Talvez você conheça alguém que tem Parkinson, talvez você não saiba muito sobre a doença ou talvez você tenha tido uma noção do que se trata com o bom filme “Amor e outras drogas” (2010), em que Anne Hathaway vive uma jovem enfrentando os primeiros sintomas de Parkinson.
A doença, mais comum entre os idosos, atinge pelo menos 1% da população acima dos 60 anos e, apesar do nome ‘famoso’, é conhecida apenas de forma rasa pela população em geral. Para ampliar a consciência da sociedade e reduzir o preconceito, no Dia Mundial da Doença de Parkinson (11 de abril) a campanha #EscrevaParaLutar no Brasil encoraja pacientes da comunidade a se expressarem sobre seu dia-a-dia e sobre o tratamento.

Entre as iniciativas da campanha, também está o convite para que designers, ilustradores e qualquer pessoa online baixem a fonte que tem como base a linda letra de uma paciente com Parkinson. Sonia trabalhou como professora por mais de 30 anos e usou sua letra para educar e se comunicar, até que teve a carreira afetada pelo preconceito em torno da doença. Uma pena, não é mesmo?
Os trabalhos dos designers atentam para o problema, ao mesmo tempo que mostram a delicadeza da situação, graças à letra da ex-professora, agora transformada em fonte e sem fronteiras para que todos possam usar.

arte de Doug Lira

por Gustavo Dallegrave e Gustavo Orsati

por Lucas Cordeiro
Para conhecer mais sobre a campanha, baixar a fonte e também ver a história de Sonia, recomendo uma passadinha no site da campanha “Escreva para Lutar”.