5 motivos para assistir ao Meus Prêmios Nick 2015!

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Setembro e outubro são meses recheados de premiações e enquanto o EMA não chega para fechar a temporada com chave de ouro, que tal assistir o que os brasileiros têm feito de bom e o público jovem adora? Neste domingo (18), o Meus Prêmios Nick estreia na Nickelodeon às 19h30 e comemora a marca história de mais de 145 milhões de votos do público.

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Anitta, Porchat e muito slime  no Meus Prêmios Nick 2015

Depois de acompanhar ao vivo a gravação em São Paulo, conto aqui porque você deve ligar a TV e dar uma olhadinha no que a sua prima pré-adolescente anda achando bacana. E, sim, garanto que você vai se divertir: entre cada uma das 22 categorias, Fabio Porchat deu um show à parte na apresentação do prêmio!

5 motivos para assistir ao Meus Prêmios Nick 2015
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Sabrina Sato, Pitty e Anita no Meus Prêmios Nick 2015

1. os looks!

São raríssimos os tapetes vermelhos no Brasil e tem horas que dá, sim, vontade de ver celebridade no mesmo fuso horário, no mesmo clima e com o mesmo tipo de corpo que o nosso se montando nas tendências. Por isso, nada como olhar o que as moças usaram para o MPN. O dresscode não é nem de longe rígido, mas é sim bem definido: uma balada fun, digamos assim.

Entre as minhas favoritas do dia, cada uma preenche uma cota de estilo: Sabrina Sato, patricinha sexy e brilhante, Pitty com esse macacão de vinil rocker impecável e Anitta, que acertou com o vestidinho brilhante e descontraído.

2. as invenções da produção

Além do palco lindíssimo, há de se elogiar as saídas encontradas pela produção do show para anunciar os vencedores. Assim como em muitos prêmios, nem sempre quem ganhou está disponível para pegar seu trofeu pessoalmente. No MPN não é diferente, até porque… Como o Whatsapp poderia agradecer com um discurso por ser o melhor app do ano? rs

É interessante ver como eles unem dois prêmios em um, juntam telão com clipes e mesclam artistas que estão lá de fato presentes para não deixar nenhum ‘buraco’ no roteiro. São saídas simples e espertas que dinamizam a mesmice do vídeo de “não pude estar aí, mas flw vlw”. E, sim, há outros prêmios bem adultos do Brasil que podiam se inspirar e aprender com eles.

3. se atualizar (aka: se sentir velha)

Quem é Biel? One Direction ainda é legal? Como pessoas de 10 anos de idade (!) podem eleger Ronaldo uma lenda do esporte se nem o viram jogar? Aliás, por que raios o Ronaldo está falando do Bob Esponja? Os jovens preferem Pitty à Anitta? Que bom que os adolescentes acham uma humorista mulher a melhor entre um bando de homens indicados!

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Música para treinar #7: minha primeira prova de 10k

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Depois de anos encarando a ‘vida saudável’ de frente e de algumas (várias) playlists de treino postadas por aqui, chega a hora de compartilhar a seleção de músicas que vai me acompanhar na minha primeira prova de 10k neste domingo: a etapa São Paulo da Vênus.

Apesar de fazer treinos razoáveis e de já ter concluído uma planilha de preparação para esta distância, só agora vou realmente encarar o desafio com uma medalha me esperando no final. Estou bem ansiosa, como vocês devem imaginar, mas tô tentando me concentrar apenas em concluir a prova bem, sem pensar em tempo, superação ou afins.

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hora de pendurar essa medalha no pescoço!

Quem me acompanha nas redes sociais (twitter e snapchat: @feepineda) eventualmente me vê comentando sobre meus treinos e acompanhou a chateação que passei depois de ter minha inscrição para uma prova de 10k cancelada. Foi um mês de preparação intensa jogado na lata do lixo e não teve como não deixar a chateação tomar conta. Perdi duas semanas de treino, mas resolvi encarar este novo desafio quando recebi o convite da Vênus.

Chegou, enfim, a hora de enfrentar o monstro dos 10k de uma vez por todas e calar meu perfeccionismo que tanto me atrapalha. É bem provável que eu NUNCA me sentisse preparada para uma prova mais longa e aposto que eu seria capaz de adiar isso pra sempre – prova desse meu “jeitinho” é eu ter corrido só uma prova de 5k até hoje, mesmo tirando a distância de letra nos meus treinamentos. Como já sei de antemão, domingo a luta não vai ser contra o tempo ou contra qualquer adversário, mas contra a minha própria cabeça.

Se tudo der certo, essas músicas vão ajudar um bocado – e eu espero cruzar a linha de chegada bem antes da playlist terminar. Tem sim muito eletrônico, que é para esse bpm me botar pra frente! Me desejem sorte – e se você for correr também, me conta! 

Faça como se Madonna estivesse vendo

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Como seria sua vida se você trabalhasse para uma das artistas mais exigentes e reverenciadas da atualidade? Como seria apresentar seu “pptzinho” para uma chefia que tem uma vida dedicada ao ofício, usando seu corpo, sua voz e até sua atitude como instrumentos de trabalho?

Este vídeo mostra um pouco dos bastidores da nova turnê de Madonna, “Rebel Heart”. Bailarinos ansiosos para ‘apresentar seu ppt’ (aka se apresentar para Madge pela primeira vez), outros já sendo cobrados por não darem o suficiente. Como bem disse o Phelipe no Papel Pop: ‘se eu trabalhasse com a Madonna ia ter c*g*neira todos os dias, mas seria feliz’.

Pouquíssimos têm a chance de ser empurrados ao seu melhor todos os dias e, de fato, esses jovens são sortudos demais. Inclusive porque, bem, trata-se de Madonna e dificilmente dá para ficar mais inspirador que isso, principalmente quando se é um jovem bailarino. Para quem vive longe dessa realidade, a “Madonna” pode ser alguém da família, um bom amigo, um chefe talentoso ou até um professor: é aquele que confia no seu potencial mais do que você mesmo.

Você pode até dizer que já se cobra o suficiente (eu repito isso para mim todos os dias), mas e a paixão e a gana para dar o melhor que você tem naquele momento? E o amor pelos seus pequenos avanços? Isso está presente? Novamente, por experiência própria, vos digo: quase nunca. Uma Madonna não te cobra porque te acha ruim. Ela te cobra porque sabe que você pode muito mais.

Poucos experimentam essa disciplina rígida e doce na vida, mas esse misto de exigência com paixão pode ser repetido em casa e não requer a presença de um adulto. Que tal conduzir seus projetos como se ela, a sua Madonna, estivesse aí vendo? Que tal internalizar que você pode mais e se amar tanto a ponto de saber que consegue continuar dando o seu melhor?

Faça como quem não tem outra opção a não ser dar o melhor de si. Apaixone-se pelo processo e por você mesmo imerso no processo. Tenha paixão por continuar e se ame mais ainda para não desistir na primeira falha. Nem na segunda. Faça como se Madonna estivesse vendo.

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Testei: como funciona o Spotify Running

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No final de maio, o Spotify anunciou uma de suas grandes novidades: uma interface de corrida no aplicativo mobile que mandaria uma playlist de acordo com o treino do usuário. Eu, que já sou usuária assídua do Spotify e tenho lá umas tantas listas temáticas de músicas para correr, fiquei animada com a novidade e comecei a usar semana passada.

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Spotify Running: detecta seu ritmo e manda uma playlist de acordo

Ao abrir o Spotify, basta ir na lateral esquerda e procurar por Running. Lá você encontra uma série de playlists especializadas, desde as “feitas” para o aplicativo, como a “Blissed Out” e a “Burn” (do Tïesto) até várias outras seleções interessantes de músicas famosas que levam em conta seu ritmo.

Depois de escolher qual será o tipo de música que vai te embalar, é hora de ler o quanto você corre. Uma tela assim vai aparecer e medir o seu ritmo:

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Apesar de ser extremamente intuitivo para quem corre na rua, os corredores de esteira não ficam para trás: o aplicativo só precisa ler seu pace uma única vez, de forma que você pode apenas segurar o celular para descobrir o ritmo e depois deixá-lo de volta no suporte tranquilamente.

Também é possível ajustar mudanças de ritmo na mão, para mais ou para menos. A música? Sim, ela acompanha sempre cada mudança e é fantástico!

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Já usei estas duas playlists e embora tenha uma ou outra faixa que não tenha sido do meu agrado, elas são no geral bem energéticas e para cima. Como a música vai acompanhar perfeitamente o ritmo em que você está, acaba sendo muito gostoso pisar junto com a batida.

Esse movimento sincronizado ajuda até mesmo a relaxar a mente: é como se eu colocasse o corpo no automático. Pode ser só um grande placebo, mas juro que me sinto até menos cansada e mais energizada. A playlist do Tïesto é especialmente legal, só tem um problema: acaba muito rápido! Qualquer corrida de mais de 35 minutos já esgota e começa do zero. Podem mandar mais! rs

Ainda não testei na rua, mas mesmo no wi-fi da academia notei alguns engasgos com a sincronização da música, especificamente nessa modalidade Running. Não sei se tem a ver com a conexão em si ou com a leitura do pace, já que o aplicativo aumenta/diminui os BPMs das músicas para atender o usuário, mas achei um pouco esquisito, até mesmo porque as playlists normais costumam tocar normalmente, mesmo no 3G.

Entre uma música e outra, você também vai ouvir uns segundinhos de silêncio, mas neste caso é bastante compreensível: a pausa acontece para que a próxima música já entre no ritmo em que você está correndo.

Para entender mais como funciona, este foi o vídeo de divulgação do serviço: 

Katy Perry: a artista mais bem paga e 5 lições de negócios para aprender com ela

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Capa da “Forbes” de julho, Katy Perry acaba de abocanhar o título de artista mais bem paga do mundo, com ganhos estimados em US$135 milhões de dólares no último ano. O resultado vem quase um ano e meio depois do lançamento de seu último álbum, “Prism”, e de uma turnê mundial arrebatadora. E, claro: uma apresentação viralizante no intervalo do Super Bowl.

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Katy Perry e seu negócio de gente grande

Na lista geral das 100 celebridades mais endinheiradas da “Forbes”, a cantora ficou em terceiro lugar e foi também a única mulher a aparecer no top 5. A próxima é ninguém menos que Taylor Swift, com seus US$80 milhões em oitavo lugar.

Com suporte de gravadora, de fãs ativos em redes sociais e de uma equipe que deve dar inveja a muito CEO de executivo, muita gente deve pensar que Katy não acompanha os negócios tão de perto, ou que foca só no lado “artístico” da coisa, procurando sempre a inspiração para seu próximo hit. Não é bem por aí: “Eu sou orgulhosa de ser dona do meu próprio negócio. Eu sou empreendedora e quero abraçar isso”, disse a cantora sobre o assunto.

Agora, quem não se lembra da avalanche de comentários sobre o fato de Katy Perry ser injustiçada no Grammy todo ano…? Bem, parece que o jogo virou, não é mesmo? Hitmaker, viral e, sim, muito rica, Katy tem certamente muita coisa para ensinar sobre como gerir seu próprio negócio e que passos seguir para ter uma vida profissional de gente grande.

5 lições de negócios de Katy Perry:

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1. escolha um bom nome

Katheryn Elizabeth Hudson pode ser um ótimo nome para uma empresária, para uma princesa ou para qualquer anônima, mas certamente não é nada sonoro para vender a cabeça e a voz por traz de “I Kissed a Girl”. Para sua “empresa” enquanto artista, o nome escolhido foi Katy Perry, unindo seu apelido ao sobrenome de solteira da mãe. Um nome curto, sonoro e instigante pode fazer maravilhas para ajudar as pessoas se lembrarem quem você é e o que pode fazer por elas. Um bom nome é personalidade instantânea.

2. você vai errar antes de acertar

Se tem algo que Katy sempre soube é que desistir não era uma opção. No filme “Katy Perry: Part of Me”, a jornada difícil da cantora fica bem clara. Empresários que não davam chances, gravadoras que a colocavam na geladeira e dificuldades financeiras longe da família foram algumas das barreiras que a cantora enfrentou no anonimato. Ainda assim, ela ainda encontrou forças para compor músicas para outros artistas e assim se sustentar até que a hora dela chegasse.

Quanto aos erros, não foram poucos: rolou  mudança de nome (ela chegou a lançar um álbum como Katy Hudson), de estilo musical (ela foi considerada uma “nova Alanis” no início) e até mesmo de visual.

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[Vídeo] Fiz uma aula de twerking numa balada em São Paulo!

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Que tal fazer uma aula de dança fora da academia, com luzes piscando, ambiente escurinho e nada daqueles espelhos reveladores em volta de você? E que tal se esse lugar for, enfim, uma balada? Essa ideia já rola em Nova York e agora dá para experimentar esse clima delícia aqui mesmo em São Paulo!

Este fim de semana fui conhecer e provar uma aula de twerking (!) no Club Workout, projeto das sócias Paola Howes e Mariana Eva (a Madame Mim!). Toda quinta e sábado rolam aulas no Anexo B, na Rua Augusta, e me apaixonei pelo rolê!

No vlog de hoje, mostro como foi o test drive da aula e conto quantas calorias perdi em mais de uma hora de dança com um pouco – ok, bastante – rebolado! Dá o play, aproveita e se inscreve no canal! ;)

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