Crash de gerações: conversando com a mãe sobre casamento, drogas e balada

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Dia das Mães chegando e convoquei a minha para gravar um vídeo bem especial para o meu canal. Aliás, acho que mesmo com todos esses dez anos de blog, minha mãe nunca deu as caras por aqui né? Vai entender! haha

Convidei a famosa tia Sonia para conversar sobre alguns temas que a gente pensa diferente ou que tivemos experiências totalmente distintas, desde casamento até política, drogas, gravidez e baladas. É muito curioso ver como as coisas mudaram: com a minha idade minha mãe já estava casada faz tempo e, aos 35, quando ela se separou, achava que não tinha mais tempo pra ‘se reinventar’. Louco, né? Espero que vocês curtam!

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[VLOG] Tchau, calor! Pelo fim do verão, eu voto sim!

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Final de abril e você ainda não tirou uma botinha do armário para vestir? Casaquinho para não tomar vento à noite tá mofando no armário? E aquela viagem de inverno que você já tá trocando fácil até pela piscina do prédio? Pois é: ninguém tá entendendo nem aguentando mais esse verão sem fim em pleno abril! hahaha Eu, que amo o frio e já tô com a paciência na lua, também gravei um vídeo falando sobre!

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Sobre #InternetJusta e porque amamos dados ilimitados

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Antes mesmo de ter dez anos de idade eu já estava sentada na Internet me divertindo com os joguinhos do site da Turma da Mônica ou até entrando nas salas de Bate-papo do UOL para crianças. Naquela época, a Internet era um lugar quase pequeno, especialmente se você não falava inglês ou era uma pimpolha como eu. Talvez naquele tempo desse para imprimir a Internet. rs

O tempo foi passando e a web foi se tornando um lugar cada vez maior, inclusive para comportar meus sonhos, meus amigos e meus hobbies. Lá cabia tudo: meu primeiro grupo de Yahoo das Spice Girls, diversos sites que programei em html na mão, os primeiros blogs que, não, não tinham nenhum tipo de publicador – também eram na mão – e, por fim, os amigos de tudo quanto é canto. Não tinha limitação para encontrar gente legal e nosso número no ICQ era tão importante quanto passar o Whatsapp hoje. Lembro do meu ainda! E você?

Ingressei na faculdade de Comunicação Social (Rádio e TV) e imaginei que fosse trabalhar na televisão, no rádio ou em qualquer veículo ‘tradicional’, mas veja a surpresa: desde o meu primeiríssimo estágio eu faço vídeos. Só que pra internet. Trabalhei em diversos lugares, mas por pouquíssimo tempo fiquei fora do mercado de vídeos online – aliás, na época a gente nem sabia que esse mercado já era um mercado.

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Tanta coisa mudou em quase 10 anos… Em 2006, a recomendação geral era fazer tudo bem, bem curtinho, porque ninguém tinha banda pra conseguir acompanhar tanta coisa. E tinha que ter serviço: quase todos os sites começaram apostando em receitas para bombar o setor de audiovisual. Fazia sentido. Por outro lado, hoje em dia não há limites para o assunto (ou a falta dele). O público clama por vídeos mais longos de seus youtubers favoritos. 40 minutos de uma moça abrindo caixas? E por que não? A gente pode.

Se antes vídeo era um “luxinho” dispensável nos portais e nos veículos de comunicação online, hoje é uma necessidade e talvez a fonte de renovação que o jornalismo brasileiro ainda precisa descobrir com vontade. As plataformas e os suportes para vídeo não param de mudar (do computador para o celular e de volta à TV, quem diria!), Netflix vem revolucionando negócios e ainda temos muito que explorar no Snapchat antes de darmos a ferramenta entendida por completo. Youtube não para de crescer. Qualquer um pode ficar online, de qualquer lugar, e falar com uma plateia. É o futuro e ele é lindo, mas tudo isso pede somente uma coisa: dados. Dados, dados e dados. Velocidade. Qualidade de conexão.

Considerando as horas gastas na tela do celular nos últimos anos, tenho certeza que já passei mais tempo da vida conectada do que desconectada. Acreditei que as coisas estavam avançando para o bem e o acesso se tornando cada vez mais democrático, mas a notícia do fim da internet ‘ilimitada’ me deixou revoltada e, por que não?, preocupada. É um retrocesso gritante, especialmente num país que ainda carece de melhora estrutural para oferecer uma conexão de qualidade. Para quem não sabe, o Brasil tem a 9ª pior Internet do mundo e várias empresas agora querem cobrar ainda mais por um serviço que, além de tudo, não é bom.

Por aqui, mesmo os maiores planos de Internet que estão sendo estudados podem ser facilmente consumidos por qualquer heavy user, gamer ou trabalhador freelancer. Não passam perto das franquias parrudas do exterior – 500 GB gringos contra a hipótese de um plano de 130GB brasileiro, por exemplo. Como medir o quanto é ver internet demais? Aparentemente num mundo sem distinção entre online e offline, essa resposta não existe e a pergunta já me parece equivocada de saída.

No youtube e em outros meios está rolando a campanha #InternetJusta, que pede a revisão desse novo formato de planos, e também fiz um vídeo para o meu canal comentando o assunto. Para quem quiser, o vídeo segue abaixo!

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[VLOG] 30 Coisas antes dos 30 anos

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Faltam menos de três anos para eu completar os famigerados 30 anos e resolvi listar as coisas que eu gostaria de fazer antes de sair do clube dos 20 – até porque, a gente precisa focar nas coisas boas do amadurecimento, uma vez que a sociedade e, basicamente, todo-mundo cansam de dizer o quanto é ruim ficar velho. Se você é mulher, então, a cobrança é pior ainda.

Tem tatuagem, viagem para lugar exótico e alguns itens de evolução pessoal também. Espero que divirtam-se comigo! Antes de dar o play, inscreva-se no canal e receba os vídeos primeiro! ;)


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Designers fazem arte para conscientizar sobre a Doença de Parkinson

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Talvez você conheça alguém que tem Parkinson, talvez você não saiba muito sobre a doença ou talvez você tenha tido uma noção do que se trata com o bom filme “Amor e outras drogas” (2010), em que Anne Hathaway vive uma jovem enfrentando os primeiros sintomas de Parkinson.

A doença, mais comum entre os idosos, atinge pelo menos 1% da população acima dos 60 anos e, apesar do nome ‘famoso’, é conhecida apenas de forma rasa pela população em geral. Para ampliar a consciência da sociedade e reduzir o preconceito, no Dia Mundial da Doença de Parkinson (11 de abril) a campanha #EscrevaParaLutar no Brasil encoraja pacientes da comunidade a se expressarem sobre seu dia-a-dia e sobre o tratamento.

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Entre as iniciativas da campanha, também está o convite para que designers, ilustradores e qualquer pessoa online baixem a fonte que tem como base a linda letra de uma paciente com Parkinson. Sonia trabalhou como professora por mais de 30 anos e usou sua letra para educar e se comunicar, até que teve a carreira afetada pelo preconceito em torno da doença. Uma pena, não é mesmo?

Os trabalhos dos designers atentam para o problema, ao mesmo tempo que    mostram a delicadeza da situação, graças à letra da ex-professora, agora transformada em fonte e sem fronteiras para que todos possam usar.

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arte de Doug Lira

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por Gustavo Dallegrave e Gustavo Orsati

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por Lucas Cordeiro

Para conhecer mais sobre a campanha, baixar a fonte e também ver a história de Sonia, recomendo uma passadinha no site da campanha “Escreva para Lutar”. 

Tá faltando homem? Afinal: por onde andam os heteros interessantes?

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Não é de hoje que as mulheres solteiras sofrem com a constante sensação de que tá faltando homem no mercado. Fora o IBGE que deixa claro que existem bem mais moças que rapazes no país, a sensação é de que está cada vez mais difícil encontrar alguém bacana para conversar. Eu, que já não sou solteira faz tempo, tive esse papo recentemente e a real é: as minas não sabem nem onde estão os caras interessantes. Tem que ir aonde pra encontrar alguém: balada? Barzinho? Festival de música? Tinder ainda vale a pena? Dá pra conversar com esses caras por mais de cinco minutos?

Para discutir esse assunto e ajudar as migas, mergulhei no assunto ao lado do meu amigo Edson Castro do Manual do Homem Moderno. Espero que vocês curtam o vídeo tanto quanto a gente!

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