O pop botou a cara no sol: 6 vídeos pra ver da última semana

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Se este ano as coisas estavam ainda meio pacatas para boa parte da galera do pop e animadas apenas para quem passa acima dos 128 BPM (alô saudades do Tomorrowland!), nos últimos dias a cena mudou junto com os primeiros sinais de que o verão no hemisfério norte se aproxima.

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Taylor Swift no #BBMAs e a eterna cara de “isso tudo” quando faz strike de prêmios

Enquanto a gente vai esfriando as poucos por aqui, lá a galera está on fire tentando lançar o hit da estação. Entraram vídeos novos em jogo, projetos especiais e até artistas que poderiam ter ficado quietinhos em casa resolvendo botar a cara no sol. Prepara a playlist e se joga nos seis vídeos que você deveria ter visto na última semana!

1. taylor swift: “bad blood”

Fazia tempo que um vídeo não era tão aguardado e antecipado desta maneira. Taylor Swift fez o marketing direitinho e chamou todas as bff’s famosas para um vídeo recheado de referências de filmes de ação e heróis. O resultado é super cinematográfico, mas deixa uma sensação estranha de ter sido um trailer: muito suspense, pouca resolução. Apesar de lindo, o vídeo com gostinho de quero mais me chateou: cadê a batalha final? Libera essa mixaria, Taylor!

obs: alguém mais ficou chocado com a vibe not a girl not yet a woman de Selena Gomez? Eu sim. #decara

2. britney spears e iggy azalea: “pretty girls”

Neste clipe anos 80 com calça baixa, a querida Britney Spears e a rainha do dueto Iggy Azalea fazem as melhores amigas com estilos bem diferentes. Britney, loira terráquea, transforma Iggy na melhor alienígena que ela poderia ser na Los Angeles de uns anos atrás. As duas dão rolê de carro juntas, dançam na balada e aprontam altas aventuras.

Eu acho a música gostosinha sim (me julguem), mas achei o vídeo só “bonitinho”. Obviamente esperava mais deste dueto aí. Talvez, sei lá, seja culpa da nossa expectativa de adolescente que sempre espera ver Brit renascendo. Ou amadurecendo, o que também não faria mal nenhum.

3. miley cyrus e ariana grande: “don’t dream it’s over”

E eis o clipe que vai ser um colírio de ouvidos no meio deste post todo. O projeto Backyard Sessions de Miley Cyrus tem o objetivo de arrecadar fundos para jovens em risco e, para isso, a fofa está se esforçando com clipes e parcerias super especiais.

Num dos melhores vídeos, ela e Ariana Grande cantam um hino dos anos 90 fantasiadas de unicórnio e ratinho num sofá inflável. Para quem, como eu, já está apaixonado por Miley nesta nova era, vale ver também outros clipes do projeto, como esta versão de “Androgynous” com Joan Jett e Laura Jane Grace.

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Jungle: a banda que você precisa ouvir – e ver só se quiser

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Imagem, superexposição, mais imagem. Vídeos. Virais. Imagem. Imagem é tudo para quase todas as áreas do entretenimento atual, até mesmo para a música que, coitada, vive uma repetição de clichês e personalidades sonoras simplesmente porque vende bem. É quase um dilema “tostines”: a imagem é importante para vender mais ou vende mais porque a imagem é super explorada? Dois amigos de infância resolveram quebrar este paradigma e esta semana deram um rasante pelo Brasil mostrando no palco o que descobriram.

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J. e T.: sucesso sem fama

Jungle é a banda formada pela dupla J. e T. (ou mais precisamente Josh Lloyd-Watson e Tom McFarland) e por mais 5 integrantes que fazem a magia soul-funk-eletrônica acontecer no palco. Vi de perto o show em São Paulo esta semana e me encantei com o trabalho dos vizinhos de porta de Londres que esconderam sua identidade por algum tempo.

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a Jungle completa

Acontece que J. e T. quiseram começar um experimento e tanto em 2013: mostrar que a música pode sim funcionar por si só e não ficar na dependência da personalidade de um frontman. Por isso mesmo, os rapazes conseguiram se manter misteriosos por algum tempo, mesmo com as visualizações de seus clipes passando da casa dos 6 dígitos.

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Concurso cultural: que tal um violão para chamar de seu?

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Concurso cultural encerrado! A grande vencedora é a Bianca Melo, vamos entrar em contato com você por e-mail! ;)

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Esse é meu: o outro pode ser seu!

Parece que foi ontem que estávamos nos divertindo horrores no Lollapalooza, mas um mês já se passou. Acredita? Nem eu! O furacão do festival passou por São Paulo e nos deixou saudosos e ansiosos pelo que vem pela frente no ano que vem.

Quem esteve no autódromo este ano deve ter visto o super ambiente preparado pela Pepsi para o público colocar seus talentos à prova no palco. Pois que ganhei um dos violões personalizados especialmente para ocasião e vou poder também presentear um leitor com uma belezinha dessas! Bora montar uma dupla indie, galera? kkk

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como participar:

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O Coachella ainda te inspira?

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Um grupo de amigas californianas lindas e magras num carro antigo dirigem pelo deserto. Uma banda indie que ninguém sabe o nome toca ao fundo. Um chapéu, uma coroa de flores, top cropped, muito crochê e algumas botinhas de camurça. Há também aquela amiga de saia longa e rasteirinha. Franjas pairam no ar.

Se eu nem precisei de uma foto para ilustrar tudo isso que você acabou de ver aí na sua cabeça, é sinal de que a imagem já está tão bem construída que nem demanda explicação, certo?

certo, mas não custa nada mostrar

A fórmula Coachella foi, ainda é, importantíssima para a moda: em meio a tantas bandas de rock que não duram até se tornarem headliners, o festival de música trouxe ar fresco para as vitrines. Ar ainda por cima etiquetado com o rótulo de “indie” e “para poucos”. O evento se consolidou como o grande atrativo de si mesmo, como o-lançador-de-tendências: não importa o que você pretende ver lá. O que importa é estar lá, ver e ser visto e colecionar pulseiras das festas VIP das modas.

Também não importa como você definiu seu look, se você se inspirou em alguém (Kate Bosworth chora!), se você acredita naquilo ou se só deu uma passadinha na H&M mais próxima e comprou direto da coleção que eles fizeram pensadinha pra você. Ninguém pode te culpar se você fizer isso, afinal.

até porque tem várias coisas lindas.

As tendências já foram tão engolidas e regurgitadas que parece que nada vai conseguir superar a mistura entre cowgirl, cigana e camponesa de boutique que reina entre o público. Até tem uma ou outra que não segue a cartilha, mas qualquer escorregão parece uma fantasia inadequada para a ocasião.

Katy Perry, why????!

Durante o festival, não adianta: os visuais mais incríveis e complementares à paisagem desértica se rendem às rendas e franjas com jeitão de empoeiradas. A mistura funciona, convenhamos. Deu tão certo que é quase um uniforme, e aceitamos até complementá-lo com uma coroa de flores, mesmo sem ter o talento ou personalidade da Frida Kahlo. Ou o dinheiro da Lana Del Rey. E agora ninguém aguenta mais.

Enquanto em alguns festivais recentes a gente se incomodava durante o show com tanta câmera e celular para cima, neste Lollapalooza outra coisa atrapalhava a visão: a repetição massiva dos chapelões anos 70 nas cabeças da mulherada. Se esse tipo de tendência enjoa até aqui, como será possível continuar inspirando alguém por lá, terrinha mãe destas tendências muito loucas?

Longe de mim, aliás, dizer que as coleções específicas de festivais não estão cheias de peças lindas. Elas estão. E ainda vão vender muito. Mas depois de anos olhando para a mesma referência, o esgotamento é inevitável, até para as “musas” do evento. É como se o próprio estilo inovador se virasse contra si mesmo. Você até pode adorar um uniforme, mas quando perceber que ele é só um uniforme, puf!, a graça se foi.

Thaila Ayala: double edition

As fotos poderiam ter sido tiradas em qualquer dos últimos anos do festival. As roupas podem ter qualquer etiqueta. As peças podem ter vindo num conteiner lá da China. Tanto faz.

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Foto: Reprodução/Driely S./Terra

Se são os frequentadores do Coachella os grandes responsáveis por elevar o status quo visual do festival, pergunto-me: de onde vai vir o próximo sopro de vida para as araras que esperam pelo mês de abril do mesmo jeito que esperam pelo Natal??

Enquanto isso, o deserto segue seu desfile edição 2015: enche os olhos de tão lindo. Mas já não faz brilhar.

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Fotos via Vogue e Nylon Magazine

Música para treinar #6: não deixa essa peteca cair!

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lutando contra as forças ocultas, inclusive da gravidade

Uma overdose de chocolate pós-Páscoa, o friozinho, a preguicinha, mais cinco minutinhos… É fácil abandonar o #projetinho justamente agora e retomar, sei lá, em outubro. Dá desânimo, dá vontade de fazer qualquer outra coisa e às vezes dá vontade de sumir do mapa e mandar o recepcionista da academia tomar naquele lugar quando ele te ligar para saber porque você não foi. Especialmente quando você acha que ainda não chegou aonde queria.

Antes de descontar no coitado, que tal não se cobrar tanto? Para manter o ânimo (ou tentar, pelo menos), lá vai uma playlist nova bem animada, com tracks novas, algumas eletrônicas e outras farofentas que vão te colocar num mood alegrinho mesmo que a chuva fina te diga para ficar morgando em casa.

Não deixe a peteca cair: bota o tênis, dá o play e vai! ;)

[Vídeo] Lollapalooza 2015 e como foi o sábado no festival

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Mais um Lollapalooza vai entrar para nosso currículo de festivais, com direito a muita chuva, ingressos sobrando e cancelamento de artista bastante aguardada – Marina, teus fãs não te perdoaram e eu também não! Deixou um buraco no electra heart da programação que eu tinha feito e um tempo ocioso bem chato.

Foram muitos encadeamentos estranhos e um sem número de gente mais interessante que poderia ter vindo – Iggy Azalea? Haim? Charli XCX? Kiesza? Clean Bandit? Hm, foi a alta do dólar? Sim, tudo isso é comum num festival, mas se compararmos com as outras edições do Lolla, algo estranho aconteceu.

Dá o play no vídeo e, como sempre, se curtiu, te convido a dar uma passadinha no meu canal para se inscrever e dar uma força! ;)