive a ideia de fazer uma paródia da música que transmitisse essa ~angústia surreal que a gente tem de querer ver todos os filmes, assistir todos os seriados, jogar todos os jogos (ler todos os livros, fazer todos os cursos, etc) e saber que nunca vai dar certo conciliar todos estes desejos com a vida adulta, com o trabalho e com nosso tempo escasso.

Explicações filosóficas à parte, o vídeo acaba de entrar no meu canal no Youtube e estou realmente super orgulhosa do resultado. Foram três dias de gravações, para o áudio e para o vídeo, e mais três dias de edição para chegar a este ‘quase clipe’! Espero que curta e, claro!, se você também NÃO SABE LIDAR, compartilha com os amigos! hahaha ;)

Aproveita e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!

source

A música pop engajadona da Katy Perry e outros hits com política

qua

Vamos furar a bolha e pular a cerca? Ou melhor: vamos olhar para fora do nosso mundinho e não deixar que políticas externas absurdas aprofundem preconceitos e diferenças? É mais ou menos isso – e um pouco mais – que diz Katy Perry em sua nova música, “Chained to the Rhythm”, composta em parceria com a Sia.

giphy (1)

Katy apresentou a música no Grammy e conseguiu quebrar o recorde do Spotify de música mais ouvida nas primeiras 24 horas por uma artista mulher. Eita pop engajadão!

No vídeo de hoje, comento sobre os significados por trás dessa música e também relembro outros artistas que fizeram o mesmo recentemente ou em outras épocas. Inclusive, deixo um salvo de saudades para o grande axé político do grupo “As Meninas” e seu “bom, chibon, bom, bom” que explicava sobre desigualdade social de um jeito bem pop também.

Aproveita e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro!

Para ver outros vídeos já publicados, clique aqui.

 

Música para treinar: as favoritas de 2016 para ouvir no repeat

ter

2017 começando e eu sei que aí no meio da sua listinha de desejos para o ano está o famigerado “entrar na academia” ou então “começar a correr”. Pois bem: deixe-me ser sua guia oferecendo algumas deliciosas músicas que me acompanharam o ano todo de treinos em 2016! São mais de duas horas de música eletrônica e hits do pop bem animados para dar ritmo na corrida e não deixar você enrolando na sala de musculação!

Para mais histórias da minha experiência com dieta, academia e para encontrar outras playlists, dá uma navegada na tag ‘academia’! Depois é só dar o play e ir treinar que a vida só melhora – já são anos nessa e eu juro que é verdade! ;)

musicatreinar_2016_2017

foto via Shutterstock

 

Uma listona de coisas para lembrar de 2016: a internet, a música, a cultura pop e além

ter

 2016 foi um aninho daqueles, mas será que alguma coisa salva? Vamos fazer aquela retrospectivona para descobrir: qual foi a hashtag mais usada? As músicas que tocaram até enjoar? E, principalmente, qual o maior meme do ano que você respeita? A seguir!

O MELHOR DO MELHOR (OU NÃO) DE 2016

2016_retro

1. Memes tipo exportação

Chegamos ao nosso ápice cultural: exportamos os memes de Nazaré Tedesco para o exterior com louvor! Também caprichamos inventando gifs legendados para melhor contar nossos dilemas astrológicos. Tempo livre demais? Talvez. E nem vem com o “pir qui vici ni imidirici”: culpa da crise, tá?

2016retro_meme

2016_meme_gretchen

 

2. Um #love para Selena Gomez no Instagram

Selena Gomez se tornou a rainha absoluta do Instagram, a rede social queridinha (ainda que problemática) que saiu engolindo tudo – inclusive o Snapchat. Selena é a usuária mais seguida, com 105 milhões de fãs, dona do vídeo mais visto e certamente ajudou a bombar a #love, a hashtag mais usada em 2016.

hostess vibes. Happy 4th everyone!

Um vídeo publicado por Selena Gomez (@selenagomez) em

 

3. Snapchat, Youtube e influenciadores digitais profissionais

Mesmo tomando uma rasteira do concorrente Instagram, o Snapchat ainda foi o aplicativo grátis mais baixado em 2016. Do outro lado do mundo do vídeo, o Youtube mais uma vez deitou e rolou em seus números, mesmo tendo deixado muitos criadores irritadíssimos, especialmente na segunda metade do ano. Foram meses de Youtubers reclamando que seus fãs não eram notificados e visualizações declinando. Ainda assim, foi o ano que muita gente conheceu o termo “digital influencer” e muitos saíram se auto-denominando assim. #polêmicas! Quem te influenciou digitalmente esse ano? Você concorda com as modinhas do ano do vídeo “flashback” do Youtube?

 

4. Um ano de feminismo

E de infindáveis discussões, textões, problemões e situações públicas em que a gente só vê que precisa, sim, de feminismo. Fora isso, foi o ano em que muitas mulheres públicas infelizmente preferiram dizer que “buscam e lutam pela igualdade entre gêneros, mas não são feministas”. Vou deixar só um recado, infelizmente dado por um homem, mas que é ótimo e pode, sim, nos ajudar. Com vocês, o sempre ótimo Aziz Ansari:

5. As músicas que bombaram todas reunidas

Esse casal fez um videozão com um cover das músicas mais tocadas do ano. Em 2016 também muita gente viu valor no menino Justin Bieber, Beyoncé botou o bastão na mesa (e rendeu esse vídeo ótimo das pessoas ‘descobrindo’ que ela é negra) e também foi quando a sofrência deliciosa de Lady Gaga saiu do armário. Ah é: tem também quem tenha se apaixonado pelo ‘feminejo’.

6. Temos que pegar: “Pokémon Go”, o campeão de buscas

Quantos assaltos e quantas amizades não aconteceram graças a Pokémon Go, não é mesmo? Até sua tia-avó entendeu do que se tratava, provando que o mundo dos jogadores não tem (nem precisa ter) fronteiras. A febre durou pouco – você ainda joga? Ainda tem instalado? -, mas foi tempo suficiente para o termo ‘Pokémon go’ ser o mais buscado do ano por brasileiros.

2016_retro_pokemon

7. O fim do conto de fadas

Se no noticiário político a coisa estava preta, nem as páginas de entretenimento e celebridades salvaram. Teve separação de todo tipo de casal, de Angelina Jolie e Brad Pitt até Fátima Bernardes e William Bonner. Na gringa, o processo de divórcio de Amber Heard e Johnny Depp também foi pesado e ela revelou ter sido agredida pelo ator em diversas ocasiões. Dá para separar o artista de quem ele é na vida pessoal? Essa pergunta passou pela cabeça de muita gente. Enquanto isso, a opinião pública sobre Amber continuou mostrando porque precisamos de mais empatia, igualdade e, enfim!, feminismo.

2016_retro_casal

8. Cinemão e cineminha

Leonardo Di Caprio ganhou, finalmente, seu primeiro Oscar e levou a internet à loucura. Ao mesmo tempo, a premiação foi extremamente criticada por não ter indicado atores negros. Também outro ano em que os super heróis dominaram as telonas, mas outros gêneros cresceram um bocado. Fazia tempo não havia uma oferta tão grande de filmes de terror, o mais puro escapismo. Ao mesmo tempo, ficção científica está de volta e bem forte – o excelente “A Chegada” é prova disso. Se a tendência vai ter fôlego para um 2017 cheio de roteiros do gênero, é outra história. No Brasil, a polêmica girou em torno do excelente filme “Aquarius” e sinceramente acredito que o filme sofreu um bocado com o entorno político. Independente da sua posição, vale ser visto – mesmo que seja para odiar a protagonista, magistralmente interpretada por Sonia Braga.

2016_retro_cinema

9. A TV vai bem, obrigado…

Se as emissoras brasileiras estão amargando e tentando se reinventar (Jô vai ou Jô fica?), o aparelho da sua sala nunca teve tanta coisa boa para reproduzir e continua firme e forte. Netflix se consagrou com “Stranger Things”, a série que levou em conta todo conhecimento do sistema sobre o usuário para criar um roteiro irresistível, e mostrou o quanto estamos interessados em saber no que estamos nos tornando com as distopias não tão distantes de “Black Mirror”. Em outro canal, “Westworld” mostrou mais uma vez que a HBO não brinca em serviço. O canal também foi o responsável por uma das cenas de ação mais incríveis já produzidas para a TV em “Game of Thrones”. O making of é imperdível:

10. A festa no andar de cima

Como não falar das perdas? Este aninho de número 9 levou muitos dos bons, inclusive David Bowie, Prince, George Michael e a inesquecível Princesa Leia, Carrie Fisher. Sentiremos saudades e obrigada por tudo. :'(

2016_retro_adeus

Lollapalooza: vale a pena pagar (quase) mil reais para ir ao festival?

qua

O lote atualmente à venda para ir aos dois dias de shows do Lollapalooza sai por quase R$1.000. Será que vale a pena? Essa é a pergunta que muita gente se faz, especialmente diante de um lineup polêmico – Metallica e Strokes de headliners? Que ano é hoje? Enfim.

Sou apaixonada por festivais, estive no Lolla desde a primeira edição em São Paulo e pra mim pouco importa quem fecha o dia no palco principal: o importante é ver shows bacanas ao longo do dia e também abrir os ouvidos e o coração para bandas novas, coisa que o Lolla sempre consegue fazer.

No vídeo desta semana, comento se vale a pena a grana do ingresso e como montar seu lineup do que assistir de forma realista – não, você não vai atravessar o espaço do festival em 5 minutos. Supera! rs

Dá o play e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro! ;)

Para ver outros vídeos já publicados, clique aqui.