13 fotos incríveis da Women’s March nos Estados Unidos

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Logo após a confirmação da eleição de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos, muitas mulheres dos Estados Unidos começaram a se organizar para uma grande marcha após a posse. A princípio, o evento aconteceria em Washington, mas foi ganhando uma enorme proporção e o que se viu no último final de semana foi uma verdadeira maratona de mulheres por todo país reivindicando seus direitos e também zelando pelos negros e imigrantes. Além de ter contado com uma multidão de americanas ‘comuns’, muitas celebridades também saíram de casa para discursar, cantar e levantar cartazes. A continuidade de projetos de planejamento familiar e o respeito às diferenças deram o tom das reivindicações.

Um pouco de como foi a manifestação em diversas cidades você confere nas imagens a seguir, que dispensam apresentações. É realmente impressionante ver a força do movimento e a importância de pessoas públicas levando a mensagem mais longe.

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cruzamento em Nova York

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Miley Cyrus no protesto de Los Angeles

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manifestantes em Washington

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Uzo Aduba faz referência a discurso de Meryl Streep no Globo de Ouro 2017

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Kristen Stewart na marcha em cidade próxima à Sundance

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Melissa Benoist, a “Supergirl”, com um dos melhores cartazes na marcha de Washington

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Charlize Theron na manifestação em Sundance

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Cher na marcha de Washington

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E os discursos de Scarlett Johansson e Madonna:

 

Fotos via Refinery 29, Glamour.com e redes sociais.

Cerveja de mulher é a que ela quiser!

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No primeiro vídeo de 2017, quero propor uma conversa sobre o quanto nós mulheres curtimos cerveja e o porquê das marcas ainda não reconhecerem isso de forma legítima. Ou pior: tentarem “reconhecer” de formas tortas, lançando produtos que pressupõem que mulher só gosta de cerveja leve, pouco alcoólica e afins. Afinal, cerveja forte é pra macho, não é mesmo? NÃO! 

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Vamos falar sobre isso e um pouco mais! Vem ver o vídeo e compartilha com suas amigas que também adoram uma cerveja gelada – nesse calor então…! Que delícia! Só lembrando: quem se inscreve no canal recebe os vídeos primeiro! ;)

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Como foi minha primeira aula de crossfit?

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É impossível se manter alheio ao crescimento da #famíliacrossfit. Quer dizer, se você usa o Instagram, certamente já viu fotos de grupos inteiros sarados, suados e treinando com belos cachorros ao lado. Se você mora numa grande cidade como São Paulo, além das fotos você já deve ter visto a quantidade de boxes de crossfit que se espalham sem freio pela cidade. Ah é, eles têm esse nome: ‘boxes’. Todos sempre lotados de gente treinando e, em alguns dias, até correndo e dando berros e voltas pelo quarteirão carregando uns troços pesados. Mas o que raios é isto?

Eu que já treino há bons anos, como vocês sabem (inclusive estou devendo uns updates aqui, mas vamos por partes), já imaginava do que se tratava e ainda morria de curiosidade. Crossfit é uma espécie de treino funcional super intenso que também mistura rotinas de força vez ou outra, por isso em todo box você tem barras, anilhas e objetos variados que parecem ter saído de uma sala de musculação comum. O treino nunca é igual: cada dia uma proposta e com elementos de “gamificação”. O timer fica rolando no fundo, você tenta concluir o mais rápido possível e se estimula a bater metas pessoais, além de acabar rolando um desafio entre os coleguinhas de turma.

Embora eu tenha ido numa aula teste com outros youtubers amigos e tudo tenha sido super legal, é um ambiente bem competitivo e heteronomativão, o que pode ser estimulante para muitos, mas pode também ser um motivo para afastar outros. Mesmo assim, acho que é o tipo da coisa que só se descobre testando! Por isso, fui lá fazer o teste na Movimentum Crossfit, na Santa Cecília em São Paulo, e matei um pouco da minha curiosidade!

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tentando pular a caixa  – mas teve um final feliz! Veja no vídeo abaixo! 

No vídeo vocês acompanham meus fails e desafios da aula – que foi mais curtinha e mais simples que um treino normal – mas ainda assim pesadinha. Suei de verdade e achei muito bom, realmente quero integrar isso na minha rotina de treinos, fazer crossfit uma ou duas vezes na semana, quem sabe? Só continuo não acreditando que “todo mundo possa fazer crossfit”, opinião que eu já tinha antes mesmo de fazer a aula. Vários professores dizem que todos estão aptos, mas ainda acredito de verdade que uma pessoa muito acima do peso ou sedentária pode se lesionar facilmente ou realmente não aguentar a intensidade do treino e passar mal. Enfim, vamos ao vídeo! ;)

 

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Uma retrospectiva pessoal: 16 coisas que aprendi em 2016!

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Revendo meus próprios posts, percebi que 2015 não foi um ano bom, mas certamente 2016 conseguiu superar qualquer expectativa de “vai dar merda” que eu poderia ter tido. Enfim, o ano está acabando e pelo menos pode-se dizer que aprendemos alguma coisa em meio a todo o caos proporcionado pelo fluxo energético do universo. Sim, foi em meio à crise que eu fiz mapa astral pela primeira vez. Sim, foi ótimo para mim – e talvez uma das coisas mais interessantes do ano, pois a partir disso pude entender todos os memes astrológicos que a internet nos deu. rs

Sem mais delongas, vamos ao vídeo #sincerão:

 

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Uma vida normal não tem (muita) graça

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Há uns dias atrás eu estava com vontade de chorar de tanto cansaço. O sentimento virou vídeo e resolvi tirar uma semana para fazer somente o mínimo necessário para minha convivência em sociedade – o que incluía respirar, me alimentar, trabalhar e fazer meus exercícios físicos. Esses aí que poderiam ser além do mínimo para a maioria das pessoas, mas que garantem minha sanidade, física e mental. E assim foi: cinco dias sem me preocupar com produzir roteiro, editar vídeo ou vir aqui postar alguma coisa. Aliás, só de escrever essa última frase já tenho vontade de vomitar uns 394893 posts que tenho na cabeça mas simplesmente não tenho tempo de desovar. O vídeo e o Youtube, meus amigos, são sugantes demais. Especialmente se você também trabalha, estuda… Enfim, especialmente se você tem uma vida normal em paralelo acontecendo e boletos chegando.

Dei essa pausa por pura necessidade de organização, mas me peguei no meio da semana tendo um bilhão de ideias e anotando – o que foi ótimo! -, mas ao mesmo tempo percebendo o quanto viver assim, sem produzir nada além do esperado de mim enquanto adulta & cidadã de uma cidade grande, é chato. Não me leve a mal agora: muitos bilhões de pessoas vivem assim e são felizes, completas, plenas, com sua rotina, sua família, suas coisas todas… Eu, não. Eu preciso de 500 milhões de coisas acontecendo ao mesmo tempo para não morrer de tédio. Mesmo que eu reclame disso na sequência.

Foi uma semana necessária, mas a verdade é que independente de blog, youtube, curso de teatro ou aula de espanhol, eu tenho essa necessidade absurda de fazer umas milhões de coisas ao mesmo tempo e de sentir que faço aquilo por mim, porque eu gosto, e não simplesmente porque preciso fazer. Foi assim desde a infância: eu era aquela criança que fazia 5 cursos aleatórios ao mesmo tempo (vôlei, handball, inglês, piano e canto?) e ainda tirava boas notas. Pode parecer um pesadelo daqueles para a psicologia infantil, mas funcionava. Eu tinha até agenda com horários para fazer lição e ver TV – elaborada por mim mesma, tá? Não perdia tempo de estudo nem o horário do meu desenho favorito. Enfim, um dia perdi esse bom hábito, mas que era uma baita ideia e funcionava, era… rs

Hoje, bem grandinha, a ideia de entregar todo o meu tempo a somente uma coisa sobre a qual tenho pouco controle (leia-se: emprego) e não fazer nada além-expediente me dá calafrios. Acho que até por isso desde que adquiri o hábito e a disciplina de treino, jamais abandonei: é o meu tempo comigo mesma e nada mais, fora que faz um bilhão de bens que talvez eu nem tenha total ciência agora, mas que provavelmente meu corpo daqui 30 anos vai agradecer. E aí entra o meu “sharear” de conteúdo, o dar opinião, falar, comentar, indagar… É claro que faço porque gosto, já estamos nessa internet há no mínimo 13 anos, mas faço também na expectativa de crescer e de ter o meu negócio, por que não? E, ainda mais, viver sem fazer nada disso simplesmente não está nos meus planos. Pelo menos por enquanto, e pelos últimos 10 anos de existência deste blog, essa vida normal não tem (muita) graça.

Perdão pelos vacilos, mas eu adoro isso tudo aqui. E vou continuar.

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Sempre atrasadas: nossa vida corrida e como (tentar) dar conta de tudo

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Aparentemente a quantidade de coisas que temos para fazer sempre anda de forma inversamente proporcional ao tempo que temos disponível. Isso porque nem entrei no tema: tenho tempo, falta dinheiro x tenho dinheiro, falta tempo, porque ele ainda pode piorar quando a gente não tem nem tempo, nem dinheiro. rs

Estamos sempre respondendo “na correria” quando alguém pergunta se está tudo bem e nos virando em 30 para dar conta do mínimo necessário. Ler, então, virou um passatempo de luxo para muita gente – eu mesma: com canal, blog, trabalho fixo e treino diário, li pouquíssima coisa esse ano todo e morro de vergonha disso. Por essas e outras, resolvi falar dessa correria toda no vídeo dessa semana: ela gera ansiedade e MUITO atraso.

Quem nunca se sentiu atrasada para dormir? rs Dá o play e se inscreve no canal para receber os vídeos primeiro! ;)

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