Testei: como funciona o Spotify Running

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No final de maio, o Spotify anunciou uma de suas grandes novidades: uma interface de corrida no aplicativo mobile que mandaria uma playlist de acordo com o treino do usuário. Eu, que já sou usuária assídua do Spotify e tenho lá umas tantas listas temáticas de músicas para correr, fiquei animada com a novidade e comecei a usar semana passada.

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Spotify Running: detecta seu ritmo e manda uma playlist de acordo

Ao abrir o Spotify, basta ir na lateral esquerda e procurar por Running. Lá você encontra uma série de playlists especializadas, desde as “feitas” para o aplicativo, como a “Blissed Out” e a “Burn” (do Tïesto) até várias outras seleções interessantes de músicas famosas que levam em conta seu ritmo.

Depois de escolher qual será o tipo de música que vai te embalar, é hora de ler o quanto você corre. Uma tela assim vai aparecer e medir o seu ritmo:

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Apesar de ser extremamente intuitivo para quem corre na rua, os corredores de esteira não ficam para trás: o aplicativo só precisa ler seu pace uma única vez, de forma que você pode apenas segurar o celular para descobrir o ritmo e depois deixá-lo de volta no suporte tranquilamente.

Também é possível ajustar mudanças de ritmo na mão, para mais ou para menos. A música? Sim, ela acompanha sempre cada mudança e é fantástico!

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Já usei estas duas playlists e embora tenha uma ou outra faixa que não tenha sido do meu agrado, elas são no geral bem energéticas e para cima. Como a música vai acompanhar perfeitamente o ritmo em que você está, acaba sendo muito gostoso pisar junto com a batida.

Esse movimento sincronizado ajuda até mesmo a relaxar a mente: é como se eu colocasse o corpo no automático. Pode ser só um grande placebo, mas juro que me sinto até menos cansada e mais energizada. A playlist do Tïesto é especialmente legal, só tem um problema: acaba muito rápido! Qualquer corrida de mais de 35 minutos já esgota e começa do zero. Podem mandar mais! rs

Ainda não testei na rua, mas mesmo no wi-fi da academia notei alguns engasgos com a sincronização da música, especificamente nessa modalidade Running. Não sei se tem a ver com a conexão em si ou com a leitura do pace, já que o aplicativo aumenta/diminui os BPMs das músicas para atender o usuário, mas achei um pouco esquisito, até mesmo porque as playlists normais costumam tocar normalmente, mesmo no 3G.

Entre uma música e outra, você também vai ouvir uns segundinhos de silêncio, mas neste caso é bastante compreensível: a pausa acontece para que a próxima música já entre no ritmo em que você está correndo.

Para entender mais como funciona, este foi o vídeo de divulgação do serviço: 

Katy Perry: a artista mais bem paga e 5 lições de negócios para aprender com ela

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Capa da “Forbes” de julho, Katy Perry acaba de abocanhar o título de artista mais bem paga do mundo, com ganhos estimados em US$135 milhões de dólares no último ano. O resultado vem quase um ano e meio depois do lançamento de seu último álbum, “Prism”, e de uma turnê mundial arrebatadora. E, claro: uma apresentação viralizante no intervalo do Super Bowl.

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Katy Perry e seu negócio de gente grande

Na lista geral das 100 celebridades mais endinheiradas da “Forbes”, a cantora ficou em terceiro lugar e foi também a única mulher a aparecer no top 5. A próxima é ninguém menos que Taylor Swift, com seus US$80 milhões em oitavo lugar.

Com suporte de gravadora, de fãs ativos em redes sociais e de uma equipe que deve dar inveja a muito CEO de executivo, muita gente deve pensar que Katy não acompanha os negócios tão de perto, ou que foca só no lado “artístico” da coisa, procurando sempre a inspiração para seu próximo hit. Não é bem por aí: “Eu sou orgulhosa de ser dona do meu próprio negócio. Eu sou empreendedora e quero abraçar isso”, disse a cantora sobre o assunto.

Agora, quem não se lembra da avalanche de comentários sobre o fato de Katy Perry ser injustiçada no Grammy todo ano…? Bem, parece que o jogo virou, não é mesmo? Hitmaker, viral e, sim, muito rica, Katy tem certamente muita coisa para ensinar sobre como gerir seu próprio negócio e que passos seguir para ter uma vida profissional de gente grande.

5 lições de negócios de Katy Perry:

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1. escolha um bom nome

Katheryn Elizabeth Hudson pode ser um ótimo nome para uma empresária, para uma princesa ou para qualquer anônima, mas certamente não é nada sonoro para vender a cabeça e a voz por traz de “I Kissed a Girl”. Para sua “empresa” enquanto artista, o nome escolhido foi Katy Perry, unindo seu apelido ao sobrenome de solteira da mãe. Um nome curto, sonoro e instigante pode fazer maravilhas para ajudar as pessoas se lembrarem quem você é e o que pode fazer por elas. Um bom nome é personalidade instantânea.

2. você vai errar antes de acertar

Se tem algo que Katy sempre soube é que desistir não era uma opção. No filme “Katy Perry: Part of Me”, a jornada difícil da cantora fica bem clara. Empresários que não davam chances, gravadoras que a colocavam na geladeira e dificuldades financeiras longe da família foram algumas das barreiras que a cantora enfrentou no anonimato. Ainda assim, ela ainda encontrou forças para compor músicas para outros artistas e assim se sustentar até que a hora dela chegasse.

Quanto aos erros, não foram poucos: rolou  mudança de nome (ela chegou a lançar um álbum como Katy Hudson), de estilo musical (ela foi considerada uma “nova Alanis” no início) e até mesmo de visual.

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[Vídeo] Fiz uma aula de twerking numa balada em São Paulo!

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Que tal fazer uma aula de dança fora da academia, com luzes piscando, ambiente escurinho e nada daqueles espelhos reveladores em volta de você? E que tal se esse lugar for, enfim, uma balada? Essa ideia já rola em Nova York e agora dá para experimentar esse clima delícia aqui mesmo em São Paulo!

Este fim de semana fui conhecer e provar uma aula de twerking (!) no Club Workout, projeto das sócias Paola Howes e Mariana Eva (a Madame Mim!). Toda quinta e sábado rolam aulas no Anexo B, na Rua Augusta, e me apaixonei pelo rolê!

No vlog de hoje, mostro como foi o test drive da aula e conto quantas calorias perdi em mais de uma hora de dança com um pouco – ok, bastante – rebolado! Dá o play, aproveita e se inscreve no canal! ;)

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O casamento da Ginger Spice, Geri Halliwell

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Depois de se tornar universalmente famosa por carregar a Union Jack no corpo, Geri Halliwell certamente deixou o passado excêntrico para trás. Especialmente no dia de seu casamento que, como contam os tablóides, foi “bem inglês”. <3

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A eterna Ginger subiu no altar!

No dia 15, a eterna Ginger se casou com o empresário da Fórmula 1 Christian Horner e fez um pedido bem específico para a designer Philipa Lepley: um vestido “simples, limpo e chique”. Antes de exibir o traje do grande dia, a ruivinha ainda mostrou os acessórios no Instagram: brincos de pérola vintage, uma pulseira de diamantes e um laço azul no pulso. Nos pés, uma sandália prata que pouco apareceu nas fotos.

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Apesar da escolha extremamente tradicional parecer curiosa no caso dela, é inegável que ficou lindíssima e radiante no dia tão especial. A escolha da manga três quartos também ficou super adequada para casamentos diurnos em dias mais frios – bem como acontece na terra da Rainha.

Este é o primeiro casamento de Geri que, aos 42 anos, só comprova que esse tipo de celebração não tem idade! O importante é se divertir e ser feliz!

e cadê as outras Spice Girls?

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Resposta: só Emma foi à cerimônia. :( Enquanto Geri subia no altar, Mel C estava gravando na Ásia; Victoria não deu detalhes, mas mandou votos de felicidade aos pombinhos pelo Twitter e Mel B também mandou só um alô para o casal.

Agora, adivinhem só quem pegou o buquê? :) O namorado da Baby Spice caprichou no posicionamento e agora podemos ficar aqui sonhando com uma cerimônia toda rosa bebê. Quem sabe, vai. *____*

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O pop botou a cara no sol: 6 vídeos pra ver da última semana

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Se este ano as coisas estavam ainda meio pacatas para boa parte da galera do pop e animadas apenas para quem passa acima dos 128 BPM (alô saudades do Tomorrowland!), nos últimos dias a cena mudou junto com os primeiros sinais de que o verão no hemisfério norte se aproxima.

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Taylor Swift no #BBMAs e a eterna cara de “isso tudo” quando faz strike de prêmios

Enquanto a gente vai esfriando as poucos por aqui, lá a galera está on fire tentando lançar o hit da estação. Entraram vídeos novos em jogo, projetos especiais e até artistas que poderiam ter ficado quietinhos em casa resolvendo botar a cara no sol. Prepara a playlist e se joga nos seis vídeos que você deveria ter visto na última semana!

1. taylor swift: “bad blood”

Fazia tempo que um vídeo não era tão aguardado e antecipado desta maneira. Taylor Swift fez o marketing direitinho e chamou todas as bff’s famosas para um vídeo recheado de referências de filmes de ação e heróis. O resultado é super cinematográfico, mas deixa uma sensação estranha de ter sido um trailer: muito suspense, pouca resolução. Apesar de lindo, o vídeo com gostinho de quero mais me chateou: cadê a batalha final? Libera essa mixaria, Taylor!

obs: alguém mais ficou chocado com a vibe not a girl not yet a woman de Selena Gomez? Eu sim. #decara

2. britney spears e iggy azalea: “pretty girls”

Neste clipe anos 80 com calça baixa, a querida Britney Spears e a rainha do dueto Iggy Azalea fazem as melhores amigas com estilos bem diferentes. Britney, loira terráquea, transforma Iggy na melhor alienígena que ela poderia ser na Los Angeles de uns anos atrás. As duas dão rolê de carro juntas, dançam na balada e aprontam altas aventuras.

Eu acho a música gostosinha sim (me julguem), mas achei o vídeo só “bonitinho”. Obviamente esperava mais deste dueto aí. Talvez, sei lá, seja culpa da nossa expectativa de adolescente que sempre espera ver Brit renascendo. Ou amadurecendo, o que também não faria mal nenhum.

3. miley cyrus e ariana grande: “don’t dream it’s over”

E eis o clipe que vai ser um colírio de ouvidos no meio deste post todo. O projeto Backyard Sessions de Miley Cyrus tem o objetivo de arrecadar fundos para jovens em risco e, para isso, a fofa está se esforçando com clipes e parcerias super especiais.

Num dos melhores vídeos, ela e Ariana Grande cantam um hino dos anos 90 fantasiadas de unicórnio e ratinho num sofá inflável. Para quem, como eu, já está apaixonado por Miley nesta nova era, vale ver também outros clipes do projeto, como esta versão de “Androgynous” com Joan Jett e Laura Jane Grace.

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Jungle: a banda que você precisa ouvir – e ver só se quiser

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Imagem, superexposição, mais imagem. Vídeos. Virais. Imagem. Imagem é tudo para quase todas as áreas do entretenimento atual, até mesmo para a música que, coitada, vive uma repetição de clichês e personalidades sonoras simplesmente porque vende bem. É quase um dilema “tostines”: a imagem é importante para vender mais ou vende mais porque a imagem é super explorada? Dois amigos de infância resolveram quebrar este paradigma e esta semana deram um rasante pelo Brasil mostrando no palco o que descobriram.

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J. e T.: sucesso sem fama

Jungle é a banda formada pela dupla J. e T. (ou mais precisamente Josh Lloyd-Watson e Tom McFarland) e por mais 5 integrantes que fazem a magia soul-funk-eletrônica acontecer no palco. Vi de perto o show em São Paulo esta semana e me encantei com o trabalho dos vizinhos de porta de Londres que esconderam sua identidade por algum tempo.

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a Jungle completa

Acontece que J. e T. quiseram começar um experimento e tanto em 2013: mostrar que a música pode sim funcionar por si só e não ficar na dependência da personalidade de um frontman. Por isso mesmo, os rapazes conseguiram se manter misteriosos por algum tempo, mesmo com as visualizações de seus clipes passando da casa dos 6 dígitos.

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